Valium
New member
... sendo presumido inocente por uma prova fortíssima como é o caso da matrícula (obviamente falsa).
...
Provavelmente não seria falsa, mas um troca de algum número ou letra.
[
Sorry: pelo OT.
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
... sendo presumido inocente por uma prova fortíssima como é o caso da matrícula (obviamente falsa).
...
Vou contar um outro caso.
Algures em Novembro de 2004 recebo em casa uma notificação para pagar uma multa por estacionamento indevido em AE, concretamente na A28 em frente à Exponor.
Os agentes que lançaram o auto anotaram a matrícula do meu carro, que tinha sido apanhado a 7 de Agosto de 2004 na supracitada contravenção.
Culpado. Certo?
POR ACASO, eu consegui provar, com facturas, Via Verde e outros, que no dia em causa eu e o meu carro estávamos no Algarve, e ainda tive de apresentar 2 testemunhas.
Dessa forma, quem "julgou" o caso formou a convicção de que eu estaria inocente (o que não precisaria se os agentes - quem investigou - tivesse tido o cuidado de anotar no auto a marca, modelo e cor do veículo em questão, o que até nem é difícil, já que o auto até tem esses campos previstos). Se eu tivesse vindo do Algarve um dia mais cedo, ou se nem fosse altura de férias, eu não teria hipótese de provar a minha inocência, porque até resido na zona onde o carro estava mal parado, sendo presumido inocente por uma prova fortíssima como é o caso da matrícula (obviamente falsa).
Apenas para reforçar uma questão: a Justiça engana-se, até porque é conduzida e aplicada por humanos, e as suas conclusões são movidas por convicções (o que foi reforçado por um juiz na TV, o Dr. Rui Rangel). E existe, quer gostemos quer não, a possibilidade das convicções estarem erradas - daí a importância da existência de recursos.
Dito isto, e a bem da Justiça, também espero que o colectivo de juízes não se tenha enganado. E que os condenados, se bem condenados como espero, vejam a luz do dia sem ser aos quadradinhos daqui a muito tempo.
E espero também que os "problemas informáticos" não estejam ligados com a Grande Entrevista de hoje.
Vou contar um outro caso.
Algures em Novembro de 2004 recebo em casa uma notificação para pagar uma multa por estacionamento indevido em AE, concretamente na A28 em frente à Exponor.
Os agentes que lançaram o auto anotaram a matrícula do meu carro, que tinha sido apanhado a 7 de Agosto de 2004 na supracitada contravenção.
Culpado. Certo?
POR ACASO, eu consegui provar, com facturas, Via Verde e outros, que no dia em causa eu e o meu carro estávamos no Algarve, e ainda tive de apresentar 2 testemunhas.
Dessa forma, quem "julgou" o caso formou a convicção de que eu estaria inocente (o que não precisaria se os agentes - quem investigou - tivesse tido o cuidado de anotar no auto a marca, modelo e cor do veículo em questão, o que até nem é difícil, já que o auto até tem esses campos previstos). Se eu tivesse vindo do Algarve um dia mais cedo, ou se nem fosse altura de férias, eu não teria hipótese de provar a minha inocência, porque até resido na zona onde o carro estava mal parado, sendo presumido inocente por uma prova fortíssima como é o caso da matrícula (obviamente falsa).
Apenas para reforçar uma questão: a Justiça engana-se, até porque é conduzida e aplicada por humanos, e as suas conclusões são movidas por convicções (o que foi reforçado por um juiz na TV, o Dr. Rui Rangel). E existe, quer gostemos quer não, a possibilidade das convicções estarem erradas - daí a importância da existência de recursos.
Dito isto, e a bem da Justiça, também espero que o colectivo de juízes não se tenha enganado. E que os condenados, se bem condenados como espero, vejam a luz do dia sem ser aos quadradinhos daqui a muito tempo.
E espero também que os "problemas informáticos" não estejam ligados com a Grande Entrevista de hoje.
Eu já tinha dito aqui que ainda iam culpar o Citius, só falta o processo só sair em Outubro. []
Julgo que é pela afinidade, pois quanto aos restantes arguidos não vês nem metade do circo e as pessoas nem sequer questionam a culpabilidade.
O CC é um comunicador por excelência e sabe bem dar a volta ao texto. É triste a cobertura que estão a dar-lhe. Os valores ético-morais estão completamente deturpados, os media estão a dar demasiado tempo de antena a um fulano que foi condenado! Nunca assisti a uma coisa assim!
O que é o citius?
É que, 2º o que foi noticiado, o problema foi passar os documentos de Word para PDF e a sua posterior impressão (tanto que até se vê entrarem no campus umas impressoras dentro de umas caixas, com aspecto de term sido adquiridas naquele momento!!!)
Não discordo do que dizes... Tal como, se existem essas provas de que já falei, então estou redondamente enganado (tal como espero estar...).
Mas, o CC falou que foi "vitima" (não usou essa expressão, mas é aquela que mais se adequa) de uma condenação por convicção.
E eu, por convicção, sem ter ainda lido o processo, não sou capaz de acreditar na culpabilidade do mesmo...
Depois de ler o processo talvez seja, aliás, espero sê-lo, porque a alternativa é bem mais grave...
Por acaso, devo ser dos poucos cuja condenação não me aquece nem arrefece, não tenho opinião sobre a culpabilidade dos condenados, no entanto, por princípio, tendo a acreditar na justiça.
A única coisa que me deixa desconfortável é mesmo a dualidade de critérios que se vê por aqui, uns são automaticamente culpados e até deveriam ter tido penas maiores, aí os juízes actuaram bem, outros são automaticamente inocentes e aí os juízes já actuaram mal.
Por acaso, devo ser dos poucos cuja condenação não me aquece nem arrefece, não tenho opinião sobre a culpabilidade dos condenados, no entanto, por princípio, tendo a acreditar na justiça.
A única coisa que me deixa desconfortável é mesmo a dualidade de critérios que se vê por aqui, uns são automaticamente culpados e até deveriam ter tido penas maiores, aí os juízes actuaram bem, outros são automaticamente inocentes e aí os juízes já actuaram mal.
Provavelmente não seria falsa, mas um troca de algum número ou letra.
[]
Sorry: pelo OT.
Vou contar um outro caso.
Algures em Novembro de 2004 recebo em casa uma notificação para pagar uma multa por estacionamento indevido em AE, concretamente na A28 em frente à Exponor.
Os agentes que lançaram o auto anotaram a matrícula do meu carro, que tinha sido apanhado a 7 de Agosto de 2004 na supracitada contravenção.
Culpado. Certo?
POR ACASO, eu consegui provar, com facturas, Via Verde e outros, que no dia em causa eu e o meu carro estávamos no Algarve, e ainda tive de apresentar 2 testemunhas.
Dessa forma, quem "julgou" o caso formou a convicção de que eu estaria inocente (o que não precisaria se os agentes - quem investigou - tivesse tido o cuidado de anotar no auto a marca, modelo e cor do veículo em questão, o que até nem é difícil, já que o auto até tem esses campos previstos). Se eu tivesse vindo do Algarve um dia mais cedo, ou se nem fosse altura de férias, eu não teria hipótese de provar a minha inocência, porque até resido na zona onde o carro estava mal parado, sendo presumido inocente por uma prova fortíssima como é o caso da matrícula (obviamente falsa).
Apenas para reforçar uma questão: a Justiça engana-se, até porque é conduzida e aplicada por humanos, e as suas conclusões são movidas por convicções (o que foi reforçado por um juiz na TV, o Dr. Rui Rangel). E existe, quer gostemos quer não, a possibilidade das convicções estarem erradas - daí a importância da existência de recursos.
Dito isto, e a bem da Justiça, também espero que o colectivo de juízes não se tenha enganado. E que os condenados, se bem condenados como espero, vejam a luz do dia sem ser aos quadradinhos daqui a muito tempo.
E espero também que os "problemas informáticos" não estejam ligados com a Grande Entrevista de hoje.
Por acaso, devo ser dos poucos cuja condenação não me aquece nem arrefece, não tenho opinião sobre a culpabilidade dos condenados, no entanto, por princípio, tendo a acreditar na justiça.
A única coisa que me deixa desconfortável é mesmo a dualidade de critérios que se vê por aqui, uns são automaticamente culpados e até deveriam ter tido penas maiores, aí os juízes actuaram bem, outros são automaticamente inocentes e aí os juízes já actuaram mal.
Os restantes arguidos, parecem que se conformaram e não estão a fazer todos os possíveis ao seu alcance para provar a sua inocência, parece que estão "conformados", ao contrário do Cruz, que tem site e vai á tv, que obviamente para um condenado é impensável, mas acontece, secalhar é a única coisa que pode fazer (não sei).
Fala-se em 1000 testemunhas, serão mais do lado da defesa e o que não entendo, é que ou não foram credíveis/verídicas, ou existe provas concretas e o Cruz é maluquinho.
Qq advogado te resolveria isso. Não estou a ver aí nenhuma complicação, caso já não estivesses no Algarve.
O CC tem estado em todo o lado porque é o CC! Os outros ninguém está interessado, ninguém os conhece. Foram condenados e acabou! Este fulano temos de apanhar com ele todos os dias... isto com recurso, há-de ser 2020 e ainda temos o Carlitos a dizer que foi uma vítima.[:vm)]
Qq advogado te resolveria isso. Não estou a ver aí nenhuma complicação, caso já não estivesses no Algarve.
O CC tem estado em todo o lado porque é o CC! Os outros ninguém está interessado, ninguém os conhece. Foram condenados e acabou! Este fulano temos de apanhar com ele todos os dias... isto com recurso, há-de ser 2020 e ainda temos o Carlitos a dizer que foi uma vítima.[:vm)]