DarkRose
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Na Universidade do Minho existe o Código de Praxe que contém vários capítulos, um dos quais referentes ao traje (onde é explicado detalhadamente como se traja, e que peças constituem o traje), é explicado os direitos e deveres de praxante e do praxado, é definido as hierarquias (por matricula e por ano frequentado), enfim, traz esse paleio todo.
Ora eu não sei precisar se proibe especificamente de trajar quem não foi praxado, mas o que eu sempre subentendi é que quem é declaradamente anti-praxe é obviamente contra o código de praxe e consequentemente contra o que lá está escrito!
Ora se nesse livro um dos capítulos é precisamente sobre a arte de bem trajar, ser anti-praxe, é não acreditar no que se escreve naquele livrinho, logo também não terá interesse em trajar...
Agora também é verdade que nunca vi ninguem ser chamado à atenção por ir trajado, quer dizer, também ninguem se lembra ao certo de quem foi praxado e quem não foi, eu sei quem foi praxado comigo no ano em que entrei e no ano em que praxei, nos outros anos sei lá quem foi e quem não foi, ou por exemplo, nos casos dos transferidos, supostamente aparecem trajados, e eu acredito que foram praxados no curso que entraram originalmente, agora ninguem vai lá andar a investigar isso...
Cumprimentos
Isso é uma verdade.
A moça só foi reconhecida porque entrou no mesmo ano da tal colega.
Agora podem estar ali na escola montes de gente que não foi praxada e eu sei lá quem, comigo entraram aos montes.
E tenho outra colega que foi transferida, mas já lhe vimos a t-shirt do caloiro da anterior universidade dela.