problema com cão e vizinha.

Mas se a tua avó fosse um intruso... [;)]
Neste caso é uma peça de calçado...
"E se, e se". Não é.


Vocês fazem-me lembrar o meu ano de caloiro. Havia sempre um grupo de 3 ou 4 espertalhões na turma que, um minuto antes da hora de sair começavam com o "oh doutor, e se for um ladrão, oh doutor e se for uma toranja em vez de um pêssego, oh doutor e se a nadadora salvadora tiver três mamas, oh doutor e se for vermelho, o quê doutor, não pode ser, isso é injusto". E comiam-me sempre a porra do intervalo com hipóteses que não tinham nada a ver com o caso concreto. Odiava-os.


Neste caso estão a agir da mesma maneira. Não foi um ladrão. Não se mordeu ninguém. Nem foi o rato que roeu a rolha da garrafa de rum do rei da Rússia. Foi um cão com dono. Nem sabemos se a senhora teve uma atitude negligente ou não. Está toda a gente a partir do principio que sim, mas não sabem. Daí que é contraproducente tomar decisões para se seguir uma via extrajudicial sem haver um conhecimento mais profundo dos factos. Para já, é preciso saber se o alegado modelo corresponde ao modelo que foi roído, era isso que faria. Vocês, comprem as guerras que quiserem e façam a peixeirada que quiserem, é para o lado que durmo melhor [;)]
 
"E se, e se". Não é.


Vocês fazem-me lembrar o meu ano de caloiro. Havia sempre um grupo de 3 ou 4 espertalhões na turma que, um minuto antes da hora de sair começavam com o "oh doutor, e se for um ladrão, oh doutor e se for uma toranja em vez de um pêssego, oh doutor e se a nadadora salvadora tiver três mamas, oh doutor e se for vermelho, o quê doutor, não pode ser, isso é injusto". E comiam-me sempre a porra do intervalo com hipóteses que não tinham nada a ver com o caso concreto. Odiava-os.


Neste caso estão a agir da mesma maneira. Não foi um ladrão. Não se mordeu ninguém. Nem foi o rato que roeu a rolha da garrafa de rum do rei da Rússia. Foi um cão com dono. Nem sabemos se a senhora teve uma atitude negligente ou não. Está toda a gente a partir do principio que sim, mas não sabem. Daí que é contraproducente tomar decisões para se seguir uma via extrajudicial sem haver um conhecimento mais profundo dos factos. Para já, é preciso saber se o alegado modelo corresponde ao modelo que foi roído, era isso que faria. Vocês, comprem as guerras que quiserem e façam a peixeirada que quiserem, é para o lado que durmo melhor [;)]

Comigo tinha a certeza que não pagava nada. Tive uma situação delicada como expliquei no 1º post... eu tinha o cão para guardar.
 
Comigo tinha a certeza que não pagava nada. Tive uma situação delicada como expliquei no 1º post... eu tinha o cão para guardar.
A tua situação foi uma situação, esta situação é outra situação, outras situações são outras situações. Noutra situação, talvez tivesses que pagar.

Também estão a extrapolar que é "propriedade privada". Sabem lá se é. O que não falta são falcatruas com terraços em prédios.


Isto é tudo muito complicado, contam sempre muitos pormenores... é preciso sempre pensar muito bem antes de se tomar uma posição firme.
 
A tua situação foi uma situação, esta situação é outra situação, outras situações são outras situações. Noutra situação, talvez tivesses que pagar.

Também estão a extrapolar que é "propriedade privada". Sabem lá se é. O que não falta são falcatruas com terraços em prédios.


Isto é tudo muito complicado, contam sempre muitos pormenores... é preciso sempre pensar muito bem antes de se tomar uma posição firme.

Outras situações serão sempre outras situações... o que estamos aqui a fazer é discutir sem comprar peixeiradas...

Pelo teu ponto de vista não se devia discutir porque não sabemos pormenores??

Entrar pela arquitectura do prédio também não me parece boa solução[kiss]

Não tarda, a sapatilha caiu, porque o estendal da roupa tem cordas não homologadas [:D][:D][:D]
 
Outras situações serão sempre outras situações... o que estamos aqui a fazer é discutir sem comprar peixeiradas...

Pelo teu ponto de vista não se devia discutir porque não sabemos pormenores??

Entrar pela arquitectura do prédio também não me parece boa solução[kiss]

Não tarda a sapatilha caiu porque o estendal da roupa tem cordas não homologadas [:D][:D][:D]
Oh homem, tudo conta! Olha que já vi muita gente a safar-se à grande ou a ferrar-se à conta de pormenores como "homologação de cordas de estendal". Pelo meu ponto de vista, deve-se discutir e aconselhar o nosso amigo com bom senso, não é este ping pong entre o "pagas e não bufas" e o "não pago porque não".
 
Oh homem, tudo conta! Olha que já vi muita gente a safar-se à grande ou a ferrar-se à conta de pormenores como "homologação de cordas de estendal". Pelo meu ponto de vista, deve-se discutir e aconselhar o nosso amigo com bom senso, não é este ping pong entre o "pagas e não bufas" e o "não pago porque não".

Sabes tão bem como eu, que quem fica a perder é quem perde as coisas...
Se o nosso amigo e dono do cão quiser, esta situação arrasta-se durante anos, quer com seguros, tribunais... e todos sabemos de historias assim...
 
Sabes tão bem como eu, que quem fica a perder é quem perde as coisas...
Se o nosso amigo e dono do cão quiser, esta situação arrasta-se durante anos, quer com seguros, tribunais... e todos sabemos de historias assim...
Claro que se arrasta... mas repara que estamos aqui a discutir isto porque a senhora pode ser mal intencionada e pode envenenar o cão, e é essa a preocupação primordial que deu inicio a este tópico, nem é por causa dos tribunais... Se não fosse isso, a discussão era diferente. A discussão deste tópico não é "quem deve pagar", mas sim "como lidar com esta situação", porque o nosso amigo não quer acordar um dia e dar com o cão morto numa poça de esterco e sangue.
 
Claro que se arrasta... mas repara que estamos aqui a discutir isto porque a senhora pode ser mal intencionada e pode envenenar o cão, e é essa a preocupação primordial que deu inicio a este tópico, nem é por causa dos tribunais... Se não fosse isso, a discussão era diferente. A discussão deste tópico não é "quem deve pagar", mas sim "como lidar com esta situação", porque o nosso amigo não quer acordar um dia e dar com o cão morto numa poça de esterco e sangue.

O medo é sempre um mau conselheiro. Se tem razão não deve pagar. Vivemos numa epoca do mete medo... ameaça que o gajo paga... não pode ser assim nem deve ser assim.
 
"E se, e se". Não é.


Vocês fazem-me lembrar o meu ano de caloiro. Havia sempre um grupo de 3 ou 4 espertalhões na turma que, um minuto antes da hora de sair começavam com o "oh doutor, e se for um ladrão, oh doutor e se for uma toranja em vez de um pêssego, oh doutor e se a nadadora salvadora tiver três mamas, oh doutor e se for vermelho, o quê doutor, não pode ser, isso é injusto". E comiam-me sempre a porra do intervalo com hipóteses que não tinham nada a ver com o caso concreto. Odiava-os.


Neste caso estão a agir da mesma maneira. Não foi um ladrão. Não se mordeu ninguém. Nem foi o rato que roeu a rolha da garrafa de rum do rei da Rússia. Foi um cão com dono. Nem sabemos se a senhora teve uma atitude negligente ou não. Está toda a gente a partir do principio que sim, mas não sabem. Daí que é contraproducente tomar decisões para se seguir uma via extrajudicial sem haver um conhecimento mais profundo dos factos. Para já, é preciso saber se o alegado modelo corresponde ao modelo que foi roído, era isso que faria. Vocês, comprem as guerras que quiserem e façam a peixeirada que quiserem, é para o lado que durmo melhor [;)]

[:)][:)][:)][:)][:)][:)][:)]
 
Diplomacia, meu caro... people skills. Muitas vezes é mais importante que ter razão ou não.

Vamos imaginar a seguinte situação:

Tu tens um terraço e um cão.
Eu sou o teu vizinho de cima.

Semana 1: "Maria vou estender a roupa... fo#$#"... caiu lá em baixo". O cão roeu as calças. Tu pagas!

Semana 2: "Ó Maria, lembras-te daquelas calças da Levi's que nunca visto?" Atiro pela janela, o cão rói as calças, tu pagas!

Semana 3: "Pessoal, envio esta SMS para vos convidar po jantar das calças. Cada 1 trás 1s calças velhas e eu ofereço-vos 1s novas da mesma marca. É só trazerem a comida e a bebida, e trato do resto"

Semana 4: "Ó Maria, eu acho que devíamos remodelar a casa. Pintavamos tudo e trocavamos as cortinas, que já estão muito velhas...já agora põe aqui no monte aqueles panos da loiça...e as toalhas de banho...e..."

[;)]
 
Hugo, isso não é uma situação, são quatro situações muito diferentes e distintas, com tratamentos diversos e distintos. É como teres quatro diferentes peças de teatro, com a curiosidade de usarem o mesmo cenário e o personagens com o mesmo nome [;)]
 
Vamos imaginar a seguinte situação:

Tu tens um terraço e um cão.
Eu sou o teu vizinho de cima.

Semana 1: "Maria vou estender a roupa... fo#$#"... caiu lá em baixo". O cão roeu as calças. Tu pagas!

Semana 2: "Ó Maria, lembras-te daquelas calças da Levi's que nunca visto?" Atiro pela janela, o cão rói as calças, tu pagas!

Semana 3: "Pessoal, envio esta SMS para vos convidar po jantar das calças. Cada 1 trás 1s calças velhas e eu ofereço-vos 1s novas da mesma marca. É só trazerem a comida e a bebida, e trato do resto"

Semana 4: "Ó Maria, eu acho que devíamos remodelar a casa. Pintavamos tudo e trocavamos as cortinas, que já estão muito velhas...já agora põe aqui no monte aqueles panos da loiça...e as toalhas de banho...e..."

[;)]

Bem visto[kiss]

Podemos ter um cão em casa e seremos responsaveis por ele.
Agora, quando na casa cai lá algo...
 
Já não serve de nada para o caso em apreço, mas eu recomendo vivamente um seguro de animais domésticos para quem os tenha. Por 40 ou 50 euros por anos podem poupar-se muitas chatices.
 
Mas se a tua avó fosse um intruso... [;)]
Neste caso é uma peça de calçado...

Se fosse um intruso era igual! O dono do cão respondia pelos danos provocados na pessoa.

Acho engraçado esta ideia de que dentro das suas 4 paredes pode faze o que quiser. Se eu for roubar a tua casa e tu me deres um tiro estás lixado, o caso de ser mordido pelo cão é igual.
 
Mas ele foi assaltado, ou não?

[;)]

A questão é que há um nexo de causalidade entre a acção do cão à guarda de outrem e a destruição do sapato, e não entre a queda e a destruição. O agente destruidor é o cão. Um cão não é uma brasa.A lei não diz que a pessoa tem que ser responsável pela acção das suas brasas. Diz "dos animais".

"E se, e se e se e se". E se a minha avó tivesse pilinha, era meu avô.


Atenção que eu não acho que ele deva pagar a totalidade (e se ela estiver de má fé, merecia era que a matassem para fazer arroz de put*). Apenas tou a fazer o papel de advogado do diabo porque muita gente acha que os animais são uns irracionais inimputáveis e que podem fazer tudo sem recair qualquer culpa nos donos. Não é verdade. Ainda há uns tempos um cão de um vizinho mordeu a minha avó, e que remédio teve ele senão pagar tudo... ele também não queria pagar porque "é um cão".
A TAAG ainda vai pedir indeminização aos donos dos carros onde os bocados do avião cairam porque se os carros não danificassem as peças elas podiam ser usadas outra vez. É que como os donos dos veículos também são responsáveis pelos danos que os seus veículos causem, não é?... [:p]
 
Uma questão que pode ser importante: tens o cão registado na câmara municipal? É que senão em tudo o que saia da "diplomacia entre vizinhos", cheira-me que vais perder a razão...
 
A TAAG ainda vai pedir indeminização aos donos dos carros onde os bocados do avião cairam porque se os carros não danificassem as peças elas podiam ser usadas outra vez. É que como os donos dos veículos também são responsáveis pelos danos que os seus veículos causem, não é?... [:p]
Tu também deves ser daqueles que dá uma carga de porrada num gajo qualquer e depois vai alegar legitima defesa, não é?
 
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