vivemos num matriarcado?

nesta questão de filhos e sua guarda não me atires areia para os olhos.
se um pai quer a guarda ou mesmo participar ativamente faz por ela, vou mais longe nem sequer guarda conjunta querem.
a maioria dos pais até para estar ao fds ou no dia estipulado quase que tem de ser obrigado, ou então é quando querem/têm disponibilidade/apetece ligar do nada e dizer hoje vou ai buscar o puto.

guerreia com o matriarcado como quiseres mas no cuidar dos filhos está quieto[:D]
é quem adorava mesmo ver de uma forma geral as mães a dizerem "não quero a guardas o pai que cuide e está aqui mensalmente x% do meu vencimento"

Os putos ás vezes têm é os pais errados.

Se os pais sao adultos , esses mesmos pais deveriam organizar-se para dividirem tarefas e tempo e afins.
 
Isto está cada vez mais difícil para os homens, felizmente já ultrapassei essa fase.

A vida tem tanta coisa boa para aproveitar, vou lá perder o tempo com as chatices das mulheres. Era só o que mais faltava.

Os filhos estão criados. A (actual) companheira entretida com a sua "importantíssima" carreira profissional. Agora é mais boa comida, boa bebida, passeios de moto e ginásio para manter a forma.

Elas já nem dos homens precisam para terem filhos. Vão lá chatear para os bancos de esperma, pode ser que eles também passem a pagar pensão de alimentos. Sobrevivi a essa provação, agora é tempo de pensar sobretudo em mim.

É um pouco por aqui...Apesar de não ter filhos (benze-se 3 vezes (!) - isso muda tudo), acho que o conceito de relação entre homem-mulher do Ocidente está totalmente ultrapassado e continua a fazer vítimas.

Não houve guerra nenhuma na história que tenha destruído tantas vidas como o modelo de relação monogâmica e "para a vida". Não foram feitos para partilharem tantos aspetos do quotidiano.
 
Esse paradigma que o Pai não quer ficar com o filho/a, está completamente ultrapassado só existe na cabeça dos retrógrados Juízes Portugueses que nunca entregaram nenhuma criança a nenhum Pai !!!!!!!!

Em tantos casos ao longo de tantos anos, nenhum Pai mereceu!!!!!

Existem vários casos de mulheres com problemas psicológicos, e mesmo assim atribuem à mulher.

Só em casos muito particulares e por acordo, é que algum filho fica com o Pai. Por Exemplo no Divorcio bastante controverso de Manuel Maria Carrilho e Barbara Guimarães, "dividiram" os filhos, mesmo assim só depois da Barbara ter sido encontrada inconsciente, ter havido agressões às crianças, ...
 
nesta questão de filhos e sua guarda não me atires areia para os olhos.
se um pai quer a guarda ou mesmo participar ativamente faz por ela, vou mais longe nem sequer guarda conjunta querem.
a maioria dos pais até para estar ao fds ou no dia estipulado quase que tem de ser obrigado, ou então é quando querem/têm disponibilidade/apetece ligar do nada e dizer hoje vou ai buscar o puto.

guerreia com o matriarcado como quiseres mas no cuidar dos filhos está quieto[:D]
é quem adorava mesmo ver de uma forma geral as mães a dizerem "não quero a guardas o pai que cuide e está aqui mensalmente x% do meu vencimento"

Não é o meu caso, eu tentei a guarda partilhada e foi-me negada pela juíza, tendo esta inventado factos facilmente comprováveis por mim. Infelizmente o meu advogado era uma nulidade e esqueceu-se de meter o recurso dentro do prazo definido.
 
se tivesses lido o resto do tópico não terias dito tal coisa

entretanto, mais ou menos dentro deste tema:

[h=1]She for he?[/h]
[h=1]Luís Aguiar-Conraria[/h]Atacar os homens que defendem a guarda alternada dizendo que o que pretendem é "não pagar pensão de alimentos e infernizar a vida das crianças e das mães” é alimentar o ódio e o preconceito de género.





No dia 10 de Julho, fiquei chocado ao ler a “Carta Aberta de Oposição à Petição em prol da Presunção Jurídica da Residência Alternada”. Nessa carta, organizações feministas como a Capazes, a UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta), a APMJ (Associação Portuguesa de Mulheres Juristas), a AMCV (Associação de Mulheres Contra a Violência), entre algumas outras organizações respeitáveis de apoio a vítimas, como a APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), insurgem-se contra a ideia de que, em caso de divórcio, o princípio geral a aplicar na decisão da guarda da criança seja o da residência alternada. O meu choque não é por serem contra o princípio, mas sim com os argumentos invocados.
Os principais argumentos usados são o da violência doméstica e o da protecção das vítimas, como se todos os homens fossem agressores. Note-se, não está em causa o princípio óbvio de que, em situações de violência doméstica, a guarda das crianças não deve ser partilhada — o que já está previsto na lei e poderá ser melhorado se necessário. O que está em causa é que, num divórcio normal, o princípio da partilha de residência não seja aplicado para proteger as vítimas, como se tivesse de haver vítimas. Todos sabemos o que isto quer dizer, quer dizer que se defende que as crianças sejam entregues à mãe. Trata-se o homem como um agressor por default: presume-se culpado de violência doméstica, mesmo quando não haja nada nesse sentido.
Se dúvidas houvesse sobre a intenção destas associações, elas desapareceram por completo no dia seguinte, com um artigo de Margarida Medina Martins (Presidente da Associação das Mulheres Contra a Violência) no Expresso. Nele, mais uma vez, se põe todo o foco na situação de risco em que as crianças vivem, como se o normal fosse o homem ser agressor.
Depois da carta assinada pelas Capazes, UMAR, APAV, etc. e do artigo de Margarida Martins, quem negar que há uma agenda anti-homens por parte de algumas feministas e organizações feministas estará a ser hipócrita. A misandria é por demais evidente. É muito comum ver feministas a gozar com as acusações e a negar qualquer ódio aos homens. Mas, quando se vê Dulce Rocha, presidente do Instituto de Apoio à Criança (IAC), escrever que os homens que defendem a guarda alternada “o que pretendem é mesmo não pagar pensão de alimentos e infernizar a vida das crianças e das mães” é muito difícil não ver aqui ódio e preconceito de género. Na parte que me toca, pessoas e organizações que se digam feministas e que não se demarquem destas tomadas de posição perdem toda a credibilidade.
Vai ser interessante observar o comportamento da CIG (Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género) a este respeito. A CIG apresentou queixa no DIAP contra Pedro Arroja, acusando-o de discriminação sexual, por este ter dito que as deputadas do Bloco de Esquerda eram umas esganiçadas e que não as queria nem dadas; a CIG pediu que livros de actividades fossem retirados do mercado porque retratavam os rapazes como piratas e as meninas como princesas. Fico curioso em saber se vão reagir publicamente a este despautério contra os homens. Posso ser eu que sou esquisito, mas parece-me que tratar todos os homens como uma ameaça, atribuindo-lhes por isso menos direitos que às mulheres no que toca à guarda de crianças, é bem mais grave que as tontices do Pedro Arroja ou dos livros de actividades. Não será razoável que a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género aceite que se ataque assim a dignidade dos homens e se procure dessa forma retirar-lhes direitos de cidadania. Como teria a CIG reagido se Pedro Arroja tivesse escrito o simétrico de Dulce Rocha e tivesse acusado as mulheres de apenas quererem a guarda das crianças para receberem a pensão de alimentos? Penso que sabemos a resposta.
Neste momento, podem pensar que eu estou a exagerar e que estas “feministas” apenas recusam que haja uma regra e que pretendem que se decida caso a caso. Mas, infelizmente, não é o caso. Apenas aceitam que haja guarda alternada se as seguintes condições se verificarem cumulativamente, passo a citar: «(a) Ausência de suspeita ou indícios de violência doméstica e de abuso sexual de crianças intrafamiliar; (b) ausência de conflitualidade entre os pais; (c) proximidade geográfica; (d) capacidade de cooperação elevada entre os pais; (e) modelos educacionais centrados na criança, em que esta é parte integrante da forma como os pais organizam a logística da alternância; (f) compromisso de ambos os pais para fazer com que a parentalidade partilhada e a residência alternada funcionem; (g) ambos os pais devem gozar, no seu local de trabalho, de práticas laborais amigas da família; (h) estabilidade financeira de ambos; (i) confiança de cada um dos pais na competência do outro como progenitor.»
É uma lista impossível de cumprir e, mesmo que se cumpra tudo isto, basta à mulher, no fim, alíneas (f) e (i), dizer que não tem confiança no pai para já não ser possível. Enfim, conversa fiada. Apenas querem prolongar o status quoem que as crianças são entregues aos cuidados da mãe como que por direito divino.
Não quero responder à misandria com misoginia, pelo que de forma alguma ponho todas as mulheres, ou sequer a generalidade delas, neste pacote, mas vale a pena lembrar que no que toca à violência contra crianças, é muito mais comum que a agressora seja a mulher do que o homem. Em 2016, o Instituto de Apoio à Criança (o tal que é presidido por Dulce Rocha, que acredita que os homens apenas querem estar com os filhos para não terem de pagar pensão às ex-mulheres) contou que 54% dos agressores por si identificados eram mulheres. Se formos mais específicos e compararmos os pais com as mães, vemos que as mães agridem muito mais do que os pais (73% mais). Mas, mesmo não indo para o caso das agressões extremas que motivam a intervenção do IAC, há vários estudos que indicam que as mães são quem mais bate nas crianças. Por exemplo, há um estudo publicado em 2015 na revista Children and Youth Services Reviewque tem como primeiro destaque o seguinte: «Study results indicated that mothers use spanking more frequently than do fathers.» Penso que não seja necessário traduzir.
Não quero fazer demagogia com estes números, até porque me parece natural que sendo mais comum as mulheres passarem mais tempos com os filhos também é mais comum que sejam elas a bater mais. Simplesmente, nego a ideia de que, ao se alterar o princípio da guarda da criança, entregando ao pai uma maior responsabilidade, ela venha a estar mais sujeita a agressões. Nada o corrobora. Só o preconceito.
Vivemos numa sociedade em que os papéis de género se estão a modificar, exigindo-se (e muito bem) aos homens um maior papel na vida familiar e de acompanhamento dos filhos. A consequência óbvia desta mudança de papéis é que os homens aprendem a tratar das crianças e criam vínculos cada vez mais fortes com os filhos. Hoje, os pais são incomensuravelmente mais cuidadores, afectivos e presentes. Se cada vez mais a sociedade considera que os homens têm as mesmas obrigações no que respeita ao crescimento e à educação das crianças, então os homens têm de ter os mesmos direitos que as mulheres no momento da separação. Estes avanços têm de ser reconhecidos, valorizados e incentivados. A residência alternada é um passo no sentido de maior igualdade de género dentro e fora de casa. É um paradoxo defender ao mesmo tempo que as mulheres devem ganhar o mesmo que os homens e que são elas que devem cuidar das crianças. É precisamente por isso que são prejudicadas no mercado laboral.
Ninguém no seu juízo defende que a guarda alternada seja imposta a todo o custo. Claro que se houver suspeitas fundadas de violência doméstica a criança não pode ficar à guarda do pai agressor ou da mãe agressora. Se isso não está devidamente salvaguardado, então ataque-se esse problema sem lançar um libelo acusatório a todos os homens.
Neste momento, estão a considerar que eu apenas me preocupo com o direito dos homens quando devia estar a centrar toda a argumentação na criança. E é evidente que o centro de tudo é, ou deve ser, a criança. Mas o principal direito que a criança deve ver salvaguardado em caso de divórcio é mesmo o direito aos dois pais. O contrário daquilo que muitas vezes é feito, que é desfazer a relação da criança com o pai, que passa a ter direito a um fim-de-semana de 15 em 15 dias, como se isso fosse suficiente para alimentar uma relação pai-filho.
O que a maioria dos estudos revela é mesmo que todos ganham quando se mantém a presença física de ambos os progenitores. Por exemplo, Linda Nielsen, professora na Wake Forest University, reviu 20 artigos científicos, feitos em vários países, sobre as consequências para a criança de passar pelo menos 35% do tempo com cada progenitor. Não encontrou um único que concluísse que as crianças ficavam a perder por viver tanto com o pai como com a mãe (no fim deste artigo, tem uma tabela com o resumo). Nielsen chegou a três conclusões principais. Passo a citar: «Primeiro e mais importante, estas crianças desenvolvem-se tão bem ou melhor do que aquelas que ficam viver com a mãe (…). Segundo, os pais não têm de ser excepcionalmente cooperantes, sem conflitos, ou ricos e com educação superior, ou mutuamente entusiásticos a respeito desta partilha para que as crianças beneficiem deste arranjo. Terceiro, jovens adultos que em criança foram assim educados declaram que esta solução foi no seu melhor interesse — ao contrário daqueles que foram viver com as mães.»
A prova de que as signatárias da carta são manipuladoras nos seus argumentos é que fazem tábua rasa de todos estes estudos e dão a entender que a defesa do princípio da residência alternada tem como argumento um só estudo. No parágrafo anterior, falei em 20 trabalhos científicos, mas num outro trabalho de Linda Nielsen, publicado em 2015, no Journal of the American Academy of Matrimonial Lawyers, a autora revê 40 estudos que, ao todo, analisaram mais de 100 000 crianças e 200 000 pais, de vários países, etnias, culturas, etc. Reduzir todo este conjunto de provas favoráveis a que a criança viva com ambos os pais alternadamente a um só estudo é desonesto. E, em 2018, a mesma autora revê 60 estudos, chegando, mais uma vez, às mesmas conclusões. As evidências favoráveis à guarda física conjunta são avassaladoras.
Concluindo, não há nada de relevante na literatura que justifique que as crianças não fiquem a viver, alternadamente, com ambos os pais. Ao ver Dulce Rocha, presidente do IAC,declarar que os «estudos mostram que as crianças não se sentem confortáveis com estas mudanças constantes», lembrei-me dos debates sobre adopção de crianças por casais do mesmo sexo. Também na altura os opositores inventavam estudos, descontextualizavam outros e recorriam a trabalhos desacreditados para justificarem os seus preconceitos. Neste debate, vemos o mesmo a ser feito. Mas em vez de homofóbicos, temos misândricas no papel principal.
Há uns anos, Emma Watson, no seu célebre discurso “He for She”, “Ele para Ela”, exortou os homens a abraçarem a causa da igualdade de género. Emma Watson perguntou aos homens como podiam admitir que as mulheres ganhassem menos do que eles. Mas a desigualdade de género tem vários palcos. O palco laboral é desfavorável às mulheres, mas o palco familiar é altamente desfavorável aos homens. Da mesma forma que no mundo laboral eles devem estar do lado delas, no mundo da família são elas que devem estar com eles, “She for He”. Ou as feministas pugnam pela igualdade em todas as suas vertentes ou não são feministas, são, nas felizes palavras de Sérgio Sousa Pinto, sindicalistas de género.
imagem111.png

Tabela 1: esquema dos resultados de 20 estudos sobre custódia residencial conjunta.
Fonte: Linda Nielsen (2011) Shared Parenting After Divorce: A Review of Shared Residential Parenting Research, Journal of Divorce & Remarriage, 52:8, 586-609.


 
Quem não chora não mama

Ultimamente têm-se ouvido falar na necessidade de atrair mais mulheres para os cursos de engenharia e ciências

Mas não se tem falado do baixo número de homens em determinadas áreas

2/3 dos juizes são mulheres
O mesmo para os recentes licenciados em medicina

https://expresso.sapo.pt/sociedade/...icina-mas-querem-qualidade-de-vida#gs.F7b66Mk

Nalgumas especialidades passam dos 3/4 dos médicos
Outras estão com falta de candidatos devido a ela não se interessarem pela especialidade e atualmente medicina ter uma percentagem elevada de mulheres
Mas já se nota a migração delas para engenharia informática e afins, porque começam a tomar consciência de que com o excessivo número de estudantes de medicina que temos esta não é uma escolha tão economicamente interessante
 
As mulheres tem ganho poder, ajudadas pelo facto de termos cada vez mais bananas!
E impressionante como um homem se anula completamente numa relação amorosa! No meu grupo de amigos tenho malta que ganha mt bem até, sem necessidade de prestar contas a ninguem e anulam se completamente perante a namorada/mulher elas é que sabem sd vão, quando vão e quando voltam. Elas depois até gozam com eles perante a familia e amigos...

Nos grupos de motas nas redes sociais então são muitos aqueles que dizem que a Maria não deixa comprar este ou aquele modelo? Mas que isto? Parecem crianças autênticas na mao da mãe a pedir!
Nas discotecas/bares/restaurantes fica td atrapalhado quando aparecem aquelas mulheres tdas poderosas..
Centros comerciais então é ver o pessoal atrás das mulheres tardes inteiras nas lojas de roupa com olhar vazio que so arregala quando encontram um amigo ou vão comer um geladinho ao mac!

Enfim acho que esta "revolução" na sociedade está a tirar o H aos homens! Depois, pot vezes quando as mulheres os tem nas mãos, perdem a pica e ocorrem as tradições porque o homem ja esta vazio sem entusiasmo. O Ser humano é mesmo muito complexo..

Enviado do meu SM-G965F através do Tapatalk
 
Vou colocar novamente essa imagem para combater generalizações que as mulheres isso ou as mulheres aquilo.

Tal como os homens , as mulheres têm um ciclo de vida que qq homem deve compreender.

Abaixo o gráfico de SMV que volto a colocar:

smv_curve1.jpg


O SMV é o valor de mercado.
Quanto maior o valor de mercado, maior o poder que ela tem sobre o homem.
Olhando ao gráfico é fácil perceber que os homens que passam martírios com mulheres a partir do 35 são simplesmente parvos ou distraídos pois é a partir daí que o valor do homem dispara e que elas começam a atrair que nem moscas.

A mulher depressa se apercebe disso ( empresas de cosmética, roupa e cirurgiões plásticos agradecem) , os homens nem sempre.

O que é que isso quer dizer em termos práticos? Bem,é muito fácil amigos. [:D] Peguem numa régua e coloquem no ponto da vossa idade e vejam onde intersecta com mulheres. Todas as mulheres abaixo desse ponto têm potencial interesse em vcs amigos. Pois, adivinharam: até os 30: apenas mulheres com mais de 45 se interessam genuinamente por vcs.
O amigo tem 38? Parabens amigo: está no pico: qq mulher se interessa por si.[:D]

Os amigos escusam de agradecer pela luz q emana esse gráfico. Estamos cá todos para aprender.[:D]
 
As mulheres tem ganho poder, ajudadas pelo facto de termos cada vez mais bananas!
E impressionante como um homem se anula completamente numa relação amorosa! No meu grupo de amigos tenho malta que ganha mt bem até, sem necessidade de prestar contas a ninguem e anulam se completamente perante a namorada/mulher elas é que sabem sd vão, quando vão e quando voltam. Elas depois até gozam com eles perante a familia e amigos...

Nos grupos de motas nas redes sociais então são muitos aqueles que dizem que a Maria não deixa comprar este ou aquele modelo? Mas que isto? Parecem crianças autênticas na mao da mãe a pedir!
Nas discotecas/bares/restaurantes fica td atrapalhado quando aparecem aquelas mulheres tdas poderosas..
Centros comerciais então é ver o pessoal atrás das mulheres tardes inteiras nas lojas de roupa com olhar vazio que so arregala quando encontram um amigo ou vão comer um geladinho ao mac!

Enfim acho que esta "revolução" na sociedade está a tirar o H aos homens! Depois, pot vezes quando as mulheres os tem nas mãos, perdem a pica e ocorrem as tradições porque o homem ja esta vazio sem entusiasmo. O Ser humano é mesmo muito complexo..

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Está nas mãos de cada um decidir se quer ser cão mandado ou se quer ser independente.

Havia aí um tópico nem sei qual em que eu disse que mesmo que a minha maria me diga para eu andar mais devagar, eu só o faço se quiser e já por mais que uma vez eu lhe disse que quando estou a conduzir mando eu. Isto porque ela às vezes tem receios exagerados como qq mulher à pendura obviamente. E quando disse isto, houve pelo menos 1 ou 2 que ficaram " picados " de eu dizer não à maria...lol

Quanto ás compras, é tudo pela internet. Talvez 1 ou 2 vezes por ano lá a acompanho quando é tipo sapatos ou assim, às lojas fisicas mas só com as minhas condições : logo à hora de abertura das lojas e sem se demorar muito tempo. Ela até concorda porque tambem não gosta de compras hehe.

Mas isto sem qq stress, às vezes até nos rimos com estas cenas porque é falarmos os 2 e é tudo tranquilo. Ela já sabe que que não suporto ir às compras e se quiser ir a horas de movimento vai sozinha. Ela nunca vai porque tambem não aprecia isso.

O resto decidimos tudo em conjunto.

Mas o que vocês dizem é verdade eu conheço muitos que são paus mandados e todo o santo domingo lá estão na casa da sogra para almoço de família ( que é como quem diz sogra e sogro )....lol...fuck that.

A minha vida é a minha vida e não a dos outros.[:p]
 
ontem o jornal de noticias publicava a lista com o ranking das escolas portuguesas

acrescentando na 1ª página que o factor que mais influenciava o resultado escolar dos alunos era o nível de instrução das mães, o que vários estudos indicam, não só em portugal mas também noutros países ocidentais
o nivel de estudos do pai também influencia, mas o das mães tem mais influencia

e tem mais influência porquê?
porque as mães acompanham mais os filhos e porque o seu poder sobre eles acaba por ser maior

ou seja, dentro das portas do lar familiar os filhos vivem principalmente sob a influencia e o poder da mãe, ou seja num matriarcado
 
Está nas mãos de cada um decidir se quer ser cão mandado ou se quer ser independente.

Havia aí um tópico nem sei qual em que eu disse que mesmo que a minha maria me diga para eu andar mais devagar, eu só o faço se quiser e já por mais que uma vez eu lhe disse que quando estou a conduzir mando eu. Isto porque ela às vezes tem receios exagerados como qq mulher à pendura obviamente. E quando disse isto, houve pelo menos 1 ou 2 que ficaram " picados " de eu dizer não à maria...lol

Quanto ás compras, é tudo pela internet. Talvez 1 ou 2 vezes por ano lá a acompanho quando é tipo sapatos ou assim, às lojas fisicas mas só com as minhas condições : logo à hora de abertura das lojas e sem se demorar muito tempo. Ela até concorda porque tambem não gosta de compras hehe.

Mas isto sem qq stress, às vezes até nos rimos com estas cenas porque é falarmos os 2 e é tudo tranquilo. Ela já sabe que que não suporto ir às compras e se quiser ir a horas de movimento vai sozinha. Ela nunca vai porque tambem não aprecia isso.

O resto decidimos tudo em conjunto.

Mas o que vocês dizem é verdade eu conheço muitos que são paus mandados e todo o santo domingo lá estão na casa da sogra para almoço de família ( que é como quem diz sogra e sogro )....lol...fuck that.

A minha vida é a minha vida e não a dos outros.[:p]


mentiroso...é por isso que agora só andas a
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[:D][:D]
 
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