Ruie34
Membro histórico
A grande diferença é o financiamento possível até aos 100%.
Pelo que me disseram pessoas que trabalham no meio, a tendência é os imóveis da banca, nestes trâmites que os conhecemos, desaparecerem. São entregues a fundos imobiliários que fazem posteriormente a sua gestão. Isso nem sempre é assim tão vantajoso como possa parecer dado que estes fundos nem estão assim tão dentro do mercado, avaliam os imóveis por meios próprios e nem sempre são tão flexíveis como isso.
O certo é que há uns tempos andei de olho num imóvel de um banco e foi precisamente isso que aconteceu, desapareceu do portfólio do banco respectivo, mas continua à venda. As condições de 100% de financiamento é que já não se aplicam. Neste caso particular o preço é ridiculamente alto dado que este imóvel teria sido avaliado há mesmo muito tempo (nunca habitado, atenção) e naquela zona específica os preços caíram desde então.
No caso do BCP não faço ideia como será e se vão adoptar esta política.
A questão da negociação de um imóvel com a banca não creio que possa fugir muito às regras habituais: se for um imóvel com alguma procura (zona, preço, qualidades gerais) não acredito que se consiga negociar grande coisa. Agora há imóveis muito dificeis de vender, e aí... meu amigo.
Já agora, por aqui mais um que anda nestas andanças de compra de imóveis, fora das grandes áreas metropolitanas. Fase de escolher o banco para o CH.
Anda para o pé de mim... tenho uma vivenda para vender [
PS: Isto não é DE TODO uma tentativa de venda. [