Peugeot 208

O 106 é um Seg. B, é "irmão" do Seg. B da Citroën, o Saxo.

Só porque havia o 205 no B não faz do 106 A, aliás, ainda hoje acontece isso mesmo, com o 207 com o lugar de destaque no Seg. B, e o 206+ como um Seg. "B-"
 
Há quem diga que a "sucessão" do 205 na época foi feita da seguinte maneira:

O 106 (B) - pequeno demais comparativamente ao 205 - substituiu as versões mais basicas do 205.

O 306 (C) - grande demais comparativamente ao 205 - substituiu as versões mais caras do 205.
 
É assim cada um acha o que acha, alguns até acham coisas que não fazem grande sentido.

O 106 sempre teve um Seg. B ao seu lado seja o 205 até 97, seja o 206 até ao seu fim de vida.

O 107 veio substituir o buraco deixado pelo 106, nesse sentido eles não teriam lançado o 107.

Na Citroen até ao C2/C3 não havia um segmento B declarado, havia sim o citadino Saxo mas isso não fazia dele um seg. B, basta ir buscar os verdadeiros seg. B que existiam como Punto, Polo e 206 que se percebem as diferenças de intenção.

Nos anos 80 não havia distinção porque não havia diferenças de tamanho tão grandes, nos inícios dos anos 90 é que houve marcas a ter citadinos e utilitários e outras apenas tinham o que herdavam da década anterior que estava mais ao nível dos citadinos a partir daquele momento.

E por isso comparavam citadinos com utilitários e já ninguém sabia separar as aguas.
A PSA tentou ter apenas um carro pequeno mas não resultou e acabou por lançar o 206 já tarde porque simplesmente os 106 não estavam ao nível dos Puntos/Polos em posição.
A estratégia da PSA não servia mais nos anos 90, servia nos anos 80 porque só havia citadinos/utilitários.

Quando a Peugeot lançou os 106 e mais tarde os Saxos estes eram para servir para tudo mas não passavam de seg A na realidade que tentavam concorrer com os seg. B da altura, nesse mesmo momento outras marcas apostaram com firmeza a criar seg. A e B separados.

Um Fiesta era concorrente de um 205, não de um 106 mas o aproximar de dimensões deixou passar as diferenças até certa altura.

Wikipedia:

"O projeto

Durante o começo da década de 1990, a Peugeot decidiu não substituir o Peugeot 205 diretamente, citando que os superminis já não eram mais lucrativos nem valiam a pena. Em seu lugar a Peugeot adotou uma estratégia diferenciada e decidiu que seu novo supermini, o Peugeot 106 (lançado em 1991) tomaria as vedas dos modelos 205 mais simples, enquanto os modelos mais simples da família Peugeot 306, lançada em 1993 para substituir o Peugeot 309, substituiria as versões mais completas do 205. Entre o 106 e 306, a Peugeot esperava que o 205 não precisaria ser substituído, e poderia ser descontinuado gradualmente, enquanto seus consumidores teriam opções tanto acima quanto abaixo da gama 205.
Infelizmente para a Peugeot, a estratégia não funcionou. Com a descontinuação do 205, carros rivais como o Ford Fiesta e Volkswagen Polo continuaram a vender bem e até tiveram sua popularidade ampliada, e sem um rival direto, a Peugeot perdia vendas rapidamente. Um novo supermini era necessário e o 206 foi lançado em 1998 como um substituto tardio para o 205.
Apesar do nome 206 indicar uma continuação direta do 205, alguns críticos afirmam que o carro deveria ser nomeado 207, devido a aplicação da nomenclatura da "geração 6" entre o começo e o meio da década de 1990, com o 106 em 1991, o 306 em 1993 e o 406 em 1995.
Seu sucessor, o Peugeot 207, foi lançado em 2006 mas a Peugeot anunciou intenções de manter o 206 em produção até 2010. Até 2007, o 206 é o carro mais vendido de todos os tempos da Peugeot, e seu fim em 2010 vai marcar o final da "geração 6" após quase 20 anos.
Na Europa era fabricado na França e Inglaterra até o final de 2006, quando a produção foi transferida para a Eslováquia. O final da produção no Reino Unido coincidiu com o fechamento da fabrica de Ryton que a Peugeot recebeu com a compra da operação européia da Chrysler em 1979. E no Brasil, ele conviveu cerca de 1 ano e meio juntamente com o Peugeot 207, saindo de linha no final de 2009."
 
A mim parece-me obvio que o 107 veio substituir os 106, alias isso é oficial não sei qual é a duvida.
Pode haver confusão porque o 106 tinha que tentar cobrir 2 segmentos e o 107 não precisa, ou precisava porque por ser altamente incompleto eles lançaram o 206+.

Com um 107 mais desenvolvido no global, com mais versões com mais equipamentos o 206+ não tinha qualquer sentido existir.
Há quem queira um carro do tamanho do 107 mas ter mais comodidade global, é demasiado básico e não da opções para ser mais completo.

Nem precisamos ir ver o 106, basta ver a concorrência mais propriamente o Twingo.
 
As especulações diminuem com esta foto conseguida do carro sem camuflagem.
67996-10.jpg


Com base nelas surgiram 2 shops a martelo, mas muito mais fiáveis (ignorem a frente e principalmente os faróis fantasiosos)
05570800900.jpg
05570801800.jpg
 
É assim cada um acha o que acha, alguns até acham coisas que não fazem grande sentido.

O 106 sempre teve um Seg. B ao seu lado seja o 205 até 97, seja o 206 até ao seu fim de vida.

O 107 veio substituir o buraco deixado pelo 106, nesse sentido eles não teriam lançado o 107.

Na Citroen até ao C2/C3 não havia um segmento B declarado, havia sim o citadino Saxo mas isso não fazia dele um seg. B, basta ir buscar os verdadeiros seg. B que existiam como Punto, Polo e 206 que se percebem as diferenças de intenção.

Nos anos 80 não havia distinção porque não havia diferenças de tamanho tão grandes, nos inícios dos anos 90 é que houve marcas a ter citadinos e utilitários e outras apenas tinham o que herdavam da década anterior que estava mais ao nível dos citadinos a partir daquele momento.

E por isso comparavam citadinos com utilitários e já ninguém sabia separar as aguas.
A PSA tentou ter apenas um carro pequeno mas não resultou e acabou por lançar o 206 já tarde porque simplesmente os 106 não estavam ao nível dos Puntos/Polos em posição.
A estratégia da PSA não servia mais nos anos 90, servia nos anos 80 porque só havia citadinos/utilitários.

Quando a Peugeot lançou os 106 e mais tarde os Saxos estes eram para servir para tudo mas não passavam de seg A na realidade que tentavam concorrer com os seg. B da altura, nesse mesmo momento outras marcas apostaram com firmeza a criar seg. A e B separados.

Um Fiesta era concorrente de um 205, não de um 106 mas o aproximar de dimensões deixou passar as diferenças até certa altura.

Wikipedia:

"O projeto

Durante o começo da década de 1990, a Peugeot decidiu não substituir o Peugeot 205 diretamente, citando que os superminis já não eram mais lucrativos nem valiam a pena. Em seu lugar a Peugeot adotou uma estratégia diferenciada e decidiu que seu novo supermini, o Peugeot 106 (lançado em 1991) tomaria as vedas dos modelos 205 mais simples, enquanto os modelos mais simples da família Peugeot 306, lançada em 1993 para substituir o Peugeot 309, substituiria as versões mais completas do 205. Entre o 106 e 306, a Peugeot esperava que o 205 não precisaria ser substituído, e poderia ser descontinuado gradualmente, enquanto seus consumidores teriam opções tanto acima quanto abaixo da gama 205.
Infelizmente para a Peugeot, a estratégia não funcionou. Com a descontinuação do 205, carros rivais como o Ford Fiesta e Volkswagen Polo continuaram a vender bem e até tiveram sua popularidade ampliada, e sem um rival direto, a Peugeot perdia vendas rapidamente. Um novo supermini era necessário e o 206 foi lançado em 1998 como um substituto tardio para o 205.
Apesar do nome 206 indicar uma continuação direta do 205, alguns críticos afirmam que o carro deveria ser nomeado 207, devido a aplicação da nomenclatura da "geração 6" entre o começo e o meio da década de 1990, com o 106 em 1991, o 306 em 1993 e o 406 em 1995.
Seu sucessor, o Peugeot 207, foi lançado em 2006 mas a Peugeot anunciou intenções de manter o 206 em produção até 2010. Até 2007, o 206 é o carro mais vendido de todos os tempos da Peugeot, e seu fim em 2010 vai marcar o final da "geração 6" após quase 20 anos.
Na Europa era fabricado na França e Inglaterra até o final de 2006, quando a produção foi transferida para a Eslováquia. O final da produção no Reino Unido coincidiu com o fechamento da fabrica de Ryton que a Peugeot recebeu com a compra da operação européia da Chrysler em 1979. E no Brasil, ele conviveu cerca de 1 ano e meio juntamente com o Peugeot 207, saindo de linha no final de 2009."

The Peugeot 106 was introduced on 12 September 1991,[2] as the French marque's entry level car slotting in beneath the 205 - although it is now largely considered the 'true' replacement to the 205. It was a substantial development of the Citroën AX, intended to make it both heavier and safer. It was aimed directly at the Renault Clio, which had gone into production a year earlier, and as a more modern alternative to the slightly larger 205 which had been a massive success for Peugeot and was still proving popular almost a decade after its launch. Winning praise for its modern styling, comfortable ride, excellent handling and cheap running costs, the 106 quickly became popular. Going against the appeal were limited interior space and budget interior plastics.

In early 1996 the Peugeot 106 also formed the basis for the near identical looks and size Citroën Saxo, and at this time the 106 received a facelift which saw all engines get fuel injection and equipment levels raised. The XSi was dropped in favour of the new GTi model with a 1.6 16v engine.

The Citroën Saxo is a supermini produced by the French manufacturer Citroën (PSA) from 1996 to 2003. It was also sold in Japan as the Citroën Chanson. It shares many engine and body parts with the Peugeot 106 (which itself was a development of the Citroën AX), the major difference being interiors and body panels. It was replaced by the Citroën C2 in the autumn of 2003.

Se o Citroën Saxo é o sucessor do Citroën AX e predecessor do Citroën C2, que por sua vez era a versão desportiva do C3, isso faz dele, segundo a estratégia da marca um Segmento _ ?

É a primeira vez que vejo alguém afirmar com tanta convicção que o 106 é segmento A.
 
O 106 nunca foi considerado segmento A mas sim B.

Apesar da designação poder gerar confusão...

O que aconteceu é que a Peugeot decidiu manter a produção do 205, que continuou com vendas bastante aceitáveis, nomeadamente em terras de França (à semelhança do R5).

O 106 foi no entanto sempre considerado pequeno para o segmento, tanto que em 1996 levou com o aumento da distância entre-eixos (fruto do lançamento do Saxo).
 
Parece-me obvio quererem fazer do 106 um seg B....não tinha um para esse efeito mas o mercado ditou que esse carro não era suficiente para o B da concorrência era mais pequeno e simples no design interior.

Têm de me explicar então a coexistência do 205 e do 206, uma coisa era o que a PSA queria fazer para gastar menos outra é o que o mercado forçou.

Basicamente tanto podia ser A+ como B-, depende de quem o comparamos agora que acabou por se tornar A acabou e isso está assumido pela Peugeot ao lançar o seg B e só deixar de vende o 106 quando já tinham o 107 pronto para sair.

Peugeot 106 - Wikipedia, the free encyclopedia
 
O problema é a falta de coerência no posicionamento do 106 e do Saxo por consequência.

Faziam deles seg. B por marketing para fazer frente a produtos que eram bem maiores, o mercado mostrou isso mesmo. Não se pode afirmar que eram seg B porque então existiram 2, no caso da Citroen como não havia outro até se engole.

A clara falta de investimento num 206 em 96 ou antes levou a jogadas de marketing para que um 106 fizesse frente nas comparações a Puntos/Polos/Clios.

O 106 passava por seg. B até meados dos anos 90 em que a concorrência tinha ainda produtos pequenos típicos dos anos 80, quanto mais avançamos no tempo mais ele se torna seg. A por ficar desfasado com o que era realmente um produto seg. B.

O Punto e o Polo saídos a meio dos anos 90 mudaram os moldes dos carros pequenos e originaram que passassem a existir modelos mais pequenos e simples.
 
Última edição:
Parece-me obvio quererem fazer do 106 um seg B....não tinha um para esse efeito mas o mercado ditou que esse carro não era suficiente para o B da concorrência era mais pequeno e simples no design interior.

Têm de me explicar então a coexistência do 205 e do 206, uma coisa era o que a PSA queria fazer para gastar menos outra é o que o mercado forçou.

Basicamente tanto podia ser A+ como B-, depende de quem o comparamos agora que acabou por se tornar A acabou e isso está assumido pela Peugeot ao lançar o seg B e só deixar de vende o 106 quando já tinham o 107 pronto para sair.

Peugeot 106 - Wikipedia, the free encyclopedia

Nessa mesma pagina:

106ei.jpg


City Car: Seg. A
Supermini: Seg. B
Small Family Car: Seg. C

E etc...

É um "B-" como hoje em dia o 206+ o é também! :)
 
Última edição:
Eu vi isso mas quando vi um 207 à frente de um 106, depois em baixo 205 - 206 - 206+, mais abaixo um 406 no escalão do seg. C vi logo que essa tabela está com uma confusão de todo o tamanho.

Se fores mais acima vês que metem como sucessor o 107, quem conclusão se tira? nem sei!

É uma confusão como a que criaram com o 305-309-306, onde o 309 era um 205 maior mas que acabou por arrastar o lançamento do 306, basta ver que este tem um design que era adequado a ter sido lançado para ai em 88/89 e não em 92.
 
Última edição:
Eu vi isso mas quando vi um 207 à frente de um 106, depois em baixo 205 - 206 - 206+, mais abaixo um 406 no escalão do seg. C vi logo que essa tabela está com uma confusão de todo o tamanho.

Se fores mais acima vês que metem como sucessor o 107, quem conclusão se tira? nem sei!

É uma confusão como a que criaram com o 305-309-306, onde o 309 era um 205 maior mas que acabou por arrastar o lançamento do 306, basta ver que este tem um design que era adequado a ter sido lançado para ai em 88/89 e não em 92.

Não está nenhum 406 no Seg. C, está sim o 408 que não é comercializado cá, normalmente fazem estes Sedan's para mercado americano e/ou oriental, não te esqueças que essa tabela é referente a outros mercados que não o Português...

Quanto ao 309 pode ser considerado um Seg. C, visto que era mais espaçoso que um 205 e tinha maior distancia entre eixos, pouca mas tinha...

E até está bem completa, repara no pormenor do 508, substituto do Seg. D e E (407 e 607) respectivamente :)

Peugeot 408:

peugeot-408-sedan-vai-desembarcar-em-novembro-no-brasil.jpg
 
Última edição:
Não está nenhum 406 no Seg. C, está sim o 408 que não é comercializado cá, normalmente fazem estes Sedan's para mercado americano e/ou oriental, não te esqueças que essa tabela é referente a outros mercados que não o Português...

Quanto ao 309 pode ser considerado um Seg. C, visto que era mais espaçoso que um 205 e tinha maior distancia entre eixos, pouca mas tinha...

E até está bem completa, repara no pormenor do 508, substituto do Seg. D e E (407 e 607) respectivamente :)

Peugeot 408:

peugeot-408-sedan-vai-desembarcar-em-novembro-no-brasil.jpg

Tens razão eu li mal, nem me lembrei do numero 408.

Andei a ver info sobre os 305 e não é que dizem que o substituto é o 405!

De facto o 305 havia em carro e carrinha e era de uma dimensão quase ao nível dos seg. D concorrentes mas o seguimento aconteceu com o 309 e depois de forma mais realista com o 306.

A mim parece-me que a falta de produtos, o atraso da peugeot a reagir ao mercado e à evolução dos segmentos é que causou uma confusão nos números deles e no posicionamento pouco claro e que tanto pode ser de um segmento como de outro.

Parece a Volvo e a Skoda!
 
Última edição:
O 106 nunca foi considerado segmento A mas sim B.

Apesar da designação poder gerar confusão...

O que aconteceu é que a Peugeot decidiu manter a produção do 205, que continuou com vendas bastante aceitáveis, nomeadamente em terras de França (à semelhança do R5).

O 106 foi no entanto sempre considerado pequeno para o segmento, tanto que em 1996 levou com o aumento da distância entre-eixos (fruto do lançamento do Saxo).

O 106 nunca levou um aumento da distancia entre-eixos.
O 106 sempre teve uma plataforma baseada na do AX e com com mais 10cms entre-eixos.
O AX tinha 2.28m e o 106 e Saxo 2,385m. Em 1996 o 106 cresceu mas não na distancia entre-eixos.
 
Tens razão eu li mal, nem me lembrei do numero 408.

Andei a ver info sobre os 305 e não é que dizem que o substituto é o 405!

De facto o 305 havia em carro e carrinha e era de uma dimensão quase ao nível dos seg. D concorrentes mas o seguimento aconteceu com o 309 e depois de forma mais realista com o 306.

A mim parece-me que a falta de produtos, o atraso da peugeot a reagir ao mercado e à evolução dos segmentos é que causou uma confusão nos números deles e no posicionamento pouco claro e que tanto pode ser de um segmento como de outro.

Parece a Volvo e a Skoda!

Alguns carros como o 106 e o 309 estão "entre-segmentos" só criam confusão!

Acho que o erro da Peugeot está mesmo na numeração, para quê um 309 se anteriormente não houve 308/307 ou 306? E o mesmo se passa com o 106, onde está o 105?

Já, por exemplo, o 508 faz todo o sentido porque fica entre o 400 e o 600 e vem na geração do 8, 308, 408, 3008, 5008 e futuramente 208.

E concordo também quando dizes que a Peugeot tem uma resposta tardia ao mercado, o 206 é a imagem disso mesmo, veio bem mas tarde.

Vamos ver como será no futuro...
 
A informação mais recente assegura que o 208 será apresentado em Genebra nas versões 3 e 5 portas (iremos ter um salão cheio de surpresas!). A SW estará guardada para o "Mondial de Paris" em Outubro de 2012 onde será igualmente apresentada a 4ª geração do Renault Clio.

Olhando para as fotos-espia do protótipo, parece vir a ter uma linhas arredondadas e formas volumosas a conferir alguma robustez, com ligeiras arestas a fazer lembrar os modelos recentes da Citroen. A vista lateral da traseira parece muito bem conseguida com uma curvatura do vidro a integrar-se bem na ltraseira e um aileron a terminar muito bem a linha do tejadilho. Não dá para ver muito, mas o pouco que se vê deixa uma boa impressão.
 
Voltar
Superior