Peugeot 208


Objectivos:

  • 49 g de CO[SUB]2[/SUB] emitidos em, média, por km.
  • 8 segundos dos 0 aos 100 km/h.

Incidência dos trabalhos:

  • redução de peso.
  • melhoria da eficiência do motor e da caixa.
  • melhoria aerodinâmica.
  • tornar um carro num híbrido, acoplando um sistema eléctrico.

O carro no qual foram feitas as modificações foi um Access equipado com o motor de 1 litro de cilindrada. As alterações foram levadas a cabo pela Peugeot Sport.

Pontos a ser tratados
Redução de peso e melhoria aerodinâmica:
  • Substituição de molas helicoidais por molas transversais e fibra de vidro.
  • Painéis da carroçaria em polímeros plásticos, nalgumas partes, reforçados com kevlar. Noutras zonas, temos fibra de vidro e fibra de carbono, diminuindo bastante peso.
  • Compósitos plásticos utilizados para cobrir a parte inferior do carro, melhorando a aerodinâmica; a zona traseira foi redesenhada, de modo a melhorar a eficiência aerodinâmica. À excepção dos vidros das portas, todos os outros foram substituídos por policarbonato, material que já vem a ser aplicado nos faróis dos carros há uns anos.
  • Rodas: jantes de 19", sendo os pneus uns 145/65. A resistência ao rolamento é 20% inferior às originais que eram mais largas. O desenho também é mais aerodinâmico. Como os pneus são tão estreitos, não é necessária direcção assistida.
  • Dispensa do servofreio (explicado já a seguir).

Alterações mecânicas:
  • Discos de travão de maior diâmetro, aumentando o binário de travagem, desta forma, dispensa-se o servofreio. O peso desce, graças à dispensa do servofreio. O sistema de travagem está apoiado pela travagem regenerativa do sistema híbrido.
  • Motor modificado para aumentar eficiência, mas não a potência. São aplicadas partículas de endurecimento DLC (suponho que seja Diamond-like Carbon) para diminuir o atrito entre as peças móveis e as estáticas (por exemplo, entre o êmbolo e o cilindro). Ao mesmo tempo, foi aumentada a cilindrada do motor, debitando os mesmos 68 cv, embora tenha o binário máximo aumentado em 25%.
  • Bielas de titâneo, pistões de liga de alumínio, cambota em aço submetido a nitruração*, todos estes elementos contribuiram para a redução de peso.
  • A concepção do circuito de refrigeração também ajudou a poupar peso.

Hibridização:

  • O motor eléctrico oferece 30 kW de potência motriz, 100 kW como gerador eléctrico, debitando 30 Nm de binário máximo.
  • O motor eléctrico também funciona para fazer marcha-atrás, deste modo, retiram-se as engrenagens para a marcha-atrás da caixa de velocidades, tirando mais um pouco de peso.
  • A bateria é de 0.56 kWh e pesa 25 kg.

Resultados disto tudo: um carro com 780 kg, rápido e económico, sem investir apenas em sistemas híbridos complexos ou em baterias.

*nitruração é um tratamento químico dado ao aço, introduzindo azoto para aumentar a dureza superficial

Ayer te traíamos las imágenes, hoy te traemos más datos oficiales de este interesante híbrido prestacional que ha preparado Peugeot para el Salón de Frankfurt.

Partiendo de un 208 Access con motor de un litro de cilindrada de gasolina, los ingenieros de Peugeot Sport se pusieron manos a la obra para crear un coche capaz de obtener sus objetivos marcados: 49 gramos de CO2 emitidos de media por kilómetro y 8 segundos en el 0 a 100 por hora.

Para ello se trabajó en reducción de peso, incremento de eficiencia del motor y la caja de cambios, mejora aerodinámica e hibridación eléctrica.

El primer paso del desarrollo se concentró en la reducción de peso y en la mejora aerodinámica. Se puede comprobar en las imágenes que una de las soluciones para ello ha sido sustituir los muelles helicoidales "de toda la vida" por un ballestón transversal de fibra de vidrio, muy en la línea del empleado en el Corvette desde hace décadas.

Toda la carrocería está recubierta de paneles fabricados con polímeros plásticos reforzados en ocasiones por aramida, en otras por fibra de vidrio o fibra de carbono, ahorrando una buena parte del peso estándar. También se emplean composites plásticos para realizar una bandeja que cubre el inferior del vehículo para mejorar la aerodinámica, y se modifica el portón posterior, alargando su diseño, para mejorar el comportamiento aerodinámico. Todos los cristales del coche menos los vidrios de las puertas han sido sustituidos por policarbonato, el mismo material empleado ya desde hace una década en las tulipas de los faros delanteros.

Las ruedas se sustituyen por unas 145/65 R19. Tienen una resistencia a la rodadura un 20% inferior a las originales más anchas, al tiempo que el diseño de la llanta es más aerodinámico. Gracias al empleo de una sección tan estrecha se puede prescindir, además, de la dirección asistida.

Se usan discos de freno de mayor diámetro para incrementar el par de frenado, lo que permite prescindir del servofreno, en otro punto de ahorro de peso, que está secundado por la frenada regenerativa del sistema híbrido.

El motor se ha modificado para incrementar su eficiencia, pero no su potencia máxima. Se emplea para ello deposición de partículas endurecedoras DLC para lograr menor fricción entre los elementos móviles y los estáticos (émbolos versus camisas, por ejemplo), al tiempo que se ha incrementado la cilindrada desde el litro hasta el litro con dos en este tres cilindros. Da los mismos 68 caballos, pero el par motor se incrementa un 25%.

Las bielas son de titanio, los pistones de una aleación de aluminio, y el cigüeñal es de acero nitrurado, logrando entre todos ellos ahorrar peso. También se ahorra peso en el diseño de todas las galerías del circuito de refrigeración.

El motor eléctrico del sistema híbrido es capaz de ofrecer 30 kW de potencia motriz, y 100 kW como generador eléctrico, con 30 Nm de par máximo. Además, hace las veces de sistema de marcha atrás, pudiendo eliminar los engranajes destinados a tal efecto de la caja de cambios manual. La batería es de 0,56 kWh, sólo pesa 25 kilos. La caja de cambios es pilotada, por cierto.

¿Resultado y objetivo de todo esto? Peugeot Sport ha demostrado cómo se puede hacer un coche de 780 kilos, rápido y que gaste realmente poco, sin apenas gastar dinero en complicados sistemas híbridos o enormes baterías. Nos gustaría probarlo, y sobre todo, poder ver cuántos de estos elementos son directamente aplicables a la producción, ya que elementos como las bielas de titanio, por poner un simple ejemplo, no son "pan de cada día" para los motores de calle, por su elevado costo.

Sea como sea, nos gusta la idea de Peugeot de demostrar hasta dónde se puede llegar con la técnica conocida.
 
Actualmente só o novo i3 fará uso deste novo paradigma no que toca a rodas. Larguras estreitas para diâmetros enormes.
Caro agora, mas dado o interesse que está a gerar na indústria, não me espantaria que as próximas gerações de utilitários/pquenos familiares, a serem lançados lá para o final da década, não acabem por usar este tipo de rodas, permitindo o baixar de custos.

Quanto ao 208, é um exercício fascinante, e acredito que tenhamos todas as outras marcas no meio de processos semelhantes, dado as imposições ao nivel de emissões que vêm aí.
O problema, como sempre, é ver até que ponto é economicamente viável todas estas soluções.
Mas parece-me claro que muitas das soluções apresentadas (muitas delas já são mais que viáveis para serem introduzidas no mercado), deverão encontrar lugar no sucessor do 208 e modelos consequentes.

Curioso que a mecânica sofra um processo de up-sizing, sem aumento de cavalagem, mas tendo como consequência maior aumento de binário e provavelmente, uma distribuição bastante mais eficaz do mesmo.
Resultado final com performances espevitadas e corte radical nos consumos/emissões.
Deveremos ver muito mais disto, e na linha de produção, conforme nos aproximarmos do final da década.
 
Actualmente só o novo i3 fará uso deste novo paradigma no que toca a rodas. Larguras estreitas para diâmetros enormes.
Caro agora, mas dado o interesse que está a gerar na indústria, não me espantaria que as próximas gerações de utilitários/pquenos familiares, a serem lançados lá para o final da década, não acabem por usar este tipo de rodas, permitindo o baixar de custos.

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Consumos 208, 1.2 Vti

Consumos 208, 1.2 Vti

Boa tarde,

Tenho um 208 1.2 Vti Allure, com 17.000 km´s. Não estou a conseguir fazer consumos inferiores a 6.2, e ´faço todos os dias cerca de 70 kms sempre em auto estrada ou via rápida e tenho matido uma velocidade de 90/120 kms/hora. Está-me a parecer um exagero face aos consumos anunciados.
Alguém com a mesma motorização me pode dizer que consumos faz? Obrigado
 
Boa tarde,

Tenho um 208 1.2 Vti Allure, com 17.000 km´s. Não estou a conseguir fazer consumos inferiores a 6.2, e ´faço todos os dias cerca de 70 kms sempre em auto estrada ou via rápida e tenho matido uma velocidade de 90/120 kms/hora. Está-me a parecer um exagero face aos consumos anunciados.
Alguém com a mesma motorização me pode dizer que consumos faz? Obrigado
Consumos anunciados? Esquece isso. È muito dificil fazer igual ao anunciado.
 
Boa tarde,

Tenho um 208 1.2 Vti Allure, com 17.000 km´s. Não estou a conseguir fazer consumos inferiores a 6.2, e ´faço todos os dias cerca de 70 kms sempre em auto estrada ou via rápida e tenho matido uma velocidade de 90/120 kms/hora. Está-me a parecer um exagero face aos consumos anunciados.
Alguém com a mesma motorização me pode dizer que consumos faz? Obrigado

Média do spritmonitor: 6,3 l/100 km.

Tudo normal portanto.
 
obrigado pela resposta, mas acho estranho o meu consumo totalmente extra urbano ser superior ao anunciado para urbano. Esperava fazer um consumo de 5,5 no máximo nestas condiçoes.

Também acho elevado, até porque o meu GPunto de 65cv faz esses mesmos 5,5L nessas condições e o 208 é um carro mais leve e com um motor moderno.
 
Boas!

O meu 208 acaba de fazer 11mil km e os consumos não baixam dos 7.1l/100km, tendo em conta ser um 3 cilindros é um bocado elevado uma vez que no meu 308 1.6 hdi faço médias de 5.8l/100km e é um carro mais pesado e anda um bocadinho mais.

Mas o que me traz por cá é o touchscreen do 208 que desde há duas semanas aparece no visor "sistema com defeito". Alguem já teve problema semelhante? Disseram-me que podia ser da pendrive, mas também poderia ser do frio. Tou a ver que se for à peugeot eles vão enrolar e basicamente tou lixado!!!
 
O meu 208 1.2 vti, com 18000kms faz 6.2-6.3 médias de "9999kms" em cidade (Lisboa) SEMPRE com AC Auto e uma ou outra viagem de AE.
A 90-110 gasta menos que isso. Versao Allure com jantes 16" e pneu 195.
 
Parece-me bem apetecível para os recem-encartados com algum dinheiro.
Peugeot 208 Like special edition announced for France, will reach other European markets
Peugeot has introduced the 208 Like special edition which will initially be available in France but will reach other European markets in the near future.It will be sold in both three- and five-door versions and clients will have to select from one of the following exterior body paints: Rouge Rubi, Noir Perla Nera, Bleu Virtuel, Gris Aluminium and Blanc Banquise. Regardless of choice, all of them will have white wheels and contrasting details such as the mirrors, grille frame and the "208 Like" stickers.
The interior scheme has received a white & blue theme as the door trim, gearshift lever, climate control area and seatbelts were painted in white while the seats have a black & blue look and come with white stitching and "208 Like" lettering.
The Peugeot 208 Like comes as standard with a tire pressure monitoring system, climate control, USB/AUX support, Pioneer sound system with headphones, cruise control (with speed limiter), electric windows, ABS, ESP and six airbags. Under the hood there's a 1.0-liter PureTech gasoline engine with 68 PS (50 kW) and a 1.4-liter HDi diesel with the same output. Both of them are mated to a 5-speed manual transmission.
Prices in France for this special edition Peugeot 208 kick off at 10,490 EUR for the gasoline-powered version.
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