Uih, uma discussão sobre trajes e praxes e vida académica. É disto que eu gosto. [

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Só li, muito na diagonalmente, a primeira página, por isso a discussão para mim começa aqui. Se repetir algum argumento já referido por alguém peço desculpa.
Então tem a ver com quê?!
Desde já, e para abertura de hostilidades, refira-se que, o conceito de Praxe é mais abrangente do que os
actos de praxe que o caloiros praticam a mando dos doutores.
A Praxe é todo o conjunto de costumes académicos positivado no Código de Praxe e aplica-se a
todos os estudantes.
Aos estudantes que aceitam o Código de Praxe, este aplica-se de forma activa e implica o respeito integral por parte destes. Aos estudantes que não o aceitem, aplica-se de forma passiva, por omissão, sendo que estes ficam (auto)excluídos da Praxe (logo, excluídos dos costumes académicos a que se refere o referido código).
Quanto ao valor efectivo do Código, é claro que este é perfeitamente simbólico e decorre unicamente da aceitação mais ou menos generalizada da maioria dos sujeitos a que se refere.
Daí decorre que, à luz do direito da Nação, ninguém pode proibir quem quer que seja de usar o traje académico mas, a bem da honestidade intelectual das pessoas, temos de admitir que o seu uso fora do contexto do Código de Praxe da universidade em questão tem tanto significado como eu vir trabalhar de chinelos de meter no dedo, bermudas e camisa havaiana.[/quote]
Ou seja o traje é usado só para praxar??? Ou qdo o código o permite?
haja paciência