Mordor
Well-known member
Esta argumentação da NaoInteressa costuma ser a que se ouve de pais que sabem MUITO BEM a educação (ou falta dela) que os seus filhos têm e que, naturalmente, não pretendem que a escola e os professores cometam o crime de pensar sequer em não ter tais criaturas na sala de aula.
Só mudam de perspectiva quando os problemas em casa começam a tomar proporções mais complicadas para eles próprios (vide desrespeito e violência) e, nessa altura, costuma já ser tarde demais. É o momento de chegar à escola e pedir aos professores que deitem a mão aos seus sempre irresponsabilizados e negligenciados filhos.
Os outros, os alunos educados e seus pais, saturam-se desta gente, poucos imaginando o real impacto que esta indisciplina e falta de exigência terá na sua evolução e percurso escolar, sempre nivelado pela mediocridade dos alunos mais fracos, desinteressados e pior comportados de cada turma.
Enquanto o nosso país não perceber que o problema da educação não se situa nas escolas mas nas casas de muitos pais, a quem tem que se começar a exigir responsabilização pecuniária pelos actos dos seus filhos, como em países ditos mais civilizados, respeitadores dos direitos humanos mas sem lirismos e complexos com a autoridade.
Só mudam de perspectiva quando os problemas em casa começam a tomar proporções mais complicadas para eles próprios (vide desrespeito e violência) e, nessa altura, costuma já ser tarde demais. É o momento de chegar à escola e pedir aos professores que deitem a mão aos seus sempre irresponsabilizados e negligenciados filhos.
Os outros, os alunos educados e seus pais, saturam-se desta gente, poucos imaginando o real impacto que esta indisciplina e falta de exigência terá na sua evolução e percurso escolar, sempre nivelado pela mediocridade dos alunos mais fracos, desinteressados e pior comportados de cada turma.
Enquanto o nosso país não perceber que o problema da educação não se situa nas escolas mas nas casas de muitos pais, a quem tem que se começar a exigir responsabilização pecuniária pelos actos dos seus filhos, como em países ditos mais civilizados, respeitadores dos direitos humanos mas sem lirismos e complexos com a autoridade.