Tópico das Casas

Aos anos que vejo anúncios do skycity sempre tudo vendido... mas aos anos que andam a pagar anúncios e as obras andam quase paradas. Não me arriscava nessa urbanização...

Apanharam grande parte da crise e apenas agora recomeçaram.

Em tempos chegaram a ter uma barraca no alegro a dizer 90% vendido. [:)]
Mas valia a pena pagar uma barraca no alegro para vender apenas 10%... Sim sim.
 
Mas essa conversa ainda cola?

Existem sempre compradores de primeira viagem.

Já para não falar que o sentimento de mercado, até ao final de 2018, podia favorecer estas fábulas.

Afinal, a ideia vendida era de que os vistos gold, e/ou europeus que querem vir para cá passar a reforma, estavam a comprar tudo o que o mercado tinha de apetecível, com negócios fechados logo na primeira visita.
 
em 2005 comprei um T3 em planta, ao BES, com plano de pagamento a cada 6 meses, entregaram a casa em 2007 (on time), passados entes anos é que percebo o risco que corri [:)]
inconsciente do caraças.
 
em 2005 comprei um T3 em planta, ao BES, com plano de pagamento a cada 6 meses, entregaram a casa em 2007 (on time), passados entes anos é que percebo o risco que corri [:)]
inconsciente do caraças.

Risco?

Devíamos era ter comprado 3...

Agora tinhas o terreno e a construção paga e ainda lá metias uns quantos brinquedos na garagem! [:D]

E nessa urbanização efectivamente foi tudo vendido em cerca de 15 dias.
 
em 2005 comprei um T3 em planta, ao BES, com plano de pagamento a cada 6 meses, entregaram a casa em 2007 (on time), passados entes anos é que percebo o risco que corri [:)]
inconsciente do caraças.

Outros tempos e realidades.

No Brasil era comum as grandes construtoras, que tinham de trabalhar com capitais próprios dado os juros obscenos que os bancos praticavam / praticam, "financiarem" os próprios clientes.

Coloco entre aspas, porque o dinheiro não lhes saia da conta para a do cliente. Na realidade aquilo era mais um esquema de pagamentos faseados acrescido de juros altíssimos, que por vezes era feito através de outra empresa dos mesmos donos, para blindar responsabilidades em caso de eventuais falências / incumprimentos.

Ou sejam, as construtoras além do lucro na venda do apartamento, ainda ganhavam obscenidades com a manobra, ou não fossem os juros terem andado vários anos acima de 10% / ano.

Claro que com a crise e o encerramento de portas de muitos, quem ficou verdadeiramente a arder foram os compradores.

Curiosamente, os bancos aguentaram-se. :sh)
 
Relativamente a imóveis da banca, nomeadamente BCP, alguém tem ideia de como estão as coisas?

Nomeadamente ao nível de preços e possibilidade de negociação?

Sei que, por norma, o crédito é mais facilitado, mas a questão era mesmo em relação aos preços, pois se na altura da crise era fácil comprar por preços baixos, agora com o mercado em alta, os próprios bancos devem esticar-se.
 
Relativamente a imóveis da banca, nomeadamente BCP, alguém tem ideia de como estão as coisas?

Nomeadamente ao nível de preços e possibilidade de negociação?

Sei que, por norma, o crédito é mais facilitado, mas a questão era mesmo em relação aos preços, pois se na altura da crise era fácil comprar por preços baixos, agora com o mercado em alta, os próprios bancos devem esticar-se.

Tenho ideia (posso estar errado), que são pouco flexíveis
 
Tenho ideia (posso estar errado), que são pouco flexíveis

Pois, acredito que sim, mas os preços de venda serão os de mercado, ou pretendem apenas recuperar o valor em divida e mais algum lucro? A questão é mais essa.

Tenho um amigo que morava numa casa alugada de um banco e quando este a quis vender por 180k, soube qual era o valor em divida, ofereceu 150k e comprou-a por esse valor. Naturalmente que cada caso é um caso, mas gostava de ter uma ideia, pois soube ontem de um apartamento que ainda nem está á venda, mas que acabou de reverter para o banco.
 
Tenho ideia (posso estar errado), que são pouco flexíveis

Em regra são pouco flexíveis porque não querem estragar mercado às agências imobiliárias, que são parceiras dos bancos por excelência. Aliás, na maior parte das vezes são agências imobiliárias que se encarregam de vender os imóveis dos bancos.
 
Em regra são pouco flexíveis porque não querem estragar mercado às agências imobiliárias, que são parceiras dos bancos por excelência. Aliás, na maior parte das vezes são agências imobiliárias que se encarregam de vender os imóveis dos bancos.

Pois, não me admiro que assim seja, porque não veja grandes diferenças nos preços.

Embora vá tentar saber informações para compra direta, mas não tenho grandes esperanças.
 
Pessoal, estão a acompanhar o polémico caso do prédio Coutinho em Viana do Castelo? O que pensam sobre isso?

Já tentei procurar o valor das indemnizações mas só encontrei um valor de 2005 (1037€ m2)...

Em 2005 parecia-me um valor aceitável, hoje em dia não é... No entanto quem andou a engonhar o processo este tempo todo foram os morados.

Corrijam-me se estiver errado.
 
Última edição:
Já tentei procurar o valor das indemnizações mas só encontrei um valor de 2005 (1037€ m2)...

Em 2005 parecia-me um valor aceitável, hoje em dia não é... No entanto quem andou a engonhar o processo este tempo todo foram os morados.

Corrijam-me se estiver errado.


Acho que um dos moradores falou em 200K, mas que na zona anda tudo dos 370K para cima..
 
A demolição estava prevista para 2000. Ou seja já lá vão 19 anos.

Há ainda que referir que estamos a falar apenas de 6 casas ainda ocupadas num total de 105. 99 donos chegaram a acordo.
 
https://www.jn.pt/nacional/galerias...a-costa-entre-caminha-e-espinho-10114772.html
Há tantos previstos para demolição. Edifício transparente no Porto, na Póvoa de Varzim há "n".. Um dos mais famosos até por a água estar perto é em Ofir (Esposende); até acho que está meio desabitado.

1568030.jpg
 
Relativamente a imóveis da banca, nomeadamente BCP, alguém tem ideia de como estão as coisas?

Nomeadamente ao nível de preços e possibilidade de negociação?

Sei que, por norma, o crédito é mais facilitado, mas a questão era mesmo em relação aos preços, pois se na altura da crise era fácil comprar por preços baixos, agora com o mercado em alta, os próprios bancos devem esticar-se.

A grande diferença é o financiamento possível até aos 100%.

Pelo que me disseram pessoas que trabalham no meio, a tendência é os imóveis da banca, nestes trâmites que os conhecemos, desaparecerem. São entregues a fundos imobiliários que fazem posteriormente a sua gestão. Isso nem sempre é assim tão vantajoso como possa parecer dado que estes fundos nem estão assim tão dentro do mercado, avaliam os imóveis por meios próprios e nem sempre são tão flexíveis como isso.

O certo é que há uns tempos andei de olho num imóvel de um banco e foi precisamente isso que aconteceu, desapareceu do portfólio do banco respectivo, mas continua à venda. As condições de 100% de financiamento é que já não se aplicam. Neste caso particular o preço é ridiculamente alto dado que este imóvel teria sido avaliado há mesmo muito tempo (nunca habitado, atenção) e naquela zona específica os preços caíram desde então.

No caso do BCP não faço ideia como será e se vão adoptar esta política.

A questão da negociação de um imóvel com a banca não creio que possa fugir muito às regras habituais: se for um imóvel com alguma procura (zona, preço, qualidades gerais) não acredito que se consiga negociar grande coisa. Agora há imóveis muito dificeis de vender, e aí... meu amigo.

Já agora, por aqui mais um que anda nestas andanças de compra de imóveis, fora das grandes áreas metropolitanas. Fase de escolher o banco para o CH.
 
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