Traje e Praxe

bem eu fui praxado, cheguei a casa todo sujo uns poucos de dias fartei-me de rir nas praxes conheci muita gente naqueles dias iniciais em que estamos num sitio novo sem conhecer ninguem, basta comparar alguns cursos onde nao ha praxes para ver que realmente e muito util para os caloiros se conhecerem. posteriormente tambem ja praxei e tambem foi divertido, sou contra coisas que humilhem as pessoas e nunca vi isso acontecer no meu curso. tambem compreendo quem nunca por la passou e diz que e estupido pelo facto de nunca la ter passado[:D].

Quanto ao traje, ainda gostava de ver quem e que me dizia que nao podia usar o traje.
 
Porque não consigo compreender...objectivamente não é mais complexo do que isto!!!

Será que não existem outras maneiras de as pessoas se conhecerem sem ser assim ?

Assim de repente, e de quem não faz parte de nenhuma comissão de praxes, uns jogos-sem-fronteiras...por exemplo...

Arranjavam 5 ou 6 equipas que tinham de disputar umas contra as outras um certo e determinado conjunto de desafios...

Têm enumeros exemplos de programas na Tv para tirar ideias de jogos como os proprios jogos sem fronteiras, o Fort Bouiard, o Takeshi Castle que eram jogos divertidos e de certeza que era muito mais engraçado do que andar a simular cenas de sexo, andar de pijamas no meio da rua, andar a tomar banho nas fontes em Belem, a fazer peditorios no Mc Donalds e por aí fora...

E jantares, e almoços, jogos de futebol, volei...bolas ate campeonatos de matraquilhos e de malha...

Nenhum dos meus melhores amigos provêm de conhecimentos das praxes...

Até te digo mais....!!! Um dos meus melhores amigos diz uma coisa que eu cada vez mais me convenço que é verdade...

"Os melhores amigos fazes é antes da faculdade, são os que cresceram contigo....se não os fizeste antes, não será lá que os vais fazer!!!"

Volto a dizer.... que achem é mais graça á humilhação das pessoas é uma opção como qualquer outra,mais ou menos legitima agora não me digam é que serve para integrar e que só assim é que se conhecem porque não é verdade...

Deixem-se disso, assumam as coisas e deixem de querer atirar areia para os olhos dos outros...

Numa coisa tens razao...os meus melhores amigos fi-los antes de entrar para a universidade...agora tens de concordar que a praxe e um modo como outro qualquer de conheceres os teus colegas de curso...digamos que a praxe bem feita cria 1 espirito de uniao..que de outra forma nao seria possivel...
 
Boas.

Ai as praxes, as praxes ... Fui praxado no ano de 1997, ali na FCT no Monte da Caparica.
Foram umas brincadeiras engraçadas que hoje guardo na memória. As brincadeiras e quem as fez pois muitos deles tornaram-se meus amigos. Não porque me praxaram mas porque isso permitiu uma maior aproximação.
E atentem bem porque falo de brincadeiras e não de humilhações. Como recordo o desfile até Almada do primeiro dia de aulas, cada curso a berrar mais que os outros, e o objectivo final, conquistar a fonte em Almada, algo que a tradição de Eng. Informática era forte.

Também praxei (ou brinquei, como prefiro dizer). Fizémos palhaçadas, levámos os caloiros a conhecer a zona, passaram a andar conosco naquela semana. Sentiram-se parte de algo ... e sem humilhar, sem estupidez.

Para mim há uma regra de ouro: que não quer ser praxado não é praxado mas também não praxa. Não se pode ser contra uma coisa em que depois se quer aplicar aos outros.

Se vi parvoíces? Vi, há sempre uns frustrados da vida que se escondem atrás de um traje para se fazerem ouvir, para se mostrarem. Para esses nada mais do que desprezo pelas suas almas mesquinhas. Não merecem o traje que vestem. Mas isto é ali e em tudo o que passamos na vida.

Quanto ao traje propriamente dito, já por aqui vi muita bacorada, mas destaco principalmente o post construtivo do Foliv onde refere a verdadeira origem do fato: "todos os alunos por igual, sem distinções de classes". Misturar o fato com as praxes é de quem não tem o mínimo de bom senso e pouco ou nada conhece da tradição académica e das suas origens. Para esses, o traje é para encher de Pin's de tudo e mais alguma coisa e a capa de símbolos que nada significam, estando lá apenas porque parece bem.

Já por lá passei e gostei. Há quem não goste, e como quem não gosta não come penso que todos devem ter a liberdade de escolher se querem ser praxados ou não. Do outro lado hão-de sempre existir alguns frustrados onde pela única vez no ano, a coberto do traje, conseguem ser alguém.

Saudações Académicas,
McDriver (L.E.I. 97/02)
 
Última edição:
Boas.

Ai as praxes, as praxes ... Fui praxado no ano de 1997, ali na FCT no Monte da Caparica.
Foram umas brincadeiras engraçadas que hoje guardo na memória. As brincadeiras e quem as fez pois muitos deles tornaram-se meus amigos. Não porque me praxaram mas porque isso permitiu uma maior aproximação.
E atentem bem porque falo de brincadeiras e não de humilhações. Como recordo o desfile até Almada do primeiro dia de aulas, cada curso a berrar mais que os outros, e o objectivo final, conquistar a fonte em Almada, algo que a tradição de Eng. Informática era forte.

Também praxei (ou brinquei, como prefiro dizer). Fizémos palhaçadas, levámos os caloiros a conhecer a zona, passaram a andar conosco naquela semana. Sentiram-se parte de algo ... e sem humilhar, sem estupidez.

Para mim há uma regra de ouro: que não quer ser praxado não é praxado mas também não praxa. Não se pode ser contra uma coisa em que depois se quer aplicar aos outros.

Se vi parvoíces? Vi, há sempre uns frustrados da vida que se escondém atrás de um traje para se fazerem ouvir, para se mostrarem. Para esses nada mais do que desprezo pelas suas almas mesquinhas. Não merecem o traje que vestem. Mas isto é ali e em tudo o que passamos na vida.

Quanto ao traje propriamente dito, já por aqui vi muita bacorada, mas destaco principalmente o post construtivo do Foliv onde refere a verdadeira origem do fato: "todos os alunos por igual, sem distinções de classes". Misturar o fato com as praxes é de quem não tem o mínimo de bom senso e pouco ou nada conhece da tradição académica e das suas origens. Para esses, o o traje é para encher de Pin's de tudo e mais alguma coisa e a capa de símbolos que nada significam, estando lá apenas porque parece bem.

Já por lá passei e gostei. Há quem não goste, e como quem não gosta não come penso que todos devem ter a liberdade de escolher se querem ser praxados ou não. Do outro lado hão-de sempre existir alguns frustrados onde pela única vez no ano, a coberto do traje, conseguem ser alguém.

Saudações Académicas,
McDriver (L.E.I. 97/02)

Subescrevo as tuas palavras! Totalmente de acordo! apr:)
 
Por acaso a praxe a mim também me remete para esse "longínquo" ano de 1997, onde foi engraçado conviver com gente de todo o país, que de Coimbra apenas sabiam que eram uma cidade estudantil, eu tinha a vantagem de ser estudante de cá.
Mas não se esquecem que não havia internet, quer dizer havia mas muito poucos a utilizavam, os telemóveis ainda não eram moda, e computadores eram poucos os que tinham.
Portanto sem Msn, sem mensagens escritas pura e simplesmente não existiam e as mesadas eram curtas.
Por vezes confinados a um quarto, aqueles que lhe poderiam ajudar na integração seriam os seus colegas, também caloiros e os mais velhos.
Continuo a dizer que o extremismo nunca levou a lado nenhum, quando dizem que a praxe é uma mer**.
Mas acreditem que a malta que todos os anos no sábado da queima se junta para jantar confraternizar, é a tal malta da praxe. Serão eles todos más pessoas? Criminosos? Porque resolveram seguir algo que acreditam e que já têm alguns séculos e que as pessoas tem o direito de escolher se participam se não participam.
Na última Reunião Geral de Alunos eu disse que quando entrei para tirar o meu curso, encontrei pessoas que eram responsáveis e humildes; mas ao longo do tempo aquilo que me pareceu encontrar foram pessoas menos Humildes e como o "nariz empinado".
Mas isso irá se reflectir no futuro, quando forem "praxados" nas empresas, locais de trabalho mas ai não irão ter hipótese de dizer eu faço há minha maneira. Acreditem que poderia ser um bom teste formativo para a dura prova que vêm depois da faculdade.
Mas por mim até podem vestir a batina com mini saia, agora não me peçam é para deixar de acreditar em valores.
Alguns dos valores que o livrito da praxe trazia era a "Palavra de Honra", "Académica", Academia . . .
INTEGREI A a Mancha Negra, conheci o Pratas!!!
Eu tive a sorte de sentir qual o significado do fado "Coimbra têm mais encanto na Hora da despedida".
As história que existem para contar são mais que muitas, se voltasse à faculdade repetia, foram experiências inesquecíveis.

Mas mais uma vez vos digo, se não gostam não participem; mas quando falarem, falem com conhecimento de causa.
 
Última edição:
Eu andei na faculdade, fui praxado (mas só aceitei fazer algumas coisas, outras recusei), nunca usei traje. Mas se quisesse usar, tinha comprado e usava. Quando bem entendesse. E com "piercings" e tatuagens e fosse o que fosse. Enquanto estudante universitário, não reoconheço em ninguém a não ser na própria instituição de ensino a autoridade para me autorizar ou negar o uso do traje. A praxe e o traje não estão relacionados, e muito menos as regras idiotas que se inventam por aí sem qualquer validação. Estão na faculdade e querem usar traje, usem. De acordo com a tradição, e não de acordo com as regras que vão surgindo aqui e ali ao gosto de cada um.
 
Eu andei na faculdade, fui praxado (mas só aceitei fazer algumas coisas, outras recusei), nunca usei traje. Mas se quisesse usar, tinha comprado e usava. Quando bem entendesse. E com "piercings" e tatuagens e fosse o que fosse. Enquanto estudante universitário, não reoconheço em ninguém a não ser na própria instituição de ensino a autoridade para me autorizar ou negar o uso do traje. A praxe e o traje não estão relacionados, e muito menos as regras idiotas que se inventam por aí sem qualquer validação. Estão na faculdade e querem usar traje, usem. De acordo com a tradição, e não de acordo com as regras que vão surgindo aqui e ali ao gosto de cada um.

Ponto, parágrafo! [;)]
 
O que eu gosto deste 'codigo' tao usado pelos univesitários!

Decidam se! Afinal pode ou nao usar?

- Não poderá haver pulseiras, fios, brincos, piercings, anéis, ou quaisquer outros adornos visíveis, á excepção do a seguir descrito:
- Aliança;
- Anel de Noivado;
- Anel de comprometido(a);
- Anel de brasão;
- Anel de curso;
- Piercings Faciais, desde que sejam discretos e pretos. Argolas são expressamente proibidas

Se chover andam à chuva? Parece que sim!

- É proibido o uso de guarda-chuva, chapéus, gorros ou qualquer outro objecto que cubra a cabeça, porque esta deve permanecer sempre a descoberto.

Grande coisa! Então não é suposto haver igualdade entre os estudantes?
Se por acaso considerar absurdo algum tipo de 'praxamento'.... la se vai o traje! [8b]


É vetado o uso de Traje Académico, bem como todos os elementos referidos ao mesmo, a todos os estudantes que se declarem Anti-Praxe, ou que por motivos vários, tenham posto em causa a Tradição Académica.

É ve los com as capas sujas! Se houver algum tipo de sujidade mais 'repugnante' a ver se nao as lavam?!?!??

Jamais em circunstância alguma, e em altura alguma, a capa é sujeita á vontade do dono da mesma ou de outrem, de a querer lavar. O lavar da capa é expressamente proibido e altamente condenável e púnivel.


Esta tambem é muito boa! Se por acaso algum 'doutor' achar que um caloiro nao foi vezes suficientes à praxe, este nao pode usar traje! :confused:

O uso do traje está dependente do número de matrículas assim como da regularidade da situação de praxe do estudante.


Mas pronto... cada tolo sua mania! [:)]
 
Traje e praxe são coisas completamente distintas... quem não percebe isso e usa traje nem merece usá-lo....

Porque é que só quem vai ao tribunal de praxe pode usar traje??? Mas o que é que uma coisa tem haver com a outra???

Eu fui praxado sempre que me apanhavam por lá, mas não fui ao tribunal de praxe...
Na altura das praxes andava a tirar a carta de condução, normalmente as praxes eram marcadas para as tardes que os caloiros tinham livres, como é lógico essa também era a única altura em que eu conseguia ter aulas de condução... no dia do tribunal de praxe aconteceu isso mesmo... ou seja foi uma questão de prioridades, para mim era muito mais importante ter um papelinho cor-de-rosa no bolso, do que ir aquele tribunal....

Mesmo não tendo ido a esse tribunal, usei o traje, e gostava de saber quem é que me ia impedir de tal coisa só por não ter ido a essa coisa do tribunal...

Posso também dizer que nunca praxei ninguém, tinha mais que fazer.... mas ajudei várias vezes caloiros que tinham dúvidas onde ficavam as salas, ou que não sabia onde tinham de ir por causa dos horários ou do papel xpto, etc....
 
Praxes?

Que é isso? Há coisas muito melhores para fazer, como por exemplo fazer uma jantarada com os amigos acompanhados de umas morenas jeitosas. [;)]

Fui praxado no meu ano de caloiro, tenho traje, mas nunca praxei ninguém, acho uma perda de tempo, como já disse há coisas bem melhores para fazer... [:D] [:D]
 
Uih, uma discussão sobre trajes e praxes e vida académica. É disto que eu gosto. [:D]

Só li, muito na diagonalmente, a primeira página, por isso a discussão para mim começa aqui. Se repetir algum argumento já referido por alguém peço desculpa.


O traje não tem nada a ver com a praxe. Quando é que entendem isso?

Então tem a ver com quê?!
Desde já, e para abertura de hostilidades, refira-se que, o conceito de Praxe é mais abrangente do que os actos de praxe que o caloiros praticam a mando dos doutores.
A Praxe é todo o conjunto de costumes académicos positivado no Código de Praxe e aplica-se a todos os estudantes.
Aos estudantes que aceitam o Código de Praxe, este aplica-se de forma activa e implica o respeito integral por parte destes. Aos estudantes que não o aceitem, aplica-se de forma passiva, por omissão, sendo que estes ficam (auto)excluídos da Praxe (logo, excluídos dos costumes académicos a que se refere o referido código).

Quanto ao valor efectivo do Código, é claro que este é perfeitamente simbólico e decorre unicamente da aceitação mais ou menos generalizada da maioria dos sujeitos a que se refere.
Daí decorre que, à luz do direito da Nação, ninguém pode proibir quem quer que seja de usar o traje académico mas, a bem da honestidade intelectual das pessoas, temos de admitir que o seu uso fora do contexto do Código de Praxe da universidade em questão tem tanto significado como eu vir trabalhar de chinelos de meter no dedo, bermudas e camisa havaiana.
 
Uih, uma discussão sobre trajes e praxes e vida académica. É disto que eu gosto. [:D]

Só li, muito na diagonalmente, a primeira página, por isso a discussão para mim começa aqui. Se repetir algum argumento já referido por alguém peço desculpa.




Então tem a ver com quê?!

...
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Tem a ver com a igualdade entre os alunos, o que ultrapassa e muito o conceito já de si abrangente da praxe. Obviamente que a praxe não se limita a ser essa coisa redutora de "pintar os alunos".
 
Se na tua escola os da 2ª fase começarem as aulas mais tarde as praxes são feitas para o ano. Na minha 1ª e 2ª fase entram ao mesmo tempo.

Acho que estás um pouco baralhada com as datas. Entram ao mesmo tempo como? Umas sairam a 17 Setembro a outras ontem, como entram ao mesmo tempo? Umas dependem das outras?
Querias dizer que as aulas começam ao mesmo tempo? Ainda é mais engraçado, porque em Setubal deve ser uma festa o semestre quase a meio e as aulas sem começarem. Há aqui qq coisa q nao bate certo.


Qto ao assunto em questão: mas q raio tem a praxe ( a coisa mais riducula e idiota) a ver com o traje académico????

A praxe como aqui ja disseram serve como humilhação e nada mais. Integração é outra coisa e nao se enquadra na maior (99%) das praxes.
O uso do traje académico ou o espirito académico é outra coisa diferente.
fui praxada e no mesmo dia acabei com a praxe na universidade pois perguntei ao pseudo Sr. Dr. se ele tava a falar com a mãezinha dele ou alguma mulher da familia dele. Fui condenada a tribunal de praxe. Fui ás aulas todas, e nunca me lá foram buscar (queria ver alguém com eles no sitio para o fazerem)[:D] . Nunca praxei acho riduculo e humilhante. Fui a algumas semanas académicas, tive viagem de finalistas, fui a festas, tive borga e o mais importante de tudo fiz aquilo de q muitos se esquecem: estudei e tirem o curso em 5 anos.
Usei o traje na ultima semana durante a bençao de pastas e bailde de finalistas.

O maior orgulho, é ter saido da universidade de canudo na mao e os pseudo Dr ainda hoje pir lá andarem

Nao misturem tradição académica com praxes.
 
Uih, uma discussão sobre trajes e praxes e vida académica. É disto que eu gosto. [:D]

Só li, muito na diagonalmente, a primeira página, por isso a discussão para mim começa aqui. Se repetir algum argumento já referido por alguém peço desculpa.




Então tem a ver com quê?!
Desde já, e para abertura de hostilidades, refira-se que, o conceito de Praxe é mais abrangente do que os actos de praxe que o caloiros praticam a mando dos doutores.
A Praxe é todo o conjunto de costumes académicos positivado no Código de Praxe e aplica-se a todos os estudantes.
Aos estudantes que aceitam o Código de Praxe, este aplica-se de forma activa e implica o respeito integral por parte destes. Aos estudantes que não o aceitem, aplica-se de forma passiva, por omissão, sendo que estes ficam (auto)excluídos da Praxe (logo, excluídos dos costumes académicos a que se refere o referido código).

Quanto ao valor efectivo do Código, é claro que este é perfeitamente simbólico e decorre unicamente da aceitação mais ou menos generalizada da maioria dos sujeitos a que se refere.
Daí decorre que, à luz do direito da Nação, ninguém pode proibir quem quer que seja de usar o traje académico mas, a bem da honestidade intelectual das pessoas, temos de admitir que o seu uso fora do contexto do Código de Praxe da universidade em questão tem tanto significado como eu vir trabalhar de chinelos de meter no dedo, bermudas e camisa havaiana.[/quote]


Ou seja o traje é usado só para praxar??? Ou qdo o código o permite?
haja paciência
 
a praxe é normalmente uma parvoíce...
quando era estudante, entrei num curso que só existia há 1 ano, e a nossa "praxe" foi do género: "a praça do peixe é ali, logo as 22h vamos todos beber um copo. o pessoal juntou-se, e deu logo para conhecer o resto da malta porque passamos a noite a falar uns com os outros e não de quatro a cumprir ordens parvas ditas de forma agressiva. Durante o resto da semana fui conhecendo pessoas de outros cursos tal como o resto do mundo e não sofri de falta de integração porque não fui praxado.
o traje é uma tradição que achava bonita, comprei o traje, mas só o usei uma vez ou duas. Não queria ser confundido com o pessoal que manda os outros por-se de quatros.
Um pormenor "giro". A praxe chateia quem não quer ser praxado, e chateia o mundo em geral. Estávamos nas salas de aulas e havia sempre pessoal aos gritos e normalmente não respeitam quando se diz "desculpe, mas isto é uma escola e estou a tentar concentrar-me... podem ir fazer barulho para outro lado?". Deixam tudo sujo daquelas mistelas que derramam nos cabelos dos caloiros. Aquela coisa quer dizer "bem-vindo (claro!) se precisares de algo conta comigo!"
Chega de idiotices. Essa praxe só serve para que os frustrados que se sujeitaram no ano anterior se vinguem de terem sidos parvos... que bonito

o mundo em geral consegue "integra-se" sem andar de quatro e sem ser insultado.

O traje é uma farda. como qualquer farda, há regras para ser usada.
Estragaram a tradição do traje e da praxe. Por isso não digam que o que fazem é manter uma tradição.
 
Eu sou do 1º ano e não sou praxado, porque acho uma parvoíce. Há algumas brincadeiras engraçadas, mas não lido bem com bestas a gritarem comigo. Supostamente a praxe é para integrar as pessoas, para conhecerem-se, mas como eu digo, prefiro conhecer pessoas de pé e amigavelmente, do que de quatro enquanto finjo que estou a pegar de empurrão :sh) Seria muito mais lógico integrarem os caloiros de uma forma que todos gostassem e quisessem participar (no meu curso somos 100 e tal, e só 60 são praxados)...enfim, infantilidades...

Eu não pretendo trajar, porque não dou 170 euros por uma roupa, e não gosto de andar vestido de igual aos outros, como se fossemos meninos do colégio, mas se quisesse, garanto que ninguém me ia impedir. Tal como não me conseguiram pôr a assinar um papel a dizer que sou anti-praxe e entregar fotografia...





Ah, e não é por não ser praxado que os meus colegas me olham de lado, ou que deixei de conhecer pessoas, como muitos dizem...
 
E leiam um bocadinho da história académica...vão ver que o traje não tem nada a ver com a praxe...e aposto que quando lerem sobre as antigas praxes em coimbra, muitos vão deixar de dizer que "praxe é uma tradição" [:D]
 
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