Para mim, digam o que disserem, a praxe hoje em dia nada tem que ver com os verdadeiros valores e propósitos para que foi criada.
A partir daqui, tudo o que se diga para desculpar os praxantes ou a praxe, comigo não cola.[]
Nada a dizer então
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Para mim, digam o que disserem, a praxe hoje em dia nada tem que ver com os verdadeiros valores e propósitos para que foi criada.
A partir daqui, tudo o que se diga para desculpar os praxantes ou a praxe, comigo não cola.[]
Eu encaro as praxes "normais" (sem abusos) como uma prática que era perfeitamente dispensável.....não faz a mínima falta. Não sou anti-praxe, não me praxem é a mim !
E se quiser uso o traje universitário no 1º ano e 1º semestre...não usei porque não o comprei ainda, mas se o quisesse ter usado, ninguém me impediria. Era o que faltava ! Ter direito a usar traje só quem foi praxado.. comédia do mês....
Eu vi 2 a usarem o traje , sao caloiros, mas realmente foi já no 2º semestre.
Não passa tudo de uma palhaçada, eu fui praxado ainda que ligeiramente, e não tenho provas de como fui praxado.
Além disso, se eu quisesse usar o traje logo na 1ª semana de aulas do 1º semestre, ninguem me impediria....podiam tirar a capa, mas não era a mim de certeza.
Hum. aposto que estás a tirar Psicologia não[]
Uma Veterana deu-me uma folha com algumas assinaturas, era um abaixo assinado para um candidato qualquer a presidente da AEstudantes. Ela disse que eu tinha que ir passando aquilo por várias pessoas. A primeira pessoa foi um caixote do Lixo.
Hoje em dia, a praxe é um treta e falo hoje em dia porque não sei como era antigamente.
O facto é que a praxe é boa para os bêbados, para os que gostam de dar nas vistas e para os que têm o seu ego ferido (neste caso, os "doutores") que gostam muito de ser mandões e fazer dos outros coitado, escravos.
Escravos não, perdão.
Eles vão lá porque querem, salvo meia dúzia de excepções que vão porque têm medo de represálias. Depois vêm fazer queixa e lamentar-se a mim e a outros que não frequentam a praxe, dizendo que não têm tempo para nada senão para a praxe, que não estudam mais porque às tardes tiveram que ir beber umas jolas e rebolar na lama, etc etc.
Outro ponto deplorável, é o facto de, supostamente, não se poder usar traje sem ter sido praxado.
Mas que porra é esta?
Por acaso os individuos que fizeram estas regrinhas (leia-se, associções académicas) sabem a razão da existência do traje académico?
O traje nasceu para que todos os estudantes fossem iguais uns aos outros.
O traje serivia, na medida em que eram todos iguais, para não haver descriminações entre alunos. Todos são iguais, independentemente da religião, posses monetárias etc.
Portanto, quem quiser usar traje no 1º Semestre do 1º ano é livre de o fazer.
Quando entrei no curso, fui logo com a ideia de que não iria á praxe, mas lá fui uma vez.
Detestei.
Logo a primeira a que fui, foi vê-los a falar de pilas, de gajas, etc etc etc.
Rebolar no chão, chamar nobríssimos nomes às excelências de preto e responder a perguntas de treta.
Abandonei o grupo mal me enchi daquela porcaria.
Estávamos todos sentados no chão nessa altura, a dizer ámens a um tipo qualquer (possivelmente veterano), que nos dizia que só falávamos quando ele assim o quisésse.
A minah idea de praxe, seria um género de recepção ao caloiro, onde se faria uma visita guiada à escola e quem sabe, passar bons momentos a fazer jogos lúdicos.
Esta é a minha opinião.
Hoje em dia, a praxe é um treta e falo hoje em dia porque não sei como era antigamente.
O facto é que a praxe é boa para os bêbados, para os que gostam de dar nas vistas e para os que têm o seu ego ferido (neste caso, os "doutores") que gostam muito de ser mandões e fazer dos outros coitados, escravos.
Escravos não, perdão.
Eles vão lá porque querem, salvo meia dúzia de excepções que vão porque têm medo de represálias. Depois vêm fazer queixa e lamentar-se a mim e a outros que não frequentam a praxe, dizendo que não têm tempo para nada senão para a praxe, que não estudam mais porque às tardes tiveram que ir beber umas jolas e rebolar na lama, etc etc.
Outro ponto deplorável, é o facto de, supostamente, não se poder usar traje sem ter sido praxado.
Mas que porra é esta?
Por acaso os individuos que fizeram estas regrinhas (leia-se, associações académicas) sabem a razão da existência do traje académico?
O traje nasceu para que todos os estudantes fossem iguais uns aos outros.
O traje serivia, na medida em que eram todos iguais, para não haver descriminações entre alunos. Todos são iguais, independentemente da religião, posses monetárias etc.
Portanto, quem quiser usar traje no 1º Semestre do 1º ano é livre de o fazer.
Quando entrei no curso, fui logo com a ideia de que não iria á praxe, mas lá fui uma vez.
Detestei.
Logo a primeira a que fui, foi vê-los a falar de pilas, de gajas, etc etc etc.
Rebolar no chão, chamar nobríssimos nomes às excelências de preto e responder a perguntas de treta.
Abandonei o grupo mal me enchi daquela porcaria.
Estávamos todos sentados no chão nessa altura, a dizer ámens a um tipo qualquer (possivelmente veterano), que nos dizia que só falávamos quando ele assim o quisésse.
A minha ideia de praxe, seria um género de recepção ao caloiro, onde se faria uma visita guiada à escola e quem sabe, passar bons momentos a fazer jogos lúdicos.
Esta é a minha opinião.
Nada melhor do que perguntares aos teus colegas de curso, mais entendidos na matéria.Aproveitando o tópico.
Eeste ando tenho a benção das pastas, gostava de ir porque vai etar a malta toda com quem fiz o curso...
O "problema" é que não tenho traje e está-me a custar ir dar 130€ por um traje só para usar uma vez, quando posso ir com um simples fato.
Nesta coisa da benção costuma estar tudo de traje ou aparece muita gente de fato? É que não me apetecer ser u unico "urso" de fato... []