Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Radares da VCI multam 212 mil em seis meses
Os radares fixos de controlo de velocidade instalados na Via de Cintura Interna (VCI), no Porto, detectaram no primeiro semestre deste ano cerca de 212 mil infracções, disse hoje à agência Lusa fonte da câmara local.
De acordo com o director municipal da Via Pública, Alves da Silva, o número de infracções foi superior ao registado no primeiro semestre de 2006, "principalmente devido a um pico que existiu no mês de Março".
Alves da Silva referiu que a velocidade mais alta detectada até agora na VCI foi de 245 quilómetros à hora.
Três radares de controlo de velocidade foram instalados na VCI em 2002, a título experimental, tendo entrado em pleno funcionamento em 26 de Janeiro do ano seguinte, com a aplicação de coimas a velocidades superiores a 90 km/h e inferiores a 40 km/h.
No primeiro dia, foram detectados 650 automobilistas em excesso de velocidade, número que aumentou para 1.177 (em média) no primeiro semestre de 2007.
Este sistema, que custou à Câmara do Porto cerca de meio milhão de euros, detecta, através de sinais ocultos no pavimento, os veículos fora daqueles limites de velocidade.
O infractor tem então 150 metros para repor a velocidade entre os 40 e 90 km/h. Caso não o faça, o sistema regista em fotografia todos os dados da infracção, tais como data, hora, local e velocidade.
As coimas aplicadas por excesso de velocidade variam entre os 120 e os 1.200 euros, conforme o tipo de contra-ordenação (simples, grave ou muito grave) e o tempo que o infractor demora a pagar.
Os condutores que circulem a menos de 40 quilómetros por hora deveriam ser punidos com uma coima entre 60 e 300 euros, mas pelo menos no primeiro semestre deste ano não foi registada qualquer infracção por velocidade baixa.
"A entrada em funcionamento dos radares em 2003 reduziu drasticamente a velocidade média de utilização da VCI, tendo diminuído em cerca de 80 por cento o número de veículos acima dos 90 km/h relativamente à época de testes anterior", disse o director municipal da Via Pública.
"Não dispondo de dados sobre a sinistralidade em estradas nacionais, podemos afirmar, no entanto, que o número de sinistros se reduziu na mesma proporção da diminuição de velocidade", acrescentou.
Alves da Silva disse não dispor também de dados rigorosos sobre as multas aplicadas, dado que a cobrança das coimas ainda é feita pela Direcção-Geral de Viação (DGV), que depois entrega à Câmara do Porto a parte que lhe cabe.
Contudo, pela análise do mapa do primeiro semestre que o responsável facultou à Lusa, é possível verificar que, em média, circulam por dia na VCI 20 condutores a velocidades superiores a 120 km/h e perto de 1.200 a mais de 90 km/h.
Mais de dois terços (77%) dos infractores circulam entre os 91 e os 100 km/h, 17% até aos 110 km/h, 4% entre 111 e 120 km/h e 2% a mais de 120 km/h.
Alves da Silva referiu que continua a ser estudada a possibilidade de instalação de mais radares fixos no Porto, mas "neste momento a prioridade está a ser dada à instalação de outro tipo de sistemas de controlo, tais como semáforos actuados por sensores de velocidade".
© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2007-07-24 10:05:01
Andámos a dar uns bitates para o ar, se os radares traziam ou não melhorias no número de acidentes, se permitia regular o trânsito, etc...
Aqui podemos tentar fazer um comparação com o que se passou na VCI, após radares
Cada caso é um caso, acho que não é de todo comparável.
Passar na EUA junto ao feira nova a 50km/h dá vontade de mandar esses senhores pó crl!Aquilo parece uma manifestação...ou um funeral em que lá a frente vai o caixao com o morto...inconcebivel!
Andámos a dar uns bitates para o ar, se os radares traziam ou não melhorias no número de acidentes, se permitia regular o trânsito, etc...
Aqui podemos tentar fazer um comparação com o que se passou na VCI, após radares
E porquê não haver um único radar no Eixo N/S, essa montanha russa onde já morreu tanta gente e há-de continuar a morrer, que tem 3 faixas para cada lado mas que nalguns sítios circular acima de 80 kmh é um bilhete para a morte...
Só é multado quem quer mas ninguém me tira da cabeça que a prevenção rodoviária não foi minimamente tida em conta por quem decidiu a localização destes radares.
O que eu ainda não consegui perceber, foi porque é que ainda não vi nenhuma noticia a dizer quantos acidentes a menos houve ou atropelamentos.
Cada caso é um caso, mas podemos tentar comparar... as medidas são equivalentes, na VCI o objctivo era regular a velocidade, face ao que era praticado e numero de acidentes.
O objectivo em Lisboa era regular a velocidade em algumas artérias...
No caso do Porto já se pode ver os resultados, não podemos comentar? Muitos puseram em causa o facto de os radares diminuirem os acidentes, pelos vistos isso é conseguido...
Não vejo o pq de não poder ser comparado...
Eu tb não, mas ainda será um pouco cedo, para isso... não?
Pelos menos na VCI eles consideram ser considerável a redução do número de acidentes... quem passa no IC19, acha que há menos acidentes?
Pelo menos existe []
Até poderiam criar a 3ª... []
PS: Isto partindo do principio que os pontos negros são incontornáveis, porque em estradas modernas há muitas barbaridades que não deviam sequer passar do projecto.
Na av de ceuta anda-se a 30 nas ruas de Alcântara anda-se a voar ao pé de escolas e afins.
Pois é toda a gente sabe dos radares que existem no Porto principalmente na VCI aonde quem transgredir a velocidade leva multa..
Curiosamente passei pelo menos duas vezes a mais de 90 km/h e nada me aconteceu
Cumpr.
Fonte : Correio da ManhaOs 21 radares, do Sistema de Controlo de Velocidade e Vigilância de Tráfego, que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai instalar, pretendem diminuir os elevados números de sinistralidade que se têm registado, como é o caso dos mais de 3700 acidentes ocorridos no ano passado. Só na Avenida 24 de Julho foram registados 38 atropelamentos, e na Segunda Circular, 364 acidentes, uma média de um por dia.
Fonte:Correio da manhaApesar de satisfeita com a a entrada em funcionamento do projecto, Marina Ferreira lamenta que a CML só receba 30 por cento do valor das coimas. O Estado recebe 40 %, a Autoridade Nacional de Segurança recebe 20% e o Governo Civil 10%.
Pus uma noticia sobre isso no topico dos radares de Lisboa...