Partidos Portugueses

Partidos Portugueses

  • Bloco de Esquerda

    Votos: 8 11,0%
  • CDS - Partido Popular

    Votos: 7 9,6%
  • MPT - Partido da Terra

    Votos: 2 2,7%
  • Nova Democracia

    Votos: 1 1,4%
  • Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses

    Votos: 1 1,4%
  • Partido Comunista Português

    Votos: 4 5,5%
  • Partido Democrático do Atlântico

    Votos: 1 1,4%
  • Partido Ecologista "Os Verdes"

    Votos: 3 4,1%
  • Partido Humanista

    Votos: 2 2,7%
  • Partido Liberal Democrata

    Votos: 2 2,7%
  • Partido Nacional Renovador

    Votos: 2 2,7%
  • Partido Operário da Unidade Socialista

    Votos: 1 1,4%
  • Partido pelos Animais e pela Natureza

    Votos: 4 5,5%
  • Partido Popular Monárquico

    Votos: 6 8,2%
  • Partido Social Democrata

    Votos: 6 8,2%
  • Partido Socialista

    Votos: 5 6,8%
  • Partido Trabalhista Português

    Votos: 0 0,0%
  • Portugal pro Vida

    Votos: 21 28,8%
  • Não tenho interesse por qualquer partido

    Votos: 14 19,2%

  • Total de eleitores
    73
O que comparas são duas realidades completamente mas completamente distintas. Crês que em Portugal há espaço para um ensino superior como o que descreves? Quantos achas que podem pagar os valores que referes? E o retorno desse investimento em Portugal?

Eu estou a falar de um curso tirado num Politécnico, até acho que paguei demais.


Quanto à exigência estamos 100% de acordo e também concordo que temos um ensino superior sobre-dimensionado e desajustado da nossa realidade, com oferta lectiva completamente desconectada da realidade.

Mas então, como dizes e bem, fechem-se cursos e faculdades que não sirvam ao país, não as vamos é transformar em fonte de rendimento para o Estado e "obrigar" o pessoal a pagar o que não pode como forma de punição.

Já nos vamos a afastar do tema principal mas também gosto de discutir estas coisas, por exemplo, o nosso maior erro, com tradução na taxa de desemprego, foi ter-mos praticamente acabado com o ensino profissional e termos empurrado o pessoal para cursos superiores. Eu ainda fui do tempo em que ter um canudo era tudo, quando o que hoje mais falta faz são mecânicos, electricistas, etc...

Totalmente de acordo.

Mas para mim este tipo de modelo só seria adequado para uma economia em melhor estado que a nossa e com um tecido produtivo bem maior que o existente. Para já só serviria para mandar ainda mais cérebros para fora do país...
 
Olha que o nosso ensino público até está bem cotado, isto considerando a Europa a 27.

Agora para as nossas necessidades e pelos números dispares do custo por aluno que já vimos para aí há umas páginas atrás, neste tópico, vimos que a propina máxima é manifestamente pouco para cursos superiores com um cariz técnico-científico mais vincado.

Estou sempre a pensar mais nestas áreas por causa das indústrias transformadoras e tal... percebes o ponto de vista? [;)]

Repara, o valor da propina não é independente. Tu não podes comparar 1000€ de propinas para quem ganha 800€ com quem ganha 3000€.

Nós temos dos custos mais elevados na Europa. Não sou eu que o digo, é o tal estudo. Se olharmos para o 10º lugar, até nem seja uma diferença assim tão grande. O problema é que lá fora as universidades têm programas que fazem com que Portugal passe para o 3º lugar. E aí sim, já é muito preocupante.

O que tu disseste depois, eu concordo a 100%. O nosso ensino superior deveria virar-se muito mais para o mercado de trabalho, e na minha opinião, esse deveria ser o caminho, para baixar o custo aos estudantes. E não colocar a 100% o valor das propinas.

A discussão começou, voltando ao tópico, com a questão que o tal partido odiado e criticado, até apresenta ideias válidas. E alguém limitou-se a não concordar e a achar ridículo sem fazer a mais pequena ideia do que estava a falar. O melhor ensino superior do Mundo vai para os EUA e UK. Depois talvez a Austrália. E vamos guardar as nossas opiniões pessoais, porque essa classificação foi pública no ano passado. E não querer saber o que se faz lá fora, nesses tais melhores do Mundo, é sim, ridículo.

Se tu aumentares as propinas para 3000€ anuais (por exemplo) vais ter uma enorme quebra nos estudantes do ensino superior. E penso que o objectivo do país não deve ser cortar a educação aos seus habitantes com o mote "já há muitos licenciados". Se fossem todos, certamente seríamos um país mais instruído.

Agora se conseguíssemos trazer rendimentos às universidades públicas com outros meios que não as propinas, porque não pensar seriamente nisso?
 
Totalmente de acordo.

Mas para mim este tipo de modelo só seria adequado para uma economia em melhor estado que a nossa e com um tecido produtivo bem maior que o existente. Para já só serviria para mandar ainda mais cérebros para fora do país...


O que só prova que o nosso Ensino Superior, ao contrário de que às vezes querem fazer parecer, tem qualidade e é reconhecido

O que não há, como dizes e bem, mercado interno nem economia para os absorver.
 
Mas eu não disse que devia ser gratuito. O Ensino Superior deve ser comparticipado e não pago na totalidade pelo Estado. O que tu defendes-te foi o contrário, que devia ser pago pelo aluno a 100%.

Ou achas que é por o Ensino Superior ser comparticipado que os livros da primária não o são? Não sejamos ingénuos [;)]

Como já disse, falta de conhecimento...

O Ensino Superior e o Ensino Básico e Secundário são separados no Orçamento...

Por exemplo o tal partido que o user não sabe nem lhe interessa, propõe uma melhor organização das creches. Mas lá está... não interessa.

Não se discutem ideias em Portugal. Discutem-se partidos. E os mesmos que se indignam com PS e PSD, são os primeiros a nem querer ler/ouvir programas dos outros partidos...
 
O que só prova que o nosso Ensino Superior, ao contrário de que às vezes querem fazer parecer, tem qualidade e é reconhecido

O que não há, como dizes e bem, mercado interno nem economia para os absorver.

Nem são abertas a possibilidade na mente dos alunos, pelas instituições de ensino, de se tornarem criativos/empreendedores nas opções pós-universitário...A maioria depois de canudo na mão ou já têm em mente que vai trabalhar para caixa de um hiper (quando eu era caloiro já se cantava isso nas praxes e já vai quase uma década) ou sai iludido que deveria ter direito a um emprego...porque sim.
 
Repara, o valor da propina não é independente. Tu não podes comparar 1000€ de propinas para quem ganha 800€ com quem ganha 3000€.

Nós temos dos custos mais elevados na Europa. Não sou eu que o digo, é o tal estudo. Se olharmos para o 10º lugar, até nem seja uma diferença assim tão grande. O problema é que lá fora as universidades têm programas que fazem com que Portugal passe para o 3º lugar. E aí sim, já é muito preocupante.

O que tu disseste depois, eu concordo a 100%. O nosso ensino superior deveria virar-se muito mais para o mercado de trabalho, e na minha opinião, esse deveria ser o caminho, para baixar o custo aos estudantes. E não colocar a 100% o valor das propinas.

A discussão começou, voltando ao tópico, com a questão que o tal partido odiado e criticado, até apresenta ideias válidas. E alguém limitou-se a não concordar e a achar ridículo sem fazer a mais pequena ideia do que estava a falar. O melhor ensino superior do Mundo vai para os EUA e UK. Depois talvez a Austrália. E vamos guardar as nossas opiniões pessoais, porque essa classificação foi pública no ano passado. E não querer saber o que se faz lá fora, nesses tais melhores do Mundo, é sim, ridículo.

Se tu aumentares as propinas para 3000€ anuais (por exemplo) vais ter uma enorme quebra nos estudantes do ensino superior. E penso que o objectivo do país não deve ser cortar a educação aos seus habitantes com o mote "já há muitos licenciados". Se fossem todos, certamente seríamos um país mais instruído.

Agora se conseguíssemos trazer rendimentos às universidades públicas com outros meios que não as propinas, porque não pensar seriamente nisso?

Exacto. Elas já têm forma de realizar receitas próprias, como por exemplo arrendamento de anfiteatros, cursos livres, etc.. Na parte dos patrocínios há muito mais que pode ser feito.

Quanto às propinas a forma de equilibrar é moralizando o acesso ao superior com a cedência de bolsas, por exemplo. Infelizmente, não é sustentável o acesso ao ensino superior de alunos com médias negativas por muito mais tempo. Não acho justo um aluno trabalhador com boa média de acesso ser-lhe retirada a vaga só porque não consegue suportar o encargo com a propina, independentemente do seu valor. Mas estes mecanismos já existem...
 
Exacto. Elas já têm forma de realizar receitas próprias, como por exemplo arrendamento de anfiteatros, cursos livres, etc.. Na parte dos patrocínios há muito mais que pode ser feito.

Quanto às propinas a forma de equilibrar é moralizando o acesso ao superior com a cedência de bolsas, por exemplo. Infelizmente, não é sustentável o acesso ao ensino superior de alunos com médias negativas por muito mais tempo. Não acho justo um aluno trabalhador com boa média de acesso ser-lhe retirada a vaga só porque não consegue suportar o encargo com a propina, independentemente do seu valor. Mas estes mecanismos já existem...

Ora nem mais! Não diria melhor!apr:)

Por isso é importante ouvirmos propostas de várias fontes, vários partidos, porque quiça, uma não trará uma ajuda.
 
Nem são abertas a possibilidade na mente dos alunos, pelas instituições de ensino, de se tornarem criativos/empreendedores nas opções pós-universitário...A maioria depois de canudo na mão ou já têm em mente que vai trabalhar para caixa de um hiper (quando eu era caloiro já se cantava isso nas praxes e já vai quase uma década) ou sai iludido que deveria ter direito a um emprego...porque sim.


Eu ia escrever algo parecido mas depois abstive-me porque já era fora do tema do tópico.

Mas de facto, não são as instituições de ensino público que têm que arranjar empregos para os estudantes, a mim nunca me prometeram isso. O que estas instituições fazem é fornecer as ferramentas para que os seus alunos possam enfrentar o mercado de trabalho e depois, cada um faz com elas o que achar melhor.

Eu acabei por criar o meu próprio negócio porque já tenha essa predisposição, embora o empreendedorismo até fosse tema recorrente no curso.
 
Por falarem em Gays e similares aí atrás recebi a seguinte citação presumivelmente atríbuida ao Miguel Esteves Cardoso


"Na Europa, cada manifestação "do orgulho Gay" contou, em média, com 100.000 pessoas. Cada manifestação contra a corrupção teve, em média, cerca de 2.500 pessoas! Estatisticamente, fica provado que há mais gente a lutar pelo direito de levar no rabo, do que lutar para não ser enrabado."
 
Eu ia escrever algo parecido mas depois abstive-me porque já era fora do tema do tópico.

Mas de facto, não são as instituições de ensino público que têm que arranjar empregos para os estudantes, a mim nunca me prometeram isso. O que estas instituições fazem é fornecer as ferramentas para que os seus alunos possam enfrentar o mercado de trabalho e depois, cada um faz com elas o que achar melhor.

Eu acabei por criar o meu próprio negócio porque já tenha essa predisposição, embora o empreendedorismo até fosse tema recorrente no curso.


Só por curiosidade era ligado à economia/gestão? É que julgo que essa componente do empreendedorismo/iniciativa deveria ser um ponto essencial a transmitir desde a educação básica. Juntar alunos com formações académicas diferentes para criar negócios inovadores e que produzam bens de valor acrescentado, que fixam jovens no País e que dão credibilidade tanto às instituições como economia.

E já que se falou em rendimentos das universidades públicas, porque não criar um plano que permitisse às universidades ajudar alunos a iniciarem spin-offs, ficando com uma percentagem do capital da empresa?
 
Só por curiosidade era ligado à economia/gestão? É que julgo que essa componente do empreendedorismo/iniciativa deveria ser um ponto essencial a transmitir desde a educação básica. Juntar alunos com formações académicas diferentes para criar negócios inovadores e que produzam bens de valor acrescentado, que fixam jovens no País e que dão credibilidade tanto às instituições como economia.

E já que se falou em rendimentos das universidades públicas, porque não criar um plano que permitisse às universidades ajudar alunos a iniciarem spin-offs, ficando com uma percentagem do capital da empresa?


Marketing [;)]

O problema é que falar é uma coisa, aplicar na prática é outra completamente distinta. Queiramos ou não há um factor-chave no processo, que é o dinheiro. Sem dinheiro não há empreendedorismo, pode ser necessário mais ou menos capital mas ele é sempre fundamental.

Conheço projectos que são boas ideias, podem até não passar disso mas valia a pena colocar em prática. As faculdades deviam e podiam criar meia-dúzia de gabinetes e ajudar a implementar na prática estes projectos. Como temos as incubadoras mas dentro da própria instituição e com acompanhamento dos próprios docentes.

Mas pronto isso já somos nós a pensar um bocado mais além [:cool:]
 
Portanto, então até podes concordar com a ideia, mas há outras prioridades. Não tenho dúvidas, que não tens a menor ideia do que é o programa político do partido ou de outro, para dizeres isso. Se tivesses, saberias que os programas tocam em pontos essenciais. Neste partido em concreto, facilmente encontras uns 50 tópicos sobre os mais variados temas. O que mesmo assim, não torna o ensino superior, num assunto importante.

Assim tem de ser pelo sedentarismo? Não eras tu que falavas em escolas com ginásios. Porque é que um miúdo de 17/18 anos precisa da Educação Física para não ser sedentário? Quantos achas que andam em ginásios?

E quem não gosta de Matemática? E quem não consegue ter uma boa prestação a Matemática? Quais são as disciplinas indispensáveis para ti? E porquê?

Quanto à tua opinião, o problema aqui não é ser por A ou B. É porque tu não fundamentas nem argumentas nada. Tu dizes que não concordas e que é ridículo, e ao mesmo tempo dizes que não sabes como é, não te interessa, e revelas um enorme desconhecimento daquilo que concordas ou não. Desde essa discussão com o teu professor, conseguiste pensar em argumentos para justificar a tua opinião ou disseste-lhe o mesmo "não sei nem quero saber, mas não concordo"? Porque isso não é discussão/conversa...

Já te disse que há muitas outras coisas que se devem tratar, antes de vir essa coisa do desporto universitário mesmo que seja bom etc etc.

No secundário deve-se avaliar as disciplinas de estudo, e não as disciplinas secundárias como é o caso da EF ou daquelas novas que existem ou existiram temporariamente mas que penso que não chegaram a contar para a média.

Acho que a EF deve ser obrigatória mas não contar para a média, porque é bom obrigar os miudos a mexerem-se minimamente, até ao 12º. A partir daí cada um sabe de si.

É esta a minha opinião, mas tu tens por hábito não aceitar outras opiniões, e fico-me por aqui.
 
Mas eu não disse que devia ser gratuito. O Ensino Superior deve ser comparticipado e não pago na totalidade pelo Estado. O que tu defendes-te foi o contrário, que devia ser pago pelo aluno a 100%.

Ou achas que é por o Ensino Superior ser comparticipado que os livros da primária não o são? Não sejamos ingénuos [;)]

Claro Cavin, não sejamos ingénuos, e há outros factores como as editoras, mas já ajudava qualquer coisa....
 
Claro Cavin, não sejamos ingénuos, e há outros factores como as editoras, mas já ajudava qualquer coisa....



Não sabes se ajudava porque nada te garante que o dinheiro retirado duma rubrica fosse directamente para a outra. Já para não falar que isso era o mesmo que acabar com 99% das Universidade e Institutos Politécnicos do nosso país, o que era um excelente contributo para recuarmos 40 anos em matéria de educação.
 
Já te disse que há muitas outras coisas que se devem tratar, antes de vir essa coisa do desporto universitário mesmo que seja bom etc etc.

No secundário deve-se avaliar as disciplinas de estudo, e não as disciplinas secundárias como é o caso da EF ou daquelas novas que existem ou existiram temporariamente mas que penso que não chegaram a contar para a média.

Acho que a EF deve ser obrigatória mas não contar para a média, porque é bom obrigar os miudos a mexerem-se minimamente, até ao 12º. A partir daí cada um sabe de si.

É esta a minha opinião, mas tu tens por hábito não aceitar outras opiniões, e fico-me por aqui.

Não respondes a perguntas nenhumas...

Como organizavas o ensino superior 100% pago? Quais as disciplinas importantes no secundário? E quem não gosta e tem dificuldades a matemática?

Tu também tens por hábito dizer que não sabes nem queres saber e mesmo assim não aceitas nada do que te dizem. Mas eu não fico por aqui. Apresenta argumentos e conhecimento, que as discussões tornam-se saudáveis![;)]

Tens um exemplo neste mesmo tópico de alternativas na organização do ensino superior, se as quiseres usar como o teu argumento como é também habitual da tua parte...

Fica-te antes por leres e ouvires mais o que se propõe e o que se faz cá e lá fora. Talvez assim se consiga ter uma discussão/conversa com argumentos...
 
Em Portugal há um complexo com os partidos pequenos. Também por isso não saímos da cepa torta.

Todos os partidos têm ideias ridículas e ideias interessantes. Por isso defendo que a nossa democracia deveria mudar.

Em 1º lugar, os votos deveriam corresponder aos acentos parlamentares. Em segundo o n.º de deputados deveria ser reduzido drasticamente. Se fossem 100, e o PAN tivesse 1% dos votos, então 1 pessoa estaria a representar na AR. Depois, os votos deveriam ser destinados a pessoas, que poderiam ou não estar a representar um partido. E por fim (que é como quem diz), o deputado deveria ser profissional, sem possibilidade de acumular com qualquer função externa (privada ou pública), com um contrato comum aos contratados no sector público.

Um ponto também importante seria algumas alterações serem levadas a referendo. Não precisava de ser tudo obviamente, mas matérias mais sensíveis acho que seria obrigatório, sendo que cada um dos deputados deveria votar primeiro na AR.

O que dizes relativamente à distribuição de votos não acontece neste momento por causado método de Hondt que é a forma como se distribui votos nas eleições. Este método priviligia os 2 mais votados em detrimento de todos os outros. Existem 230 lugares para deputados no parlamento, se a votação correspondesse directamente a lugares, o parlamento seria algo diferente e com mais 2 partidos e algumas cadeiras vazias.
Por outro lado terias que alterar a subsidiação dos partidos, em altura de eleições há vários candidatos, mas os subsidios são concentrados nos que mais votos receberam e não olham para todos os candidatos como o mesmo, até mesmo a imprensa faz distinção e tenta ao máximo evitar falar nos restantes partidos, concentra-se nos dois do poder (isto porque a imprensa é detida por gente ligada a esses partidos). Apesar das sucessivas queixas junto dos tribunais, nunca há consequencias, é impossivel um pequeno partido conseguir vingar, se os grandes continuam a ter tremendos beneficios.




Quanto ao ensino superior, não percam tempo a comparar o ensino superior europeu com o americano e muito menos o português. O problema do ensino superior nacional é o tachismo, já por diversas vezes vi tentativas dessa tema ser comentado em programas televisivos e acaba sempre censurado por teóricos que vivem do ensino ou professores que não querem perder o tacho. Temos oferta de cursos e universidades a mais, não é financiamento a menos, é mesmo demasiadas fatias do mesmo bolo! É preciso fundir politécnicos e as universidades, fazendo assim que haja mais fundos disponíveis logo melhores capacidades, acabar com esta formação da tanga. Salvo meia duzeca de cursos, a maioria deles nem estágios proporciona ou nem ligação tem a empresas, como é que é possível que um eng civil nunca tenha passado por uma obra durante os anos de curso? E mais que pode questionar como é possível um politécnico ter a mesma oferta de cursos que uma universidade, veja-se o caso do ISEP face à FEUP, eng civil há nos 2 e digam o que disserem serão no final ambos eng civis, mais uma duplicação desnecessária, claramente a brincar com fundos públicos.
A mim não me interessa rigorosamente nada o desemprego entre docentes do ensino superior, interessa-me sim o futuro dos jovens que frequentam esse ensino e as portas na maioria dos casos estão abertas para a mediocridade e desemprego.
 
O que dizes relativamente à distribuição de votos não acontece neste momento por causado método de Hondt que é a forma como se distribui votos nas eleições. Este método priviligia os 2 mais votados em detrimento de todos os outros. Existem 230 lugares para deputados no parlamento, se a votação correspondesse directamente a lugares, o parlamento seria algo diferente e com mais 2 partidos e algumas cadeiras vazias.
Por outro lado terias que alterar a subsidiação dos partidos, em altura de eleições há vários candidatos, mas os subsidios são concentrados nos que mais votos receberam e não olham para todos os candidatos como o mesmo, até mesmo a imprensa faz distinção e tenta ao máximo evitar falar nos restantes partidos, concentra-se nos dois do poder (isto porque a imprensa é detida por gente ligada a esses partidos). Apesar das sucessivas queixas junto dos tribunais, nunca há consequencias, é impossivel um pequeno partido conseguir vingar, se os grandes continuam a ter tremendos beneficios.

Vou separar o teu post, para não ficar confuso.

Não haveria cadeiras vazias, e basta ver as últimas eleições legislativas para ter uma ideia da formação da AR. Além disso, 230 lugares, é um exagero! Mas parece-me arriscado mudar isso com o governo do queijo liminano.

Quanto à subsidiação, seria de 0€ para cada partido. Simples. Problema resolvido.

Por fim, quanto à imprensa, o ideal seria que cada um dos candidatos ter direito ao mesmo tempo de antena. No caso privado não podemos obrigar que façam 1 entrevista a cada um, quando apenas querem fazer a 2 ou 3. Mas aqui entra também o dossier RTP. Se tivéssemos uma tv de serviço público, seria algo fácil de resolver. Um debate a 2, sorteado. Assim poderíamos ver um Passos Coelho a debater com alquém do Partido dos Animais. Seria também interessante haver posteriormente, uma análise de cada um dos programas políticos de cada um, e até cruzar as mesmas ideias e separar as diferenças.
 
Quanto ao ensino superior, não percam tempo a comparar o ensino superior europeu com o americano e muito menos o português. O problema do ensino superior nacional é o tachismo, já por diversas vezes vi tentativas dessa tema ser comentado em programas televisivos e acaba sempre censurado por teóricos que vivem do ensino ou professores que não querem perder o tacho. Temos oferta de cursos e universidades a mais, não é financiamento a menos, é mesmo demasiadas fatias do mesmo bolo! É preciso fundir politécnicos e as universidades, fazendo assim que haja mais fundos disponíveis logo melhores capacidades, acabar com esta formação da tanga. Salvo meia duzeca de cursos, a maioria deles nem estágios proporciona ou nem ligação tem a empresas, como é que é possível que um eng civil nunca tenha passado por uma obra durante os anos de curso? E mais que pode questionar como é possível um politécnico ter a mesma oferta de cursos que uma universidade, veja-se o caso do ISEP face à FEUP, eng civil há nos 2 e digam o que disserem serão no final ambos eng civis, mais uma duplicação desnecessária, claramente a brincar com fundos públicos.
A mim não me interessa rigorosamente nada o desemprego entre docentes do ensino superior, interessa-me sim o futuro dos jovens que frequentam esse ensino e as portas na maioria dos casos estão abertas para a mediocridade e desemprego.

Costumo dizer sempre o mesmo: se não sabemos como fazer, então que se copie pelos melhores. Se eles fazem e são os melhores do Mundo, vamos pelo menos pensar porque o fazem e quais os benefícios/prejuízos se fizéssemos algumas coisas como eles.

Concordo contigo na questão prática de alguns cursos. Mas dou-te o exemplo de medicina, educação e enfermagem, onde há estágios, em diferentes serviços, mas não há verdadeiro poder para um orientador se sentar com o director/coordenador do hospital ou escola e dizer que aquele estagiário é de facto muito, muito bom, e deveria ser contratado. Obviamente que não daria para todos, mas tu podes ter uma nota de estágio(s) de 18 ou 19, e depois teres 10 ou 11 em disciplinas mais teóricas, mais filosóficas, etc. E depois isso não é reflectido na contratação.

Também concordo com a questão da oferta demasiado elevada. Mas não no que respeita em cursos, mas em faculdades/politécnicos. Já o disse várias vezes, que era preferível arranjar e organizar as nossas bolsas e apoios aos estudantes e abrir mais um curso x na Universidade de Lisboa, Porto, Coimbra, etc, do que ter cursos em Bragança ou Viseu com 15 alunos... E isto não é por causa do interior! Mas é preferível ajudar os 15 alunos de Bragança a irem para o Porto, do que ter um edifício praticamente deserto, com funcionários, professores, luz, água, gás, internet, material, etc, etc. Gasta-se muito mais com isso. E quem fala de Bragança ou Viseu, fala obviamente de faculdades públicas no Porto, Lisboa ou Coimbra, separadas por 15 minutos de carro, com cursos praticamente iguais... Aí ainda é pior!
 
Não respondes a perguntas nenhumas...

Como organizavas o ensino superior 100% pago? Quais as disciplinas importantes no secundário? E quem não gosta e tem dificuldades a matemática?

Tu também tens por hábito dizer que não sabes nem queres saber e mesmo assim não aceitas nada do que te dizem. Mas eu não fico por aqui. Apresenta argumentos e conhecimento, que as discussões tornam-se saudáveis![;)]

Tens um exemplo neste mesmo tópico de alternativas na organização do ensino superior, se as quiseres usar como o teu argumento como é também habitual da tua parte...

Fica-te antes por leres e ouvires mais o que se propõe e o que se faz cá e lá fora. Talvez assim se consiga ter uma discussão/conversa com argumentos...

Achas o que quiseres. Qualquer pessoa pode ter ideias piloto e a partir daí construir-se ideias mais adequadas , com a mesma base mas de maneira diferente. Não cabe a cada um dizer exactamente o que se deveria fazer porque isso só compete a quem é da área.

Quem não gosta de matemática, paciência, eu também não gostava mas que é uma coisa que toda a gente deve saber o melhor possível, isso é. Ao contrário da E.F.
 
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