Ruibadboy
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Correcto, mas se eles não tem autoridade para reter uma pessoa. Eu posso simplesmente virar costas e ir à minha vida. Se eles me agredirem, para além de eu não pagar a multa, ainda posso (em tribunal e com o nosso sistema de justiça) pedir uma indemnização choruda.
Se tiveres um advogado razoável e duas ou três testemunhas mais eventualmente material de CCTV não tenhas dúvidas.
A vossa preocupação é arranjar algo na lei, para não serem abordados para quem está a trabalhar para vocês, ou se fossem atacados no metro por alguém ou um grupo e estivesse os vigilantes ao pé, não queriam ser "atendidos"? Ou eles são autoridade para uma coisa, mas para outra não?
A autoridade deve de ser respeitada e só têm de pagar a viagem que usufruem, aquilo não é de graça, ou vocês trabalham de graça?
Os vigilantes podem abordar a pessoa e o metro do porto tem a psp a prestar-lhes serviço (pago, é claro), portanto em 5 minutos, ou até menos, está um agente, caso seja mesmo necessário, a dar apoio à ocorrência.
E sim, os "picas" são vigilantes da empresa Eulen, mais os da Prosegur e a Psp também trabalha lá.