Já que estão numa de ressuscitar marcas, que tal a Facel???
Precisavam era de um belo v8 made in USA para o locomover...
No entanto, não sou a favor de ressuscitar de marcas mortas e enterradas.
Veja-se o caso da Maybach, por exemplo. flop, flop, flop.
Ou criam algo de raiz como os japoneses fizeram com a Lexus, infiniti ou acura, ou então selecciona-se uma das marcas do grupo e trabalha-se a marca.
Acho que a citroen tinha tudo para ser uma grande marca premium. Apesar de ter sido completamente estragada na década de 80, tem um historial forte onde sustentar a sua caminhada.
Ou então, a hipótese do grupo PSA adquirir a Jaguar/Land Rover era de mestre.
Matavam 2 coelhos com uma cajadada só.
Ficavam com uma marca forte no lucrativo mercado dos 4x4, e um grande nome como marca premium, a Jaguar. A questão era põr a Jaguar a lucrar, coisa que não acontece há decada e meia. E isto além de terem presença no mercado norte-americano.
E quem fala em facel, fala em Delage e/ou Delahaye, etc etc etc. [

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O flop do Maybach deve-se essencialmente ao seguinte: os antigos Maybach eram verdadeiras esculturas, verdadeiras obras de arte sobre rodas, eram algo de especialíssimo, um mundo à parte! E não só emtermos estéticos, mas tecnológicos, de qualidade, etc.
O Maybach actual é um monumental tiro no pé, um erro diria quase de principiante, devido à sua excessiva colagem ao Mercedes S!
Metam um ao lado do outro e digam-me lá se o Maybach não passa de um "S" que comeu demasiada farinha de engorda??? [:vm)] [8b]
Não é isto que faz renascer o prestígio de uma marca! Elas têm que tal algo de especial, que invoque a tradição de dias passados e gloriosos (coisa que ele não faz, uma vez mais!). Vejam o caso da Rolls! Soube manter-se sempre constante pois soube sempre reinterpretar uma reeceita antiga que foi sabiamente actualizando!
Em relação ao facto de as vendas de carros do segmento E para cima serem dominadas pelos alemães, vejam como essa é uma situação que se verifica por toda a Europa Ocidental, exceptuando aqui ou ali alguma produção nacional, mas limitada apenas a esse país, e mesmo assim, não sei! É curioso verificar-se como as tentativas de outros construtores ditos "generalistas" terem falhado. E porquê? Assim de cor:
- O XM falhou por problemas crónicos de fiabilidade e qualidade. Quem alguma vez teve oportunidade de analisar os materiais interiores de um XM, especialmente da 1ª série, sabe do que estou a falar! [:vm)]. Comparem com o tablier de um W123 contemporâneo, e digam-me a diferença! [
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- A Lancia teve um Thema 8.32, com motor V8... um flop monumental. Falta de domínio da electrónica.
- A Opel com o Senator idem aspas. E nem o Omega sobreviveu.
- Onde estão os equivalentes franceses e italianos a Mercedes 500 E, BMW M5, Mercedes 190 E 2.5 16, BMW M3, etc etc etc ?
Depois temos o caso da Lexus, muito sintomático. Como é que uma marca que é "filha" de uma outra que ganhou popularidade... por vender carros para o povo, consegue em pouco mais de 15 anos, partindo do NADA, sem histórias de TRADIÇÕES ou dias gloriosos no passado, granjear um prestígio assinalável em tão pouco tempo?
Começando pelo LS 400 de 1989 (+/-), que muito provavelmente teria o melhor motor V8 de toda a produção mundial. Tinha um equipamento de extremo luxo, mas fiável ao mesmo tempo, e com um preço justo. Soube ganhar a confiança dos seus clientes. Soube aliar conteúdo tecnológico a uma qualidade e a uma fiabilidade quase sem par. E isto não é fácil! Exige muito investimento, muito dinheiro, que se calhar só estava ao alcance de uma marca em boa situação financeira e que pôde assim dar aos potenciais clientes desse segmento o que eles buscavam: tecnologia, luxo, conforto, qualidade e fiabilidade.
Porque, para além do factor
status, em termos racionais é isso que os clientes-tipo de um topo de gama exigem! [

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