::::: Tópico Dos Radares :::::

CLIO_thoris escreves muito mas dizes pouco. Falas em ter direito a defender a tua opiniao, mas argumentos é coisa que nao se vê. Nao respondes directamente a nenhuma pergunta é pq os argumentos faltam.
 
Lisboa/Radares: 17.788 infracções registadas em apenas uma semana podem render mínimo de 320 mil euros à CML

Os 21 radares a funcionar em algumas vias de Lisboa detectaram 17.788 infracções na primeira semana de actividade, uma média de 2.541 infracções por dia, segundo informação da Comissão Administrativa que gere a Câmara de Lisboa.
As infracções cometidas durante a primeira semana de actividade dos radares irão render no mínimo mais de 1 milhão de euros, dos quais mais de 320 mil terão como destino os cofres da Câmara Municipal.
Os dados fornecidos pela Comissão Administrativa registam as infracções desde as 09:15 da passada segunda-feira (dia 16), quando os radares passaram a aplicar coimas depois de uma fase de experiência/adaptação desde Janeiro, até às 24:00 de Domingo.
No primeiro dia de actividade os radares registaram 4.090 infracções, com o valor recorde de velocidade a ser alcançado por um automobilista que chegou aos 176 quilómetros/hora, mais de o dobro dos 80 quilómetros/hora permitidos, na Radial de Benfica.
O novo sistema, inaugurado dia 16 pela presidente da Comissão Administrativa de Lisboa, Marina Ferreira, está instalado nas avenidas das Descobertas, da Índia, Cidade do Porto, Brasília, de Ceuta, Infante D. Henrique, Estados Unidos da América, Marechal Gomes da Costa e Gago Coutinho e nos túneis do Campo Grande, do Marquês de Pombal e da Avenida João XXI - onde o limite de velocidade é de 50 quilómetros/hora - e ainda na Radial de Benfica e na segunda circular, onde a velocidade máxima permitida é de 80 km/h.
Os condutores que forem detectados a ultrapassar os limites de velocidade nestas vias incorrem em multas entre os 60 e 2.500 euros, previstas no Código da Estrada.
Assim, os veículos ligeiros ou motociclos que excedam em 20 km/h os limites nestas vias, dentro das localidades, poderão ter de pagar coimas entre os 60 e os 300 euros; entre os 120 e os 600 euros se ultrapassarem o limite imposto em 20 a 40 km/h; de 800 a 1.500 euros se o excesso for de 40 a 60 km/h e de 500 a 2.500 euros se circularem a mais de 60 km/h que a velocidade máxima.
Para os restantes veículos, o excesso de velocidade é reduzido: coimas entre os 60 e os 300 euros para uma velocidade de 10 km/h superior à permitida; de 120 a 600 euros para um excesso entre os 10 e os 20 km/h; entre os 300 e os 1.500 euros para uma velocidade de 20 a 40 km/h superior à permitida e dos 500 aos 2.500 euros se a velocidade exceder a máxima em 40 km/h.


http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/GdAYLHtgYV208tkeTZz/Iw.html
 
Só quero dizer que tenho vergonha das pessoas responsaveis que instituiram estes radares numa cidade onde a velocidade media ronda quê?os 20km/h? Incrivel...

Sabem qual é o problema?Quem tem a pasta dos transportes e sinistralidade na CML não é engenheiro de transportes mas arquitecto urbanistico ou coisa parecida depois dá nisto...

Passar na EUA junto ao feira nova a 50km/h dá vontade de mandar esses senhores pó crl!Aquilo parece uma manifestação...ou um funeral em que lá a frente vai o caixao com o morto...inconcebivel!
 
Radares da VCI multam 212 mil em seis mesesOs

Radares da VCI multam 212 mil em seis mesesOs

Pelos vistos não é só em Lisboa

Radares da VCI multam 212 mil em seis meses
Os radares fixos de controlo de velocidade instalados na Via de Cintura Interna (VCI), no Porto, detectaram no primeiro semestre deste ano cerca de 212 mil infracções, disse hoje à agência Lusa fonte da câmara local.
De acordo com o director municipal da Via Pública, Alves da Silva, o número de infracções foi superior ao registado no primeiro semestre de 2006, "principalmente devido a um pico que existiu no mês de Março".
Alves da Silva referiu que a velocidade mais alta detectada até agora na VCI foi de 245 quilómetros à hora.
Três radares de controlo de velocidade foram instalados na VCI em 2002, a título experimental, tendo entrado em pleno funcionamento em 26 de Janeiro do ano seguinte, com a aplicação de coimas a velocidades superiores a 90 km/h e inferiores a 40 km/h.
No primeiro dia, foram detectados 650 automobilistas em excesso de velocidade, número que aumentou para 1.177 (em média) no primeiro semestre de 2007.
Este sistema, que custou à Câmara do Porto cerca de meio milhão de euros, detecta, através de sinais ocultos no pavimento, os veículos fora daqueles limites de velocidade.
O infractor tem então 150 metros para repor a velocidade entre os 40 e 90 km/h. Caso não o faça, o sistema regista em fotografia todos os dados da infracção, tais como data, hora, local e velocidade.
As coimas aplicadas por excesso de velocidade variam entre os 120 e os 1.200 euros, conforme o tipo de contra-ordenação (simples, grave ou muito grave) e o tempo que o infractor demora a pagar.
Os condutores que circulem a menos de 40 quilómetros por hora deveriam ser punidos com uma coima entre 60 e 300 euros, mas pelo menos no primeiro semestre deste ano não foi registada qualquer infracção por velocidade baixa.
"A entrada em funcionamento dos radares em 2003 reduziu drasticamente a velocidade média de utilização da VCI, tendo diminuído em cerca de 80 por cento o número de veículos acima dos 90 km/h relativamente à época de testes anterior", disse o director municipal da Via Pública.
"Não dispondo de dados sobre a sinistralidade em estradas nacionais, podemos afirmar, no entanto, que o número de sinistros se reduziu na mesma proporção da diminuição de velocidade", acrescentou.
Alves da Silva disse não dispor também de dados rigorosos sobre as multas aplicadas, dado que a cobrança das coimas ainda é feita pela Direcção-Geral de Viação (DGV), que depois entrega à Câmara do Porto a parte que lhe cabe.
Contudo, pela análise do mapa do primeiro semestre que o responsável facultou à Lusa, é possível verificar que, em média, circulam por dia na VCI 20 condutores a velocidades superiores a 120 km/h e perto de 1.200 a mais de 90 km/h.
Mais de dois terços (77%) dos infractores circulam entre os 91 e os 100 km/h, 17% até aos 110 km/h, 4% entre 111 e 120 km/h e 2% a mais de 120 km/h.
Alves da Silva referiu que continua a ser estudada a possibilidade de instalação de mais radares fixos no Porto, mas "neste momento a prioridade está a ser dada à instalação de outro tipo de sistemas de controlo, tais como semáforos actuados por sensores de velocidade".
© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2007-07-24 10:05:01​

Para podermos continuar a discutir.... [;)]
 
Última edição:
Andámos a dar uns bitates para o ar, se os radares traziam ou não melhorias no número de acidentes, se permitia regular o trânsito, etc...

Aqui podemos tentar fazer um comparação com o que se passou na VCI, após radares
 
Andámos a dar uns bitates para o ar, se os radares traziam ou não melhorias no número de acidentes, se permitia regular o trânsito, etc...

Aqui podemos tentar fazer um comparação com o que se passou na VCI, após radares


Cada caso é um caso, acho que não é de todo comparável.
 
Cada caso é um caso, acho que não é de todo comparável.

Cada caso é um caso, mas podemos tentar comparar... as medidas são equivalentes, na VCI o objctivo era regular a velocidade, face ao que era praticado e numero de acidentes.
O objectivo em Lisboa era regular a velocidade em algumas artérias...

No caso do Porto já se pode ver os resultados, não podemos comentar? Muitos puseram em causa o facto de os radares diminuirem os acidentes, pelos vistos isso é conseguido...

Não vejo o pq de não poder ser comparado...
 
Passar na EUA junto ao feira nova a 50km/h dá vontade de mandar esses senhores pó crl!Aquilo parece uma manifestação...ou um funeral em que lá a frente vai o caixao com o morto...inconcebivel!

Isso não é verdade,
Esta semana salvou-se a vida a pelo menos 3 caracois e 2 lagartixas.
Pelo menos 240 mil pessoas ficaram a saber que existe ali um feira nova , 10 pessoas inclusive alugaram escritorios nesses prédios.
[:)] [:)]
 
E porquê não haver um único radar no Eixo N/S, essa montanha russa onde já morreu tanta gente e há-de continuar a morrer, que tem 3 faixas para cada lado mas que nalguns sítios circular acima de 80 kmh é um bilhete para a morte...

Só é multado quem quer mas ninguém me tira da cabeça que a prevenção rodoviária não foi minimamente tida em conta por quem decidiu a localização destes radares.
 
Andámos a dar uns bitates para o ar, se os radares traziam ou não melhorias no número de acidentes, se permitia regular o trânsito, etc...

Aqui podemos tentar fazer um comparação com o que se passou na VCI, após radares


O que eu ainda não consegui perceber, foi porque é que ainda não vi nenhuma noticia a dizer quantos acidentes a menos houve ou atropelamentos.
 
E porquê não haver um único radar no Eixo N/S, essa montanha russa onde já morreu tanta gente e há-de continuar a morrer, que tem 3 faixas para cada lado mas que nalguns sítios circular acima de 80 kmh é um bilhete para a morte...

Só é multado quem quer mas ninguém me tira da cabeça que a prevenção rodoviária não foi minimamente tida em conta por quem decidiu a localização destes radares.

Resposta simples:
A senhora do PSD utiliza essa via [:p] [:)]
 
O que eu ainda não consegui perceber, foi porque é que ainda não vi nenhuma noticia a dizer quantos acidentes a menos houve ou atropelamentos.

Eu tb não, mas ainda será um pouco cedo, para isso... não?

Pelos menos na VCI eles consideram ser considerável a redução do número de acidentes... quem passa no IC19, acha que há menos acidentes?
 
Cada caso é um caso, mas podemos tentar comparar... as medidas são equivalentes, na VCI o objctivo era regular a velocidade, face ao que era praticado e numero de acidentes.
O objectivo em Lisboa era regular a velocidade em algumas artérias...

No caso do Porto já se pode ver os resultados, não podemos comentar? Muitos puseram em causa o facto de os radares diminuirem os acidentes, pelos vistos isso é conseguido...

Não vejo o pq de não poder ser comparado...


Diminue os acidentes naquelas condições e naquele sitio especifico. Por isso é que acho que não é comparável. A questão de reduzir a sinistralidade no global tambem acho que não é bem assim, simplesmente faz-se uma troca, em vez de ser naquele sitio passa a ser noutro qualquer. Claro que em pontos considerados muito perigosos, exemplo curva do monaco na marginal, faz todo o sentido, e ai nem precisa de passar multas.

PS: Isto partindo do principio que os pontos negros são incontornáveis, porque em estradas modernas há muitas barbaridades que não deviam sequer passar do projecto.
 
Eu tb não, mas ainda será um pouco cedo, para isso... não?

Pelos menos na VCI eles consideram ser considerável a redução do número de acidentes... quem passa no IC19, acha que há menos acidentes?

Eles consideram considerável, porreiro desde 2003 até 2007 não tiveram tempo para arranjar numeros reais?

Eu continuo a considerar mais uma manobra de arranjar dinheiro sem o minimo de credibilidade.
Na av de ceuta anda-se a 30 nas ruas de Alcântara anda-se a voar ao pé de escolas e afins.
 
PS: Isto partindo do principio que os pontos negros são incontornáveis, porque em estradas modernas há muitas barbaridades que não deviam sequer passar do projecto.

Concordo contigo...

Na av de ceuta anda-se a 30 nas ruas de Alcântara anda-se a voar ao pé de escolas e afins.

Eu moro em Alcantara e não ando a abrir ao pé de escolas e afins... (é impossivel fiscalizar todos os lugares, o desrespeito pelas regras, não é motivo para não fazer impor noutros lados) e tb deves saber que ainda o ano passado uma miuda morreu na av. de Ceuta, atropelada...
 
Radares no Porto

Radares no Porto

Pois é toda a gente sabe dos radares que existem no Porto principalmente na VCI aonde quem transgredir a velocidade leva multa..
Curiosamente passei pelo menos duas vezes a mais de 90 km/h e nada me aconteceu


Cumpr.
 
Eu não era para postar mais neste tópico, mas pronto...

Os 21 radares, do Sistema de Controlo de Velocidade e Vigilância de Tráfego, que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai instalar, pretendem diminuir os elevados números de sinistralidade que se têm registado, como é o caso dos mais de 3700 acidentes ocorridos no ano passado. Só na Avenida 24 de Julho foram registados 38 atropelamentos, e na Segunda Circular, 364 acidentes, uma média de um por dia.
Fonte : Correio da Manha

Volto a repetir, a maior parte dos radares não vai de encontro ao objectivo inicial, não estão localizados nos locais de sinistralidade mas sim em locais que convidam a velocidade moderada, e que não trazem perigo acrescido, como o exemplo da Av. M. Gomes da Costa, prolongamento AV E.U.A., Radial e 2 Circular....

E depois disto :

Apesar de satisfeita com a a entrada em funcionamento do projecto, Marina Ferreira lamenta que a CML só receba 30 por cento do valor das coimas. O Estado recebe 40 %, a Autoridade Nacional de Segurança recebe 20% e o Governo Civil 10%.
Fonte:Correio da manha

só não vê quem não quer. O objectivo é apanhar os distraídos, e fazer dinheiro.....

É impressionante, como eles fazem as pessoas de parvas....ou melhor é impressionante como o tuga é sempre papado pelos políticos....

E viva o futebol que é o mais importante neste rectângulo a beira mar plantado....
 
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