Fim das Praxes?

Acho parvo proibirem só isso...

Se não podem estar de joelhos, ficam deitados. Se não podem rastejar, rebolam. Vês como tudo se resolve.

Suspiro....

Aquilo foram exemplos. Proibir qualquer tipo de praxe dentro das instalações de uma universidade.

Acho que agora ficou claro agora, não consigo ser mais explicito que isto.
 
Suspiro....

Aquilo foram exemplos. Proibir qualquer tipo de praxe dentro das instalações de uma universidade.

Acho que agora ficou claro agora, não consigo ser mais explicito que isto.

Acho parvo proibir, seja nas instalações, fora delas, à semana, ao fim-de-semana, aos dias pares, etc.

Uma coisa é controlar, outra é proibir.
 
Incomoda-te, na tua faculdade, a presença das praxes?

Vocês não estão a atingir o ponto.

A mim era-me completamente indiferente, desde que não me chateassem (os meus tempos de estudante já foram).

Mas quem é contra diz que eles pressionam à porta das salas. Quem é a favor diz que não deve ser proibido.

Proibe-se dentro da Universidade e deixa de haver pressão, quem fizer fora é porque quer, e fazendo fora é à vontade do freguês sem regras.

É simplesmente uma proposta de meio termo.
 
Eu acho que qualquer pessoa pode pedir para não participar na praxe.
Aliás, não dá gosto nenhum praxar quem não está a "gostar".

Agora muito importante: não pode não querer ser praxado um ano e depois querer praxar 3 ou mais anos. [;)]

Depende. Eu quase aposto que podia praxar pessoal lá na minha universidade sem ter sido praxado. [;)]
 
Depende. Eu quase aposto que podia praxar pessoal lá na minha universidade sem ter sido praxado. [;)]

Não é isso.
Até podes não ter sido praxado por distracção, por não terem reparado, por não apareceres, etc..

Agora alguém que solicita não ser praxado, deve ser informado que se não quer ser, depois não se pode arrepender e no 3º, 4º, 5º ano e eventuais seguintes querer praxar.

Eu ainda perguntei a alguns que apareceram com mais vergonha / mentiras, se não queriam ser praxados estavam na boa, mas não podiam estar a assistir / gozar os colegas e depois no futuro não podiam praxar.
Nunca nenhum disse não querer.

Aconteceu foi o contrário, houve um tratante que era transferido e se fingiu Caloiro para andar na praxe [:D]

Havendo um caloiro que não quisesse praxar, nessa altura era completamente impossível ele praxar depois no 3º ano sem que alguém não se lembrasse.
Isto porque os de 3 matriculas estão a praxar pela 1ª vez e tinham sempre em cima os de 4 e 5 e mais.

Normalmente os mais e melhor praxados, são os que praxam melhor. Normalmente.

O que referes ainda poderia acontecer numa boquita ou outra, um recadito tipo "vai buscar um café", mas rapidamente detectada.

Enfim, outros tempos.
 
No outro dia houve um colega que passou para novo formato uns antigos filmes, penso de 1994 de Praxe.

Os Caloiros, que a meio do 1º ano e que 20 anos depois são nossos amigos, mas mesmo, ao verem aquelas imagens foi fantástico.
Eles nunca imaginaram como aquilo era mesmo visto do outro lado.
Coisas imperdíveis, tipo um que estava dispensado para tratar de algo, e enganou-se e apareceu, porque tinha mentido [:)]

É preciso ver que algumas pessoas foram praxadas, mas depois praxaram quando tinham 3 matriculas junto dos que tinham 5 ou mais e os tinham praxado.

Foram anos fantásticos. Vida Académica nos anos 90 [:cool:]
 
Lembrei-me de uma coisa: sabado, para quem não sabe há almoço do forum............prepare-se para quem vai pela primeira vez e não conhece bem os restantes participantes ou não conhece ninguem porque vai levar com umas belas praxes, senão certamente que ninguém fala com ninguém. Eu, e mais 5 ou 6, que já se conhece bem...vamos ser um belos Dux's senão já sabemos que fica tudo mudo todo o dia e ninguém se integra.

[:D][:D] 6 caracteres
 
Caso não saiba quando se está trajado, não se pode usar objectos metálicos, maquilhagem, acessórios(relógios, brincos etc)
Sendo assim aposto como usa algum objecto metálico, sendo assim é um vaidoso.
Serve sim para representarmos um só, sem ricos nem pobres, tudo igual.

Isso deve ser alguma modernice dessas universidades mais recentes. Da praxe coimbrã não é com certeza.
 
Claro que sim, também. E quando os caloiros se armam em galifões vêm logo a autoridade chamada "meia duzia de tipos com a mania que podem fazer o que lhes apetecer" colocar esse malandro desse caloiro na ordem porque só têm é que se sujeitar ao que eles querem, quando eles querem, como eles querem.
.

Autoridade essa que, no fundo, lhes é conferida pelos próprios caloiros...
 
Eu não sou contra praxes nem vou assinar nada desses abaixos assinados...
Mas Há praxes e praxes!
Das que vi este ano por exemplo, uma vez vi uns quantos no Técnico e outros na FCT não vi nada de abusos, não acho que a cara pintada de baton vá matar alguém, umas flexões e brincadeiras, e uns quantos palavrões, mas há quem abuse, e com força.
Comer e beber coisas acho abusar, mandar a malta para a água e não falo de mar á noite, por exemplo algum lago ou assim, ou a malta na lama e etc é abusar! Maior parte da malta que faz isto são frustrados em casa, com alguns amigos que queriam ser mais que amigos, alguns foram gozados, cornos[:)]
Também é verdade que o "só vai quem quer" é em algumas Universidades apenas uma "miragem", noutras talvez a maioria é possível.
Eu agora na Universidade onde estou a fazer um CET já vi que as praxes são pacificas, umas pinturas, palavrões e flexões nada de muito preocupante, quero ver é se entrar em Civil o que me vão dizer depois de me terem visto já tanta vez, quase passava por veterano por ser mais velho que a malta normal que entra, quer dizer, ás vezes até dava jeito[:D][br:)]
Uma vez um veterano foi ter com um homem já com certa idade que entrou em Civil, algum veterano que pensava ser maior que os outros "ah e tal vais ser praxado" foi logo "Eu?... Tenho idade para ser teu pai vens agora querer mandar em mim"
 
Última edição:
Não parto da opinião de nenhum forista daquilo que vou dizer, apenas dar a minha opinião sobre tal assunto nem tirar partidos de favor ou contra.

Na minha Academia, Universidade de Aveiro, é impensável que tais actos de abuso aconteçam. Ninguém (veteranos/mestres) se sujeita a cometer tais actos de crueldade aos caloiros, os castigos são penosos. Mas não é apenas por isso, até porque levamos o lema de integração bastante a sério.

Fui caloiro e digo que foi uma boa experiência. Foi dos melhores momentos passados no meu 1º ano, apesar de ser mais velho e ter uma mentalidade mais adulta que a maioria dos veteranos que lá estavam. Quem optou por não participar nas praxes, não foi excluídos ou discriminado ou gozado, tanto por caloiros como pelos veteranos. É um direito e é assim que funciona ali.
Passei por momentos menos bons, sim. Mas voltava a fazê-lo, pela galhofa, para mais tarde recordar... Enfim..

Hoje, falo como veterano/mestre e quando caloiros e antigos caloiros me dizem: "tenho saudades das praxes."; "e agora, o que vamos fazer com os dias livres sem praxe?". São relatos verídicos, não para encher o ouvido a ninguém.
E, ao ouvir isto, sinto que o nosso trabalho foi cumprido, feito pela "arte" do saber praxar e não humilhar, abusar, maltratar e todos os sinónimos associados. Chamo arte porque é preciso saber praxar. É como chamar "mecânico especializado" ao mecânico da esquina. Se é que me entendem.

Tinha vergonha de fazer da chamada "arte", actos horríficos. Aliás, todos os anos são impostas novas regras para protejer os caloiros. O que se fazia há uns anos, já não se faz hoje. Muitos dizem e desculpem a expressão: "Eish, que cócós, nós fazemos o que queremos! É só modernices...". E eu digo: "Sim, mas repara, não mandamos niguém para o hospital ou promovemos instabilidade psicológica."

Noto claramente que na minha Academia há uma ligação forte, de entreajuda, companheirismo entre de quem segue as praxes. Significa novamente que, o chamado acto de integração é cumprido. Não estou a fazer das nossas praxes um mar de rosas, Mas há uma contenção muito grande no que toca à generalidade das praxes. E o que tendem em fazer é generalizar.
Temos também praxes solidárias, como ajudar associações de caridade com alimentos e dinheiro, recolhas de tampas para comprar uma cadeira de rodas a quem necessita. Há confraternização entre caloiros e veteranos fora de praxe, coisa que em algumas Academias é impensável.

Talvez nos distingamos de outras Academias em relação à discriminação dos anti-praxe (e não só). Não querendo afirmar com toda a certeza, pelo que vejo, não existe.

Temos um Mestre do Salgado (Dux para outras academias) que faz jus ao seu cargo: justo e responsável. Não, não é uma pessoa com 15 matrículas que se matricula propositadamente para praxar.

Há relatos de amigos e colegas meus que passaram por momentos menos bons e eu pergunto: "O quê? Vocês fizeram isso?"; "Então mas autorizam-vos a fazer isso?". Às vezes fico pasmado com certos relatos.

Talvez abuse da ousadia do que vou dizer, mas algumas Academias deveriam ver as nossas praxes como exemplo.
 
Última edição:
No meu ponto de vista não acho praxe seja que de tipo for normal? so mesmo em Portugal chamar praxe de arte . desculpem o termo por-favor cresçam um pouco ganhem juízo Portugal tem uma historia com quase 900 anos creio que teem coisas mais importantes em que pensar do que praxe
 
Que seja voluntária e que os «abusos», se existirem, sejam punidos exemplarmente.

«Abuso» será «tudo aquilo» que o «queixoso» entender como tal; caberá aos tribunais, julgar de que lado estará a Razão.

Entendo também que as Universidades deverão ser sempe parte «interessada» na Praxe; este também será um «assunto» seu, pelo que dele não poderão demitir-se.
 
No meu ponto de vista não acho praxe seja que de tipo for normal? so mesmo em Portugal chamar praxe de arte . desculpem o termo por-favor cresçam um pouco ganhem juízo Portugal tem uma historia com quase 900 anos creio que teem coisas mais importantes em que pensar do que praxe

Maria José Morgado, ontem na TV foi muito crítica relativamente ás praxes....

As praxes e a lei - SIC Notícias

No fundo, ele entende que a Juventude, tem necessáriamente que terem outros objectivos de Vida que vão para além do praxar e ser praxado.
 
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