Traje e Praxe

E leiam um bocadinho da história académica...vão ver que o traje não tem nada a ver com a praxe...e aposto que quando lerem sobre as antigas praxes em coimbra, muitos vão deixar de dizer que "praxe é uma tradição" [:D]

Pois é estou a ver que estás no primeiro ano e já dominas isso tudo, se calhar eu li outros livros embora a mim me faça espécie porque até comprei alguns livros antigos sobre as praxes e tradições coimbrãs em Alfarrabistas.
Como diria um professor falecido que tive:
-"antes as pessoas vinham para aprender, mas hoje já sabem tudo."
- "Um bocadito de Humildade não fazia mal a ninguém! "
Existem más praxes e boas praxes existem pessoas boas e pessoas más.
Tenho um grande amigo que foi anti-praxe mas ninguém o exclui por isso, agora ele sempre respeitou quem o fazia.
E viver numa residência onde algumas praxes eram fazer camas, lavar loiça, para aprender claro! Os caloiros que iam fazer as camas por vezes por descuido deixavam cair nessas ditas camas açucar ou farinha entre os lençóis dos "doutores".
Havia quem gostasse de roubar um ou os dois lençóis da cama bonita mas ou lhes tirasse os paus da cama e eles tinham de dormir em cima do colchão no chão.
Claro que nos outro dia sofríamos as consequências.
Quando alguém era recrutado para ir limpar o quarto, enchia os sapatos dos "doutores" com espuma da barba.
Só os veteranos é que podiam praxar sem capa então a malta roubava-lhes a capa e tantas outras histórias . . .
 
a praxe se for feita por pessoas inteligentes e bem formadas, normalmente é bem feita.
agora quando é feita por arruaceiros e pessoas sem o minimo sensibilidade para o que é ser caloiro (mais ainda, quando é numa cidade nova) pode ser um muito mau inicio de vida académica!

a minha foi bem feita, gostei, houve coisas que nunca mais vou esquecer, e amigos que duraram para sempre!
 
Deixam tudo sujo daquelas mistelas que derramam nos cabelos dos caloiros. Aquela coisa quer dizer "bem-vindo (claro!) se precisares de algo conta comigo!"

Isso é por Lisboa ou o que seja, na UC não se pinta nem se escreve nem se mete nada nos cabelos.

Era o que faltava. Ah e também muito menos rebolei feito parvo no chão.
 
Uih, uma discussão sobre trajes e praxes e vida académica. É disto que eu gosto. [:D]

Só li, muito na diagonalmente, a primeira página, por isso a discussão para mim começa aqui. Se repetir algum argumento já referido por alguém peço desculpa.




Então tem a ver com quê?!
Desde já, e para abertura de hostilidades, refira-se que, o conceito de Praxe é mais abrangente do que os actos de praxe que o caloiros praticam a mando dos doutores.
A Praxe é todo o conjunto de costumes académicos positivado no Código de Praxe e aplica-se a todos os estudantes.
Aos estudantes que aceitam o Código de Praxe, este aplica-se de forma activa e implica o respeito integral por parte destes. Aos estudantes que não o aceitem, aplica-se de forma passiva, por omissão, sendo que estes ficam (auto)excluídos da Praxe (logo, excluídos dos costumes académicos a que se refere o referido código).

Quanto ao valor efectivo do Código, é claro que este é perfeitamente simbólico e decorre unicamente da aceitação mais ou menos generalizada da maioria dos sujeitos a que se refere.
Daí decorre que, à luz do direito da Nação, ninguém pode proibir quem quer que seja de usar o traje académico mas, a bem da honestidade intelectual das pessoas, temos de admitir que o seu uso fora do contexto do Código de Praxe da universidade em questão tem tanto significado como eu vir trabalhar de chinelos de meter no dedo, bermudas e camisa havaiana.


Ou seja o traje é usado só para praxar??? Ou qdo o código o permite?
haja paciência


Aquicas, relê, por favor, o meu post. Verás que em sítio algum é dito que o traje só é usado para praxar, assim como verás que "estar em Praxe" é muito mais do que simplesmente estar no "exercício de gozo" sobre os caloiros.
Para complementar o que escrevi, transcrevo, do Código de Praxe da Universidade do Minho, algo que pode dissipar por completo a tua dúvida: "Não é, no entanto, necessário qualquer motivo especial para envergar o Traje, sendo prova de uma incrível falta de Academismo pretender que deva ser usado apenas em determinados dias, ou em ocasiões consideradas especiais. Mais ainda, será prova de séria incompetência mental perguntar a um estudante porque está trajado, já que não é necessário motivo algum para tal".

Quanto ao trajar à revelia do Código de Praxe, enfim, tal como já disse, não há lei realmente válida que impeça qualquer um de o fazer... tal como ninguém pode jamais impedir o mais impedernido dos anticlericalistas a andar vestido de monge. Mas temos de admitir que tal situação seria ridícula e que faz muito pouco sentido alguém envergar o símbolo de algo que rejeita à partida.
 
Veste-te como quiseres!! Praxado ou não, a praxar ou não! infelizmente quem "manda" nessas coisas são os dinaussaros das universidades com 10 inscrições para fazerem 40 cadeiras... e ORGULHAM-Se disso!!! É uma vergonha. Preocupa-te em te divertires muito e aprenderes umas coisas, se souberes umas coisas o curso e a vida profissional não custam nada!!
 
Acho que estás um pouco baralhada com as datas. Entram ao mesmo tempo como? Umas sairam a 17 Setembro a outras ontem, como entram ao mesmo tempo? Umas dependem das outras?
Querias dizer que as aulas começam ao mesmo tempo? Ainda é mais engraçado, porque em Setubal deve ser uma festa o semestre quase a meio e as aulas sem começarem. Há aqui qq coisa q nao bate certo.


Qto ao assunto em questão: mas q raio tem a praxe ( a coisa mais riducula e idiota) a ver com o traje académico????

A praxe como aqui ja disseram serve como humilhação e nada mais. Integração é outra coisa e nao se enquadra na maior (99%) das praxes.
O uso do traje académico ou o espirito académico é outra coisa diferente.
fui praxada e no mesmo dia acabei com a praxe na universidade pois perguntei ao pseudo Sr. Dr. se ele tava a falar com a mãezinha dele ou alguma mulher da familia dele. Fui condenada a tribunal de praxe. Fui ás aulas todas, e nunca me lá foram buscar (queria ver alguém com eles no sitio para o fazerem)[:D] . Nunca praxei acho riduculo e humilhante. Fui a algumas semanas académicas, tive viagem de finalistas, fui a festas, tive borga e o mais importante de tudo fiz aquilo de q muitos se esquecem: estudei e tirem o curso em 5 anos.
Usei o traje na ultima semana durante a bençao de pastas e bailde de finalistas.

O maior orgulho, é ter saido da universidade de canudo na mao e os pseudo Dr ainda hoje pir lá andarem

Nao misturem tradição académica com praxes.


Não estou enganada, porque este ano para se evitar que os alunos da 2º fase entrassem a meio das aulas e perdessm parte da matéria, estabeleceu-se que todo o 1º ano começava as aulas para a semana, 1ª e 2ª fase. Os outros anos (2º e 3º) começaram mais cedo. Eu sei o que vai na minha escola [;)]

Por acaso o ano passado por causa da estruturação dos cursos para Bolonha as aulas só começaram a 30 de Outubro...

De resto, concordo que não deviam proibir os restantes rituais académicos a quem não foi praxado, porque podem não o ter feito por vários motivos.
 
Acho que estás um pouco baralhada com as datas. Entram ao mesmo tempo como? Umas sairam a 17 Setembro a outras ontem, como entram ao mesmo tempo? Umas dependem das outras?
Querias dizer que as aulas começam ao mesmo tempo? Ainda é mais engraçado, porque em Setubal deve ser uma festa o semestre quase a meio e as aulas sem começarem. Há aqui qq coisa q nao bate certo.

(...)

Não estou enganada, porque este ano para se evitar que os alunos da 2º fase entrassem a meio das aulas e perdessm parte da matéria, estabeleceu-se que todo o 1º ano começava as aulas para a semana, 1ª e 2ª fase. Os outros anos (2º e 3º) começaram mais cedo. Eu sei o que vai na minha escola [;)]
(...)

Na minha faculdade as aulas do 1º ano também só começavam depois das matrículas dos alunos da 2ª fase.



...e vinha mesmo a calhar, porque as semanas que iam desde o início das aulas dos restantes anos, até ao início das aulas do 1º ano serviam para constituição da Comissão de Praxe desse ano, servia para a organização da Recepção ao Caloiro, etc.. Quando o 1º ano iniciava as aulas, ja estava tudo prontinho, era só cumprir o plano. [:D]
 
Pois é hoje soube que há mais gente que leva a sério essas manias...

Uma colega trajou hoje pela 1º vez, e uma veterana que estava lá há mais tempo inspeccionou, por assim dizer, o traje...viu se os emblemas eram em número impar, se a saia tinha o comprimento adequado,se tinha racha atrás, desapertou-lhe os outros botões porque só um tinha de estar apertado...mas não o fez com arrogância, fe-lo para a ajudar na arte de bem trajar, a gente dava-se bem com ela.

Mais tarde ela veio-me contar toda chateada que se tinha levantado para ir ao bar e outras veteranas mais velhas, daquelas que já tem poucas cadeiras e a gente mal as vê, disseram-lhe que ela não podia deixar a capa na cadeira, que não se podia afastar dela...ora ja não é a primeira vez que vejo capas ao abandono e os veteranos nem ve-los...ainda hoje na mediateca estava uma capa sobre uma cadeira e nenhum veterano visivel em toda a sala.

E quando estavamos todos a assistir as praxes, ela foi para o lado dos que estavam trajados. A madrinha deita-lhe um olhar de alto a baixo...

Esse assunto foi discutido entre nós e uma colega que não foi praxada, pertencente agora a outro curso. A prova que não se sabe a situação de praxe dos alunos (a não ser pessoas que tenham entrado com esses alunos no mesmo ano) é que quando mudou de curso um veterano desse curso perguntou se ela era caloira, e um colega de curso disse que não, que ela ja tinha sido praxada no curso dela...isto sem o saber, apenas supôs...ela não se desmanchou.

A maioria dos meus colegas não vê nenhuma ligação entre taje e praxe, mas que há fanáticos há.
 
Pois é hoje soube que há mais gente que leva a sério essas manias...

Uma colega trajou hoje pela 1º vez, e uma veterana que estava lá há mais tempo inspeccionou, por assim dizer, o traje...viu se os emblemas eram em número impar, se a saia tinha o comprimento adequado,se tinha racha atrás, desapertou-lhe os outros botões porque só um tinha de estar apertado...mas não o fez com arrogância, fe-lo para a ajudar na arte de bem trajar, a gente dava-se bem com ela.

Mais tarde ela veio-me contar toda chateada que se tinha levantado para ir ao bar e outras veteranas mais velhas, daquelas que já tem poucas cadeiras e a gente mal as vê, disseram-lhe que ela não podia deixar a capa na cadeira, que não se podia afastar dela...ora ja não é a primeira vez que vejo capas ao abandono e os veteranos nem ve-los...ainda hoje na mediateca estava uma capa sobre uma cadeira e nenhum veterano visivel em toda a sala.

E quando estavamos todos a assistir as praxes, ela foi para o lado dos que estavam trajados. A madrinha deita-lhe um olhar de alto a baixo...

Esse assunto foi discutido entre nós e uma colega que não foi praxada, pertencente agora a outro curso. A prova que não se sabe a situação de praxe dos alunos (a não ser pessoas que tenham entrado com esses alunos no mesmo ano) é que quando mudou de curso um veterano desse curso perguntou se ela era caloira, e um colega de curso disse que não, que ela ja tinha sido praxada no curso dela...isto sem o saber, apenas supôs...ela não se desmanchou.

A maioria dos meus colegas não vê nenhuma ligação entre taje e praxe, mas que há fanáticos há.

Não se cuidem nem voltem à Terra não, e estão vocês em Setúbal essa cidade com fortíssima tradição académica, com uma "Universidade" importante.

Realmente não percebo, a febre deve-lhes subir a cabeça só pode.

Eu estou em Coimbra e não vejo isso.

E sim, a capa é para andar junto da batina. Aliás, faz-me é confusão com este calor andarem de casaco / batina. Eu normalmente mal me sento ou entro em algum lado tiro logo isso. Mas não cheguemos a extremismos..
 
Última edição:
Não se cuidem nem voltem à Terra não, e estão vocês em Setúbal essa cidade com fortíssima tradição académica, com uma "Universidade" importante.

Realmente não percebo, a febre deve-lhes subir a cabeça só pode.

Eu estou em Coimbra e não vejo isso.

E sim, a capa é para andar junto da batina. Aliás, faz-me é confusão com este calor andarem de casaco / batina. Eu normalmente mal me sento ou entro em algum lado tiro logo isso. Mas não cheguemos a extremismos..

Vai dizer isso a algum dos meus colegas...por mim que andem como quiserem. Este topico é so uma discusão sobre se é valido ou não essas "regras".
 
Última edição:
Pois é hoje soube que há mais gente que leva a sério essas manias...

Uma colega trajou hoje pela 1º vez, e uma veterana que estava lá há mais tempo inspeccionou, por assim dizer, o traje...viu se os emblemas eram em número impar, se a saia tinha o comprimento adequado,se tinha racha atrás, desapertou-lhe os outros botões porque só um tinha de estar apertado...mas não o fez com arrogância, fe-lo para a ajudar na arte de bem trajar, a gente dava-se bem com ela.

Mais tarde ela veio-me contar toda chateada que se tinha levantado para ir ao bar e outras veteranas mais velhas, daquelas que já tem poucas cadeiras e a gente mal as vê, disseram-lhe que ela não podia deixar a capa na cadeira, que não se podia afastar dela...ora ja não é a primeira vez que vejo capas ao abandono e os veteranos nem ve-los...ainda hoje na mediateca estava uma capa sobre uma cadeira e nenhum veterano visivel em toda a sala.

E quando estavamos todos a assistir as praxes, ela foi para o lado dos que estavam trajados. A madrinha deita-lhe um olhar de alto a baixo...

Esse assunto foi discutido entre nós e uma colega que não foi praxada, pertencente agora a outro curso. A prova que não se sabe a situação de praxe dos alunos (a não ser pessoas que tenham entrado com esses alunos no mesmo ano) é que quando mudou de curso um veterano desse curso perguntou se ela era caloira, e um colega de curso disse que não, que ela ja tinha sido praxada no curso dela...isto sem o saber, apenas supôs...ela não se desmanchou.

A maioria dos meus colegas não vê nenhuma ligação entre taje e praxe, mas que há fanáticos há.

Curto e grosso (peço desculpa, mas a verdadeira praxe é um gajo trabalhar indefinidamente em situação precária para o Estado em clara violação ao espírito da Lei, ter horário de saída marcado para as 17:30 e ainda cá estar, por isso, e ao fim de milhentos, emails, telefonemas e contactos pessoais, já estou com pouca cabeça e com demasiada fome para escrever uma coisa minimamente decente): tal como já foi dito, e muito bem, a Praxe não tem qualquer sustentação legal e apoia-se unicamente na aceitação que dela fazem os envolvidos. Assim, para que possa sobreviver é necessário que seja minimamente coesa e coerente, características que, em maior ou menos escala, lhe são atribuídas pelos Códigos de Praxe. Estes códigos aplicam-se a TODOS os que estejam em praxe e, por isso, tanto a caloiros como a doutores.
Se os doutores querem que a Praxe seja respeitada pelos caloiros, deverão ser eles mesmos os primeiros a respeitá-la e isso reflete-se quer no seu comportamento que na sua forma de trajar. Ninguém pode exigir o que quer que seja de outra pessoa à luz do Código de Praxe se ela mesma o viola!
Assim, é de toda a importância que os doutores trajem rigorosamente ao abrigo dos preceitos do CP.
A destruição da Praxe começa nos próprios doutores que se consciente ou inconscientemente não respeitam o documento que lhes dá poder (mesmo que este não tenha qualquer validade legal e seja simplesmente simbólico).

Posso dizer que vivi intensamente Praxe Académica - tanto como caloiro como como doutor (e tal como a Aquicas também consegui acabar o meu curso+estágio em 5 anos e, por aquilo que vi na thread das médias universitárias, no percentil mais elevado) - e a minha primeira ordem de praxe aos caloiros na mobilização que se fazia logo no primeiro dia era simplesmente: "comprem o código de praxe, LEIAM-NO com olhos de ler, respeitem-no e exijam que os doutores também o respeitem".
 
RedHeart concordo contigo.
Mas agora eles não precisam de ler porque já o conhecem.
Quando alguém diz que veste como quiser, que resposta merecem?
Pelo que vi ao longos dos anos aqueles que fugiram às praxes eram aqueles que depois eram os primeiros a querer praxar e depois do primeiro ano esquecem-se depressa.

Mais uma vez digo que apenas falta uma coisa, HUMILDADE.
 
Veste-te como quiseres!! Praxado ou não, a praxar ou não! infelizmente quem "manda" nessas coisas são os dinaussaros das universidades com 10 inscrições para fazerem 40 cadeiras... e ORGULHAM-Se disso!!! É uma vergonha. Preocupa-te em te divertires muito e aprenderes umas coisas, se souberes umas coisas o curso e a vida profissional não custam nada!!

apr:) apr:) apr:)
 
Há Praxes e Praxes.

Há academias em que realmente se abusa e sei de histórias que são o horror, com o caso de numa academia terem rapados os pelos pubicos a um caloiro em tribunal de praxe e terem rompido o escroto a outro...
[:)]

Isso aconteceu em Coimbra, mas não foi bem assim, e as coisas não ficaram por resolver.
O facto de terem rapado os pêlos púbicos ao caloiro (estrangeiro) é verdade, mas o terem rompido o escroto a outro é totalmente falso.
Mas não pensem que isto ficou por punir! O Conselho de Veteranos da Universidade de Coimbra reuniu para ouvir todos os que participaram no ocorrido e deliberarem. Como os doutores envolvidos em tal ocorrência infrigiram de forma grave várias normas do código da praxe (isto para além de actos com alguma brutalidade inadmissíveis), todos tiveram "penas" bastante duras: alguns foram declarados caloiros durante o corrente ano lectivo e outros foram suspensos do exercício da praxe durante algum tempo.
Actualmente em Coimbra a palavra de ordem é: se queres praxar tens que cumprir aquilo que está estipulado no código! E este código é bastante explícito em determinados aspectos e visa a defesa dos caloiros; por exemplo, na UC é proibido homens praxarem caloiras e vice-versa, é proibido qualquer tipo de pintura, usurpações, e obrigar os caloiros a beberem bebidas alcoólicas também, e mesmo alunos com duas matrículas podem ser praxados após um determinado horário.
Para quem estiver interessado: www.aac.uc.pt/mcv/files/CPUC2007A4.pdf
Em Coimbra a praxe visa integração dos alunos e não humilhação, mas com as mentalidades modernas existem muitos doutores que pensam apenas em afirmar a sua superioridade exercendo praxes descabidas sobre os caloiros. Mas cada vez mais o Conselho de Veteranos vai estar atento a estas situações de modo que a praxe não seja algumas coisas que se vêem por aí de vez em quando. E cabe também aos caloiros alertarem para estas situações.
Quanto ao traje, só aqueles declarados anti-praxe é que não poderão utilizá-lo
 
fui praxado, e não trajo!

foi há dois anos que fui caloiro, tinha muito mas muito menos experiencia de vida... garanto que se fosse hoje, haviam lá uns gajos que levavam duas ou três caralhadas para não se armarem em espertos!
 
fui praxado, e não trajo!

foi há dois anos que fui caloiro, tinha muito mas muito menos experiencia de vida... garanto que se fosse hoje, haviam lá uns gajos que levavam duas ou três caralhadas para não se armarem em espertos!

Ora nem mais... Durante o meu ano de caloiro não vi nenhum extremo/abuso por parte de doutores e veteranos... Vi sim por parte de caloiros (alguns claro) que eram absolutamente fanáticos.

Ainda assim se soubesse o que sei hoje nao tinha feito algumas coisas e nem alguns doutores tinham falado pra mim como falaram. loool apr:)

Mas foi um bom ano como disse gostei e nao vi nada de extraordinário!
 
Voltar
Superior