É isso, mudou o titalo de Eng. para Preso. []
Recluso é mais formal [
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É isso, mudou o titalo de Eng. para Preso. []
Lá está, eu trato o jardineiro por "Sr. António", não por "você"
É "Sr. António, não se esqueça daquele canteiro", não é "Você não se esqueça daquele canteiro".
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Às pessoas que trato por você, nunca uso a dita palavra.
Lá está, eu trato o jardineiro por "Sr. António", não por "você"
É "Sr. António, não se esqueça daquele canteiro", não é "Você não se esqueça daquele canteiro".
Lá está, eu trato o jardineiro por "Sr. António", não por "você"
É "Sr. António, não se esqueça daquele canteiro", não é "Você não se esqueça daquele canteiro".
Se querem um conselho, não se deslumbrem demasiado com estas aparentes igualdades e fraternidades.
Todas as sociedades têm protocolos não escritos que governam as relações sociais. Na nossa, ainda há alguma formalidade que até serve para evitar fricções desnecessárias, mantendo alguma distância entre as "peças" em movimento.
Não julguem que as relações de autoridade se desvanecem pelo aparente tratamento igualitário. Estas coisas, quando expulsas pela porta, voltam a entrar pela janela. Tomam simplesmente outras formas, mais subtis, e das quais, numa cultura estrangeira, quase decerto não se apercebem - e são vistos, silenciosamente, como uns fulanos ingénuos e boçais de baixo estatuto.
Olhem, só por exemplo, o inglês: no inglês o que desapareceu foi o "tu" - dizia-se "thou" - e passou a usar-se o "vós" - "you". E são os ingleses que têm a frase "speak, so that I can see you", porque pela voz mais ou menos educada destrinçam bem a origem regional e social do indivíduo.
Lá está, eu trato o jardineiro por "Sr. António", não por "você"
É "Sr. António, não se esqueça daquele canteiro", não é "Você não se esqueça daquele canteiro".
Eu se calhar sou um outsider aqui no FAH e quiça na sociedade, tenho um Dr. e em contextos profissionais prefiro e recomendo que me tratem por tal.
Eu tb sou desses "cromos" que exige o tratamento por Dr.
Já espetei umas 3 ou 4 pissadas este ano a colegas/subordinanos por me virem a tratar pelo nome.
E tiveram que engolir o sapo sem refilar. []
Nem sei que escrever, pá![Eu gosto imenso destes formalismos na cama.
Do tipo "Sra. Dra. chupe-me aqui isto", "Sra. Engª vou-lhe por o dedinho no ku" etc.
Confesso que me dá imensa pica, assim como manter certas peças de vestuário no acto []
Eu tb sou desses "cromos" que exige o tratamento por Dr.
Já espetei umas 3 ou 4 pissadas este ano a colegas/subordinanos por me virem a tratar pelo nome.
E tiveram que engolir o sapo sem refilar. []
Se alguma vez o Sr. António tivesse uma zanga consigo grande, e você ficasse muito chateado com ele, perdendo mesmo um pouco de confiança nele, como o passaria a tratar? Sr. ou você?
Fujo sempre ao tratamento por você, optando pelo "tu" se tenho confiança para isso, pelo "Sr." se existe maior distanciamento ou se não sei a formação da pessoa, pelo titulo académico nos restantes casos.Eu também não começo uma frase por você, utilizando-o isoladamente, até porque me soa mal. No caso que apontas eu também começaria a frase por "Sr. António", gosto de me dirigir às pessoas pelo nome e não por "você".
O uso do "você" a que me refiro é quando utilizado em conjunto com o nome da pessoa. Ex: "Sr. António, você é um bom jardineiro". Não vejo aqui nenhuma falta de educação e até estou meio estupefacto por estar a discutir isto, sinceramente.![]()