Tópico das Casas

Para T3?
As tipologias T2 e T3 são as que têm normalmente mais procura.

Moradia ou T3.
A minha ideia de T2 foi precisamente essa, entre T2 e T3, sabendo eu que seria a médio prazo, optei pelo mais fácil de adquirir e melhor localizado.
T1 sempre esteve fora de questão.
T1 custava 80k€
T2 100/110k€
T3 140/150k€.

O esforço para o T3 era muito superior.

E tem se revelado certo, ainda não me fez falta o T3.

Mas presumo que vá fazer na próxima década. [:)]
 
Última edição:
Moradia ou T3.
A minha ideia de T2 foi precisamente essa, entre T2 e T3, sabendo eu que seria a médio prazo, optei pelo mais fácil de adquirir e melhor localizado.
T1 sempre esteve fora de questão.
T1 custava 80k€
T2 100/110k€
T3 140/150k€.

O esforço para o T3 era muito superior.

E tem se revelado certo, ainda não me fez falta o T3.

Mas presumo que vá fazer na próxima década. [:)]

Não tinhas um projeto de construir uma casa de campo?
Sempre avançou ou não?
 
Não tinhas um projeto de construir uma casa de campo?
Sempre avançou ou não?

Tenho terreno, tenho também uma casa. Adquiri os dois.

No terreno não posso construir, passou lá o fogo e afectaram aquilo de risco elevado de incêndio. [8b]

A casa ainda não consegui comprar um terreno contíguo, mas já esteve mais longe.

Ambos serão para avançar mal tenha os avalos.

Mas são outros 5 contos, estes englobam se em criar emprego para a minha esposa. Serão destinados a turismo.
 
Aos 25 anos adquiri um t2 com esse mesmo propósito

Correu tão bem que 4 anos depois estava vendido.

Comprei uma moradia de onde não penso sair até morrer. Ódio as mudanças de casa... E todos os investimentos imobiliários serão em moradias.
 
Depois de vos ler, compreendo mas acho arriscado.

Tem obviamente riscos.

Basta pensar num agregado 2+2 com rendimento por exemplo de 1.000+2.000 e com 2 CH.

O da casa em que vivem de por exemplo 600 euros + 400 euros de uma casa que arrendam por 500.

Numa situação de crise, o homem perde o emprego (2.000) o hóspede deixa de pagar ou vai-se embora, as casas ficam a valer menos que a hipoteca ....

Cai tudo como um castelo de cartas ....

Ou seja passam de um rendimento de 3500 com custos de hipotecas de 1000, para um rendimento de 1000+ subsídio de desemprego e os mesmos 1000 de custos, mais colégios, alimentação, seguros, transportes, etc.
 
Última edição:
Esse é o meu receio. Daí estar a fazer o investimento num período de tempo mais longo, mas mais cauteloso.

Disto fazer sentido a estar a perder oportunidades e adiar rendimentos vai uma distância que não consigo medir...

Não faltarão muitos anos, a correr bem, até ter o único crédito liquidado, e aí sim, pensar no tal novo investimento. Isto no âmbito do imobiliário.

Sobre o turismo, são outros valores, mais baixos e com rendimento quase garantido. Contudo quanto ao terreno, sobre o qual já tenho projecto, não vejo grandes alternativas.

Na casa, falta o terreno ao lado para fazer jardim e piscina, por forma a valorizar a estadia, que de outra forma, não viabiliza o que tenho pensado.
É se assim for, dou jeito ligeiro e alugo normalmente. Mas já serão retornos mensais de 100/150€.[:D]
 
Última edição:
O risco é sempre associado à taxa de esforço... o número de créditos em si nada diz.

Aliás, em principio, se eu gastar 1000 euros numa prestação de um CH ou 500 + 500 em dois CHs, estarei mais seguro no segundo caso, porque posso livrar-me apenas de um deles em caso de necessidade.
 
O risco é sempre associado à taxa de esforço... o número de créditos em si nada diz.

Aliás, em principio, se eu gastar 1000 euros numa prestação de um CH ou 500 + 500 em dois CHs, estarei mais seguro no segundo caso, porque posso livrar-me apenas de um deles em caso de necessidade.

Isso é óbvio [:D]

Se bem que na tal situação de crise é “chato” na casa que custou 200 em que a dívida está em 150, só se conseguir vender por 120 .....
 
Tem obviamente riscos.

Basta pensar num agregado 2+2 com rendimento por exemplo de 1.000+2.000 e com 2 CH.

O da casa em que vivem de por exemplo 600 euros + 400 euros de uma casa que arrendam por 500.

Numa situação de crise, o homem perde o emprego (2.000) o hóspede deixa de pagar ou vai-se embora, as casas ficam a valer menos que a hipoteca ....

Cai tudo como um castelo de cartas ....

Ou seja passam de um rendimento de 3500 com custos de hipotecas de 1000, para um rendimento de 1000+ subsídio de desemprego e os mesmos 1000 de custos, mais colégios, alimentação, seguros, transportes, etc.

Pois, mas com esses rendimentos nunca na vida me punha em prestações desses valores.

A gestão do risco começa logo aí, na prestação da HPP.
 
Atenção que o preço das casas ja está a descer...está bom para se comprar mas não para vender aos preços de antigamente! E mesmo para se comprar atenção á zona, localização, e que sejam negócios baratos ou bons negócios e que dê para valorizar quando o mercado tiver melhor!
 
Ok oscarcc, está bom para se comprar a baixo preço, para remodelar, alguém que esteja aflito e mesmo para se comprar a um preço mais vantajoso porque os preços estão a descer...
Para se vender como se fazia em fins de 2018 e semestre de 2019, é pior porque as pessoas estão ainda com a ideia de que vão conseguir vender por altos valores e são capazes de ficar com a casa muito tempo á venda porque os altos preços pedidos já nâo sâo reais, estão mais baixos. e se quiser vender rapido, vai ter de baixar o preço e assim o lucro é menor...
Portanto o segredo está na compra e pelo menor valor possível bom para o investidor, mas mau para o vendedor porque no passado este comprou mais alto e agora tem de baixar e lucrar menos , mas vender por menor valor para não ficar uma eternidade com a casa e queima -la no mercado e mais tarde ninguém a querer a não ser por um valor irrisório e praticamente sem lucro nenhum a perder dinheiro!
 
Isso é óbvio [:D]

Se bem que na tal situação de crise é “chato” na casa que custou 200 em que a dívida está em 150, só se conseguir vender por 120 .....

É uma verdade.

O truque dos bons negócios é quase sempre "comprar bem". Isso dá uma margem grande para as oscilações do mercado.

Novamente óbvio... [:D]
 
Pois, mas com esses rendimentos nunca na vida me punha em prestações desses valores.

A gestão do risco começa logo aí, na prestação da HPP.


Temos uma taxa de esforço aparente de 30%, não percebo o drama. Se tudo isso acontecer, o que não acontece de um dia para o outro, os putos saem do colégio e vão para a escola pública como milhões de outros putos, comem menos vezes fora e procura-se trabalho noutro lado, porque é assim que a vida funciona...
 
Temos uma taxa de esforço aparente de 30%, não percebo o drama. Se tudo isso acontecer, o que não acontece de um dia para o outro, os putos saem do colégio e vão para a escola pública como milhões de outros putos, comem menos vezes fora e procura-se trabalho noutro lado, porque é assim que a vida funciona...

Tudo depende do valor monetário dos 70%. [:D]

Aquela situação não está muito longe da minha. E não me sinto confortável com mais de 15% de taxa de esforço.

Continuo a valorizar coisas como ter os putos na escola que quero (1ª classe vão para a publica porque só existe essa), comprar os carros a PP, almoçar fora quando me apetece, dar-me ao luxo de viver a 80 km do escritório, ter empregada de limpeza, fazer quase 400 km aos sábados para frequentar uma PG, etc.

PS: Também gosto de viajar, mas é deixá-los crescer mais um bocado para amenizar a logística [:D]
 
Temos uma taxa de esforço aparente de 30%, não percebo o drama. Se tudo isso acontecer, o que não acontece de um dia para o outro, os putos saem do colégio e vão para a escola pública como milhões de outros putos, comem menos vezes fora e procura-se trabalho noutro lado, porque é assim que a vida funciona...

Dito assim é de facto simples.

Estou a acompanhar um caso desses, em que muda a casa, a escola dos miúdos (privado em Cascais para público na Reboleira...) e não são apenas 2 frases escritas num post algures. [;)]
 
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