Jesus Cristo

PeLeve

Well-known member
A mensagem de Jesus sempre me pareceu clara, tenha sido Ele divino, ou não. Foi, para mim, um mártir que percorreu esta Terra com um propósito sublime, no qual acreditou e pelo qual morreu. Na busca que sempre fazemos sobre a Sua vida, aqui ou ali, de tudo encontramos um pouco...

Hoje dei de caras com artigo seguinte na Internet que gostava que lessem e opinassem, sem extremismos e com elevação...:

A maior farsa de todos os tempos: As contradições sobre Jesus Cristo

Postado no 06/03/2007 por Lealcy B. Junior
joaobatista.jpg


Como tudo o mais que se refere à existência de Jesus na terra, também a sua ascendência é objeto de controvérsias. Segundo Mateus e Lucas, Jesus descende ao mesmo tempo de David e do Espírito Santo. Entretanto, como filho do Espírito Santo, não poderá descender de José, conseqüentemente deixa de ser descendente de David e o Messias esperado pelos judeus. Assim, Jesus ficará sendo apenas Filho de Deus, ou Deus, visto ser uma das três pessoas da trindade divina.

Em ambos os evangelhos acima citados há referências quanto a data de nascimento de Jesus, mas tais referências são contraditórias — o Jesus descrito por Mateus teria onze anos quando nasceu o de Lucas. Mateus diz que José e Maria fugiram apressadamente de Belém, sem passar por Jerusalém, indo direto para o Egito, após a adoração dos Reis Magos. Herodes iria mandar matar as criancinhas. Todavia, Lucas diz que o casal estivera em Jerusalém e acrescenta a narração da cena de que participaram Ana e Semeão. De modo que um evangelista desmente o outro.

Lucas não alude à matança das criancinhas, nem à fuga para o Egito. Por outro lado, Marcos e João não se reportam à infância de Jesus, passando a narrar os acontecimentos de sua vida a partir do seu batismo por João Batista. Mateus que conta o regresso de Jesus, vindo do Egito e indo para Nazaré, o deixa no esquecimento, voltando a ocupar-se dele somente depois dos seus trinta anos, quando ele procura João Batista. Diz ainda que João já o conhecia e, por isto, não o queria batizar, por ser um espírito superior ao seu.

Lucas narra a discussão de Jesus com os doutores da lei, aos doze anos de idade. Sendo perguntado pela mãe sobre o que estava ali fazendo, teria respondido que se ocupava com os assuntos do pai.

Emilio Bossi, referindo-se a esta passagem, estranha a atividade da mãe. Se o filho nascera milagrosamente, e ela não o ignora, só poderia esperar dele uma seqüência de atos milagrosos. Mesmo a sua presença no templo, entre os doutores, não deveria causar preocupação à sua mãe, visto saber ela que o filho não era uma criança qualquer, e sim um Deus. Lucas diz que os samaritanos não deram boa acolhida a Jesus, o que muito irritara a João. Contudo, João, o Evangelista, diz que os samaritanos deram-lhe ótima acolhida e, inclusive, chamaram-no de salvador do mundo.

Os evangelistas divergem também quanto ao relato da instituição da eucaristia. Três deles afirmam que Jesus a instituiu no dia da Páscoa, enquanto João afirma que foi antes. Enquanto os três descrevem como aconteceu, João silencia. Na última noite Jesus estava muito triste, como, aliás, permaneceria até a morte. Pondo o rosto em terra, orou durante muito tempo. Segundo os evangelistas, ele estava de tal modo triste e conturbado que teria suado sangue, coisa, aliás, muito estranha, nunca verificada cientificamente.

Enquanto isto, seus companheiros dormiam despreocupadamente, não se incomodando com os sofrimentos do Mestre. Entretanto João não fala sobre esse estado de alma do Mestre. Pelo contrário, diz que Jesus passara a noite conversando, quando se mostrava entusiasta de sua causa e completamente tranqüilo.

Lucas, Mateus e Marcos afirmam que o beijo de Judas o denunciara aos que vieram prendê-lo. Todavia, João diz que foi o próprio Jesus quem se dirigiu aos soldados dizendo-lhes tranqüilamente: “Sou eu”. Lucas é o único que fala no episódio da ida de Jesus de Pilatos para Herodes Antipas. Os outros caem em contradição quanto à hora do julgamento pelo Conselho dos Sacerdotes em presença do povo. João não fala a respeito do depoimento de Cireneu, nem na beberagem que teriam dado a Jesus. Omite-se ainda quanto à discussão dos dois ladrões, crucificados com Jesus, e quanto à inscrição posta sobre a cruz. De forma que seu relato é bastante diferente daquilo que os outros contaram.

E as divergências continuam ainda no que concerne ao quebramento das pernas, ao embalsamamento, à natureza do sepulcro e ao tempo exato em que ele esteve enterrado. Quanto ao embalsamamento, por exemplo, há muita coisa que não foi dita. Teriam retirado seu cérebro e intestinos como se procede normalmente nesses casos? Se a resposta for positiva, como explicar o fato de Jesus, após a ressurreição, pedir comida? Como se vê, as verdades bíblicas são além de controvertidas, incompreensíveis.

Lucas diz que Jesus referiu-se aos que sofrem de fome e sede, enquanto Mateus diz que ele se referia aos que têm fome e sede de justiça, aos pobres de espírito. Uns afirmam que Jesus tratara os publicanos com desprezo e ódio, outros dizem que ele se mostrou amigável em relação a eles. Para uns, Jesus teria dito que publicassem as boas obras, para outros, que nada dissessem a respeito.

Uma hora Jesus aconselha o uso da força física e da resistência, mandando até que comprassem espada; noutra, ameaça os que pretendem usar a força. Marcos, Mateus e Lucas dizem que Jesus recomendara o sacrifício. Entretanto, não tomou parte em nenhum deles. Mateus diz que Jesus afirmou não ter vindo para abolir a lei nem os profetas, enquanto Lucas diz que ele afirmara que isso já estava no passado, já tivera o seu tempo. Os três afirmam ainda que Jesus apenas pregara na Galiléia, tendo ido raramente a Jerusalém, onde era praticamente desconhecido. Todavia, João diz que ele ia constantemente a Jerusalém, onde realizara os principais atos de sua vida.

As coisas ficam de modo que não se sabe quem disse a verdade, ou, melhor dizendo, não sabemos quem mais mentiu. Ora, se Jesus tivesse realmente praticado os principais atos de sua vida em Jerusalém, seria conhecido suficientemente e, então, não teriam que pagar a Judas 30 dinheiros para entregar o Mestre. João, que teria sido o precursor do Messias, não se fez cristão, não seguiu a Jesus, pregando apenas o judaísmo no aspecto próprio. Entretanto, depois de preso, enviou um mensageiro a Jesus, indagando-lhe: “És tu que hás de vir, ou teremos de esperar um outro?”, ao que Jesus teria respondido: “Você é o profeta Elias”. Talvez houvesse esquecido que o próprio João antes já declarara isso mesmo. Contam os Evangelhos que, desde a hora sexta até Jesus exalar o último suspiro, a terra cobriu-se de trevas. Contudo, nenhum escritor da época comenta tal acontecimento. Marcos 25:25 diz que Jesus foi sacrificado às 9 horas.

João diz que ao meio dia ele ainda não havia sido condenado à morte, e acrescenta que, a esta hora, Pilatos o teria apresentado ao povo exclamando: “Eis aqui o vosso rei”! Emilio Bossi assinala detalhadamente todas estas contradições, e as que se deram após a pretensa ressurreição, dizendo que nada do que vem nos Evangelhos deve ser levado a sério. O sobrenatural é o clima em que se encontra a Bíblia, e esta é apenas o resultado da combinação de crenças e superstições religiosas dos judeus com as de outros povos com os quais conviveram.
Próximo capítulo: As contradições evangélicas
http://ceticismo.wordpress.com/2007...os-tempos-as-contradicoes-sobre-jesus-cristo/
 
Também acredito nisso. É óbvio que a história de Cristo é uma história com uma moral positiva, e ele até pode ter existido, mas daí a ter feito tudo o que se diz na biblia ... não sei não.

Vejamos, tal como Cristo existem dezenas, senão centenas de outros profetas ou "enviados", com histórias semelhantes, que nada mais são do que a representação do Sol. Praticamente todas as civilizações prestaram vassalagem ao Sol, dando-lhe uma imagem humana (ressuscitar 3 dias depois da morte está associado ao facto de de 22 a 25 de dezembro o sol se manter no mesmo sitio, nascer a 25 de dezembro deve-se ao facto de o sol começar a subir nos céus devido ao inicio do inverno etc etc etc). O resto... é publicidade. A razão do sucesso da religião cristã deve-se ao facto de os seus criadores terem sido os romanos. Penso que por volta do 2º século, havia barulho lá no sitio causado por divisões religiosas... e a solução foi encontrar uma religião que pudesse ser aceite. Pegaram nos escritos sobre um tal de Jesus Cristo e lá resolveram apoiar essa história. E pronto... cá estamos. Provavelmente se não fosse Jesus Cristo era outro nome qualquer...
 
A razão do sucesso da religião cristã deve-se ao facto de os seus criadores terem sido os romanos. Penso que por volta do 2º século, havia barulho lá no sitio causado por divisões religiosas... e a solução foi encontrar uma religião que pudesse ser aceite. Pegaram nos escritos sobre um tal de Jesus Cristo e lá resolveram apoiar essa história.

Interessante esse ponto de vista...
Sempre pensei que a religião tivesse sido inventada para que as pessoas "se comportem" bem e ao mesmo tempo para não temermos a morte.
 
PL, essa do Cristo ser mártir nem lembra sequer ao menino Jesus.... [:D] [:)]

E tens de deixar de citar pessoas que mal sabem escrever um texto coerente.
 
Interessante esse ponto de vista...
Sempre pensei que a religião tivesse sido inventada para que as pessoas "se comportem" bem e ao mesmo tempo para não temermos a morte.

Pois e serve... Aliás, serve para isso e também para muitos mamarem à custa dos crentes. É um abuso a quantidade de dinheiro que passa pelas mãos das seitas e mesmo das próprias autoridades de certas religiões. Mas ainda assim existem mesmo religiões cujo idealismo é puro.

Tenho é pena que muita gente não consiga ser racional quanto a estes assuntos. Eu não acho que a religião é toda ela falsa... a história, a moral e até mesmo o aspecto espiritual é benéfico na maioria das vezes, desde que não seja mal interpetado.

E em relação á morte, sempre pensei... se o que vivemos antes de nascer é 0, o que é que nos diz que o que vivemos depois de morrer... não é 0 também? É a inconsciência num ecrã preto... Aliás... também podemos morrer durante a vida. Ás vezes penso, que se daqui a "2 ou 3 horas" eu caísse e batesse com a cabeça bem de força, podia muito bem apagar da memória essas 2 ou 3 horas. Essas 2 ou 3 horas podem nem sequer voltar... e o que é feito delas? E o que nos define acima de tudo é a memória. Agora pensem... há gente que perde grande parte da memória, senão toda. Isso não os "mata"?
 
isto é simples... as religiões só existem porque simplesmente há acontecimentos que nós não conseguimos explicar, sendo o maior deles a Criação...

Por isso, quer os "deuses" das crenças que existem, terem realmente vivido e terem feito milagres e coisas do género não interessa...

As pessoas precisam é de algo superior a quem possam pedir ajuda quando não há saida possível...
 
isso daria uma graaaaaaaaaaaaaaande discussão... [:D]
Por não nos lembrarmos de algo não quer dizer que não o possamos ter vivido.

Sim, mas a morte é algo natural que nós nunca conseguiremos compreender. Porque nós não conseguimos assimilar conceitos como "perfeição", "infinito" etc etc etc. Eu só digo é que a morte é um esquecimento completo. É possível acordar-se na cama de um hospital e ter como última memória o jantar de hoje... em 5 anos que se passam. E apesar de termos vivido esses 5 anos, eles podem não significar nada para nós... Ou seja... o que nos salva é a consciência o que significa que, por exemplo, os animais não têm sequer consciência da morte, nem medo dela sequer... logo uma eventual vida após a morte não significaria nada para eles. O mesmo se passa para alguém que por algum motivo está incosciente ou mentalmente abalado.
 
Esse texto é a coisa mais ridícula que li nos últimos tempos.
Revela tanto desconhecimento e tanta ignorância sobre a Bíbila e o Novo Testamento que até mete dó.
Então aquela parte do embalsamento, do retirar do cérebro e dos intestinos, e de pedir comida após a ressurreição é digno de uma comédia[:D] .
Se queres o meu conselho, lê os Evangelhos e tira as tuas próprias conclusões, mas não te esqueças de uma coisa: eles foram escritos por homens. Sendo que dois deles não privaram com Jesus, mas escreveram baseando-se em descrições feitas por outros. Além de que foram escritos alguns anos após a morte de Jesus.
Obviamente que os 4 relatos são todos diferentes à sua maneira, assim como os homens que os escreveram.
 
Também acredito nisso. É óbvio que a história de Cristo é uma história com uma moral positiva, e ele até pode ter existido, mas daí a ter feito tudo o que se diz na biblia ... não sei não.

Vejamos, tal como Cristo existem dezenas, senão centenas de outros profetas ou "enviados", com histórias semelhantes, que nada mais são do que a representação do Sol. Praticamente todas as civilizações prestaram vassalagem ao Sol, dando-lhe uma imagem humana (ressuscitar 3 dias depois da morte está associado ao facto de de 22 a 25 de dezembro o sol se manter no mesmo sitio, nascer a 25 de dezembro deve-se ao facto de o sol começar a subir nos céus devido ao inicio do inverno etc etc etc). O resto... é publicidade. A razão do sucesso da religião cristã deve-se ao facto de os seus criadores terem sido os romanos. Penso que por volta do 2º século, havia barulho lá no sitio causado por divisões religiosas... e a solução foi encontrar uma religião que pudesse ser aceite. Pegaram nos escritos sobre um tal de Jesus Cristo e lá resolveram apoiar essa história. E pronto... cá estamos. Provavelmente se não fosse Jesus Cristo era outro nome qualquer...

Como em todas as religiões na catolica também se prega o bem, eu acredito que Cristo tenha existido não como divindade como diz a biblia mas sim como um homem normal, um filosofo que passou a vida a pregar uma filosofia de vida.
A razão do sucesso da religião catolica deve-se a um pagão muito inteligente que quando se viu em risco de ver o seu imperio divido resolveu fazer algo, esse homem fui o Imperador Romano Constantino e diga-se que fez um excelente trabalho.
 
Vejamos, tal como Cristo existem dezenas, senão centenas de outros profetas ou "enviados", com histórias semelhantes, que nada mais são do que a representação do Sol. Praticamente todas as civilizações prestaram vassalagem ao Sol, dando-lhe uma imagem humana (...) O resto... é publicidade. A razão do sucesso da religião cristã deve-se ao facto de os seus criadores terem sido os romanos. Penso que por volta do 2º século, havia barulho lá no sitio causado por divisões religiosas... e a solução foi encontrar uma religião que pudesse ser aceite. Pegaram nos escritos sobre um tal de Jesus Cristo e lá resolveram apoiar essa história. E pronto... cá estamos. Provavelmente se não fosse Jesus Cristo era outro nome qualquer...

Tenho que admitir que é o comentário mais rdículo (não leve muito a mal :)) e desinformado que li nos últimos tempos neste fórum! A afirmação de que todas as civilizações prestaram vassalagem (sabe o real significado de vassalagem? E de Civilização?) ao Sol.... e de que o sucesso (gostaria de saber qual é parâmetro aplicado aqui) do Cristianismo se deve ao facto de ter sido uma criação romana (??????)....
Já alguma vez procurou estudar a sério (científicamente) a História da Religiões?


Quanto ao texto do Pé Leve:
O texto parece basear-se num outro documento, segundo o que se escreveu "Emilio Bossi assinala detalhadamente todas estas contradições, e as que se deram após a pretensa ressurreição, dizendo que nada do que vem nos Evangelhos deve ser levado a sério. O sobrenatural é o clima em que se encontra a Bíblia, e esta é apenas o resultado da combinação de crenças e superstições religiosas dos judeus com as de outros povos com os quais conviveram"

Bossi (que era um historiador, cuja obra mais conhecida é "Cristo nunca existiu" lançado em Portugal primeiro em 1909 e reeditado em 1975) ao comparar Cristo com Sócrates (o filósofo), e afirmando que foi o Vaticano (e nem o podia ser aquando da exponenciação da fé, uma vez que nem tinha lugar em Roma) que criou uma figura sob a qual se podia centrar o Evangelho, esquece-se, de tanto pesquisar as evidências, que se trata de uma questão de fé.....repito: de fé. Qualquer Evangelgo ou Escritura Sagrada de uma religião antiga tem contradições, precisamente pq foi redigida por homens, não pela mão de um Deus. A memória, assim como a História, é a dos homens. Mas isso não prova, nem estaabelece a nulidade dos factos ou verosimilhanças históricas.

Tem que se inserir a publicação do texto no seu contexto histórico: 1909 era um ano de oposição à Monarquia e à Igreja, assim como 1975 o foi relativamente a tudo quanto não fosse "socializante" e/ou marxista-estalinista. Em ambos os casos tentou-se destruturar o pensamento Cristão, e de outras confissões...
De todo em todo, acho que é um texto escrito com "mau gosto" e pouco cuidado (pouco profissional).
 
Interessante esse ponto de vista...
Sempre pensei que a religião tivesse sido inventada para que as pessoas "se comportem" bem e ao mesmo tempo para não temermos a morte.

Não foi bem assim, mas ok...é próximo...sim o apoio romano foi essencial para a subsistência e desenvolvimento (pois foi declarada religião do império, embora aceitando outras já existentes.)

Note-se que, muitas das bases do cristianismo estão num local estranhamente comum (religiões do "eixo do mal" LOL....irónico não?), claro que para a igreja isso não conta, mas isso é outra estória.

Resumindo, em minha opinião, as religiões são uma tentativa de, o ser humano da altura, já pensante já desconhecedor de muitas coisas, já errante, se sentir acomodado e satisfeito por ter um pai/criador/controlador que tudo sabe tudo controla. Um ser que, se algo nos foge da compreensão, não nos compete compreender, temos um "amparo/pai" que nos ajuda e ao qual nºao temos direito de fazer perguntas, apenas de aceitar.

Logicamente, que, as religiões com um deus/ser superior/pai etc são comuns em TODO o mundo.....não é algo que só existe na Europa (alqo que a igreja medieval nunca compreendeu.....), portanto, ou existe mesmo um deus/ser extra terreste etc etc...(coisa que não acredito) ou a simultaneidade de desenvolvimento intelectual do Homem levou ao aparecimento desse ser supremo.

IMHO, existir Jesus é de somenos importância, há quem diga que pelo menos acalma as ordes de cristãos que em tal acreditam....tudo bem...mas não percebo o ponto de vista que diz "mais vale acreditar em algo duvidoso e ser feliz do nao acreditar em nada e ser infeliz".....

Já agora, para os que tanto acreditam na bíblia e suas belas alegorias, se o ser superior é omnipresente omnipotente e bondoso, como deixou Eva morder a maçã?? (omnipresença) foi preciso criar adão para saber que precisava de uma mulher (omniconsciente???) e por que raio obrigou um pai a quase sacrificar um filho só para satisfazer os seus caprichos? (bondoso...)

Enfim....é uma boa estória, muita gente a segue, por mim, cada um sabe de si, agora andarem em lutas/guerras/terrorismo á pala disso, é que enfim.....alguem devia dizer aos cristãos fanáticos e aos islãmmicos fanáticos que a origem das suas religioes é apenas uma...

Só mais uma...cada vez gosto mais do budismo....
 
Última edição:
Acreditar ou não acreditar...

Não condeno quem não acredite. Porquê? Porque não me diz respeito. Lamento apenas aqueles que embora não acreditando, tentam encontrar razões para levar os outros a não acreditar, a duvidar... enfim a velha luta de sempre da serpente venenosa, rastejando nas imundices.

Mas para os que acham pouco verosimil que Deus tenha mandando o seu filho à terra para anunciar a verdadeira vida, para aqueles que acham dificil terem ocorrido milagres, para todos esses, que se ocupam a tentar encontar razões para não acreditar...uma dica (não é um conselho):

- Saiam à rua, olhem para a imensidão que os rodeia e contemplem o céu, as estrelas, contemplem a vida, não só a vossa, mas também a das arvores e plantas mais insignificantes. Então parece verosimil que tudo isto seja um acaso cósmico no meio do nada?
Será que quem criou tudo isto não poderia mandar o seu filho para anunciar a vida. Curioso, constatamos todos os dias que existimos, que existimos no meio de algo que nos transcende totalmente, quer em dimensões, quer em compreensão e não acreditamos num homem que disse ser Deus, que falava como Deus e que nos deixou uma mensagem clara. Uma mensagem que de tão inequivoca que era, levou todos os que o seguiram a morrer por ela.

- Antes de especular sobre a dimensão de Cristo, ou mesmo sobre a sua existência, covém aprofundar a sua mensagem.
 
- Saiam à rua, olhem para a imensidão que os rodeia e contemplem o céu, as estrelas, contemplem a vida, não só a vossa, mas também a das arvores e plantas mais insignificantes. Então parece verosimil que tudo isto seja um acaso cósmico no meio do nada?

No meio de milhões de planetas sem vida é normal que em pelo menos num deles haja condições para a existência de vida. Aliás essas condições de vida são muito recentes, o homem é um recém-chegado ao universo... e para quem quer ser a parte mais importante da criação acho que chegamos demasiado tarde... [:D] e ainda temos a lata de estarmos a destruir este mundo... [8b]
com tantos defeitos e limitações seremos mesmo divinos?
 
Voltar
Superior