TGV - Sim ou Não

Mas não serve para as viagens internas, e isso é que os habitantes andam a reclamar, e andarem lá automotoras velhas e a cheirar a diesel por todos os lados e sem AC.

A linha que atravessa o algarve eu sei que está parada no tempo, nao é electrificada, tem via unica em alguns locais, e tem estações antigas, e comboios antigos.

Mas mesmo modernizada o comboio nessa linha será sempre um regional e nem faz sentido ser de outra maneira, pois a ideia é servir essas localidades todas, mas podia ser uma coisa moderna, a nivel de comboios , de linhas e de estações.
 
nunca percebi muito bem o que justifica o TGV em Portugal.
mas, vá lá, a ligação a espanha, ainda vá que não vá, greve de pilotos/outro pessoal da aviação, viagem solitária ou com mais um elemento, a possibilidade de a linha ser usada para carga, e mais alguma coisita que possa ajudar a justificar...

agora em relação às outras linhas? esqueçam lá isso, nem depois de fumar meia duzia de brocas e beber uma garrafa de whisky, lá chego.

o estado é que vai arcar sempre com os prejuízos, que vão ser muitos, à imagem do que se passa nos contentores em Alcântara.

Lx » Porto, já estamos servidos.
Lx » algarve, sai mais barato actualizar a linha para pendular.

Porto » Vigo mas com que fundamento?

algarve » Sevilha (acho) para quê?


em viagens familiares, ainda sai mais barato ir de carro.

vai ser um investimento a fundo perdido, garantidamente, e como nas SCUTs cá vamos esstar nós para pagar, caso nos sirvamos dela ou não.

se o estado que injectar dinheiro na economia, que o faça de modo a abranger o maior nº possível de beneficiários, componha as estradas nacionais, limpe os rios/ribeiras, estradas camarárias, invista em paineis solares nos hospitais, escolas, tribunais, e outras instituições publicas, invista em cisternas nas escolas, hospitais, etc., para ser possível a rega dos jardins durante algum tempo no verão, nos esgotos de povoações sem eles, em rede eléctrica para povoações sem electricidade, a linha do Algarve (já aqui falada), etc., etc....

tem muito onde gastar sem logo à partida o dinheiro sair de Portugal, beneficiando muita gente e o próprio estado.

em relação ao aeroporto, bom, mas qual é a pressa?
é realmente preciso ser feito, mas não me parece que tenha de ser já a correr, podendo aproveitar para que os privados também paguem os prejuízos da aposta que fazem, é que só se vê tanto empresário a o querer, porque sabem que se correr mal, o estado vai amparar a situação.


Já vem de longa data os Portugueses não sabem rentabilizar as infraestruturas que têm, mais raramente são sustentaveis, mas adoramos fazer grandes obras para engrandecer o ego.

No tristemente celebre governo do aperto o cinto, o Dr. Mario Soares continou a pagar o emprestimo da barragem de Cabora Baça a juros altissimos porque era uma barragem Portuguesa, das maiores do mundo, e seria muito proveitosa no futuro, passarm tantos Portugueses mal para se pagar aquilo, o Socrates no ano passado ofereceu-a aos Moçambicanos.

Saimos de Macau oferecemos um Aeoroporto, para mostrar como somos grandiosos.

Fizemos o Alqueva para mostrar que também sabemos fazer baragens grandes no nosso pais, o Guterres apressou-se a inaugurá-la, ainda hoje o projecto não está terminado, não fornece àgua às populações à volta, e ainda à pouco tempo andavam a instalar o segundo gerador!!!

Querem fazer um novo aeoroporto, pode ser necessário, mas não é preciso ser de imediato e aposto que o aeroporto da Portela nunca fechará como dizem, quanto mais não seja para voos domesticos, sendo reestruturado pode ser uma mais valia para Lisboa, no entanto se o interface entre o novo aeroporto Internacional de Lisboa e os transportes da cidade não funcionarem bem, vai ser melhor aterrar no Sá Carneiro e apanhar um voo domestico para a Portela.

Em relação ao TGV o unico motivo porque o querem fazer é que o lobby TGV, que é o lobby dos paises mais ricos d Europa mandou fazer, por isso o Socrates tem de o fazer porque um dia destes sai do governo e quer que os amigos lhe arranjem um bom taxo nessa Europa.

Quanto às pessoas que dão como certo que serão empresas Portuguesas a construir a linha de TGV, vão estudar o assunto porque a nossa participação vai ser muito pequenina.
 
Lx » Porto, já estamos servidos.
Lx » algarve, sai mais barato actualizar a linha para pendular.



se o estado que injectar dinheiro na economia, que o faça de modo a abranger o maior nº possível de beneficiários, componha as estradas nacionais, limpe os rios/ribeiras, estradas camarárias, invista em paineis solares nos hospitais, escolas, tribunais, e outras instituições publicas, invista em cisternas nas escolas, hospitais, etc., para ser possível a rega dos jardins durante algum tempo no verão, nos esgotos de povoações sem eles, em rede eléctrica para povoações sem electricidade, a linha do Algarve (já aqui falada), etc., etc....

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o alfa pendular faz lisboa - faro essa actualização já foi feita.

E escolas é que o mais se faz em portugal actualmente muitas e tribunais tambem embora menos.
 
Já vem de longa data os Portugueses não sabem rentabilizar as infraestruturas que têm, mais raramente são sustentaveis, mas adoramos fazer grandes obras para engrandecer o ego.

No tristemente celebre governo do aperto o cinto, o Dr. Mario Soares continou a pagar o emprestimo da barragem de Cabora Baça a juros altissimos porque era uma barragem Portuguesa, das maiores do mundo, e seria muito proveitosa no futuro, passarm tantos Portugueses mal para se pagar aquilo, o Socrates no ano passado ofereceu-a aos Moçambicanos.

Saimos de Macau oferecemos um Aeoroporto, para mostrar como somos grandiosos.

Fizemos o Alqueva para mostrar que também sabemos fazer baragens grandes no nosso pais, o Guterres apressou-se a inaugurá-la, ainda hoje o projecto não está terminado, não fornece àgua às populações à volta, e ainda à pouco tempo andavam a instalar o segundo gerador!!!

Querem fazer um novo aeoroporto, pode ser necessário, mas não é preciso ser de imediato e aposto que o aeroporto da Portela nunca fechará como dizem, quanto mais não seja para voos domesticos, sendo reestruturado pode ser uma mais valia para Lisboa, no entanto se o interface entre o novo aeroporto Internacional de Lisboa e os transportes da cidade não funcionarem bem, vai ser melhor aterrar no Sá Carneiro e apanhar um voo domestico para a Portela.

Em relação ao TGV o unico motivo porque o querem fazer é que o lobby TGV, que é o lobby dos paises mais ricos d Europa mandou fazer, por isso o Socrates tem de o fazer porque um dia destes sai do governo e quer que os amigos lhe arranjem um bom taxo nessa Europa.

Quanto às pessoas que dão como certo que serão empresas Portuguesas a construir a linha de TGV, vão estudar o assunto porque a nossa participação vai ser muito pequenina.

Ora nem mais! Quem ganha mais com isto não somos nós são os outros.
 
O conceito/idéia original é de origem estrangeira, o planeamento/execução é de origem nacional, os fundos são de origem mista, mas na questão da detenção da tecnologia e know-how técnico é estrangeiro e para complicação da questão digamos que os detentores da dita são muito exigentes na inclusão de novos parceiros estratégicos no negócio.

Que tem por consequência directa alterar as forças económicas na execução da obra, [;)]

Sim mas uma obra deste tipo isso é normal e irrevante, pois isto é uma grande obra num todo, o tgv é só a cereja no topo do bolo. Toda a obra de construção civil é feita por portugueses, depois sao sub-empreitadas de variadissimas especialidades, aí tambem é tudo portugues a mao de obra, só na parte que entrar mesmo o TGV ou nalgum equipamente novo que nao houvesse cá tem de vir tecnicos dar formação e fazer muitas vezes não as montagens mas sim as assessorias. Alem de tudo o resto ser certificado mas temos cá pessoal tecnico para praticamente tudo.
 
o alfa pendular faz lisboa - faro essa actualização já foi feita.

E escolas é que o mais se faz em portugal actualmente muitas e tribunais tambem embora menos.

mea culpa, santa ignorância [:D] mas quando vou lá para baixo, vou de carro e cheio[;)]

em relação a escolas, digo escolas desde a pré à universidade[;)]

quando digo tribunais, digo tudo o que tenha a ver com o assunto, conservatórias, finanças, câmaras, etc.

o que me parece é que como é muita gente a trabalhar, muito empreiteiro, etc, mesmo que os montantes envolvidos sejam iguais, o ganho é menor. dá mais trabalho a recolha da dizima![;)]
 
o alfa pendular faz lisboa - faro essa actualização já foi feita.

E escolas é que o mais se faz em portugal actualmente muitas e tribunais tambem embora menos.

O alfa pendular faz Lisboa Faro. Fazê-lo à velocidade máxima é que é mais difícil [:p]

Nephilim quando se diz dar dinheiro para escolas não significa construir mais escolas. Porque uma escola não é só erguer um prédio. É preciso dinheiro para equipamentos para os alunos. E não se trata só de computadores.
 
Sim mas uma obra deste tipo isso é normal e irrevante, pois isto é uma grande obra num todo, o tgv é só a cereja no topo do bolo. Toda a obra de construção civil é feita por portugueses, depois sao sub-empreitadas de variadissimas especialidades, aí tambem é tudo portugues a mao de obra, só na parte que entrar mesmo o TGV ou nalgum equipamente novo que nao houvesse cá tem de vir tecnicos dar formação e fazer muitas vezes não as montagens mas sim as assessorias. Alem de tudo o resto ser certificado mas temos cá pessoal tecnico para praticamente tudo.

eu andei a fazer a IP5 entre Mangualde e Celorico da Beira, a principal empresa era Holandesa, nacional era a mão de obra (alguma), tout-venan (brita com pó), betão, ferro vinha muito de Espanha, rails da Alemanha, betuminoso, manilhas, maquinas é tudo importado, incluindo camiões, etc.

devo acrescentar que quem manteve a obra em andamento foram os holandeses, o estado deixou de pagar... mas depois receberam... imagino quanto a mais, ainda por cima com as alterações ao projecto, impostas pela C.E.E (na altura).


a grande, grande maioria do guito sai logo, nenhum tuga lhe vai ver a cor[8b]
 
eu andei a fazer a IP5 entre Mangualde e Celorico da Beira, a principal empresa era Holandesa, nacional era a mão de obra (alguma), tout-venan (brita com pó), betão, ferro vinha muito de Espanha, rails da Alemanha, betuminoso, manilhas, maquinas é tudo importado, incluindo camiões, etc.

devo acrescentar que quem manteve a obra em andamento foram os holandeses, o estado deixou de pagar... mas depois receberam... imagino quanto a mais, ainda por cima com as alterações ao projecto, impostas pela C.E.E (na altura).


a grande, grande maioria do guito sai logo, nenhum tuga lhe vai ver a cor[8b]
Acredito, as autoestradas é sempre um problema pois as empresas portuguesas estao sempre a reparar estradas e ao se fazer uma AE tem que haver equipamento que nem sem existe disponivel por cá, logo quem ganha o concurso sao empresas estrangeiras.
 
Sim mas uma obra deste tipo isso é normal e irrevante, pois isto é uma grande obra num todo, o tgv é só a cereja no topo do bolo. Toda a obra de construção civil é feita por portugueses, depois sao sub-empreitadas de variadissimas especialidades, aí tambem é tudo portugues a mao de obra, só na parte que entrar mesmo o TGV ou nalgum equipamente novo que nao houvesse cá tem de vir tecnicos dar formação e fazer muitas vezes não as montagens mas sim as assessorias. Alem de tudo o resto ser certificado mas temos cá pessoal tecnico para praticamente tudo.


Errado a obra de construção civil nunca será toda feita por Portugueses, isso não funciona assim porque é uma obra de responsabilidade, nem sequer a fiscalização da obra será Portuguesa.
 
Sim mas uma obra deste tipo isso é normal e irrevante, pois isto é uma grande obra num todo, o tgv é só a cereja no topo do bolo. Toda a obra de construção civil é feita por portugueses, depois sao sub-empreitadas de variadissimas especialidades, aí tambem é tudo portugues a mao de obra, só na parte que entrar mesmo o TGV ou nalgum equipamente novo que nao houvesse cá tem de vir tecnicos dar formação e fazer muitas vezes não as montagens mas sim as assessorias.

Alem de tudo o resto ser certificado mas temos cá pessoal tecnico para praticamente tudo.

Não há formação dada ou partilhada, há negócio de venda de tecnologia da AV a todos os níveis, na construção fisica do projecto existe trabalho dado a empresas nacionais em teoria, daí o interesse do executivo (leia-se trabalho dado ao sector).

Há que entender as particularidades de quem tem real acesso à tecnologia, que a produz é a sua fonte de receita na AV.
 
Errado a obra de construção civil nunca será toda feita por Portugueses, isso não funciona assim porque é uma obra de responsabilidade, nem sequer a fiscalização da obra será Portuguesa.

Mas estás a falar de que obra?[:blush:] e tas a falar de que fiscalização? ou certificação?

o TVG envolve montes de empreitadas, em portugal ha empresas que fazem quase tudo, ou seja as estações é tudo feito por empresas de cá, pois até a de evora posso saber quem esta a tratar dela, em portugal só veem empresas de fora quando nós não temos resposta para fazer esse trabalho, tem de ser uma coisa muito especifica.
 
Última edição:
Boas,

Só n vê quem n quer q esta obra será 90% importada, directa ou indirectamente!
Tipo a Qimonda q era o maior exportador mas, esquecem-se q é tb um dos maiores importadores...

Passo a explicar:
Começando no projecto - msm q ganhe um consórcio PT vai ser em parceria c uma empresa estrangeira, pois n há know-how neste tipo de projectos. Nunca cá foi feito nem se vai fazer mais, pelo q n interessa formação neste campo.
Mt provavelmente francês!

Materiais - Desde linhas, a travessas, aos cabos de alta tensão e até as composições vão importados.
- Linhas: temos siderurgias mas n temos matéria prima suficiente, pelo q teremos de importar aço em bruto e do bom no mínimo (falta saber se há maquinaria e conhecimentos, mais uma vez). Alemão?;
- Travessas: a msm coisa, podemos talvez produzir o cimento;
- Cabos: Cobre, quase a mesma coisa, podemos eventualmente ter siderurgias onde mas, falta-nos a matéria prima, tal como as linhas. Espanha/França/Alemanha/Rússia?;
- Composições: Totalmente importadas, inteiras ou às peças, a diferença é quase nula. França/Alemanha?;
- Maquinaria de montagem e construção das linhas: Mais uma coisa importada ou alugada a uma empresa estrangeira. França/Alemanha;
- Certificação: N se faz cá nem vale a pena ir por aí pois mais uma vez é "once in a life time";

- Energia: Já pensaram q mt provavelmente vamos ter de importar energia apenas p/ ligar as máquinas?
Sabem q as falhas de energia na REFER/CP são uma constante? Tanto a nível das linhas como a nível de sinalização e até na sede de comando em Braço de Prata!?!?

A UE dá-nos os fundos pq sabe q teremos de importar 90% do material!... Ao contrário do contracto q o Estado PT vai fazer com a concessionária, prevê-se q seja numa situação win-loss, a UE vai ser numa situação de win-win, espalhada pela Europa.
Todo o know-how vai ter de ser importado tb, o conhecimento q vai ficar é remanescente em relação ao todo.

O português só vai servir p/ abrir o buraco, mais nada! Isto pegando apenas em coisas assim mais básicas, falta aqui mt mais coisa claro...

Desculpem o testamento,
Edd :)
 
Acredito, as autoestradas é sempre um problema pois as empresas portuguesas estao sempre a reparar estradas e ao se fazer uma AE tem que haver equipamento que nem sem existe disponivel por cá, logo quem ganha o concurso sao empresas estrangeiras.

Mas estás a falar de que obra?[:blush:] e tas a falar de que fiscalização? ou certificação?

o TVG envolve montes de empreitadas, em portugal ha empresas que fazem quase tudo, ou seja as estações é tudo feito por empresas de cá, pois até a de evora posso saber quem esta a tratar dela, em portugal só veem empresas de fora quando nós não temos resposta para fazer esse trabalho, tem de ser uma coisa muito especifica.

Curioso, Nephilim em que aspecto concreto na projecção/planeamento/execução/fiscalização/manutenção de uma AE não estão disponiveis os materiais ou recursos humanos em Portugal, mesmo no aspecto de renovação do pavimento com materiais reciclados e com maior durabilidade estão presentes, até no aspecto da vigilância electrónica temos empresas e universidades com material avançado, só vejo uma ou duas falhas, falta de capital ou mau uso do disponível na correcta manutenção das mesmas, falta de envergadura de capital nos concursos públicos na adjudicação da obra por parte das empresas nscionais, [;)]
 
Curioso, Nephilim em que aspecto concreto na projecção/planeamento/execução/fiscalização/manutenção de uma AE não estão disponiveis os materiais ou recursos humanos em Portugal, mesmo no aspecto de renovação do pavimento com materiais reciclados e com maior durabilidade estão presentes, até no aspecto da vigilância electrónica temos empresas e universidades com material avançado, só vejo uma ou duas falhas, falta de capital ou mau uso do disponível na correcta manutenção das mesmas, falta de envergadura de capital nos concursos públicos na adjudicação da obra por parte das empresas nscionais, [;)]

No casos do TGV existe uma variedade de obras distintas...uma é fazer as linhas, ou seja montar o carril e fazer a electrificação, esta area é especifica e nao sei se sao empresas portuguesas a fazer, outra coisas sao viadutos de betao , facilmente feito por nós, viadutos em aço já pode ser mais complicado, mas a estações e toda essa zona é feito por empresas portuguesas tipo Mota Engil e depois eles tem empreitada, de agua esgotos, avac , electricidade etc etc , e sao normalmente tudo feito por empresas de cá.
Para testar o TVG mesmo é que devem vir peritos de fora.
 
"Nephilim, No casos do TGV, (...)"

Em relação ao TGV já o tinha dito acima, a tecnologia é paga, o reduto de acesso à mesma é mesmo um reduto de empresas multinacionais que apenas colhem um investimento estratégico feito há muito pelos seus países, em relação às AE ou outro tipo de infra-estrutura pesada tipo barragens, aquedutos, pontes, entre outros qual é a dificuldade interna de execução?, [;)]
 
A linha que atravessa o algarve eu sei que está parada no tempo, nao é electrificada, tem via unica em alguns locais, e tem estações antigas, e comboios antigos.

Mas mesmo modernizada o comboio nessa linha será sempre um regional e nem faz sentido ser de outra maneira, pois a ideia é servir essas localidades todas, mas podia ser uma coisa moderna, a nivel de comboios , de linhas e de estações.

Eu não ponho em causa o regional, ponho em causa é o tipo de material que lá anda. O Algarve não é propriamente fresco, e material modernizado com AC já faz falta lá há muito tempo. Agora velharias não obrigado.
 
O alfa pendular faz Lisboa Faro. Fazê-lo à velocidade máxima é que é mais difícil [:p]

Nephilim quando se diz dar dinheiro para escolas não significa construir mais escolas. Porque uma escola não é só erguer um prédio. É preciso dinheiro para equipamentos para os alunos. E não se trata só de computadores.

Remodelaram a linha em vez de a fazerem nova, por isso ele vai pela serra quase 1h sem passar dos 80, 100 Km/h. Se tivessem logo feito uma linha nova a direito lá para Albufeira ou Loulé, é que tinha sido uma boa ideia.
 
Boas,

Só n vê quem n quer q esta obra será 90% importada, directa ou indirectamente!
Tipo a Qimonda q era o maior exportador mas, esquecem-se q é tb um dos maiores importadores...

Passo a explicar:
Começando no projecto - msm q ganhe um consórcio PT vai ser em parceria c uma empresa estrangeira, pois n há know-how neste tipo de projectos. Nunca cá foi feito nem se vai fazer mais, pelo q n interessa formação neste campo.
Mt provavelmente francês!

Materiais - Desde linhas, a travessas, aos cabos de alta tensão e até as composições vão importados.
- Linhas: temos siderurgias mas n temos matéria prima suficiente, pelo q teremos de importar aço em bruto e do bom no mínimo (falta saber se há maquinaria e conhecimentos, mais uma vez). Alemão?;
- Travessas: a msm coisa, podemos talvez produzir o cimento;
- Cabos: Cobre, quase a mesma coisa, podemos eventualmente ter siderurgias onde mas, falta-nos a matéria prima, tal como as linhas. Espanha/França/Alemanha/Rússia?;
- Composições: Totalmente importadas, inteiras ou às peças, a diferença é quase nula. França/Alemanha?;
- Maquinaria de montagem e construção das linhas: Mais uma coisa importada ou alugada a uma empresa estrangeira. França/Alemanha;

- Certificação: N se faz cá nem vale a pena ir por aí pois mais uma vez é "once in a life time";

- Energia: Já pensaram q mt provavelmente vamos ter de importar energia apenas p/ ligar as máquinas?
Sabem q as falhas de energia na REFER/CP são uma constante? Tanto a nível das linhas como a nível de sinalização e até na sede de comando em Braço de Prata!?!?

A UE dá-nos os fundos pq sabe q teremos de importar 90% do material!... Ao contrário do contracto q o Estado PT vai fazer com a concessionária, prevê-se q seja numa situação win-loss, a UE vai ser numa situação de win-win, espalhada pela Europa.
Todo o know-how vai ter de ser importado tb, o conhecimento q vai ficar é remanescente em relação ao todo.

O português só vai servir p/ abrir o buraco, mais nada! Isto pegando apenas em coisas assim mais básicas, falta aqui mt mais coisa claro...

Desculpem o testamento,
Edd :)

Apesar de a Bombardier ter acabado com a Sorefame da Amadora, ainda há empresas que montam tanto carruagens como locomotivas. Por ex as Ultimas locomotivas electricas da CP, da encomenda de 25, 22 foram cá montadas, por isso por cá ainda há quem percebe dessa area. Agora TGV,acho que vai ser pra ir ali a badajoz comprar caramelos [:D]
 
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