A igreja tem futuro?

A igreja tem futuro?

  • Sim, tenho.

    Votos: 37 33,9%
  • Não, sou ateu.

    Votos: 72 66,1%

  • Total de eleitores
    109
Isto começa a parecer uma brigada anti ateus... :eek::eek::eek:


Era matááááá-los! Queimááááá-los!!


Deve ser uma nova religião que eu desconheço! Os anti ateus!
 
claro, quem não concorda contigo é porque opta por não ver.

Olha quem fala...
Relê lá o que tens escrito...
Não só neste tópico, inclui também o 6000 anos.
Achas que isso é o quê?

Ou seja, a tua posição é precisamente essa: Deus não existe, e quem não partilha
dessa tua opinião, é porque não quer ver a realidade.

Aquilo que eu vejo, é que os ateus são tão "chatos" a impor a sua visão quanto os que
acreditam.

E vejo isto, precisamente porque não tenho nenhuma crença.
Para mim são tão fanáticos uns, como os outros.
 
Ateu = Crente
Olha que não.[;)]
A religião é pequena, limitadora e castradora. Ela faz-nos ficar satisfeitos com ela própria como resposta a tudo. Não nos deixa ver nem apreciar a magnificência e deslumbramento que constitui o imenso e rico cosmos que a ciência nos tem vindo a revelar.

Para tudo aquilo que nos afigura inexplicável, habituámo-nos a colocar na esfera do sobrenatural deixando que a religião o justificasse com Deus para continuarmos a dormir tranquilos sobre as nossas certezas. Sempre assim foi ao longo dos tempos. Imagino a reacção do homem na primeira vez que presenciou a existência do fogo. Provavelmente não tão diferente daquela que aconteceu quando os pastorinhos viram aquela mulher de vestes resplandecentes… em Fátima.

Afiguro o que terão sofrido os epilépticos às mãos da santa e sábia Igreja ao longo de tantos séculos; a vergonha e humilhação, os castigos, as atrocidades e toda a ordem de crimes cometidos sobre estes seres “possuídos por demónios”, apenas porque o ser humano não conseguia compreender ou explicar.

A ignorância acerca da realidade sempre foi terreno fértil para as religiões que nunca se deram bem com a existência da ciência.
Neste aspecto, a ciência constituiu sempre um empecilho no seu caminho porque procura respostas, enquanto a religião já tem todas as respostas que não devem ser questionadas.
Pela doutrina, ainda hoje estaríamos a contemplar os maravilhosos astros que giram à volta desta nossa Terra escolhida por deus para nós.
 
Queres comparar isso com as inúmeras religiões que pregam a sua crença e que tentam converter pessoal e aumentar o número de fiéis? Alguma vez te bateram à porta a pregar as virtudes do ateísmo?

Em todo o lado há pseudo espertalhões que tentam relacionar tudo com qualquer coisa e isso tanto acontece com religiosos e não religiosos. Dizer que todos os ateus são fanáticos é tão exagerado e sem fundamento como dizer que todos os crentes são fanáticos. Em todo o lado há gente moderada e que compreende "o outro lado" mesmo sem o seguir. Assim como em todo o lado há gente fanática e que não consegue aceitar ideias divergentes. Tu, apesar de agnóstico, pareces um fanático a criticar os ateus.

Critico tanto uns como outros.

Neste caso estou a criticar os ateus, porque estão a comportar-se EXACTAMENTE do
mesmo modo que os alvos das suas críticas. IGUALZINHO!

Realmente, a bater à porta só as Testemunhas de Jeová. E o cobrador das quotas da
associação de Bombeiros Voluntários do Estoril.

Mas não vejo grande diferença entre divulgar este tipo de opiniões na Internet (fóruns
e outras redes sociais), e andar a bater à porta (só conheço uma religião que o faça).

Portanto, equiparo os Ateus às Testemunhas de Jeová.
Nenhum outro invade o meu espaço (Ateus as redes sociais, Testemunhas as portas).

Óbvio que uns são apenas crentes (quer seja que Deus não existe, quer seja em Jeová),
e que outros são militantes nessas duas crenças (batem à porta, ou colocam mensagens
em fóruns). E também é óbvio que há mais crentes que militantes, mas chateiam tanto
os militantes de um lado, como do outro.

E o mais grave é que nenhum deles tem razão. Por isso são apenas crenças, porque
não se podem provar.

No dia em que provarem que Deus existe (ou não), deixarão de ser crenças, passarão
a ser certezas. Nessa altura deixarei de ser agnóstico com prazer, porque ninguém
necessitará de andar porta-a-porta (ou fórum-a-fórum) a PREGAR A SUA CRENÇA.
 
Critico tanto uns como outros.

Neste caso estou a criticar os ateus, porque estão a comportar-se EXACTAMENTE do
mesmo modo que os alvos das suas críticas. IGUALZINHO!

Realmente, a bater à porta só as Testemunhas de Jeová. E o cobrador das quotas da
associação de Bombeiros Voluntários do Estoril.

Mas não vejo grande diferença entre divulgar este tipo de opiniões na Internet (fóruns
e outras redes sociais), e andar a bater à porta (só conheço uma religião que o faça).

Portanto, equiparo os Ateus às Testemunhas de Jeová.
Nenhum outro invade o meu espaço (Ateus as redes sociais, Testemunhas as portas).

Óbvio que uns são apenas crentes (quer seja que Deus não existe, quer seja em Jeová),
e que outros são militantes nessas duas crenças (batem à porta, ou colocam mensagens
em fóruns). E também é óbvio que há mais crentes que militantes, mas chateiam tanto
os militantes de um lado, como do outro.

E o mais grave é que nenhum deles tem razão. Por isso são apenas crenças, porque
não se podem provar.

No dia em que provarem que Deus existe (ou não), deixarão de ser crenças, passarão
a ser certezas. Nessa altura deixarei de ser agnóstico com prazer, porque ninguém
necessitará de andar porta-a-porta (ou fórum-a-fórum) a PREGAR A SUA CRENÇA.
Estás a ser exactamente o que criticas.
 
Não há mal nenhum em as pessoas serem diferentes tanto biologicamente como nas suas escolhas, sendo esta, aliás, uma das grandes virtudes da humanidade – o pluralismo. O problema está na maneira de pensar de muitos que contribuem para a não-aceitação da diferença.
E é precisamente isto que acontece com a religião que se baseia em verdades inquestionáveis não tolerando vozes discordantes. Ou será que ainda não repararam que por um cartoon, uma palavra ou frase, uma ideia ou um pensamento, vemos religiões a mover mundos e fundos para criticar violentamente, perseguir, condenar, matar ou até iniciar guerras contra indivíduos ou populações?! Se esta gente é santa, então permitam-me que prefira não partilhar com elas o tal «Céu» de que tanto falam.

Sem se dar conta, com esta conduta, a religião torna-se ela própria questionável por não aceitar opiniões divergentes da sua. Um radicalismo que leva a que se auto denominem como os «escolhidos» ou «crentes», renegando os demais a inimigos da sua alma, numa dicotomia entre anjos e demónios, entre o bem e o mal.

Pode ser este o motivo que torna quase impossível o diálogo acerca da religião, pois a falta de abertura para se colocar ela própria como objecto de discussão leva a que ao fim de pouco tempo de conversação as pessoas que a defendem ajam de forma contrária ao que as suas doutrinas recomendam. Insultam, acusam, perseguem, blasfemam, matam ou mandam matar, e incitam à violência alicerçando os seus actos em algo tão subjectivo como a «Fé».
 
Respeito a crença dos outros (senão não respeitaria a minha família extra-lar que é religiosa), mas por ela própria fazer parte da humanidade, a sua discussão deveria ser tida como natural. Porque será que se pode discutir tudo e mais alguma coisa, mas quando toca a religiões, as vozes discordantes são prontamente acusadas de serem intolerantes?!

Como durante toda a minha existência vivi por dentro e por fora a realidade de diversas religiões que analisei afincadamente, cheguei a uma conclusão: as pessoas precisam de ter algo em que acreditar e existe muito boa gente que, sabendo disso, desde há muito se aproveitou desta situação.

Se não ficaram satisfeitos com a minha visão, olhem para a história da humanidade e reparem na quantidade de sangue que as religiões derramaram em nome do suposto amor, tolerância e irmandade. Religiões que nos seus ensinamentos falam em união, mas que só serviram para separar os homens. Reparem no número de conflitos que ainda subsistem em torno desse flagelo doutrinal alimentado pela fé e meditem um pouco sobre o que se faz e em nome de quê ou de quem.

Olhando de forma fria e factual, só me resta acrescentar que a religião foi o pior mal que veio ao mundo. Um mundo que passaria muito melhor sem a sua existência.
 
Olha quem fala...
Relê lá o que tens escrito...
Não só neste tópico, inclui também o 6000 anos.
Achas que isso é o quê?

Ou seja, a tua posição é precisamente essa: Deus não existe, e quem não partilha
dessa tua opinião, é porque não quer ver a realidade.

Aquilo que eu vejo, é que os ateus são tão "chatos" a impor a sua visão quanto os que
acreditam.

E vejo isto, precisamente porque não tenho nenhuma crença.
Para mim são tão fanáticos uns, como os outros.

Ainda estou para saber como concluis tanto sobre o mim. Não sabes qual é a minha posição e tentar sequer descobrir pelo que enumeras é ridículo.
E mais ridículo é comparar o efeito de posts num fórum ou no facebook com o que tem a religião no mundo, seja ela qual for.
Eu não acredito mas nem me classifico de ateu, não preciso de classificação nenhuma para isso porque nem lhe ligo importância.
 
Olha que não.[;)]
A religião é pequena, limitadora e castradora. Ela faz-nos ficar satisfeitos com ela própria como resposta a tudo. Não nos deixa ver nem apreciar a magnificência e deslumbramento que constitui o imenso e rico cosmos que a ciência nos tem vindo a revelar.
(...)

E a tua visão dos crentes (na existência), não é pequena, limitadora e castradora?
Ora vê lá bem se acreditas MESMO que todos os crentes (na existência) são como
estás a pintar neste teu post.

Todos os cientistas são Ateus?

Não chames de idiotas todos os crentes (na existência), porque eles não são NADA
diferentes dos outros crentes (na não existência).

No dia em que aceitares isto... serás Agnóstico. [:)]
E passarás a "c@g@r" no assunto... desde que não te tentem vender nenhuma "crença".

Para mim, a liberdade é um valor bem superior, e isso inclui deixar que cada um tenha,
ou não, a sua própria crença. E a liberdade de cada um termina onde começa a do outro.

Considero um atentado à liberdade individual de cada um este tipo de propaganda, venha
ela de crentes na existência, como na não existência.

Já chateia.
É certo que vocês não têm culpa nenhuma de me ter saltado a tampa hoje, mas junto
com a do FACEBOOK... cheguei ao limite, e tinha que dizer o que penso:

Ateu = Crente

Tão chatos uns como outros.
Ou melhor, neste caso os Ateus estão a ser BEM MAIS CHATOS!
15 a zero!

Irra!
 
Estadunidense?!?!
Português?!?!
Pareces mais brasileiro que português...

A mim parece-me que estás a levar esta discussão muito a sério.

Podes lá ter as crenças que tiveres, mas o teu fanatismo não te permite iniciar uma tentativa meia disfarçada de me ofender.

Não percebeste foi? Diz-me lá qual foi o problema que eu faço a vontade de explicar.

Foi com o primeiro termo? Se sim: http://www.antieua.hpg.ig.com.br/Tex47.htm
 
A mim parece-me que estás a levar esta discussão muito a sério.

Podes lá ter as crenças que tiveres, mas o teu fanatismo não te permite iniciar uma tentativa meia disfarçada de me ofender.

Não percebeste foi? Diz-me lá qual foi o problema que eu faço a vontade de explicar.

Foi com o primeiro termo? Se sim: http://www.antieua.hpg.ig.com.br/Tex47.htm

Onde está a ofensa?
Ser brasileiro é ofensivo?

O facto é que apenas os brasileiros chamam os americanos de estadunidenses,
tal como chamam os canadianos de canadenses.

E esse link é um absurdo. Basta ler.
 
(...)
Olhando de forma fria e factual, só me resta acrescentar que a religião foi o pior mal que veio ao mundo. Um mundo que passaria muito melhor sem a sua existência.

Nisso estamos de acordo... principalmente porque, sem religião, não existiriam Ateus.
Uma praga não menos chata que aquela que criticam.
 
Só prova o que eu escrevi uns posts atrás.

Não há nenhuma diferença substancial entre um Ateu e um Crente.
São ambos crentes. Acreditam é em religiões diferentes, uma com, a outra sem Deus.
E normalmente, os ateus até conseguem ser mais fanáticos religiosos que os crentes
noutras religiões.

Eu acho, que como na maior parte dos assuntos, há pessoas que querem forçar os outros a pensar da sua maneira, sejam ateus ou crentes.

Como em tudo eu tenho a minha opinião e gosto de a dar, mas partir para cruzadas não é comigo. Sinto-me bem com as minhas opções, não preciso de ter a aprovação dos outros. No entanto gosto sempre de ler a fundamentação do outro lado, posso estar errado e tento ter a mente aberta a ponto de pelo menos pensar quem estará certo. A partir do momento que a discussão não tem bom senso, simplesmente desligo.
 
Onde está a ofensa?
Ser brasileiro é ofensivo?

O facto é que apenas os brasileiros chamam os americanos de estadunidenses,
tal como chamam os canadianos de canadenses.

E esse link é um absurdo. Basta ler.

Pois, para ti parece que sim, ou caso contrário qual foi o motivo do teu post? Eu sei para que foi, mas vou imaginar que apenas estás a ser picuinhas.

Por acaso nem sou brasileiro, mas só por isso não posso usar o termo que no meu modo de ver é mais correcto? Denuncia infracção.

Estadunidenses
 
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