Peugeot 208

O que é normal...!!! O 206 sempre foi um carro giro.....o 207 sempre foi um carro bem aceite. O 206+ é um valente bacalhau sem jeito nenhum.

O 206+ parece que foi um tipo lá na fabrica que se lembrou de agarrar em restos de um 206 e de um 207 e começou a encavalitar paineis uns em cima dos outros até resultar naquele trambolho todo mal enjorcado....

O 206+ é o 207 no Brasil. Coitados:sh):sh):sh):sh):sh):sh):sh)
 
Às vezes, dou por mim a olhar para um qualquer 206 e a pensar que é um carro ainda perfeitamente actual, que aquele desenho podia perfeitamente ser lançado hoje (com uma ou outra "aresta" limada, claro).
Não posso dizer o mesmo do 207 (embora seja uma evolução - para pior, na minha opinião, do 206) e, daquilo que tenho visto nos últimos renders (que apontam mais ou menos para o mesmo) receio também não poder dizer o mesmo do "208" (ou deveria dizer... 201?).
 
6 anos é o tempo normal da vida de um modelo. Aliás normalmente os Peugeot's até costumam "durar" mais. O 206 foi 8 anos.

Isso era hà uns anos atrás. Agora estamos já nos 4 anos de intervalo.

E ainda cá está, 206+, mas vejo muitos mais 207 novos que 206+!

Normal, quando vais para comprar dás mais uns trocos e trazes o 207 que digam o que disserem é mais carro que o 206. Digo eu que tive os dois...

O 206+ é um carro low cost

Como referi acima a diferença tinha de ser bem mais significativa para ser um verdadeiro Peugeot low cost.

Por isso mesmo, e pelo sucesso que foi o 206, acho que devia ter mais saída...

Lá porque um carro teve sucesso hà mais de uma década atrás é sinal que devia vender bem agora? Sejamos honestos, foi uma ideia que só mesmo o saudosismo de alguns poderia apreciar mas até nisso borraram a pintura ao espetarem-lhe a frente do 207 tornando o carro desproporcional, deviam tê-lo lançado sem mexer no desenho exterior aplicando-lhe apenas melhorias nos materiais interiores e mecânicos...

Ainda assim preferia-o a um 107 sem sombra de duvida.
 
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Isso era hà uns anos atrás. Agora estamos já nos 4 anos de intervalo.



Normal, quando vais para comprar dás mais uns trocos e trazes o 207 que digam o que disserem é mais carro que o 206. Digo eu que tive os dois...



Como referi acima a diferença tinha de ser bem mais significativa para ser um verdadeiro Peugeot low cost.



Lá porque um carro teve sucesso hà mais de uma década atrás é sinal que devia vender bem agora? Sejamos honestos, foi uma ideia que só mesmo o saudosismo de alguns poderia apreciar mas até nisso borraram a pintura ao espetarem-lhe a frente do 207 tornando o carro desproporcional, deviam tê-lo lançado sem mexer no desenho exterior aplicando-lhe apenas melhorias nos materiais interiores e mecânicos...

Ainda assim preferia-o a um 107 sem sombra de duvida.



A maior parte dos carros têm uma vida de 6 anos. Este Peugeot é low cost, é um carro para mercados emergentes.
 
O 207 continua a ser um produto muito equilibrado e que está a ser vendido por preços interessantes. O 206 apaixonava mais pela sua estética.. acho que foi uma referência do seu tempo nesse aspecto.

A minha irmã comprou um 207 1.4 HDI novo em Maio deste ano por cerca de 2000€ a menos do que me pediram há 2 anos e meio atrás. Tinha o Grande Punto 1.3 Mjet de 85cv como alternativa ou o Ibiza 1.2 TDI de 75cv. O Ibiza pelo mesmo preço foi descartado pelo facto de o motor 1.2Tdi ainda ser recente e ser uma incógnita, além de ser um 3 cilindros.. ao invés do 1.4 HDi que embora não seja nenhum canhão mas é um exemplo de fiabilidade. Já o Punto que até era mais barato e mais potente foi descartado por uma questão de gosto pessoal (dela).

Continuo a ver muitos 207 com matrículas recentes.. ainda vai dando cartas..
 
E pelo excelente chassis que o coloca no topo dos melhores handling cars já avaliados. Para além de um visual jovem.

O mesmo se aplica ao 205 GTI.

Ou não fossem 2 dos melhores hot-hatch de sempre.

Pois, fala-me de imparcialidade DIG

De ti essa avaliação vale zero, nada contra ti, nada disso, até aprecio bem as tuas intervenções no fórum, mas no que a Peugeot diz respeito...
 
Fahrenheit, isso é um total desconhecimento face ao 106 GTI. Lê sobre ele na net, era apenas um dos melhores hot-hatches da sua altura, a par do primo Saxo Cup. Dentro da sua categoria, não tinham concorrentes à altura. Estava muito, muito longe de ser "só motor" [:p]
 
Pois, fala-me de imparcialidade DIG

De ti essa avaliação vale zero, nada contra ti, nada disso, até aprecio bem as tuas intervenções no fórum, mas no que a Peugeot diz respeito...

Lá está o típico comentário ad hominem.

Aconselho uma aprendizagem por aqui:

Top Gear 1999 Best Handling Car - YouTube

E para já fica somente esse vídeo, estou à procura de uma lista dos melhores handling cars, no qual fica um certo Pagani Zonda no topo.
 
Eu relembro o que o user disse "Um carro engraçado tipo 106"

Não é para aqui chamado o facto do 106 GTi ser um best-seller ou best-handling, isso é apenas UMA motorização do carro...

Falo do que é possível um 106 destacar-se da concorrência da altura...
 
O 106 teve versões de destaque e não só a GTI, tinha uma gama completa de motores a gasolina, tinha um chassis que o destacava e em certas versões de tal forma que ainda hoje anda na boca das pessoas e ainda são muito procuradas. Uma rigidez que o fazia ter boas performances nos testes de embate para um carro tão pequeno e em relação aos concorrentes.

As versões mais procuradas são as desportivas/dinâmicas
Rallye 1.4, 1.3 e 1.6
XSi 1.4
GTI 1.6

Eu não me importava de ter um Rallye 1.3, para estradas curtas são francamente bons estes carros são rápidos a reagir.

Agora tudo depende do que se conhece dos modelos e do reconhecimento que se dá.

Agora que o 106 teve muito mais impacto no mercado do que hoje tem um 107 é que isso nem sequer é questionável e é a falta de um sucessor à altura que se fala.

Um 107 é um produto limitado em muitos aspectos, há pormenores que nem de perto chegam a um 106, um exemplo excêntrico num 106 XT que até pala de sol com espelho iluminado tinhas, uma solução igual há que ainda hoje encontras nos Jaguar XF ou na altura nos 605. E melhor que muitos sistemas mais simples em que a lampada é posta no tejadilho e não nas laterais dos espelhos que vemos para ai em muitas marcas e em modelos novos.

Já para não falar em rodas independentes nos 2 eixos, à frente Mcpherson e atrás barra de torção com braços longitudinais.
 
O 107 não é sucessor do 106, apesar da numeração denunciar isso mesmo, um Saxo/106 é B e o C1/107 é A.

E são Seg. A do mais básico que há, porque no Seg. A já há o Twingo, 500, IQ, Ka, i10, Picanto, Agila e afins...
 
Eu relembro o que o user disse "Um carro engraçado tipo 106"

Não é para aqui chamado o facto do 106 GTi ser um best-seller ou best-handling, isso é apenas UMA motorização do carro...


Falo do que é possível um 106 destacar-se da concorrência da altura...

Eu li bem, especialmente a parte em que fui conotado como fan-boy, o que levou à procura de argumentos que me fizeram "ganhar". Só isso.
 
Isso não é verdade dessa forma, o 106 era seg A, coexistiram o 106 e o 205, o desfasamento de geração fazia com que levassem a comparar com os seg B da altura até porque as diferenças de tamanho eram reduzidas e o 106 era mais recente que o 205.

O concorrente do 106 era o Twingo, o 106 era usado para fazer frente aos 2 (Twingo e Clio) porque já não passavam cartão ao 205 por ser da geração do R5.
Hoje é que temos o seg. B bastante grande e com um acabamento bastante bom, basicamente fizeram cresce todos os segmentos e agora temos maiores diferenças entre os citadinos e os utilitários.

O básico ou o complexo não serve para definir segmentos nem deve apenas e só por si, a intenção da marca em posicionar o produto é que conta e quando não há produto vão buscar o mais próximo.

Temos hoje no segmento A um básico 107 e um complexo 500 o facto é que a Peugeot não tem um seg A aburguesado.

Na altura a falta de produtos para cobrir todos os segmentos era uma constante entre as marcas o que fazia comparar segmentos diferentes.

Cheguei a ver comparativos de Polo carrinha com seg C tipo 306 e Escort.

Não podemos meter um 106 no mesmo segmento de um Punto ou Polo da altura, as dimensões e os acabamentos têm critérios de um segmento acima, a resposta da Peugeot só veio em 98 com o 206, o 205 era um carro bastante antigo já e com um critério típico dos anos 80.

A confusão é toda criada pela falta de produtos em todos os numeros na gama Peugeot, parece que saltavam 104 - 205 - 106 - 206
O mesmo com os seg D, com o 404, 504, 505, 405, 406 e 508.

Quando a marca não vê condições para vender 2 produtos proximos usa o numero 500, nos utilitarios baralharam de forma identica.

Para mim é 104 - 106 - 107 - 101, há é sim uma alteração do critério porque hoje um 107 não precisa fazer frente a um Clio porque existe uma gama actualizada de alto abaixo e existe um 20X para um Clio na mesma geração desde o 206.
No 205 - 206 - 207 - 201
 
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Isso não é verdade dessa forma, o 106 era seg A, coexistiram o 106 e o 205, o desfasamento de geração fazia com que levassem a comparar com os seg B da altura até porque as diferenças de tamanho eram reduzidas e o 106 era mais recente que o 205.

O concorrente do 106 era o Twingo, o 106 era usado para fazer frente aos 2 (Twingo e Clio) porque já não passavam cartão ao 205 por ser da geração do R5.
Hoje é que temos o seg. B bastante grande e com um acabamento bastante bom, basicamente fizeram cresce todos os segmentos e agora temos maiores diferenças entre os citadinos e os utilitários.

O básico ou o complexo não serve para definir segmentos nem deve apenas e só por si, a intenção da marca em posicionar o produto é que conta e quando não há produto vão buscar o mais próximo.

Temos hoje no segmento A um básico 107 e um complexo 500 o facto é que a Peugeot não tem um seg A aburguesado.

Na altura a falta de produtos para cobrir todos os segmentos era uma constante entre as marcas o que fazia comparar segmentos diferentes.

Cheguei a ver comparativos de Polo carrinha com seg C tipo 306 e Escort.

Não podemos meter um 106 no mesmo segmento de um Punto ou Polo da altura, as dimensões e os acabamentos têm critérios de um segmento acima, a resposta da Peugeot só veio em 98 com o 206, o 205 era um carro bastante antigo já e com um critério típico dos anos 80.
Ainda hoje no Brasil vejo comparativos do linea com o C4, o que tambem é injusto.
 
No fim de contas mesmo que o 106 tenha tido o papel de matar dois coelhos com uma só cajadada e que por isso tivesse de ser bastante completo, não desculpa o facto de hoje termos um 107 que não é sequer uma fracção do que foi o 106.

Não tem opções nenhumas em equipamentos, motores. Nem a um Twingo chega nesse campo. Um 106 tanto fazia frente a um Twingo como a um Clio.

A Peugeot esmoreceu completamente, tem atacado o convencional e o típico não está sequer perto da garra que tinha nos anos 80/90.

Basta conduzir a geração 5 e 6 e depois vermos a geração 7 principalmente até ao seg C. Podem estar no patamar de bom, não estão no patamar de inesquecível.

Ainda tenho esperança que nos próximos produtos voltem a ter uma gama com versões dinâmicas e desportivas dignas da marca, espero que o RCZ seja a viragem à tanto esperada e que venha o motor 2L Turbo de uma vez por todas.
 
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Isso não é verdade dessa forma, o 106 era seg A, coexistiram o 106 e o 205, o desfasamento de geração fazia com que levassem a comparar com os seg B da altura até porque as diferenças de tamanho eram reduzidas e o 106 era mais recente que o 205.

O concorrente do 106 era o Twingo, o 106 era usado para fazer frente aos 2 (Twingo e Clio) porque já não passavam cartão ao 205 por ser da geração do R5.
Hoje é que temos o seg. B bastante grande e com um acabamento bastante bom, basicamente fizeram cresce todos os segmentos e agora temos maiores diferenças entre os citadinos e os utilitários.

O básico ou o complexo não serve para definir segmentos nem deve apenas e só por si, a intenção da marca em posicionar o produto é que conta e quando não há produto vão buscar o mais próximo.

Temos hoje no segmento A um básico 107 e um complexo 500 o facto é que a Peugeot não tem um seg A aburguesado.

Na altura a falta de produtos para cobrir todos os segmentos era uma constante entre as marcas o que fazia comparar segmentos diferentes.

Cheguei a ver comparativos de Polo carrinha com seg C tipo 306 e Escort.

Não podemos meter um 106 no mesmo segmento de um Punto ou Polo da altura, as dimensões e os acabamentos têm critérios de um segmento acima, a resposta da Peugeot só veio em 98 com o 206, o 205 era um carro bastante antigo já e com um critério típico dos anos 80.

A confusão é toda criada pela falta de produtos em todos os numeros na gama Peugeot, parece que saltavam 104 - 205 - 106 - 206
O mesmo com os seg D, com o 404, 504, 505, 405, 406 e 508.

Quando a marca não vê condições para vender 2 produtos proximos usa o numero 500, nos utilitarios baralharam de forma identica.

Para mim é 104 - 106 - 107 - 101, há é sim uma alteração do critério porque hoje um 107 não precisa fazer frente a um Clio porque existe uma gama actualizada de alto abaixo e existe um 20X para um Clio na mesma geração desde o 206.
No 205 - 206 - 207 - 201

É isto. O 106 sempre foi segmento A. O Problema foi que o 205 demorou muito tempo a ter um sucessor.
 
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