vivemos num matriarcado?

Sabem qual é o problema das "minorias" quererem igualdade? É que nunca querem igualdade, querem a superioridade.

Falo imenso da minha namorada sobre isto e felizmente ela tem dois dedos de testa, sabe argumentar e sabe ver quando as coisas estão mal tanto para os homens como para as mulheres (é feminista assumida). Acho que no meio das feministas, que estão a lutar pela igualdade de género, estão muitas fimistas, e são estas que gostam e querem chegar ao poder.

Eu concordo com a igualdade de direitos mas não com a igualdade de género. Não se pode dizer que duas são iguais quando a sua natureza não o é, o termo correcto é equidade de género.

Era um bom tópico para discutir mas rapidamente se arremessavam pedras.
 
Se houver conflito entre os pais, não é esta medida que o vai reduzir, até pelo contrário.
Esta situação não é uma mudança que acontece uma vez... É estar em permanente mudança.
Além de que tornar esta situação a normal, vai conduzir a várias situações de rejeição. Não acho que a maioria dos pais esteja interessada em ter os filhos à guarda.

Fundamentando um pouco mais:
Olhemos para o primeiro argumento e comecemos por reconhecer que, quanto menor o nível de conflito entre o pai e a mãe, melhor. Mas isso é verdade qualquer que seja o caso. A questão é saber se, para o mesmo nível de conflito, é preferível a criança viver só com a mãe ou, alternadamente, também com o pai. Mais uma vez, os resultados dos estudos são avassaladores. Pode ver a Tabela 2, no fim deste artigo, para ter um resumo feito por Linda Nielsen e publicado na revista Psychology, Public Policy, and Law de vários estudos. Mais uma vez, os resultados são claros. A esmagadora maioria dos estudos conclui que, para o mesmo nível de conflito, a residência alternada é melhor para as crianças do que a residência com apenas um dos pais.


A outra questão é saber se, de facto, os níveis de conflito tendem a aumentar com a residência alternada. A minha intuição é que, geralmente, não será esse o caso, pois parece-me que o facto de o homem estar muitas vezes relegado para um segundo plano é que gera muitos conflitos. Mas, mais uma vez, a minha intuição não interessa. Há estudos científicos sobre o assunto. Como pode ver na Tabela 1 no fim deste artigo, a maioria dos estudos não encontra nada de relevante (ou seja, o tipo de custódia não aumenta nem diminui o nível de conflitualidade entre os pais), há dois estudos que concluem que a conflitualidade aumenta e três que diminui. Ou seja, a grande maioria dos estudos nega que a residência alternada promova o conflito.

https://observador.pt/opiniao/criticas-razoaveis-mentirosas-e-inacreditaveis/

A ciência, estudos e factos são irrefutáveis face aos benefícios da residência partilhada. A própria União Europeia faz a recomendação (resolução 2079 - 2015) de se introduzir na legislação portuguesa leis que promovam a residência partilhada:

In the light of these considerations, the Assembly calls on the member States to:


5.1. sign and/or ratify, if they have not already done so, the European Convention on the Exercise of Children’s Rights (ETS No. 160) and the Convention on Contact concerning Children (ETS No. 192);
5.2. sign and/or ratify, if they have not already done so, the 1980 Hague Convention on the Civil Aspects of International Child Abduction and to properly implement it, and in particular to ensure that the authorities responsible for enforcing it co-operate and respond promptly;
5.3. ensure that parents have equal rights with regard to their children under their laws and administrative practice, guaranteeing each parent the right to be informed and to have a say in important decisions affecting their child’s life and development, in the best interests of the child;
5.4. remove from their laws any difference based on marital status between parents who have acknowledged their child;
5.5. introduce into their laws the principle of shared residence following a separation, limiting any exceptions to cases of child abuse or neglect, or domestic violence, with the amount of time for which the child lives with each parent being adjusted according to the child’s needs and interests;
5.6. respect the right of children to be heard in all matters that affect them when they are deemed to have a sufficient understanding of the matters in question;
5.7. take shared residence arrangements into account when awarding social benefits;
5.8. take all necessary steps to ensure that decisions relating to children’s residence and to access rights are fully enforced, particularly by following up complaints with respect to failure to hand over a child;
5.9. encourage and, where appropriate, develop mediation within the framework of judicial proceedings in family cases involving children, in particular by instituting a court-ordered mandatory information session, in order to make the parents aware that shared residence may be an appropriate option in the best interests of the child, and to work towards such a solution, by ensuring that mediators receive appropriate training and by encouraging multidisciplinary co-operation based on the “Cochem model”;
5.10. ensure that the professionals who come into contact with children during court proceedings in family cases receive the necessary interdisciplinary training on the specific rights and needs of children of different age groups, as well as on proceedings that are adapted to them, in accordance with the Council of Europe Guidelines on child-friendly justice;
5.11. encourage parenting plans which enable parents to determine the principal aspects of their children’s lives themselves and introduce the possibility for children to request a review of arrangements that directly affect them, in particular their place of residence;
5.12. introduce paid parental leave available to fathers, with preference being given to the model of non-transferable periods of leave.

PACE - Resolution 2079 (2015) - Equality and shared parental responsibility: the role of fathers
 
Também não concordo com a igualdade de género, e infelizmente vejo o feminismo a lutar por causas completamente contrárias aos direitos da mulher...
O feminismo ficou completamente toldado pelos ideais de uma "esquerda" completamente apostada em destruir a sociedade ocidental.
 
O tema da guarda partilhada é-me caro. Separei-me há mais de 4 anos, felizmente com residência alternada da minha filha.

Desde então que a minha vida levou uma reviravolta, sendo que o ser pai a tempo inteiro (nas semanas em que a minha filha está comigo, obviamente) passou a ser uma constante que tenho de assegurar (e que faço com orgulho).

Felizmente não apanhei um desses juízes do sec XVIII, senão ia ser uma situação muito complicada, não aceitaria outra decisão.

Reparem no meu caso: quer o pai quer a mãe amam igualmente a sua filha, e são pessoas razoáveis, perfeitamente capazes de educar um filho em todas as vertentes que isso implica. Podem tentar neste cenário defender alguma solução que não a guarda partilhada sem cair no erro de descriminação grosseira de género? Estejam à vontade para tentar.

Claro que não faltam pais (homens) que não querem a guarda partilhada, conheço vários, e respeito a decisão, apesar de não concordar nem perceber. Eventualmente existirão também mães, em número consideravelmente inferior.

Mas, no cenário que coloquei, não existe outra hipótese que não a guarda partilhada, e é com manifesta alegria que observo a sociedade a orientar-se para essa realidade. Imagino a quantidade de pais (homens) que neste período de transição se viram privados de estar com os filhos que amam.
 
Casar e constituir família é uma tarefa cada vez mais arriscada para os homens. Se não tiverem cautelas arriscam-se a ficar sem casa, sem filhos e sem família. Basta a mulher querer.
 
Se não fosse financeiramente, os homens haviam de interessar para quê?

A vossa sorte é as mulheres tem interesse na vossa carteira, senão nem uma passarinha cheiravam...[:p]

hehehehe [:p]

Opá a vida sem coise é chata, não mas eu percebo-vos....tu e as outras lésbicas ( sem estar a ofender, porque sei que és porque já o disseste ) sabem muito bem o que é bom.

Eu se fosse mulher seria lésbica [:p][:cool:]
 
Também não concordo com a igualdade de género, e infelizmente vejo o feminismo a lutar por causas completamente contrárias aos direitos da mulher...
O feminismo ficou completamente toldado pelos ideais de uma "esquerda" completamente apostada em destruir a sociedade ocidental.
Ora pois, era a essas que me referia :P
 
A mãe é católica, o pai é ateu.
A mãe é de direita, o pai de esquerda.
A mãe acha que o filho deve jogar rugby, o pai que o filho deve ir para os escuteiros.
Tem tudo para dar certo essas guardas partilhadas.
Pobres crianças.
 
A mãe é católica, o pai é ateu.
A mãe é de direita, o pai de esquerda.
A mãe acha que o filho deve jogar rugby, o pai que o filho deve ir para os escuteiros.
Tem tudo para dar certo essas guardas partilhadas.
Pobres crianças.

Estás a confundir guarda partilhada com residência partilhada...
 
A mãe é católica, o pai é ateu.
A mãe é de direita, o pai de esquerda.
A mãe acha que o filho deve jogar rugby, o pai que o filho deve ir para os escuteiros.
Tem tudo para dar certo essas guardas partilhadas.
Pobres crianças.

Que drama, que horror. Os traumas !

Onde estão os bons costumes de antanho, onde um dos pais decidia tudo e o outro levava o puto a almoçar fora 1x por semana e deixava-o comer 2 sobremesas para compensar....
 
A mãe é católica, o pai é ateu.
A mãe é de direita, o pai de esquerda.
A mãe acha que o filho deve jogar rugby, o pai que o filho deve ir para os escuteiros.
Tem tudo para dar certo essas guardas partilhadas.
Pobres crianças.

Claro. O que é importante é que a mãe decida toda a vida de uma criança e o pai seja apenas um elemento decorativo. Assim não há discussões.

Quando estavam casados/juntos decidiam os dois. Separaram-se e a mãe passa a decidir tudo. Isto claro, a bem da criança.
 
O poder paternal por norma é partilhado, portanto as decisões passam por ambos os progenitores, ainda que a maioria das vezes a criança/ menor viva com a mãe.
O facto de os pais muitas vezes não estarem incluídos nas decisões tem mais a ver com estarem-se borrifando, ou simplesmente serem bananas e não se imporem...
 
O poder paternal por norma é partilhado, portanto as decisões passam por ambos os progenitores, ainda que a maioria das vezes a criança/ menor viva com a mãe.
O facto de os pais muitas vezes não estarem incluídos nas decisões tem mais a ver com estarem-se borrifando, ou simplesmente serem bananas e não se imporem...
Tambem não aconteceria se nesses casos as mulheres em questão não fossem umas retardadas de 1ª apanha...
 
eu diria que é mais frequente a mulher ser manipuladora, sabem agir inteligencia e subtileza e conseguem ir-se impondo aos poucos até dominarem o relacionamento
 
A mãe é católica, o pai é ateu.
A mãe é de direita, o pai de esquerda.
A mãe acha que o filho deve jogar rugby, o pai que o filho deve ir para os escuteiros.
Tem tudo para dar certo essas guardas partilhadas.
Pobres crianças.

Ideias religiosas e políticas até uma certa idade devem ser excluídas, a criança quando deixar de o ser lá seguirá os caminhos que achar melhor.
Râguebi e escuteiros não são incompatíveis, pode praticar ambas.

Percebo a tua ideia base mas acho que escolheste maus exemplos.[:D][;)]
 
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