Mazda Mx5

País de invejas!

É pena é a malta invejosa não ter inveja do trabalho que dá para ter as coisas. [:D]
Nunca vi ninguém invejar as directas que se fazem a trabalhar, semanas com o dobro das horas de trabalho do que a lei manda, ou estar desterrado a trabalhar no meio de nenhures em África, mas enfim...é a mentalidade que temos.
 
Percebi pouco da parte técnica dos híbridos.
Ele realmente arranca sempre em eléctrico a não ser que esteja frio ou a bateria do sistema híbrido esteja descarregada quando estacionamos o carro, aí ele arranca em modo combustão.
Mas tem à mesma a bateria de 12v para fazer trabalhar os acessórios e pelos vistos o sistema electrónico de travão de mão está ligado a essa bateria.
Por acaso o MX-5 estava à frente do C-HR se não a minha mulher ia ter que faltar à reunião porque não dava para pôr o carro a arrancar com os cabos do modo como os carros ficam estacionados. Não estou fã do travão eléctrico.

É, os travões eléctricos tem essa desvantagem, se ficas sem bateria não consegues mover o carro pra lado nenhum.
 
É, os travões eléctricos tem essa desvantagem, se ficas sem bateria não consegues mover o carro pra lado nenhum.

Pelos vistos há uns que têm um modo manual para poder desbloquear aquilo e pôr o carro em Neutro.
A oficina da Toyota confirmou-me que o C-HR não tem, a única solução para conseguires mexer o carro de imediato se a bateria morreu, é pores o carro a trabalhar e para isso tens que ligar a bateria a outro carro e dar-lhe carga assim.
No meu já pus um conjunto de cabos na mala, pelo sim pelo não. [:D]
 
Hoje experimentei finalmente um Mazda MX5 NA que está com cerca de 250 cv talvez um nadinha mais. É um projecto com pés e cabeça, além de um turbo que o torna muito mais potente, também lhe dá muita disponibilidade desde baixas, depois desde radiador a colectores, escape, etc. tudo foi alterado, travões grandes e com malha de aço e um óleo de competição, suspensão endurecida e rebaixada, barros estabilizadoras, semi-slicks, backets, manómetros com temperatura do óleo, pressão do turbo, e nivel da mistura, autoblocante, etc., etc.

Resultado, eu sou um gajo critico a que se altere muito a filosofia dos carros, mas este convenceu-me, muito giro de conduzir, tem alguns requisitos de carro de competição, tem que se deixar aquecer bem antes de começar a pedir-lhe performance a sério, cx muito curta e de 6 velocidades (outra alteração) muito directa, a qualidade conhecida da cx dos MX5, carro muito, muito baixo, já andei num Lotus Exige e não sei se este não será mais baixo, direcção super directa (volante em alcântara de competição) e comportamento tipo kart, agarradinho ao chão, constantemente a relatar-nos tudo o que se vai passando. Fácil de atravessar e controlar (eu só fiz umas brincadeirinhas), mas antes de eu conduzir o dono encarregou-se de me mostrar.

Já tinha conduzido um MX5 NB 1,8 de 140 cv e o ND 1,5 de 130 cv, gostei muito de ambos. Este é o projecto original muito melhorado e acrescenta uma disponibilidade e power que o torna um canhãozinho.

No fundo para quem conhece o Honda S2000, este anda só um pouco mais, mas é bastante mais disponível e menos rotativo. Mais fácil de conduzir talvez.

A ver se amanhã ponho aqui 1 fotografia ou 2 [;)]
 
Hoje experimentei finalmente um Mazda MX5 NA que está com cerca de 250 cv talvez um nadinha mais. É um projecto com pés e cabeça, além de um turbo que o torna muito mais potente, também lhe dá muita disponibilidade desde baixas, depois desde radiador a colectores, escape, etc. tudo foi alterado, travões grandes e com malha de aço e um óleo de competição, suspensão endurecida e rebaixada, barros estabilizadoras, semi-slicks, backets, manómetros com temperatura do óleo, pressão do turbo, e nivel da mistura, autoblocante, etc., etc.

Resultado, eu sou um gajo critico a que se altere muito a filosofia dos carros, mas este convenceu-me, muito giro de conduzir, tem alguns requisitos de carro de competição, tem que se deixar aquecer bem antes de começar a pedir-lhe performance a sério, cx muito curta e de 6 velocidades (outra alteração) muito directa, a qualidade conhecida da cx dos MX5, carro muito, muito baixo, já andei num Lotus Exige e não sei se este não será mais baixo, direcção super directa (volante em alcântara de competição) e comportamento tipo kart, agarradinho ao chão, constantemente a relatar-nos tudo o que se vai passando. Fácil de atravessar e controlar (eu só fiz umas brincadeirinhas), mas antes de eu conduzir o dono encarregou-se de me mostrar.

Já tinha conduzido um MX5 NB 1,8 de 140 cv e o ND 1,5 de 130 cv, gostei muito de ambos. Este é o projecto original muito melhorado e acrescenta uma disponibilidade e power que o torna um canhãozinho.

No fundo para quem conhece o Honda S2000, este anda só um pouco mais, mas é bastante mais disponível e menos rotativo. Mais fácil de conduzir talvez.

A ver se amanhã ponho aqui 1 fotografia ou 2 [;)]

Eu até acho alguma piada a esses projectos.
Só que a bem dizer a única coisa de MX-5 que um carro desses acaba por ter é a carroçaria do MX-5, tudo o resto está tão alterado que tudo o que foi feito podia-se fazer noutro carro qualquer que os resultados eram mais ou menos os mesmos.

Os americanos até motores LS espectam dentro dos MX-5 [:cool:]
 
Só que a bem dizer a única coisa de MX-5 que um carro desses acaba por ter é a carroçaria do MX-5, tudo o resto está tão alterado que tudo o que foi feito podia-se fazer noutro carro qualquer que os resultados eram mais ou menos os mesmos.

Sim e não.

A essência eu acho que está lá, roadster, leve e ágil. Um carro com poucos filtros, para quem gosta de conduzir.

Depois o que muda muito é a potência, neste caso a base é o 1,6 de 115 cv muito bem casado com um turbo habitualmente usado nos Subaru Impreza, depois todo o resto no carro está adaptado para acompanhar o aumento de performance permitida por este upgrade mecânico.

O feeling de condução é de um MX5 sem qualquer dúvida, ainda um pouco melhorado.

A minha principal dúvida tinha a ver com o facto de passar a ser turbo, vejo estes carros na sua essência como atmosféricos e sou grande fã de motores atmosféricos, já quando apareceu o Alfa Romeo 4C vi a questão do motor ser turbo com alguma pena (já agora a relação peso potência deve ser muito parecida com a deste Mazda). Sempre achei que um pequeno 6 cilindros, como o 2,4 que equipou o Lancia Stratus seria o ideal. Mas a verdade é que este Mazda tem muito pouco tempo de resposta e o turbo sente-se desde as 2.000 rpms até depois das 6.500, não é muito brusco.

O que também muda em relação a um MX5 normal, é que exige muito mais cuidados, é extremamente baixo, tem que se ter cuidado com lombas e ressaltos, tem que aquecer bem antes de começar a puxar por ele, para defender uma mecânica que está bastante puxada, deve gastar bastante e não deixa de ser um carro com 27 aninhos.

O que é mais fascinante é que é uma máquina totalmente focada, não há nada que não seja preciso, não há extras mariquinhas, é um brinquedo para ser conduzido com os dois pés, as duas mãos e a cabeça em full-mode.
 
Última edição:
Sim e não.

A essência eu acho que está lá, roadster, leve e ágil. Um carro com poucos filtros, para quem gosta de conduzir.

Depois o que muda muito é a potência, neste caso a base é o 1,6 de 115 cv muito bem casado com um turbo habitualmente usado nos Subaru Impreza, depois todo o resto no carro está adaptado para acompanhar o aumento de performance permitida por este upgrade mecânico.

O feeling de condução é de um MX5 sem qualquer dúvida, ainda um pouco melhorado.

A minha principal dúvida tinha a ver com o facto de passar a ser turbo, vejo estes carros na sua essência como atmosféricos e sou grande fã de motores atmosféricos, já quando apareceu o Alfa Romeo 4C vi a questão do motor ser turbo com alguma pena (já agora a relação peso potência deve ser muito parecida com a deste Mazda). Sempre achei que um pequeno 6 cilindros, como o 2,4 que equipou o Lancia Stratus seria o ideal. Mas a verdade é que este Mazda tem muito pouco tempo de resposta e o turbo sente-se desde as 2.000 rpms até depois das 6.500, não é muito brusco.

O que também muda em relação a um MX5 normal, é que exige muito mais cuidados, é extremamente baixo, tem que se ter cuidado com lombas e ressaltos, tem que aquecer bem antes de começar a puxar por ele, para defender uma mecânica que está bastante puxada, deve gastar bastante e não deixa de ser um carro com 27 aninhos.

O que é mais fascinante é que é uma máquina totalmente focada, não há nada que não seja preciso, não há extras mariquinhas, é um brinquedo para ser conduzido com os dois pés, as duas mãos e a cabeça em full-mode.


Esse era um red NA de Almada que mudou rceentemente de mãos?
 
Esse era um red NA de Almada que mudou rceentemente de mãos?

É encarnado e NA mas não mudou recentemente de mãos, já deve estar há quase 2 anos nas mesmas e tem vindo a ser "feito" pelo actual dono. Mas deve haver vários, porque o dono destes tem dois amigos com carros muito parecidos.
 
Sim e não.

A essência eu acho que está lá, roadster, leve e ágil. Um carro com poucos filtros, para quem gosta de conduzir.

Depois o que muda muito é a potência, neste caso a base é o 1,6 de 115 cv muito bem casado com um turbo habitualmente usado nos Subaru Impreza, depois todo o resto no carro está adaptado para acompanhar o aumento de performance permitida por este upgrade mecânico.

O feeling de condução é de um MX5 sem qualquer dúvida, ainda um pouco melhorado.

A minha principal dúvida tinha a ver com o facto de passar a ser turbo, vejo estes carros na sua essência como atmosféricos e sou grande fã de motores atmosféricos, já quando apareceu o Alfa Romeo 4C vi a questão do motor ser turbo com alguma pena (já agora a relação peso potência deve ser muito parecida com a deste Mazda). Sempre achei que um pequeno 6 cilindros, como o 2,4 que equipou o Lancia Stratus seria o ideal. Mas a verdade é que este Mazda tem muito pouco tempo de resposta e o turbo sente-se desde as 2.000 rpms até depois das 6.500, não é muito brusco.

O que também muda em relação a um MX5 normal, é que exige muito mais cuidados, é extremamente baixo, tem que se ter cuidado com lombas e ressaltos, tem que aquecer bem antes de começar a puxar por ele, para defender uma mecânica que está bastante puxada, deve gastar bastante e não deixa de ser um carro com 27 aninhos.

O que é mais fascinante é que é uma máquina totalmente focada, não há nada que não seja preciso, não há extras mariquinhas, é um brinquedo para ser conduzido com os dois pés, as duas mãos e a cabeça em full-mode.

Para mim continua a ser mais Não do que Sim [:D]
Em tudo o que referiste a única coisa que continua a ser de MX-5 é o facto de ser roadster e ser leve e ágil, mas fazendo essas alterações conseguias fazer isso noutro carro, não tinha que ser um MX-5. É que neste caso, tal como referes, até a essência do motor do MX-5 foi alterada e passou a ser turbo, o que não tem nada a ver com a filosofia do Mazda MX-5.

Atenção que eu não sou um "purista", não tenho nada contra fazerem essas alterações no MX-5 ou até fazer Swap de motores, para mim a única questão é que deixa de ser um MX-5 e passa a ser um "carro de corridas". [:p]
Para ser sincero, adorava ter a a oportunidade de conduzir um MX-5 assim! [:cool:]
 
330i e msantos, provavelmente já viram no tópico das "Revistas antigas/Testes" tal como eu, mas fiquei algo impressionado com algumas medições de performance no teste ao Mazda MX-5 2.0i 184cv atmosférico, com aferições dos 0 aos 100 km/h em 6,6 segundos e dos 0 aos 1000 metros em 27 segundos exactos, ou seja, para uma motorização atmosférica com "apenas" 184cv e tracção traseira são performances de respeito, mas tenho noção que o seu baixo peso de apenas 1.075 kg deve ajudar imenso !!!!!
 
330i e msantos, provavelmente já viram no tópico das "Revistas antigas/Testes" tal como eu, mas fiquei algo impressionado com algumas medições de performance no teste ao Mazda MX-5 2.0i 184cv atmosférico, com aferições dos 0 aos 100 km/h em 6,6 segundos e dos 0 aos 1000 metros em 27 segundos exactos, ou seja, para uma motorização atmosférica com "apenas" 184cv e tracção traseira são performances de respeito, mas tenho noção que o seu baixo peso de apenas 1.075 kg deve ajudar imenso !!!!!

Na minha opinião as prestações do novo 2.0 são bastante boas, até tinha ideia que fazia menos do que os 6,6 nos 0-100.
Se somarmos o prazer de condução inerente ao MX-5 é um pacote espectacular, só é pena o preço em PT porque há países em que é mesmo barato.
 
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