Partidos Portugueses

Partidos Portugueses

  • Bloco de Esquerda

    Votos: 8 11,0%
  • CDS - Partido Popular

    Votos: 7 9,6%
  • MPT - Partido da Terra

    Votos: 2 2,7%
  • Nova Democracia

    Votos: 1 1,4%
  • Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses

    Votos: 1 1,4%
  • Partido Comunista Português

    Votos: 4 5,5%
  • Partido Democrático do Atlântico

    Votos: 1 1,4%
  • Partido Ecologista "Os Verdes"

    Votos: 3 4,1%
  • Partido Humanista

    Votos: 2 2,7%
  • Partido Liberal Democrata

    Votos: 2 2,7%
  • Partido Nacional Renovador

    Votos: 2 2,7%
  • Partido Operário da Unidade Socialista

    Votos: 1 1,4%
  • Partido pelos Animais e pela Natureza

    Votos: 4 5,5%
  • Partido Popular Monárquico

    Votos: 6 8,2%
  • Partido Social Democrata

    Votos: 6 8,2%
  • Partido Socialista

    Votos: 5 6,8%
  • Partido Trabalhista Português

    Votos: 0 0,0%
  • Portugal pro Vida

    Votos: 21 28,8%
  • Não tenho interesse por qualquer partido

    Votos: 14 19,2%

  • Total de eleitores
    73
Não sabes se ajudava porque nada te garante que o dinheiro retirado duma rubrica fosse directamente para a outra. Já para não falar que isso era o mesmo que acabar com 99% das Universidade e Institutos Politécnicos do nosso país, o que era um excelente contributo para recuarmos 40 anos em matéria de educação.

Pois mas a ideia era cortar num lado e aplicar noutro, eu próprio não sei se é possível e claro que tudo teria que ser calculado com muito cuidado para não acontecer isso de regredirmos 40 anos. Há que haver um equilibrio, que é nem haver demasiados licenciados em cursos que o mercado não absorve, bem como não voltar há 40 anos atrás.
 
Pois mas a ideia era cortar num lado e aplicar noutro, eu próprio não sei se é possível e claro que tudo teria que ser calculado com muito cuidado para não acontecer isso de regredirmos 40 anos. Há que haver um equilibrio, que é nem haver demasiados licenciados em cursos que o mercado não absorve, bem como não voltar há 40 anos atrás.


A solução é ajustar a oferta lectiva à realidade do país e não tornar o Ensino Superior Público pago para assim, artificialmente, ter-mos menos gente licenciada. É que dessa forma não só deixas de ter licenciados em cursos que não interessam como também não tens naqueles que cá fazem falta.

Mais uma vez te digo, não é por causa do Ensino Superior ser comparticipado que não tens livros escolares pagos pelo Estado. Aliás, fazendo uso da tua própria argumentação, não sei porque carga de água num país falido se havia de oferecer livros escolares a todos. Concordo isso sim, que as escolas identifiquem casos de carência e elas própria comprem e ofereçam esse material aos alunos, com devolução no final do ano lectivo dos manuais escolares.

Geralmente até concordo com o que aqui dizes mas desta vez, lamento, mas não concordo nem posso concordar [;)]
 
A solução é ajustar a oferta lectiva à realidade do país e não tornar o Ensino Superior Público pago para assim, artificialmente, ter-mos menos gente licenciada. É que dessa forma não só deixas de ter licenciados em cursos que não interessam como também não tens naqueles que cá fazem falta.

Mais uma vez te digo, não é por causa do Ensino Superior ser comparticipado que não tens livros escolares pagos pelo Estado. Aliás, fazendo uso da tua própria argumentação, não sei porque carga de água num país falido se havia de oferecer livros escolares a todos. Concordo isso sim, que as escolas identifiquem casos de carência e elas própria comprem e ofereçam esse material aos alunos, com devolução no final do ano lectivo dos manuais escolares.

Geralmente até concordo com o que aqui dizes mas desta vez, lamento, mas não concordo nem posso concordar [;)]

Ó Cavin, vê lá se me entendes : A questão do ensino superior pago a 100 % e dos livros de borla para os putos, era um protótipo, porque eu tal como muita gente, temos ideias boas mas como tu dizes e muito bem, só se deve " ler " a base, pois o resto tem que ficar para quem sabe. Era bom que fosse só aumentar as propinas e já havia dinheiro para os livros da escola. É claro que se fosse pago a 100 % só os ricos é que tinham acesso à univ e sim claro que foi dito de forma exagerada, mas o que eu defendo é que há muitas e muitas famílias que mal conseguem pagar livros aos putos, de tal forma que já há camaras municipais que oferecem os livros da primária, que não são nada baratos, aos alunos.

Se as coisas fossem simples até eu ia para lá. Quanto a isso das escolas identificarem quem precisa, esquece, isso nunca vai acontecer. O estado não quer e/ou não consegue simplesmente implementar uma medida dessas. Nem no RSI o faz quanto mais nos livros da escola.

Mas é como te disse, nem se pode ficar como há 40 anos nem como estamos agora. Acho que há coisas que não devem sofrer alterações de maior em termos de custo para o contribuinte, mas as propinas, não são uma delas.
 
Achas o que quiseres. Qualquer pessoa pode ter ideias piloto e a partir daí construir-se ideias mais adequadas , com a mesma base mas de maneira diferente. Não cabe a cada um dizer exactamente o que se deveria fazer porque isso só compete a quem é da área.

Quem não gosta de matemática, paciência, eu também não gostava mas que é uma coisa que toda a gente deve saber o melhor possível, isso é. Ao contrário da E.F.

Tens de concordar que "não sei nem quero saber" não é uma ideia piloto...

"Quem não gosta de filosofia, paciência, ...isso é"
"Quem não gosta de físico-química, paciência, ...isso é"
"Quem não gosta de inglês, paciência, ...isso é"
"Quem não gosta de ....."


Ó Cavin, vê lá se me entendes : A questão do ensino superior pago a 100 % e dos livros de borla para os putos, era um protótipo, porque eu tal como muita gente, temos ideias boas mas como tu dizes e muito bem, só se deve " ler " a base, pois o resto tem que ficar para quem sabe. Era bom que fosse só aumentar as propinas e já havia dinheiro para os livros da escola. É claro que se fosse pago a 100 % só os ricos é que tinham acesso à univ e sim claro que foi dito de forma exagerada, mas o que eu defendo é que há muitas e muitas famílias que mal conseguem pagar livros aos putos, de tal forma que já há camaras municipais que oferecem os livros da primária, que não são nada baratos, aos alunos.

Se as coisas fossem simples até eu ia para lá. Quanto a isso das escolas identificarem quem precisa, esquece, isso nunca vai acontecer. O estado não quer e/ou não consegue simplesmente implementar uma medida dessas. Nem no RSI o faz quanto mais nos livros da escola.

Mas é como te disse, nem se pode ficar como há 40 anos nem como estamos agora. Acho que há coisas que não devem sofrer alterações de maior em termos de custo para o contribuinte, mas as propinas, não são uma delas.

Mais uma vez, desconhecimento completo do que se passa nas escolas. Não sabes e talvez não queiras saber, mas de qualquer forma, deixo registado: isso simplesmente, já acontece!
 
Sou de centro, com tendências no sentido contrário do autoritarismo, liberal e por vezes ligeiramente à esquerda. Adoto como ideologias a social-democracia ou a democracia cristã. Por isso, sou simpatizante do CDS e do PS - se vou ser militante de um destes dois, o tempo dirá.

De qualquer forma, é muito curioso que tenha sido o PS a causar esta situação de dívida excessiva, e agora as sondagens de voto já dêem o PS como vencedor com 27%... nas próximas eleições ou voto CDS ou voto branco, porque estar a votar em quem nos levou até isto, não obrigado... e também porque não há mais alternativas em partidos pequenos, em tempos houve o MEP mas acabou no início deste ano.
 
Uma ideia que partilho no sistema de saúde, é a do Partido Humanista (das poucas que concordo): exclusividade de trabalho nos profissionais.

Mais um exemplo que mesmo em partidos pequenos, é possível encontrar algumas ideias interessantes.
 
Vou separar o teu post, para não ficar confuso.

Não haveria cadeiras vazias, e basta ver as últimas eleições legislativas para ter uma ideia da formação da AR. Além disso, 230 lugares, é um exagero! Mas parece-me arriscado mudar isso com o governo do queijo liminano.

Quanto à subsidiação, seria de 0€ para cada partido. Simples. Problema resolvido.

Por fim, quanto à imprensa, o ideal seria que cada um dos candidatos ter direito ao mesmo tempo de antena. No caso privado não podemos obrigar que façam 1 entrevista a cada um, quando apenas querem fazer a 2 ou 3. Mas aqui entra também o dossier RTP. Se tivéssemos uma tv de serviço público, seria algo fácil de resolver. Um debate a 2, sorteado. Assim poderíamos ver um Passos Coelho a debater com alquém do Partido dos Animais. Seria também interessante haver posteriormente, uma análise de cada um dos programas políticos de cada um, e até cruzar as mesmas ideias e separar as diferenças.

Até nos EUA os candidatos recebem $ federal para as eleições, o que se passa cá é o descalabro com o PS e PSD a receberem milhões e os restantes a receberem umas migalhas, é óbvio que serão sempre os dois que irão conseguir vencer eleições. Contudo não podes cortar financiamento partidário para 0, caso contrário os partidos sem recursos nunca conseguiriam candidatar-se, por melhores ideias que tenham e a única alternativa seria procurar $ junto dos lobbies, portanto é preferível que haja uma ajuda contida, por exemplo até 100k €, ajuda essa igual para todos os partidos e todos têm que apresentar facturas dos seus gastos, caso contrário terão que devolver o $ que sobrou, tal como ocorre actualmente.

Os canais de tv juntaram-se e recusam-se a ter debates a 2 porque seriam obrigados a transmitir imensos programas dado que nas ultimas eleições por exemplo houve 17 partidos que concorreram. Há no entanto alternativas, por exemplo num anfiteatro tal como ocorre nas primárias nos EUA, ter 5 candidatos e 2 jornalistas que vão elaborando questões, ou mesmo deixar o público questionar os candidatos (coisa que nunca aconteceu). O mesmo programa voltaria a repetir-se mais 2x para dar hipótese de todos os candidatos terem o mesmo tempo de antena.
Ainda a ERC deveria garantir que o tempo de antena de todos os partidos é similar e não desigual como ocorre, se somares o número de minutos de noticias sobre PS e PSD ultrapassa largamente o total de tempo de antena de todos os outros candidatos. Os media justificam-se dizendo "não há noticias sobre os outros partidos..." mas se um gajo do PSD levar com um ovo é noticia... é curioso como ocorre produção de noticias quando se quer.

Repara nesta noticia das ultimas legislativas: JPN: Legislativas 2011: Quanto vão gastar os partidos? os pequenos partidos que menos recursos têm prescindiram todos da subvenção estatal, já os mamões do costume quiseram ir até à ultima gota.

Já agora deixo uma tabela com comparativo do actual, referindo os votos em % e o número de mandatos que os partidos obtiveram nas eleições de 2011 e o que seria se o método de Hondt não existisse mas sim a aplicação directa dos votos em relação aos 230 lugares disponíveis.




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Costumo dizer sempre o mesmo: se não sabemos como fazer, então que se copie pelos melhores. Se eles fazem e são os melhores do Mundo, vamos pelo menos pensar porque o fazem e quais os benefícios/prejuízos se fizéssemos algumas coisas como eles.

Concordo contigo na questão prática de alguns cursos. Mas dou-te o exemplo de medicina, educação e enfermagem, onde há estágios, em diferentes serviços, mas não há verdadeiro poder para um orientador se sentar com o director/coordenador do hospital ou escola e dizer que aquele estagiário é de facto muito, muito bom, e deveria ser contratado. Obviamente que não daria para todos, mas tu podes ter uma nota de estágio(s) de 18 ou 19, e depois teres 10 ou 11 em disciplinas mais teóricas, mais filosóficas, etc. E depois isso não é reflectido na contratação.

E onde são feitos os estágios nesses campos como a saúde? FP... logo estar a contratar seria aumentar ainda mais os encargos, porque não fazem mais estágios no privado e preparam os alunos para serem empreendedores em vez de funcionários?
Olha para qualquer aluno de saúde e diz-me quantos deles têm a capacidade para montar um negócio? Nem vou abordar a parte financeira, porque esse não é o todo mas sim parte, a esmagadora maioria não tem capacidade para o fazer, tal como ocorre com os restantes cursos do ensino superior, salvo a tal meia duzeca deles.

Em quantos cursos chegas ao final e tens um internato de um ano numa empresa?

Os politécnicos que supostamente vieram substituir as escolas industriais e comerciais, que fizeram de bom até hoje? Copiaram simplesmente o ensino universitário, mas de forma medíocre porque não há tantas verbas, e recusam-se para variar a seguir a via que lhes compete que seria profissionalizar, porquê? Porque os docentes na maioria são formados em universidades, são teóricos e muitos nunca saíram da toca da docência, como aliados têm os presidentes ou reitores conservadorecos, além de uma teia de cunhas.

Agora com a crise, e cortes no sistema universitário, ouves falar da fusão entre a Técnica e a Nova? Nunca mais se falou nisso, já falam todos é em fazer greves... e mostram-se mais preocupados com os despedimentos de docentes, e perdas de verbas do que propriamente em dar um futuro aos alunos e ao país.

Nos EUA (dado que estavam a fazer o comparativo), há 1 universidade estatal por cada 2 milhões de pessoas, em Portugal há mais de 30 instituições de ensino superior público e somos somente 10.6 milhões...


Também concordo com a questão da oferta demasiado elevada. Mas não no que respeita em cursos, mas em faculdades/politécnicos. Já o disse várias vezes, que era preferível arranjar e organizar as nossas bolsas e apoios aos estudantes e abrir mais um curso x na Universidade de Lisboa, Porto, Coimbra, etc, do que ter cursos em Bragança ou Viseu com 15 alunos... E isto não é por causa do interior! Mas é preferível ajudar os 15 alunos de Bragança a irem para o Porto, do que ter um edifício praticamente deserto, com funcionários, professores, luz, água, gás, internet, material, etc, etc. Gasta-se muito mais com isso. E quem fala de Bragança ou Viseu, fala obviamente de faculdades públicas no Porto, Lisboa ou Coimbra, separadas por 15 minutos de carro, com cursos praticamente iguais... Aí ainda é pior!

Eu acho que faz sentido fazer-se apostas no interior é preciso é apostar nos cursos certos para determinadas áreas e não querer abrir universidades em todo lado com a mesma oferta de cursos. É preciso olhar para onde está inserida a instituição, avaliar as carências e formar mediante isso, adaptando a oferta ao longo dos anos, porque o mercado de trabalho não é imutável.


Contudo creio que perde-se muito tempo a falar de ensino superior como se fosse a grande e única oportunidade de se ter uma vida melhor, quando na prática isso está provado que é falso, acho que se deveria investir seriamente na formação profissional não-superior, mas de qualidade, eliminando estas escolinhas de formação de esquina que existem para sugar fundos comunitários, formando pessoas com poucas capacidades técnicas ou nenhumas, noutros casos rivalizando e promovendo a precariedade com cursos que existem no superior (solicitadoria, técnico de laboratório, auxiliar de farmácia etc).
Se eu hoje quiser construir uma casa, o mais provável é encontrar uma empresa com trolhas de várias nacionalidades, alguns analfabetos, um engenheiro civil que é trafulha ou pouco sabe da coisa e um empreiteiro que tem a "experiência da vida" (traduza-se: a experiência da vigarice e que sabe mexer-se nas autarquias), sendo presenteado por uma construção deficitária em termos de materiais, como se pode constatar no meio urbano nacional a falta de isolamentos nas casas.
Onde estão os trolhas, electricistas, soldadores, costureiras, carpinteiros, canalizadores, etc de qualidade e que estudaram para o ser? Onde pode um adulto com ou sem o ensino superior, empregado ou desempregado, tirar tal curso?
 
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Tens de concordar que "não sei nem quero saber" não é uma ideia piloto...

"Quem não gosta de filosofia, paciência, ...isso é"
"Quem não gosta de físico-química, paciência, ...isso é"
"Quem não gosta de inglês, paciência, ...isso é"
"Quem não gosta de ....."




Mais uma vez, desconhecimento completo do que se passa nas escolas. Não sabes e talvez não queiras saber, mas de qualquer forma, deixo registado: isso simplesmente, já acontece!

As informações que tenho são de que há ainda injustiças a quem recebe e a quem não recebe o valor dos livros. Mas certamente que tu estando ligado ao ensino , eu não vou duvidar de ti. Estou a referir-me à primária.

Até há pouco tempo no secundário ainda havia graves falhas nisso, mas aqui a testemunha sou eu e não o " conhecido "
 
Uma ideia que partilho no sistema de saúde, é a do Partido Humanista (das poucas que concordo): exclusividade de trabalho nos profissionais.

Mais um exemplo que mesmo em partidos pequenos, é possível encontrar algumas ideias interessantes.

Sim mas isso na prática é o que acontece com todos os partidos, incluindo os pequenos sim. Só que é sempre o problema : criar-se um partido perfeito.
 
Até nos EUA os candidatos recebem $ federal para as eleições, o que se passa cá é o descalabro com o PS e PSD a receberem milhões e os restantes a receberem umas migalhas, é óbvio que serão sempre os dois que irão conseguir vencer eleições. Contudo não podes cortar financiamento partidário para 0, caso contrário os partidos sem recursos nunca conseguiriam candidatar-se, por melhores ideias que tenham e a única alternativa seria procurar $ junto dos lobbies, portanto é preferível que haja uma ajuda contida, por exemplo até 100k €, ajuda essa igual para todos os partidos e todos têm que apresentar facturas dos seus gastos, caso contrário terão que devolver o $ que sobrou, tal como ocorre actualmente.

Os canais de tv juntaram-se e recusam-se a ter debates a 2 porque seriam obrigados a transmitir imensos programas dado que nas ultimas eleições por exemplo houve 17 partidos que concorreram. Há no entanto alternativas, por exemplo num anfiteatro tal como ocorre nas primárias nos EUA, ter 5 candidatos e 2 jornalistas que vão elaborando questões, ou mesmo deixar o público questionar os candidatos (coisa que nunca aconteceu). O mesmo programa voltaria a repetir-se mais 2x para dar hipótese de todos os candidatos terem o mesmo tempo de antena.
Ainda a ERC deveria garantir que o tempo de antena de todos os partidos é similar e não desigual como ocorre, se somares o número de minutos de noticias sobre PS e PSD ultrapassa largamente o total de tempo de antena de todos os outros candidatos. Os media justificam-se dizendo "não há noticias sobre os outros partidos..." mas se um gajo do PSD levar com um ovo é noticia... é curioso como ocorre produção de noticias quando se quer.

Repara nesta noticia das ultimas legislativas: JPN: Legislativas 2011: Quanto vão gastar os partidos? os pequenos partidos que menos recursos têm prescindiram todos da subvenção estatal, já os mamões do costume quiseram ir até à ultima gota.

Já agora deixo uma tabela com comparativo do actual, referindo os votos em % e o número de mandatos que os partidos obtiveram nas eleições de 2011 e o que seria se o método de Hondt não existisse mas sim a aplicação directa dos votos em relação aos 230 lugares disponíveis.

Tu escreves muito de cada vez...[:D] Lá vai mais uma divisão!

Nós caminhamos para um poder cada vez maior nas redes sociais/youtube, etc. E logo por aí, cai por terra os apoios. Almoços, festas e cartazes que paguem do próprio bolso ou dos militantes! Há dias um puto fez um vídeo do SCP e lá teve a tv em casa e tudo... Há que saber fazer as coisas. A maior manifestação pós 1974 foi organizada pelo Facebook. Que arranjem voluntários para ir porta a porta como fazem nos EUA.

Como disse, as tvs privadas devem dar aquilo que lhes apetece. Se a TVI decidir só falar do PSD ou do PS, problema deles. Agora, como disse, a televisão pública deveria organizar debates a 2. Não era necessário todos se enfrentarem, sendo apenas o tempo para cada um deles apresentar o seu projecto para o país. Se fossem 10 debates, eram 10 debates.

Relativamente à organização dos debates, sim, acho que essa forma também seria porreira. Mas duvido que aqui fosse algo construtivo, mas de qualquer forma era experimentar.

Quanto à ERC, óbvio que os direitos devem ser iguais. Aliás isso vem escrito na Constituição da República. Agora não acho justo obrigar uma TVI a fazer 10 debates como fez a tv pública. Mas por exemplo, incentivar esse tipo de debates que falas, seria interessante.

Por fim, quanto às verbas, já sabemos com o que contamos... Infelizmente. E não acho que os votos em branco e nulo devessem contar para a atribuição de lugares na AR. Nesse caso seriam 9 lugares desocupados. Quanto a mim esses votos já têm 2 objectivos: mostrar a descrença do povo e reduzir/aumentar vantagens.
 
E onde são feitos os estágios nesses campos como a saúde? FP... logo estar a contratar seria aumentar ainda mais os encargos, porque não fazem mais estágios no privado e preparam os alunos para serem empreendedores em vez de funcionários?
Olha para qualquer aluno de saúde e diz-me quantos deles têm a capacidade para montar um negócio? Nem vou abordar a parte financeira, porque esse não é o todo mas sim parte, a esmagadora maioria não tem capacidade para o fazer, tal como ocorre com os restantes cursos do ensino superior, salvo a tal meia duzeca deles.

Em quantos cursos chegas ao final e tens um internato de um ano numa empresa?

Os politécnicos que supostamente vieram substituir as escolas industriais e comerciais, que fizeram de bom até hoje? Copiaram simplesmente o ensino universitário, mas de forma medíocre porque não há tantas verbas, e recusam-se para variar a seguir a via que lhes compete que seria profissionalizar, porquê? Porque os docentes na maioria são formados em universidades, são teóricos e muitos nunca saíram da toca da docência, como aliados têm os presidentes ou reitores conservadorecos, além de uma teia de cunhas.

Agora com a crise, e cortes no sistema universitário, ouves falar da fusão entre a Técnica e a Nova? Nunca mais se falou nisso, já falam todos é em fazer greves... e mostram-se mais preocupados com os despedimentos de docentes, e perdas de verbas do que propriamente em dar um futuro aos alunos e ao país.

Nos EUA (dado que estavam a fazer o comparativo), há 1 universidade estatal por cada 2 milhões de pessoas, em Portugal há mais de 30 instituições de ensino superior público e somos somente 10.6 milhões...

É uma excelente questão. E sim, é na FP. Mas a verdade é que poderíamos contratar os melhores sem qualquer problema. Isto porque continuamos a dizer que temos excesso de professores e enfermeiros quando se prova (estudos europeus) que não é verdade. Bastava exigirem exclusividade de funções que um sem número de vagas abriria. Assim como uma avaliação concreta e com penalizações severas.
Empreendorismo na saúde e educação não é fácil. Já por exemplo em áreas como gereatria, acho fundamental.

Em muitos poucos tens essa experiência, que concordo totalmente.

Sem dúvida que o ensino superior está repleto de cunhas. Mas não creio que seja essa o motivo para a empregabilidade.
No que respeita ao Politécnico, é verdade. Copiam o que se faz nas universidades, mas nem sempre com piores resultados... Posso-te dizer que alguns dos melhores professores estão no Politécnico. Com Doutoramentos no estrangeiro, experiência de trabalho cá e lá fora, dinâmicos, etc. Agora não podemos ter é Universidade de Lisboa e Politécnico de Lisboa. Só em Infra-estruturas é um regabofe...

Como já disse, é preferível, na minha opinião, ajudar 100 alunos de Bragança a ir para o Porto, que manter uma universidade aberta só para eles... Nos EUA há muito a cultura do ir estudar para fora. Assim como os campus.
 
Eu acho que faz sentido fazer-se apostas no interior é preciso é apostar nos cursos certos para determinadas áreas e não querer abrir universidades em todo lado com a mesma oferta de cursos. É preciso olhar para onde está inserida a instituição, avaliar as carências e formar mediante isso, adaptando a oferta ao longo dos anos, porque o mercado de trabalho não é imutável.


Contudo creio que perde-se muito tempo a falar de ensino superior como se fosse a grande e única oportunidade de se ter uma vida melhor, quando na prática isso está provado que é falso, acho que se deveria investir seriamente na formação profissional não-superior, mas de qualidade, eliminando estas escolinhas de formação de esquina que existem para sugar fundos comunitários, formando pessoas com poucas capacidades técnicas ou nenhumas, noutros casos rivalizando e promovendo a precariedade com cursos que existem no superior (solicitadoria, técnico de laboratório, auxiliar de farmácia etc).
Se eu hoje quiser construir uma casa, o mais provável é encontrar uma empresa com trolhas de várias nacionalidades, alguns analfabetos, um engenheiro civil que é trafulha ou pouco sabe da coisa e um empreiteiro que tem a "experiência da vida" (traduza-se: a experiência da vigarice e que sabe mexer-se nas autarquias), sendo presenteado por uma construção deficitária em termos de materiais, como se pode constatar no meio urbano nacional a falta de isolamentos nas casas.
Onde estão os trolhas, electricistas, soldadores, costureiras, carpinteiros, canalizadores, etc de qualidade e que estudaram para o ser? Onde pode um adulto com ou sem o ensino superior, empregado ou desempregado, tirar tal curso?

Eu também acho. Por exemplo, cursos relacionados com agricultura poderiam estar inseridos nos pólos que proporcionassem esse contacto directo com os estudantes. E também com possibilidades de os alunos experimentarem na prática, e até terem oportunidade de criarem e investirem em si próprios e num espaço seu.

Também concordo com a necessidade da formação profissional. Mas como se costuma dizer "o saber não ocupa lugar". E tu até podes ter uma auxiliar de farmácia, com uma licenciatura para aumentar o seu conhecimento. Obviamente que não significa imediatamente uma profissional melhor. Mas pode ajudar.

Por fim, não podemos falar em 100% de portugueses com o ensino superior. Mas um trolha ou carpinteiro também deve ter uma educação forte. Até porque alguns são mesmo empresários em nome individual.
 
As informações que tenho são de que há ainda injustiças a quem recebe e a quem não recebe o valor dos livros. Mas certamente que tu estando ligado ao ensino , eu não vou duvidar de ti. Estou a referir-me à primária.

Até há pouco tempo no secundário ainda havia graves falhas nisso, mas aqui a testemunha sou eu e não o " conhecido "

Há injustiças nas escolas e em todo o lado. Mas isso já é feito.

Sim mas isso na prática é o que acontece com todos os partidos, incluindo os pequenos sim. Só que é sempre o problema : criar-se um partido perfeito.

Não há partido perfeito. Se queres um partido com todas as ideias que tu queres, crias um. Só esse cumprirá os requisitos.

A alternativa, a meu ver, é ler cada um dos programas e discutir essas mesmas ideias. Para mim, um programa do PS ou PSD vale muito menos que um dos verdes, ou do PNR. Porque do PSD e PS já sei que não vão cumprir por experiência.

Agora a informação nunca matou ninguém. E antes de apelidar algo de ridículo, há que ler o que afinal querem e dizem.
 
Há injustiças nas escolas e em todo o lado. Mas isso já é feito.



Não há partido perfeito. Se queres um partido com todas as ideias que tu queres, crias um. Só esse cumprirá os requisitos.

A alternativa, a meu ver, é ler cada um dos programas e discutir essas mesmas ideias. Para mim, um programa do PS ou PSD vale muito menos que um dos verdes, ou do PNR. Porque do PSD e PS já sei que não vão cumprir por experiência.

Agora a informação nunca matou ninguém. E antes de apelidar algo de ridículo, há que ler o que afinal querem e dizem.

Desculpa se sou céptico mas o que vem no Programa do PNR não é apenas o que eles pensam. Há coisas que eles pensam que não vem lá, porque se viesse ninguém votava neles. Basta ver os videos deles para perceber o tipo de mentalidades que têm. O dirigente do PNR por vezes não dá uma para a caixa, verdade seja dita nada que não aconteca nos grandes.

E agora eu digo que nenhum partido consegue cumprir com o que diz nos programas. Não há dinheiro, e podem inventar o que quiserem que não vai chegar, quanto mais não seja porque quem está no governo fica sempre de pés e mãos atados para fazer algo de bom, seja por culpa própria ou pelos grupos e interesses que estão à volta dos governos.
 
o problema é o que já disseram anteriormente, discutem-se partidos em vez de ideias, no outro dia vi um bocado do debate sobre o orçamento e ri-me como o catano, tinhas o ps a acusar o psd de arruinar o país, o pcp e o be a dizer uma mer** qualquer que não interessa a ninguém mas relacionada com o ps e psd.
para mim discutia-se o orçamento da secguinte forma, fazia-se um powerpoint com as medidas todas em bullets e a discussao era feita bullet a bullet, do género "alguém tem algo a dizer sobre isto? não? vamos ao próximo então" e já agora, eu sei que é pedir muito a gajos que acabaram os cursos com quase 30 anos mas umas medidas concretas eram de louvar

antes que me venham bater por causa do be, digo apenas isto, o louçã não devia abrir a boca sobre questões económicas pois não tem qualquer experiência no mundo real visto que assim que acabou o curso foi dar aulas, ou seja nunca saiu do meio académico
 
o problema é o que já disseram anteriormente, discutem-se partidos em vez de ideias, no outro dia vi um bocado do debate sobre o orçamento e ri-me como o catano, tinhas o ps a acusar o psd de arruinar o país, o pcp e o be a dizer uma mer** qualquer que não interessa a ninguém mas relacionada com o ps e psd.
para mim discutia-se o orçamento da secguinte forma, fazia-se um powerpoint com as medidas todas em bullets e a discussao era feita bullet a bullet, do género "alguém tem algo a dizer sobre isto? não? vamos ao próximo então" e já agora, eu sei que é pedir muito a gajos que acabaram os cursos com quase 30 anos mas umas medidas concretas eram de louvar

antes que me venham bater por causa do be, digo apenas isto, o louçã não devia abrir a boca sobre questões económicas pois não tem qualquer experiência no mundo real visto que assim que acabou o curso foi dar aulas, ou seja nunca saiu do meio académico

Hoje em dia os debates são feitos à base de picanços em vez de serem feitos à base de cada um defender as suas ideias, infelizmente.
 
Mas isso de no programa dos partidos não vir tudo o que eles pensam pode-se aplicar a todos. Um partido pode ter no programa medidas para combater o desemprego mas pensarem o contrário, pensarem que se deve despedir. Compreendo a opinião que muita gente tem do PNR, mas acho que eles ultimamente libertaram-se de alguns "podres" que manchavam a imagem do partido. Vários partidos semelhantes ao PNR fazem parte ou tiveram votos suficientes para terem voz nos parlamentos europeus, e para isso acho que expulsaram e demarcaram-se dos militantes violentos. Acho que esses partidos nacionalistas abandonaram o perfil musculado e violento e optaram por um perfil civilizado.
 
Desculpa se sou céptico mas o que vem no Programa do PNR não é apenas o que eles pensam. Há coisas que eles pensam que não vem lá, porque se viesse ninguém votava neles. Basta ver os videos deles para perceber o tipo de mentalidades que têm. O dirigente do PNR por vezes não dá uma para a caixa, verdade seja dita nada que não aconteca nos grandes.

E agora eu digo que nenhum partido consegue cumprir com o que diz nos programas. Não há dinheiro, e podem inventar o que quiserem que não vai chegar, quanto mais não seja porque quem está no governo fica sempre de pés e mãos atados para fazer algo de bom, seja por culpa própria ou pelos grupos e interesses que estão à volta dos governos.

Um programa de um partido é a base que o mesmo tem. A partir daí podes tirar conclusões de que filosofias e propostas poderão aparecer do mesmo. Repara, que eu comecei por criticar o partido. Eu não simpatizo com nenhum, mas leio os seus projectos. E o PNR tem muito extremismo nas suas propostas, sobretudo na defesa e território. Propostas que eu não concordo. Mas também têm boas ideias.

O problema é que a questão não é cepticismo. Cepticismo é o que eu tenho em relação ao PS e PSD. Porque independentemente da pessoa, a experiência leva-me a não acreditar que sejam correctos e honrosos. Isso é cepticismo. O que tu fazes é apenas ignorância e prazer de lá andar. Não fazes a mais pequena ideia das ideias e projectos de vários partidos e não queres saber. Preferes não saber porque um dia viste alguém na televisão e não gostaste... Dou-te o exemplo do Sócrates que deve ter sido o primeiro ministro com melhor organização em termos de imagem do nosso país, e no entanto foi o que foi...

Cada um sabe de si. E se quiseres continuar a criticar sobre o que não sabes, critica. Não podes é esperar que num fórum, alguém não te diga que não é como dizes. Até porque quando alguém não sabe absolutamente nada, basta alguém saber muito pouco para já saber mais...
 
o problema é o que já disseram anteriormente, discutem-se partidos em vez de ideias, no outro dia vi um bocado do debate sobre o orçamento e ri-me como o catano, tinhas o ps a acusar o psd de arruinar o país, o pcp e o be a dizer uma mer** qualquer que não interessa a ninguém mas relacionada com o ps e psd.
para mim discutia-se o orçamento da secguinte forma, fazia-se um powerpoint com as medidas todas em bullets e a discussao era feita bullet a bullet, do género "alguém tem algo a dizer sobre isto? não? vamos ao próximo então" e já agora, eu sei que é pedir muito a gajos que acabaram os cursos com quase 30 anos mas umas medidas concretas eram de louvar

antes que me venham bater por causa do be, digo apenas isto, o louçã não devia abrir a boca sobre questões económicas pois não tem qualquer experiência no mundo real visto que assim que acabou o curso foi dar aulas, ou seja nunca saiu do meio académico

Isso é mais que evidente. Também por isso é preciso mudar esta democracia.

Se os votos fossem equivalentes ao número de votos, praticamente todos os partidos teriam assento parlamentar. Se reduzissem o número de deputados, talvez não, mas só essa medida iria proporcionar mais ideias, mais discussão.

Eu, que não aprecio o PNR, acho que até deveria ter assento parlamentar. Na minha opinião têm ideias mais válidas que muitos outros que limitam-se a dizer que querem melhorar a vida e o ambiente, querem felicidade para todos e mais alguns, e querem melhor saúde e melhor educação. Vai-se ler o programa e não dizem uma única medida concreta para tal. É com o vento que o vão conseguir certamente.

O modelo que falas no debates, seria para mim aplicável na AR. Todos os dias um tema diferente, sendo que caso ficasse resolvido, avançava-se para outro e assim em diante. Por exemplo próxima 2ª seria Educação. Cada um dos partidos representados apresentava 5 a 10 temas fundamentais para discussão na 6ª. E na 6ª a presidente da AR organizava por ordem de maior despesa, emparelhava temas, etc. Isto sempre com o Orçamento projectado nos computadores de cada um, e sempre que uma medida era proposta, automaticamente, mexia-se para verificar o impacto que poderia trazer. Depois de discutida, votos na AR.

Há que acabar com a presunção e independência de cada partido e fazer compreender que todos são o governo. O povo se deu 20% a um partido/pessoa é porque quer que esse partido/pessoa tenha 20% de voz na elaboração do OE e outras medidas.
 
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