vivemos num matriarcado?

A mulher portuguesa regra geral é formatada para a família e domina a mesma por completo, quer filhos ou maridos. Dentro de portas a mulher portuguesa cozinha, dá ordens, compra a roupa e veste a maioria dos maridos. Alias é muito comum os homens casados dizerem "lá em casa quem manda é ela, eu só mando quando ela não está".
A dedicação da mesma à familia acaba por lhe barrar o crescimento noutras áreas como a profissional.

Pessoalmente lamento esta visão conservadora, que já não é de agora, tenho visto imensos homens casados saturados do sufoco em que a companheira deixou de ser esposa para ser uma mãe. Daí o resultado ser recorrerem a idas à "caça" com os amigos ou a "jantaradas da empresa" nomes dados quando vão à prostituição. E o pior é que no interior do país as mulheres até os preparam e sabem para onde eles vão.

O homem português a partir do momento que se casa perde os tomates, deixa de ter direito a opinar, tem que comer e calar se quer ter sossego.

Não vale a pena perder muito tempo a falar na violência doméstica porque se realmente a mesma fosse exposta em praça pública, já várias mulheres teriam ido presas por coação, manipulação, ofensas psicológicas e físicas. O homem nem direito tem a queixar-se, tem sempre que comer ou calar, caso contrário é porque é um manso, corno ou é machista!
 
O teu post está top e apesar de não me ver em metade das coisas concordo plenamente e sim ela manda cá em casa, no entanto no dinheiro mando eu..
 
E o pior é que no interior do país as mulheres até os preparam e sabem para onde eles vão.
!

Mas que raio de visão tem o pessoal do interior do país para inventar estas coisas??? :sh)
Vives no interior? Onde tu vives isso acontece? Se acontece isso aonde tu vives, porque raio achas que acontece o mesmo em todo o interior?
Pelos vistos as "Mães de Bragança" e as "Esposas de Viseu" não concordam lá muito contigo. [:D]
 
Este tópico está carregado de generalidades...

Vivemos num matriarcado? Não.

Apesar de haver casos mais ou menos tipificados, cada casal funciona de uma forma muito própria: há de tudo!
 
O nome da nossa espécie não é mulier sapiens sapiens, mas sim homo (homem em latim) sapiens sapiens (por vezes...).
Quem ocupa a maioria dos cargos mais importantes, públicos e privados? Homens.
Quem ganha, em média, mais? Homens.
Qual é o apelido, normalmente, mais utilizado? O paterno ou materno? Paterno (homens...).
Qual é o género mais alvo (percentualmente) de agressão (física e psicológica) por parte do companheiro? Feminino (mulheres...).
Que tipo de estrutura sócio-teológica têm as principais religiões monoteístas? Patriarcal com um deus masculino todo-poderoso.
Que tipo de posição é defendida, em certos livros sagrados, considerados essenciais por alguns, em relação à mulher? Obedecer ao homem e ter um valor como indivíduo inferior ao do homem (infantilização da mulher e menorização jurídica da mesma).

Quem pensa que vivemos num matriarcado (tipo de sociedade que, alguns, especulam que terá ocorrido durante o Paleolítico, devido ao carácter "mágico e misterioso" da gravidez e do dar à luz uma criança) deve ser um homem daquelas tribos de regime matriarcal da Insulíndia, onde as mães são as líderes da comunidade e onde os tios maternos são mais importantes do que os pais...
 
As mulheres aqui é mais assim. E muito com manias mesmo que não valham muito. Para entreter as brasileiras são muito melhores em tudo. Só a simpatia ;-)
 
devo dizer que não são só as portuguesas

li um resumo de um livro de um prestigiado sociologo francês que retratava de forma identica as familias francesas
dentro da casa familiar o poder delas é muito maior que o do deles

já é assim quando ele é o pai dos filhos
em caso de ruptura familiar o pai fica relegado para um papel completamente secundário, menor que o da avó materna
 
As mulheres aqui é mais assim. E muito com manias mesmo que não valham muito. Para entreter as brasileiras são muito melhores em tudo. Só a simpatia ;-)
Fizeste-me lembrar uma notícia que causou indignação: Jornal Económico

Empresa não contrata portuguesas por serem “depressivas e infelizes com a vida”

...Porém, não podem ser de nacionalidade portuguesa, conforme se explicava previamente no anúncio em causa: “Procuramos pessoas descontraídas e bem-humoradas. A preferência é por brasileiras ou por nacionalidades igualmente alegres, dispensamos portuguesas”.
 
Não acho que a tese de que a nossa sociedade é um matriarcado esteja correcta. Os indicadores são mais que muitos: as mulheres ganham em média uns 25% abaixo dos homens, a pobreza aflige mais as mulheres, os crimes conjugais e passionais são muito mais infligidos a mulheres que a homens, na divisão de tarefas as mulheres saem sempre prejudicadas, quando um filho adoece são as mulheres que faltam ao trabalho para ficar com eles, há muito menos mulheres que homens em cargos de poder público ou privado, etc, etc, etc.

Esse poder das mulheres de que se fala aqui é apenas um soft power, em larga medida consentido.
Infelizmente, na minha opinião. Digo infelizmente não só porque desejaria que o papel das mulheres fosse mais igualitário, mas sobretudo porque acho que o poder dos homens é mais errático. Um exemplo simples: quantas famílias conhecem que tinham sido “desgraçadas” por mau comportamento de uma mulher? E de um homem?
 
claro que ganham menos, ter o poder dentro de casa tem um custo
claro que há mais pobres, ter os filhos a cargo tem um custo
quanto aos crimes, o homem exerce mais violencia fisica, aquela que é noticiada, a mulher mais violencia psicologica, muitas vezes o homem nem se dá conta da violencia psicologica que sofre
homem não se queixa

quanto ao ultimo ponto concordo, a mulher é normalmente mais responsavel e há muito mais familias desgraçadas por mau comportamento de um homem que por mau comportamento de uma mulher

quanto a ser soft power, experimenta afastar a mulher dos seus pais e tirar-lhe poder de decisão sobre os seus filhos e depois pergunta-lhe se isso é um soft power. elas decidem o que lhes interessa, têm o poder que lhes interessa, não tem o poder sobre a camara municipal, mas sobre aonde moram, junto de quem moram, aonde estudam os filhos, o que comem, aonde passam férias, etc etc. Não mandam na rua, mandam dentro da sua casa.
 
Não é bem assim. Quando metem questões do tipo "Estou tão gorda, não estou?" ou semelhante elas esperam que não lhes dês razão. Se deres estás feito![:D]
Olha que isso tambem nao é bem assim. Se deres razão es uma besta insensivel, se nao deres és um aldrabão que a tas a enganar. Ou seja, tas sempre feito. Lol
 
Desculpem lá a minha perspectiva machista; mas as mulheres estão cada vez mais estúpidas! Não fazem ideia do que querem, de nada! Homens, vida, etc. Estou desconfiado que os homens estão também cada vez mais estúpidos, mas confesso que não lhes presto tanta atenção! Mas é normal, o mundo está cada vez mais estúpido! Um aviso; O Novo Messias não será uma mulher.
 
então a frança deve ser muito catolica, porque o tal sociologo frances fazia um retrato da sociedade francesa igual ao que aqui fiz da sociedade portuguesa
 
Hoje depois de almoço, enquanto estava no carro ao telefone, assisti a uma situação que me fez pensar na passividade das pessoas em relação à violência das mulheres para com os homens

Estava um grupo de 4 jovens na paragem do autocarro do outro lado rua, sendo um deles um rapaz e 3 raparigas. A certa altura começo a ouvir um alarido enorme, em que uma das raparigas parece estar alterada no seu estado emocional e adopta uma postura mais agressiva em relação ao rapaz, suponho que fossem namorados, pois as outras 2 colegas não intervinham na discussão. A certa altura da discussão a rapariga parte para a agressão física, começando por usar as mãos para agredir o rapaz na face, puxando-lhe o cabelo, e mais tarde passou a usar o que tinha a mão como arma de arremesso, desde a mala e guarda chuva.
O rapaz nunca se defendeu sequer, apanhou e calou. Não sei o que fez para merecer tal tareia, mas pelo menos deveria ter-se defendido ou ter saído dali para fora.
As colegas não amenizaram o conflito mas também não incentivaram a amiga, mas riam-se claramente com a situação. Para alem disso haviam pessoas perto a passar e a assistir e não vi uma única pessoa a chegar-se ao grupo e ter pelo menos manifestado reprovação ou desconforto com aquela situação.
Passado uns minutos fartei-me de ver aquela triste cena, disse que tinha que desligar e ligava de volta, fui à paragem e disse ao grupo de jovens que se não parassem já com a violência chamava a policia.
O que fui dizer, aí as 3 raparigas entraram em modo de ataque. Desde que eu não tinha nada a ver com o assunto, não sabia de nada que se tinha passado, só vil ali porque era homem e queria defender os da minha espécie (os da minha espécie, mas agora o homem e a mulher já são de espécies diferentes???) Entre mais coisas que não me recordo.
Virei-me para o rapaz e disse-lhe que se quisesse apresentar queixa na policia eu ia como testemunha. Ele nunca abriu a boca. Não chamei a policia até porque as coisas a partir daquele momento, pelo menos até eu ir embora, acalmaram
 
Infelizmente acontece muito mais do que seria de esperar. É violência doméstica, neste caso fora do lar, mas é. Pessoalmente nunca deixaria que me tratassem assim, mas eu tenho auto-respeito e admito que possa haver homens que não tenham.
 
Uma autentica palhaçada o que se está a passar atualmente

Ontem ouvi um anuncio numa radio com publico alvo os jovens, ou se não era um anuncio ou se era uma chalaça, se calhar era isso, mas era ago do género, podem haver falhas pois apenas ouvi uma vez.

Se queres ter sucesso num "date" (???) tens que usar o piaçaba, ela quando vai a tua casa vai ver a sanita e se queres que ela te aceite, ou que aceite casar-se contigo tens que usar o piaçaba.....

Era algo +/- assim. ...

Bem eu acho que todos temos que manter a sanita ou a casa limpa, mas não por causa de uma mulher, é simplesmente porque é higiénico.

Já fui a casa de algumas mulheres que vivem sozinhas e aquilo parecia o fim de uma guerra qualquer


Hoje em dia está a colocar-se a mulher num pedestal, desculpa-se-lhes tudo e dá-se-lhes tudo em troca de que? Agora nem filhos querem ter...
 
Infelizmente acontece muito mais do que seria de esperar. É violência doméstica, neste caso fora do lar, mas é. Pessoalmente nunca deixaria que me tratassem assim, mas eu tenho auto-respeito e admito que possa haver homens que não tenham.
E se depois de tal tratamento, o rapaz esboçasse uma reação (nem precisava de dar) passava a ser o mau da rua, o agressor, o perigoso...
 
Essa discriminação está em todo lado devido ao facto de terem transformado isto num jogo no qual são aplicadas regras diferentes a cada uma das partes

Temos vários exemplos

Há o caso de separações nas quais quem fica na esmagadora maioria com os filhos é a mulher. Mas a perversão continua, mais tarde elas avançam para a manipulação das crianças e tentam eliminar de qualquer forma as visitas do ex-marido, formatam os filhos com mentiras e falsidades de forma a criar ódio nas crianças e um distanciamento irrecuperável entre eles. Conheço um caso em que nem com a policia a mãe deixava o pai levar o filho, nem com ordem do tribunal. Até que o pai desistiu. Ao longo de quase duas décadas a mãe mentiu-lhe dizendo que o pai lhe queria fazer mal, neste momento o filho é um adulto que odeia o pai e que diz que um dia se poder lhe faz "mal"

Conheço outro caso no qual a mulher matou o marido à facada, mas teve atenuantes devido a nunca ter cometido crimes, a alegados maus tratos psicológicos que sofreu ao longo de muitos anos, sendo a descoberta de uma traição o transbordar do copo que levou a mulher cometer o assassinato.
Serviu como desculpa para uma mulher, mas com um homem no papel de agressor esta decisão seria um escândalo com direito a abrir telejornais em horário nobre com pedido de punição do juiz



A diferença é que um homem não chora.......... e quem não chora não mama.
Recentemente os homens têm-se apercebido disso e têm entrado no jogo das mulheres e usam a mesma estratégia, fazem o choradinho e fazem-se de vitimas. Acho triste a nossa sociedade estar a entrar por este caminho, fazer o jogo da vitima por dá cá aquela palha, cair no papel do hiper-sensivel e do indignado por um pequeno incomodo.

O politicamente correcto está aí e é um direito de todos nós.....[s)]
 
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