Eh pá...eu acho que fui mal interpretado...mas pronto, para não me repetir, e porque não tenho aqui à mão os dados de análise de estruturas (em vários polímeros, várias ligas metálicas, nanotubos de carbono, fibras de carbono simples, etc etc) que tive que utilizar para fazer uns trabalhos, peço apenas que vejam os valores de rigidez apresentados pelas marcas (a specialized tinha gráficos desses...agora não dou com eles) para os seus quadros em alumínio e os mesmos modelos em carbono.
Para haver um critério de comparação sobre os materiais neste aspecto usa-se o módulo de young. Ora o alumínio ronda os 70MPa (Mega Pascais), as fibras de carbono em estado bruto têm no mínimo o dobro, andam pelos 150 MPa...e uma forma "trabalhada" de carbono, os CNT (nanotubos) andam acima de 1 GPa (Giga Pascais).
Eu já tive a sorte de andar (mesmo que por umas centenas de metros apenas) numa das novas nomad em carbono e SEM DÚVIDA NENHUMA, o que mais se nota ali é um upgrade enorme na rigidez (especialmente lateral). Qualquer boa crítica que venha a saír sobre essa bicicleta tem que pelo menos mencionar isso.
A absorção, em componentes simples dá-se muitas vezes num eixo apenas, por causa da disposição das fibras...em componentes complexos, como quadros, a disposição é variável...havendo zonas que absorvem em sentidos diferentes. Daí fica mais complicado comparar.
Mas pronto, cada um com a sua, desde que todos estejam felizes é o que interessa.[

] Nem que seja com efeito placebo, a algum lado havemos de ir! [

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