Aparências

Não seria o contrário?

Eu também tenho otto/diesel e o diesel é mais agradável na AE porque permite circular a velocidade superiores e rotação relativamente baixa. Mas imagino que dependa de carro para carro. A minha experiência é de otto a 200kmh em AE estar acima das 8k rpm. Mesmo a uns simpáticos 140kmh, as rpm andam pelas 6k. Claramente o foco será estrada e não AE.
Isso depende de cada caso, tenho um Otto que vai as 1600 rpm a 120km/h sem qualquer ruído ou vibração.
Tenho outro que a mesma velocidade vai as 3400 rpm.
 
Se não é indiscrição, que idade tens? É que estás completamente equivocado.

Já conduzia quando o golf 1.9tdi saiu e se tornou num sucesso de vendas. Por tudo o que já se falou atrás, racionalidade resumida a €. Mas a minha experiência diz-me o contrário da tua, no auge do TDI, ter um 1.6 ou 1.8 a gasolina (não é um 1.1) era sinal de estatuto superior, precisamente pelos € que eram necessários para o combustível, coisa que no tdi era mais comedida para o mesmo andamento.
Entretanto os 1.9tdi rapidamente se tornaram um sucesso xunning, pelo baixo custo e facilidade de pôr a andar mais um bocadito, que perdurou até a uns 10 anos atrás.
 
Tenho ideia exatamente contrária, o diesel a certa altura tornou-se um "objeto de culto" de aparências, carro a gasolina é que era visto como carro de pobre.

A versão diesel era sempre mais 5 ou 10k euros a mais que o mesmo modelo a gasolina e mesmo a malta que fazia poucos quilómetros por ano queria carro a diesel, muitos vezes recorrendo a exercícios mentais para justificar o injustificável...
 
Já conduzia quando o golf 1.9tdi saiu e se tornou num sucesso de vendas. Por tudo o que já se falou atrás, racionalidade resumida a €. Mas a minha experiência diz-me o contrário da tua, no auge do TDI, ter um 1.6 ou 1.8 a gasolina (não é um 1.1) era sinal de estatuto superior, precisamente pelos € que eram necessários para o combustível, coisa que no tdi era mais comedida para o mesmo andamento.
Entretanto os 1.9tdi rapidamente se tornaram um sucesso xunning, pelo baixo custo e facilidade de pôr a andar mais um bocadito, que perdurou até a uns 10 anos atrás.
Pois, mas estás equivocado. É claro que com o passar dos anos os carros passaram para o mercado de usados onde começaram a ser "preparados", mas isso nada tinha que ver com os modelos novos, alguns deles, comprados ainda no seculo passado.
 
Alguns comentários fico a pensar.

Então é por isso que apanho alguns trogloditas na estrada. Seja com o carro, camião ou mota. Da que pensar se as pessoas tiraram a carta no chocapic ou na farinha amparo. O combustível a 10€ litro para alguns ainda é pouco
 
Tenho ideia exatamente contrária, o diesel a certa altura tornou-se um "objeto de culto" de aparências, carro a gasolina é que era visto como carro de pobre.

A versão diesel era sempre mais 5 ou 10k euros a mais que o mesmo modelo a gasolina e mesmo a malta que fazia poucos quilómetros por ano queria carro a diesel, muitos vezes recorrendo a exercícios mentais para justificar o injustificável...
Sim, eu sempre fui verificando isso. Vejo familiares e amigos que poucos km's fazem por ano, mas compram diesel porque "é melhor e gasta menos".
 
Tenho ideia exatamente contrária, o diesel a certa altura tornou-se um "objeto de culto" de aparências, carro a gasolina é que era visto como carro de pobre.

A versão diesel era sempre mais 5 ou 10k euros a mais que o mesmo modelo a gasolina e mesmo a malta que fazia poucos quilómetros por ano queria carro a diesel, muitos vezes recorrendo a exercícios mentais para justificar o injustificável...


Esse exercício era verdadeiro para carros com motores entrada de gama (1.0/1.1/1.2). Mais raro eram os 1.6/1.8/2.0 a gasolina, esses estavam acima dos diesel e só para quem "podia".

O carro a diesel acabou por entrar em força por causa do que já foi explicado mais atrás e naturalmente invadiu o mercado de usados, ora se havia 1 gasolina à venda para cada 5 diesel (não sei era esta a proporção, mas com os importados era bem capaz de ser isto) era natural que toda a gente acabasse por ter um diesel algures no seu percurso, era a melhor escolha face ao mercado disponível.
Vai acontecer exactamente a mesma coisa com os eléctricos.

Nota. os diesel custavam mais uns quantos milhares, mas vendia,-se por mais uns quantos milhares, portanto esse argumento de serem mais caros é meio falacioso.
 
Pois, mas estás equivocado. É claro que com o passar dos anos os carros passaram para o mercado de usados onde começaram a ser "preparados", mas isso nada tinha que ver com os modelos novos, alguns deles, comprados ainda no seculo passado.

É como disse no comentário acima. É verdade na comparação com carros de baixa celindrada a gasolina. Porwue de facto eram mais baratos na compra (na venda também mas isso são outros 500). Quando comparados com um 1.8turbo, na minha experiência o 1.8 turbo tinha mais estatuto, pela raridade, pelos custos associados.
 
Lembrei-me de um fenómeno que prova que os Portugueses ligam bastante às aparências.

Há uns meses nas matriculas automoveis deixou de ser obrigatório ter o mês/ano do carro.
No mês seguinte era ver tudo o que era tuga com carros com pelo menos meia duzia de anos a fazer fila para trocar de matricula para dar a aparência de que o carro era mais novo do que na realidade era.
 
Lembrei-me de um fenómeno que prova que os Portugueses ligam bastante às aparências.

Há uns meses nas matriculas automoveis deixou de ser obrigatório ter o mês/ano do carro.
No mês seguinte era ver tudo o que era tuga com carros com pelo menos meia duzia de anos a fazer fila para trocar de matricula para dar a aparência de que o carro era mais novo do que na realidade era.

Com esta tendo a concordar. Não acrescenta absolutamente nada, a não ser esconder os anos do carro, que de certa forma não dá nem tira estatuto...
No entanto não condeno quem o faça. A coisa de ter o ano e mês na matricula também nunca teve lógica nenhuma.
 
Esse exercício era verdadeiro para carros com motores entrada de gama (1.0/1.1/1.2). Mais raro eram os 1.6/1.8/2.0 a gasolina, esses estavam acima dos diesel e só para quem "podia".

O carro a diesel acabou por entrar em força por causa do que já foi explicado mais atrás e naturalmente invadiu o mercado de usados, ora se havia 1 gasolina à venda para cada 5 diesel (não sei era esta a proporção, mas com os importados era bem capaz de ser isto) era natural que toda a gente acabasse por ter um diesel algures no seu percurso, era a melhor escolha face ao mercado disponível.
Vai acontecer exactamente a mesma coisa com os eléctricos.

Nota. os diesel custavam mais uns quantos milhares, mas vendia,-se por mais uns quantos milhares, portanto esse argumento de serem mais caros é meio falacioso.

Como disse, foi a opinião que formei pelo que via, há 25 anos atrás já importava premium`s a gasoleo da alemanha pk era o que o mercado pedia e era testemunha das imbecilidades que as pessoas faziam só para os ter ( as tais aparÊncias).. A gasolina ninguem queria.

A minha irmã por essa altura caíu na asneira de comprar um E46 1.6 e aquilo era uma autentica arrastadeira, gastava mais do que andava. Comprou novinho e acabou por vender pouco tempo depois com grande desvalorização.

Na altura os TDI`s e os 20D`s davam muito mais status do que as versões gasolina.

Pois vendiam-se por mais uns milhares de euros, mas primeiro, para os comprar é preciso tê-los...
 
Nem de propósito:
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Acabadinha de aparecer num jogo

apr:)

Lembrei-me de um fenómeno que prova que os Portugueses ligam bastante às aparências.

Há uns meses nas matriculas automoveis deixou de ser obrigatório ter o mês/ano do carro.
No mês seguinte era ver tudo o que era tuga com carros com pelo menos meia duzia de anos a fazer fila para trocar de matricula para dar a aparência de que o carro era mais novo do que na realidade era.

Excelente exemplo! [:)]
 
Por acaso não concordo com essa das matrículas. Quando deixou de ser obrigatório também "todos" tiraram o selo da IPO do vidro. Menos tralha não significa propriamente azeitice ou aparências.
 
Lembrei-me de um fenómeno que prova que os Portugueses ligam bastante às aparências.

Há uns meses nas matriculas automoveis deixou de ser obrigatório ter o mês/ano do carro.
No mês seguinte era ver tudo o que era tuga com carros com pelo menos meia duzia de anos a fazer fila para trocar de matricula para dar a aparência de que o carro era mais novo do que na realidade era.

E funciona.

Um vizinho do um familiar meu, tinha metido uma matrícula nova e disse.

Olha o vizinho comprou um carro novo.

Ao que eu respondo é o mesmo de sempre.[:D]
 
E depois foram todos voltar a trocar as matrículas, porque as novas estavam mal feitas! É nisto que dá a pressa.
 
Com esta tendo a concordar. Não acrescenta absolutamente nada, a não ser esconder os anos do carro, que de certa forma não dá nem tira estatuto...
No entanto não condeno quem o faça. A coisa de ter o ano e mês na matricula também nunca teve lógica nenhuma.

Por outro lado hoje vi um clássico com matricula de 1975, a ostentar a matrícula com a bandeirola amarela. Nem sequer é matrícula da época, mas seguramente que a meteu só para as aparências de se gabar que tem um clássico. [:D]
 
Por outro lado hoje vi um clássico com matricula de 1975, a ostentar a matrícula com a bandeirola amarela. Nem sequer é matrícula da época, mas seguramente que a meteu só para as aparências de se gabar que tem um clássico. [:D]

Estranho, penso que tem direito a usar as originais de fundo preto e letras em relevo branco ... aí não sobram dúvidas da vetustez [:D]
 
Hoje fui ao supermercado fazer compras como é habitual, esqueci de levar sacos para trazer as compras, azar do caneco só havia os chamados "bag for life", e para nao levar as compras espalhadas na mala do carro, tive de comprar 4 sacos a um preco de £0.20 cada.

Saí do supermercado com os sacos ainda dentro do carrinho e senti que estava a viver acima das minhas possibilidades.
 
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