Tópico dos aviões

Isso do combustível acho que em tempos a TAP também já levou uma recomendaçãozita de LHR porque tinha por hábito chegar lá sem combustível para as esperas tão frequentes nesse aeroporto. É tudo a querer poupar...

Uma coisa é chegar com pouco combustível e pedir prioridade, outra é chegar a ter que declarar emergência. Quanto mais não seja porque numa situação de emergência existem custos brutais, quer na activação das equipas de emergência em terra, quer para as outras companhias que ficam no ar.

Isto já não falar no stress que causam aos controladores e no aumento do risco para todo o tráfego aéreo, ao teres que abrires corredores directos em zonas de aproximação altamente povoadas.

Acho que as companhias deviam pagar coimas astronómicas, cada vez que activassem os procedimentos de emergência (por falta de combustível). Talvez assim deixasse de compensar o "andar na reserva" para poupar uns trocos no combustível.
 
A malta gostar não gosta...mas é barato!

Pessoalmente já voei em lowcost melhor que a RA, por exemplo a EJet.

Também acredito que mais dia menos dia vai haver um azar, pois ao que parece demasiadas coisas na RA são descuradas, a ser verdade esse documentário![;)]

para já ainda têm uma frota nova e suponho que as tripulações sejam competentes o que ajuda a melhorar o quadro!

Mas quando o piloto sai do aeroporto e sabe que está mau tempo em Madrid, não devia levar combustível para alternar para Valência e aterrar com os tais 30 minutos no depósito ?

É que no caso falado, o avião nem chegou a borregar em Madrid!
Foi logo desviado para Valência e mesmo assim não conseguiram aterrar com os 30 minutos no depósito ..
Pelo menos foi isso que percebi no video..

isso nunca percebi muito bem, penso que o que foi analisado à chegada revelou que ainda tinham mais de 30mn de combustível. Não sei se borregaram em Madrid ou talvez tenham entrado em espera perto de Madrid e gastaram o combustível do borrego nisso. Podem não ter levado extra o que como é obvio era suposto, mas não acredito que levem menos que o mínimo.
 
Isso do combustível acho que em tempos a TAP também já levou uma recomendaçãozita de LHR porque tinha por hábito chegar lá sem combustível para as esperas tão frequentes nesse aeroporto. É tudo a querer poupar...

Por vezes não é fácil prever o quanto se deve levar a mais, se te reduzem a velocidade na descida lá vão 200/300 kg, entras em espera por 15mn e vão mais um 800. E com isto já foi uma tonelada extra.
mas isso também depende do destino, se o aeroporto tiver duas pistas e houver outros perto, podes aceitar não carregar tanto extra porque na eventualidade e alguém bloquear uma pista tens sempre muita escolha antes de alternar. Mas isto é por trafego, mau tempo ou baixa visibilidade é outra história.
 
Tive recentemente a oportunidade de conhecer o terminal 2 do aeroporto de Munique. É um terminal predominantemente virado para o médio-curso da Lufthansa (mesmo assim ainda vi por lá uns A340-600 e A330) e quase exclusivamente ocupado por esta (alguns parceiros da Star Alliance como a ANA ou LOT também por lá circulam).

Factos curiosos:
- é gigante ao ponto de se estivermos numa das pontas junto ao gate 1 não conseguimos ver a outra estando em linha recta [:D]
- vários pontos de café e chá gratuito para os passageiros da Lufthansa ao longo dos diversos gates, é só servir-se.
- estão lá as famosas napcabs, para se poder dormir com privacidade enquanto se espera a conexão, ainda que a preços nada simpáticos: €15 à hora, mínimo €30 com caução de €100, €10 hora no período nocturno [:cool:] Todas vazias, por sinal (mas ok, estive lá no final de tarde).
- o embarque é feito por portas automáticas, passando o código de barras do bilhete físico ou via passbook no sensor.

Não tenho grande experiência em terminais "de uma companhia". Apenas conhecia o 2F do CDG que faz o mesmo para a Air France. Este da Lufthansa bate-o aos pontos.
 
Última edição:
Governo vai gastar 108,2 milhões a preparar e atualizar F-16 para vender à Roménia
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O Conselho de Ministros determinou “autorizar, no âmbito do projeto para alienação pelo Estado Português de 12 aeronaves F -16 à República da Roménia, a realização da despesa destinada a suportar os encargos decorrentes do contrato a celebrar (…) até ao montante de 108 200 000,00 EUR (cento e oito milhões e duzentos mil euros), ao qual, quando aplicável, acresce o IVA à taxa legal em vigor”, refere o diploma hoje publicado.
O texto esclarece que os encargos serão “nomeadamente com a preparação e a atualização da configuração das aeronaves F -16 MLU, a revisão geral dos motores, a formação, treino e apoio logístico inicial e a sustentação de uma equipa de apoio técnico na República da Roménia, bem como para a atualização dos três aviões F -16 obtidos na condição Excess Defense Articles (EDA) dos Estados Unidos da América”.
O diploma determina ainda que o montante gasto pelo Governo português será repartido por cinco anos e não poderá exceder os 20 milhões de euros em 2013, os 37,9 milhões em 2014, os 29 milhões em 2015, os 18,6 milhões em 2016 e os 2,7 milhões em 2017.
Estes encargos “são suportados pelas verbas previstas no contrato de alienação de 12 aeronaves F-16 a celebrar com a República da Roménia”.
O Governo romeno anunciou a 19 de junho a compra a Portugal por 628 milhões de euros de 12 aviões de combate F-16.
As aeronaves de fabrico norte-americano, destinadas a substituir a frota de aviões Mig-21 da Força Aérea romena, deverão começar a ser entregues a partir de 2015, de acordo com o ministro da Defesa romeno, Mircea Dusa.

Dez caças F-16 e oito helicópteros PUMA (substituídos pelos EH 101 Merlin) da Força Aérea Portuguesa estão inscritos como alienáveis na Lei de Programação Militar (LPM), segundo o relatório de execução de 2011 a que a agência Lusa teve acesso em abril último.
De acordo com o documento, dos oito helicópteros PUMA, quatro estão em condições de venda imediata e a outra metade precisa de "uma profunda manutenção". Acrescenta o relatório que, dos "contactos com diversas entidades internacionais potencialmente interessadas" no ano passado "não foi possível identificar interessados".
Existem ainda dez aviões AVIOCAR inscritos para venda na LPM, mas que já só servem "para fins museológicos".
Os outros catorze estão "em condições de voo". Os AVIOCAR foram substituídos pelos novos C-295.
IN: Agência LUSA

Com este "abate" à nossa frota, com que meios operacionais é que ficamos?


Edd :)
 
A questão aqui não é não ser prática. É ser "imposta" (por imposição de uma cultura de medo), e não deixada ao critério do piloto essa decisão.

Eu desconhecia este "incidente" em Madrid/Valência, e confesso que me deixou muito de pé atrás em voltar a voar na Ryanair. 3 emergências por falta de combustível no mesmo dia, para o mesmo aeroporto e só desta companhia não podem ser só coincidência. Eventualmente a sorte pode acabar e eu não gosto que confiem a minha vida "à sorte".

Como disse o controlador aéreo, bastava que o outro voo que aterrou com uma falha de motor não tivesse conseguido sair da pista para teres 2 aviões no chão...

Eu nunca voei low cost mas acho que se exagera um bocado, eles tem 300 avioes, se fosse assim tão mau já teriam acidentes

Mas só para rematar
nesse dia em Madrid o tempo foi um milagre para 2 ou 3 voos, curiosamente todos iberia
Continuamos a falar em ryanair, mas em Valência houve outro aviao de outra companhia a fazer um voo europeu que pediu emergência,e já aterrou com um motor cortado e olhem que nao era nem é low cost
é a big boss da América do Sul
 
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Proximamente vou estrear-me num voo em avião não-jacto, no modelo "De Havilland DHC-8 400 Series".

Que posso esperar de diferente face uma viagem a jacto? É mais desconfortável por viajar a altitudes mais baixas? "Abana" muito? :D
 
Proximamente vou estrear-me num voo em avião não-jacto, no modelo "De Havilland DHC-8 400 Series".

Que posso esperar de diferente face uma viagem a jacto? É mais desconfortável por viajar a altitudes mais baixas? "Abana" muito? :D


BEWARE, BEWARE!
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É tão ou mais seguro que outra aeronave em que já tenhas voado! Quanto ao resto dependerá das condições atmosféricas à altitude cruzeiro, mas é mais provável abanar + um bocado por ser uma aeronave mais pequena!
 
Proximamente vou estrear-me num voo em avião não-jacto, no modelo "De Havilland DHC-8 400 Series".

Que posso esperar de diferente face uma viagem a jacto? É mais desconfortável por viajar a altitudes mais baixas? "Abana" muito? :D



Os sata inter-ilhas é disso e os série 200. Nunca vi nenhum com problemas.



Btw, nas Lajes até amanhã está um IL76 paquistanês.
 
Proximamente vou estrear-me num voo em avião não-jacto, no modelo "De Havilland DHC-8 400 Series".

Que posso esperar de diferente face uma viagem a jacto? É mais desconfortável por viajar a altitudes mais baixas? "Abana" muito? :D

Tenho dezenas de voos no Dash 8-400 e acredita que é uma moca, ligeiramente diferente de um jacto mas não muito. É um bocado barulhento como qualquer turbo hélice mas pelo menos os da Sata têm uns bancos muito confortáveis e as aproximações são mais interessantes pois o avião é extremamente manobrável. Também é engraçado ver o trem a sair e a recolher e veres o touchdown, se fores a uma janela claro, pois é trem de asa.
 
Tenho dezenas de voos no Dash 8-400 e acredita que é uma moca, ligeiramente diferente de um jacto mas não muito. É um bocado barulhento como qualquer turbo hélice mas pelo menos os da Sata têm uns bancos muito confortáveis e as aproximações são mais interessantes pois o avião é extremamente manobrável. Também é engraçado ver o trem a sair e a recolher e veres o touchdown, se fores a uma janela claro, pois é trem de asa.

Fiz 3 vôos nos Açores aqui há uns anos e nada a apontar:
-Faial - S. Miguel
- S. Miguel - Sta. Maria (ida e volta)
 
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