Isso não é verdade dessa forma, o 106 era seg A, coexistiram o 106 e o 205, o desfasamento de geração fazia com que levassem a comparar com os seg B da altura até porque as diferenças de tamanho eram reduzidas e o 106 era mais recente que o 205.
O concorrente do 106 era o Twingo, o 106 era usado para fazer frente aos 2 (Twingo e Clio) porque já não passavam cartão ao 205 por ser da geração do R5.
Hoje é que temos o seg. B bastante grande e com um acabamento bastante bom, basicamente fizeram cresce todos os segmentos e agora temos maiores diferenças entre os citadinos e os utilitários.
O básico ou o complexo não serve para definir segmentos nem deve apenas e só por si, a intenção da marca em posicionar o produto é que conta e quando não há produto vão buscar o mais próximo.
Temos hoje no segmento A um básico 107 e um complexo 500 o facto é que a Peugeot não tem um seg A aburguesado.
Na altura a falta de produtos para cobrir todos os segmentos era uma constante entre as marcas o que fazia comparar segmentos diferentes.
Cheguei a ver comparativos de Polo carrinha com seg C tipo 306 e Escort.
Não podemos meter um 106 no mesmo segmento de um Punto ou Polo da altura, as dimensões e os acabamentos têm critérios de um segmento acima, a resposta da Peugeot só veio em 98 com o 206, o 205 era um carro bastante antigo já e com um critério típico dos anos 80.
A confusão é toda criada pela falta de produtos em todos os numeros na gama Peugeot, parece que saltavam 104 - 205 - 106 - 206
O mesmo com os seg D, com o 404, 504, 505, 405, 406 e 508.
Quando a marca não vê condições para vender 2 produtos proximos usa o numero 500, nos utilitarios baralharam de forma identica.
Para mim é 104 - 106 - 107 - 101, há é sim uma alteração do critério porque hoje um 107 não precisa fazer frente a um Clio porque existe uma gama actualizada de alto abaixo e existe um 20X para um Clio na mesma geração desde o 206.
No 205 - 206 - 207 - 201