Jesus Cristo

«Acreditai, irmãos, acreditai!... Dispensai a Razão, essa tentação do Diabo!...»



"O último esforço da razão é reconhecer que existe uma infinidade de coisas que a ultrapassam"

Blaise Pascal


A Razão não é desculpa para renegarmos o que não compreendemos, ou ao que não nos demos ao trabalho de aprofundar
 
As origens de Cristo não definem toda a sua mensagem: aliás uma das suas mensagens principais é ser o Messias descrito no Velho Testamento.

Volto a repetir a informação actualizada da historiografia religiosa: o imperador não tinha autoridade teológica para alterar fosse o que fosse na liturgia ou no calendário cristão....ele até era a favor do Arianismo...

permita-me que lhe diga que usar como fontes artigos da wikipedia não é lá muito boa ideia.


Era os que estavam mais a mão e como não diz lá nenhuma mentira, é claro que Constantino tinha autoridade, foi ele que convocou o Concilio tanto tinha que até expulsou alguns bispos do concilio que não estavam de acordo com as sua ideias e era do interesse dele ter uma religião que agradasse as duas partes para manter o seu imperio unido.
Por ser pagão é que adaptou o cristianismo aos ritos pagãs.
 
Não acredito em nada do que se diz acerca de crenças, não sou católico e não assumo nenhum outro tipo de religião, pese embora as respeite, sobretudo o budismo. No entanto aquela que para mim é a pior doutrina é a Igreja Cristã em todos os seus diferentes credos. Se essa igreja é a suposta seguidora do suposto Deus, Jesus, Espirito Santo, não faz nada para o respeitar e no fim acaba por ser uma maquina de fazer dinheiro à custa daqueles que não o têm e em beneficio daqueles que não precisam.
 
Não acredito em nada do que se diz acerca de crenças, não sou católico e não assumo nenhum outro tipo de religião, pese embora as respeite, sobretudo o budismo. No entanto aquela que para mim é a pior doutrina é a Igreja Cristã em todos os seus diferentes credos. Se essa igreja é a suposta seguidora do suposto Deus, Jesus, Espirito Santo, não faz nada para o respeitar e no fim acaba por ser uma maquina de fazer dinheiro à custa daqueles que não o têm e em beneficio daqueles que não precisam.

Também não sou apologista de nenhuma religião mas não devemos confundir os actos das pessoas que praticam a religião com a filosofia ou doutrina em si.
 
"O último esforço da razão é reconhecer que existe uma infinidade de coisas que a ultrapassam"

Blaise Pascal


A Razão não é desculpa para renegarmos o que não compreendemos, ou ao que não nos demos ao trabalho de aprofundar

Ainda assim é um pouco irracional ter como base espiritual algo que não pode ser provado ou é incompreendido.

Tudo bem que há coisas que não compreendemos, mas com o tempo aprende-se.... Ninguém fala em renegar... mas certamente estamos no direito absoluto de duvidar. Não?
 
Também não sou apologista de nenhuma religião mas não devemos confundir os actos das pessoas que praticam a religião com a filosofia ou doutrina em si.



Tens razão, a doutrina até é correcta, apesar de eu ser agnóstico concordo contigo e é claro que os actos de quem representa essa doutrina não são os correctos, aliás nunca o foram, se hoje o importante é a propriedade e a riquesa, no passado eram as inquisições.
 
Era os que estavam mais a mão e como não diz lá nenhuma mentira, é claro que Constantino tinha autoridade, foi ele que convocou o Concilio tanto tinha que até expulsou alguns bispos do concilio que não estavam de acordo com as sua ideias e era do interesse dele ter uma religião que agradasse as duas partes para manter o seu imperio unido.
Por ser pagão é que adaptou o cristianismo aos ritos pagãs.

Convocar o Concílio e ter a capacidade de determinar o que dele passa a vigorar são dois factos diferentes...
Mas Manuel eu desisto de lhe tentar provar isso, porque não tenho capacidades para tal: por isso deixo-lhe aqui uma fonte simples e relativamente credível. Um documento de um departamento da Columbia University:

"The Role of Constantine
The controversy greatly agitated Emperor Constantine, and he sent a letter to Arius and Alexander in an attempt to persuade them to lay aside their differences. He wrote, "This contention has not arisen respecting any important command of the law, nor has any new opinion been introduced with regard to the worship of God; but you both entertain the same sentiments, so that you may join in one communion. It is thought to be not only indecorous, but altogether unlawful, that so numerous a people of God should be governed and directed at your pleasure, while you are thus emulously contending with each other, and quarrelling about small and very trifling matters."
It has been suggested that because Constantine referred to the issue as "trifling" that he did not really understand it. Strangely, it is recorded in a letter by Eusebius of Caesarea that the Emperor suggested the key word "homoousious" that appears in the Nicene Creed. He says the Emperor explained the term as well, showing its difference from the heretical usage by Paul of Samosta. It has been speculated that the Emperor made his suggestion at the prompting of Hosius of Cordova, the Emperor's advisor and a man who was persecuted under Maximian.

Constantine did play an important role at the Council. Eusebius of Caesarea reports that he played an key part in calming, convincing, and bringing all to agreement on contested points. The account of Eusebius fairly glows in regard to the Emperor, and he is portrayed as a key figure. It is nowhere suggested, however, that he was permitted to vote with the bishops nor that he used any form of force to obtain an outcome.

It may be that the eloquence and glory of the Emperor had sway with some, however it should be remembered that he did eventually (years after the Council) support the Arian party. A few years after the Council of Nicea, Arius discovered a new way to interpret the word "homoousius" that agreed with his doctrines. He then asked to be readmitted to communion, but the Church refused. Arius then appealed to the Emperor. Emperor Constantine's favorite sister, Constantia, on her deathbed, implored Constantine to support Arius and he did so. A date was set for the forcing of the Church to readmit Arius, but while he was waiting for Constantine to arrive Arius stopped to relive himself and his bowels burst and he died. (See Arians of the 4th Century, Chapter III, Section II by John Henry Newman)

It is hard to imagine how a man who had supposedly argued with eloquence for the Nicene Creed and who supposedly formulated the key phrase and explained it would simply abandon it for a mere submission to the words and not the meaning of the Creed. It is also hard to imagine how the account of Eusebius can be reconciled to the Emperor's apparent failure to grasp the issue apparent in his letter. It is also hard to imagine how a man who had been such a humble servant of the Church at Nicea would attempt to force the Church to accept his decisions at this later date. It seems reasonable on these grounds to suppose that Eusebius of Caesarea wrote a less than accurate account designed to give credit and flattery to the emperor.

Nor was Constantine the last emperor to side with the Arians. Athanasius writes concerning this in "The Monks' History of Arian Impiety' (AD 358) saying, "When did a decision of the Church receive its authority from the emperor?" and "never did the fathers seek the consent of the emperor for them [councilar decrees of the Church], nor did the emperor busy himself in the Church." He goes on to say that the heretics banded with the emperor. (See Faith of the Early Fathers, Volume I, by William Jurgens).

The Church was willing to accept the help of an emperor, to listen to what he had to say, but not to accept the rule of an emperor in matters of faith. However one describes the role of Constantine at the Council of Nicea, it must be remembered that the Creed of Nicea expressed what the great majority of bishops at the council found to be traditional, Biblical, and orthodox of the Christian faith, a faith in which they believed so firmly that they were willing to die for it. "
 
Ainda assim é um pouco irracional ter como base espiritual algo que não pode ser provado ou é incompreendido.

Tudo bem que há coisas que não compreendemos, mas com o tempo aprende-se.... Ninguém fala em renegar... mas certamente estamos no direito absoluto de duvidar. Não?

Acabou de colocar frente a frente dois dos grandes pensamentos da Filosofia Antiga. Será racional, ou irracional dedicar-se ao que "não pode ser provado".

Nem tudo o que não compreendemos é tangível da nossa parte. Há que sermos humildes.
Ao procurar desenvolver o conhecimento, seja qual fôr a conclusão a que nos leve, é sempre duvidar, ou seja, duvidar é crescer.
Não me parece que eu tenha colocado esse pensamento em causa, muito pelo contrário. Por isso perguntei logo de inicío se estava actualizado no campo da Histórias das Religiões.
 
Acabou de colocar frente a frente dois dos grandes pensamentos da Filosofia Antiga. Será racional, ou irracional dedicar-se ao que "não pode ser provado".

Nem tudo o que não compreendemos é tangível da nossa parte. Há que sermos humildes.
Ao procurar desenvolver o conhecimento, seja qual fôr a conclusão a que nos leve, é sempre duvidar, ou seja, duvidar é crescer.
Não me parece que eu tenha colocado esse pensamento em causa, muito pelo contrário. Por isso perguntei logo de inicío se estava actualizado no campo da Histórias das Religiões.
Fico fascinado com as tuas posições neste tópico. [;)]

Há alguma particularidade em ti, que em especial te permita abordar este tema com este tipo de raciocínio?
 
Fico fascinado com as tuas posições neste tópico. [;)]

Há alguma particularidade em ti, que em especial te permita abordar este tema com este tipo de raciocínio?


Obrigado: não sei bem qual o sentido, mas obrigado :)

...em especial, nada. Sou apenas mais uma pessoa que tenta compreender, que tenho dúvidas. Não preciso de respostas, uma vez que a verdade é muito subjectiva, mas preciso de construir o meu pensamento. Contínuamente...

Que tipo de raciocínio detectas?

(obrigado pela citação: percebi que cometi um erro de sintaxe :))
 
Obrigado: não sei bem qual o sentido, mas obrigado :)
Sobre este assunto, o modo como te expressas toca-me um pouco. [;)]

Cá em casa há duas correntes do Cristianismo, Católico e Anglicano, de modo que para não me confundir muito, considero-me agnóstico.

Mas na parte exterior, costumo-me reger pelo grande respeito que as pessoas me merecem, naquilo que são as suas convicções religiosas. [:cool:]
 
Acabou de colocar frente a frente dois dos grandes pensamentos da Filosofia Antiga. Será racional, ou irracional dedicar-se ao que "não pode ser provado".

Nem tudo o que não compreendemos é tangível da nossa parte. Há que sermos humildes.
Ao procurar desenvolver o conhecimento, seja qual fôr a conclusão a que nos leve, é sempre duvidar, ou seja, duvidar é crescer.
Não me parece que eu tenha colocado esse pensamento em causa, muito pelo contrário. Por isso perguntei logo de inicío se estava actualizado no campo da Histórias das Religiões.

Concordo absolutamente. Mas este comentário:

"A Razão não é desculpa para renegarmos o que não compreendemos, ou ao que não nos demos ao trabalho de aprofundar"

pareceu que se estava a afirmar que explorar uma religião por escritos não podia ser renegado e tinha que ser tido em consideração. E eu acho que o que está bem definido na nossa sociedade é a religião e o receio de duvidar acerca das suas bases. Duvidar é crescer sem dúvida e na minha perspectiva tem que ser permitido duvidar de certos "factos" religiosos e comprová-los com métodos cientificos, arqueológicos etc....
 
Acho curioso que existe sempre uma preocupação em afirmar que se respeitam a opções religiosas e as crenças individuais mas pouca ou mesmo nenhuma em respeitar a não crença, a não religiosidade ou o ateísmo.
Faltou referir nesta interessante tertúlia a influência de São Paulo (o Paulinismo) na criação do cristianismo actual. São Paulo foi o grande criador, o mentor do celibato e de grande parte das bases onde se assenta a Igreja Universal, porque católica significa universal.
Há quem diga que São Paulo era homossexual e como tal relegava a mulher para segundo plano considerando-a pouco mais que lixo para servir e, sobretudo, tentar os que tiveram a felicidade de nasceram com guizos entre as pernas.

Porque somos ocidentais, de influência judaico-cristã e no nosso caso Católica Apostólica Romana temos medo, receio de "pecar" e de ser castigados (Purgatório e Inferno) pelo Deus que nos ama mas que castiga severamente, que dá com bondade mas que tira sem piedade, o Deus mau e castigador do Velho Testamento e o Deus bom e benevolente do Novo Testamento.
Libertem-se! Neste sentido esquecemos que existem outros "grandes mestres" outros iluminados pelo chamado "Espírito Santo" e que Jesus foi mais um dos mensageiros desse "acaso" que é o universo.

Agora falarem de "cobra que rasteja na imundice"??? Imundice é a bestialidade de grande parte das religiões em controlar, manipular e subjugar o ser humano através daquilo que chamam de fé e obter lucros com isso... como se ter fé fosse apenas crer numa religião ou num profeta!
Um Homem pode ser profundamente espiritual sem precisar de intermediários mas... como pessoalmente acredito na reencarnação e no Karma (outra das teorias eliminada por Judeus, Muçulmanos e Cristãos) estou convencido que a cada patamar evolutivo da alma do individuo correspondem níveis de aproximação ao divino.

Como tal há quem precise de um padre, rabino, mulah, há quem precise de uma igreja, mesquita ou sinagoga, de um templo hindu ou de um templo budista. Outros não sentem necessidade disso.

F. FORWARD >> >> :)
 
STOP

Fonte: The Sun

Mãe de 22 anos, da [SIZE=-1]à[/SIZE] luz dois gémeos e morre por não aceitar transfusão de sangue devido [SIZE=-1]à[/SIZE] sua religião (era Testemunha de Jeová)

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PALS of pretty Emma Gough told last night how the devout Jehovah’s Witness cuddled her newborn twins – then died just hours later after refusing a blood transfusion.
Shopgirl Emma, 22 – whose life could have been saved after complications set in – ticked a form before the birth insisting she should not be given blood.
Medics begged husband Anthony, 24, and other members of Emma’s family to overrule her after she suffered severe blood loss and began slipping away.


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Blood ban ... a legal notice, quoting the Bible, spelling out Jehovah’s Witnesses’ opposition to life-saving transfusions


But because Jehovah’s Witnesses are barred from having transfusions they refused – insisting the young mum would not want to betray her principles.
Stunned friends last night described her grieving husband – a fellow Witness who has been left to bring up the motherless twin boy and girl – as distraught.


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Faith ... hall in Telford where Emma and Anthony worshipped


Peter Welsh, 24, was best man at the couple’s beach wedding in Barbados two years ago. He said: “Everyone is devastated by what has happened.
“We can’t believe she died after childbirth in this day and age, with all the technology there is.


“What makes it even more sad is Emma had time to hold and start to bond with her twins before the complications set in.”
Yesterday shattered Anthony, a central heating engineer, was caring for the tots at his home in Telford, Shrops – as the local coroner’s office launched a probe.
He wed Emma, who worked at high street store Next, in December 2005.
Friends said the pair had been teenage sweethearts – and described Emma as a “bubbly modern girl, always full of life.”
She had been “ecstatic” to learn she was expecting twins. Emma’s mum Glenda and dad Jim – also Jehovah’s Witnesses – were at her bedside after she gave birth at the Royal Hospital in Shrewsbury.


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Medics’ pleas ... hospital where Jehovah mum gave birth




She died in the early hours of October 25, a week last Thursday.
Yesterday grief-stricken Jim, 43, refused to comment.
Both sides of the family – including Anthony’s parents Sham and Ian Gough – closed ranks and remained tightlipped.
A woman relative mixing baby feeds for the twins at Emma’s home insisted: “We have nothing to say.”
Best man Peter – also a Jehovah’s Witness – said: “Luckily Anthony is part of a big family. They will all pitch in to help him bring up the twins.” But he added: “Anthony is in pieces.”
Part of the Jehovah faith says the Bible prohibits the “consumption, storage and transfusion of blood” and quotes the book of Acts.
Some Jehovah’s Witnesses believe that to have a transfusion is the same as consuming or eating blood.
A spokesman for the local Kingdom Hall, where Emma and Anthony worshipped, said: “This is a terrible time for the whole family.


“They are all grieving terribly. The entire Witness community is distraught and including them in their prayers.”
Friend Peter, of Sutton Hill, Telford, told how Emma’s dream had always been to marry on a Caribbean beach.
Loving Anthony organised the ceremony as a surprise.


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Grief ... hubby Anthony




Emma said at the time: “Anthony went ahead and booked it without telling me. You can imagine my surprise.” The excited couple exchanged vows in the tropical sun as a steel band played under palm trees.
Peter said: “Thirty guests, including both sets of parents, arrived a few days before the ceremony.
“A local minister was booked to officiate. Emma and Anthony stayed in separate rooms in the hotel because our faith strictly bans sex before marriage. The wedding was the happiest day of their lives.
“They were desperate for a family and no one was surprised to hear Emma was expecting not far into the New Year.
“It was no great surprise that Emma was having twins because they run in Anthony’s family every few generations.
“Emma was as happy as I have ever seen her and looking forward to the birth.
“Now it is up to everyone to rally round and look after Anthony and the twins,” A coroner’s office source confirmed: “We are investigating why she did not have a transfusion. An inquest will be held.”
 
Última edição:
(...)

E em relação á morte, sempre pensei... se o que vivemos antes de nascer é 0, o que é que nos diz que o que vivemos depois de morrer... não é 0 também? É a inconsciência num ecrã preto... Aliás... também podemos morrer durante a vida. Ás vezes penso, que se daqui a "2 ou 3 horas" eu caísse e batesse com a cabeça bem de força, podia muito bem apagar da memória essas 2 ou 3 horas. Essas 2 ou 3 horas podem nem sequer voltar... e o que é feito delas? E o que nos define acima de tudo é a memória. Agora pensem... há gente que perde grande parte da memória, senão toda. Isso não os "mata"?
ha muitas coisas da tua vida das quais tu não te lembras...

Por mais esforço que faças, e por mais que alguêm te diga que ha 10, 20, 30, 50 anos atrás fizéste aquilo assim e assado, tu pura e simplesmente não te lembras, e para ti, é como se nunca tivésse acontecido...


Mas por regressão, consegues "lembrar" disso tudo...




Aliás, muitas das pessoas que perdem a memória, a dada altura no tempo a recuperam...




Das duas uma, ou a memória nunca se apaga, ou ela não existe no nosso cérebro, ( fisico ), mas sim na nossa alma ( meta-fisico )...



Ha várias maneiras de interpretar o assunto, dependendo das tuas crenças, niveis de conhecimento, vivência... [;)]
 
STOP

Fonte: The Sun

Mãe de 22 anos, da [SIZE=-1]à[/SIZE] luz dois gémeos e morre por não aceitar transfusão de sangue devido [SIZE=-1]à[/SIZE] sua religião (era Testemunha de Jeová)
Por um lado aceito que a mãe tenha direito a dizer se quer viver, ou se quer morrer...


Por outro lado não aceito que ela tenha negado o direito que essas crianças tinham de ter uma mãe... :(




É uma temática complicada...
 
Claro pureza acima de tudo!!! Se calhar até participava em hang-bangs...tadinha!

Sangue? Népia! Morrer é melhor, o Poderoso lá de cima dá-me os parabéns quando lá chegar acima e reserva-me o melhor lugar no hotel![8b][8b]

Mentalidades...
 
ha muitas coisas da tua vida das quais tu não te lembras...

Por mais esforço que faças, e por mais que alguêm te diga que ha 10, 20, 30, 50 anos atrás fizéste aquilo assim e assado, tu pura e simplesmente não te lembras, e para ti, é como se nunca tivésse acontecido...


Mas por regressão, consegues "lembrar" disso tudo...




Aliás, muitas das pessoas que perdem a memória, a dada altura no tempo a recuperam...




Das duas uma, ou a memória nunca se apaga, ou ela não existe no nosso cérebro, ( fisico ), mas sim na nossa alma ( meta-fisico )...



Ha várias maneiras de interpretar o assunto, dependendo das tuas crenças, niveis de conhecimento, vivência... [;)]

Os episódios ficam gravados no nosso cérebro. O nosso SQL é que por vezes não funciona muito bem !! [:D]

Certos métodos, como a regressão e alguns tipos de psicoterapia, ajudam a despoletar as, digamos, "chaves" que vão destrancer o acesso a muita coisa que temos no cérebro e a que já não acedemos.

É um processo que é explicado em termos neurocientíficos puros.
 
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