Fim das Praxes?

é um erro comum tipico principalmente de jovens criarem castelos de ideias que desabam no confronto com a realidade.
Irrealismo, é tudo.
O que vemos na realidade, no vídeo que coloquei, na minha experiencia, nas de outros relatos, é o contrário do que afirmas, as pessoas submetem-se a contragosto, deixam-se intimidar. O abuso é a regra e não a excepção, existem pessoas que ficam com marcas psicológicas mais dificieis de ultrapassar que as fisicas. E é quase tudo de um mau gosto atroz, um bom palco para alimentar desvios psicologicos patologicos que deve ser evitado.
Já foi proibido no serviço miitar em tempos (não sei se ainda o é) e devia sê-lo em qualquer escola.
Castelos de ideias fantasistas não resistem ao confronto com a realidade. Quando cresceres e tiveres mais uns anos irás perceber isto. Se tiveres a sorte de ganhar maturidade.

Mas por haver jovens que sao coagidos e estao obrigados a algo sobre ameaça, vamos generalizar e vamos deixar de sensibilizar uma geraçao e avisar para se imporem e nao fazerem algo que nao querem? Nao me parece isso seja o mais correcto.

E castelos de ideias? Eu nao falo do ar, eu ja vi (ninguem me contou) jovens a se recusem a ir à praxe, sairem a meio da praxe, recusarem de fazer certas actividades (como ja contei, a minha namorada recusou-se de levar com farinha e ovos no cabelo), e ninguem lhes fez nada e todos respeitaram. Tao errado é dizeres que isto é irreal como eu dizer que isto é realidade e o resto sao contos.

Continuo a dizer, um jovem com 18 anos, se ja tem idade para ir preso como adulto, para votar e decidir o melhor para o pais, para conduzir, para comprar alcool... tambem tem de ter idade para se saber impor.


E deixa la o argumento da idade, sabes quantos anos tenho? Nao? Entao evita tais comentarios infelizes sff. E nao falemos de maturidade quando entraste aqui de pes juntos.

Se quiserem MESMO saber o que REALMENTE é a "praxe" é muito simples. Vão a uma instituição qualquer de Ensino Superior em Portugal, falem com um segurança ou com uma funcionária da limpeza, e perguntem.

Ou entao, metam-se a assistir a uma, muitas delas ate sao no meio da rua, onde todos podem ver o que se passa.

Mas ai podem perceber que muitas praxes, nao sao mas nem humilhantes, violentas ou indignas... e nao da jeito.
 
Última edição:
Já te chegou o convite para os jotinhas? É que já estás com o relambório de acordo!

Escreveste, escreveste, e não disseste absolutamente nada!!! [8b]


Por acaso disse muita coisa, infelizmente tu não percebeste. Temos pena... Já agora convites desses ainda não e mesmo que chegassem recusava, pois há coisas que se fazem melhor de fora do que de dentro.
 
pouca, mas as respostas revelam uma visão simplista da vida com ênfase num idealismo típico de pessoas muito novas, adolescentes até. Antes dos 30 isso passa-te. Se tiveres sorte.

lll, é pena continuar a existir neste tópico participações como a tua. Acusar os outro de infantilidade e de não crescerem, é esse o rumo que queres para este debate?

Já que entraste numa de "adivinhar" idades dos outros, personalidades e afins, digo-te eu agora, pareces-me uma pessoa bastante frustrada com a vida e o melhor é pensares sobre isso. Achas justo este tipo de posições?

Tu próprio acusas os outros de não quererem ver a realidade como ela é, construindo uns castelos fantasiosos, mas ao mesmo tempo negas todo e qualquer relato dos outros em relação ao tema... aceita a opinião embora que possas discordar, agora acusações dessas de idades? Já estou como o outro user que te deu uma idade de 10 anos porque pareces mesmo.
 
É uma opinião sobre uma opinião.
Quanto às vossas opiniões sobre as minhas opiniões, estejam à vontade.

idealmente as pessoas deviam ter maturidade suficiente aos 18 anos para resistir a pressões daquele tipo, mas a realidade e até estudos psicológicos e mesmo neurológicos mostram que normalmente não estão. Aliás o cérebro só está plenamente desenvolvido a partir dos 25 anos.
Como dizia o paulol3ooo as pessoas em manada podem fazem coisas disparatadas que não fariam sozinhas.
E todo a argumentação de que a vitima devia ter feito isto, devia ter personalidade, etc, etc, é típico dos abusadores que tentam passar às vítimas que a culpa do mal que lhes ocorre é delas. É assim na violência domésticas, é assim no bullying, etc, etc. É uma argumentação de abusador sobre abusado.

Há praxes razoáveis, aceitáveis, até boas, mas são a excepção. Pelo menos é aquilo que tenho visto.
 
Não percebo como é que dizem que o problema é haver pessoas "fracas" que não sabem dizer não. O verdadeiro problema começa antes disso, o problema é haver coação que não devia existir. Não havendo coação ninguém teria sequer que se negar a nada.
 
Já agora considero a minha opinião mais tolerante que a do Drifter. Ele idealiza como devem ser as pessoas, os caloiros e é nesse ideal que devem enquadrar-se dê por onde der. Quem não se enquadrar se ficar prejudicado, se se lixar, é responsabilidade deles que não atingiram o ideal fantasiado. A culpa passa para quem não está dentro dos parâmetros da idealização, a ideia sobrepõem-se à realidade.
A lei deixa de ser feitas para pessoas concretas para ser feitas para pessoas idealizadas. Na politica esta mentalidade deu origem a tantos fanatismos perigosos.
 
O meu tempo de caloira foi este ano! Ok!
Por isso sim, posso falar à boca cheia que onde estudo as praxes nada têm de degradantes, violentas ou humilhantes. Sabes que uma das praxes da instituição onde estudo é "feita" por crianças de um jardim infantil? É verdade.. os caloiros deslocam-se todos os anos a um jardim infantil próximo e são pintados pelos "veteranos" do jardim escola. Há uma interacção fantástica entre alunos, educadoras e crianças.

Mas não... praxe que é praxe tem que ser uma actividade déspota, desrespeitosa, ultrajante.

Poupem-nos... lá porque os exemplos de que se vão ouvindo mais sejam maus, não quer dizer que em todo o lado seja assim. Obviamente que só se fala do que é mau... o que é bom não é notícia!

"OS EXEMPLOS QUE SE VÃO OUVINDO"?

A minha opinião vem de coisas que eu vi e ouvi ao vivo, ou então de coisas confirmadas por muitas fontes.E digo para irem perguntar o que realmente se passa a quem está lá sempre a ver, ou quem tem de limpar "a porcaria" feita nas praxes.


Acredito que a "história dos caloiros e das crianças" até seja verdadeira. Mas se for verdadeira, deve ser única no país.
E, se eu visse "algum gajo de preto" perto de alguma criança tentaria afastá-los o mais depressa possível, recorrendo a todos os meios ao meu dispor.

Os que já vi e ouvi ou são "broncos", ou "imundos". Há ainda os que são as duas coisas ao mesmo tempo. Esta última categoria é a mais frequente.

Acham que isto (já é de 2011) foi porquê?
Universidade do Minho impôs limites à praxe - - Notícias - RTP
 
"OS EXEMPLOS QUE SE VÃO OUVINDO"?

A minha opinião vem de coisas que eu vi e ouvi ao vivo, ou então de coisas confirmadas por muitas fontes.E digo para irem perguntar o que realmente se passa a quem está lá sempre a ver, ou quem tem de limpar "a porcaria" feita nas praxes.


Acredito que a "história dos caloiros e das crianças" até seja verdadeira. Mas se for verdadeira, deve ser única no país.
E, se eu visse "algum gajo de preto" perto de alguma criança tentaria afastá-los o mais depressa possível, recorrendo a todos os meios ao meu dispor.

Os que já vi e ouvi ou são "broncos", ou "imundos". Há ainda os que são as duas coisas ao mesmo tempo. Esta última categoria é a mais frequente.

Acham que isto (já é de 2011) foi porquê?
Universidade do Minho impôs limites à praxe - - Notícias - RTP

Sim, os exemplos que se vão ouvindo.

A "história" dos caloiros e crianças é verdadeira e não é "história". Acontece em Benfica. Se é única ou não, não sei, mas é um exemplo do que de engraçado e inofensivo se pode fazer nas praxes. Porque da mesma forma que tu tens as tuas experiências de praxe, eu tenho as minhas. Mas há uma diferença... eu sei que há praxes que nada têm de ofensivo, em que as pessoas se divertem, sejam veteranos, sejam caloiros. Mas também sei que outras há em que se excedem limites. Ao passo que tu tomas o todo pela parte e ainda tentas descredibilizar quem tem opinião diversa.

O teu vídeo apenas vem dar razão ao que eu disse... só se fala do que é mau. O que é bom, como não dá raia, passa ao largo dos olhos e ouvidos de muito boa gente. Se é preciso acabar com os exageros? Claro! Se é preciso que haja respeito por todos os alunos? Obviamente. Se para isso é preciso acabar com as praxes? De todo. Quantas universidades e politécnicos, públicos e privados, há por esse país fora? Achas mesmo que os casos de que se tem conhecimento representam a maioria destas instituições? Claro que não! Há muitos locais onde a praxe não é sinónimo de humilhação ou de excessos... é com esses locais que os outros, onde há egos inchados e desprovidos de cérebro, têm que aprender. São esses que têm que servir de exemplo, de bom exemplo.
 
É uma opinião sobre uma opinião.
Quanto às vossas opiniões sobre as minhas opiniões, estejam à vontade.

idealmente as pessoas deviam ter maturidade suficiente aos 18 anos para resistir a pressões daquele tipo, mas a realidade e até estudos psicológicos e mesmo neurológicos mostram que normalmente não estão. Aliás o cérebro só está plenamente desenvolvido a partir dos 25 anos.
Como dizia o paulol3ooo as pessoas em manada podem fazem coisas disparatadas que não fariam sozinhas.
E todo a argumentação de que a vitima devia ter feito isto, devia ter personalidade, etc, etc, é típico dos abusadores que tentam passar às vítimas que a culpa do mal que lhes ocorre é delas. É assim na violência domésticas, é assim no bullying, etc, etc. É uma argumentação de abusador sobre abusado.

Há praxes razoáveis, aceitáveis, até boas, mas são a excepção. Pelo menos é aquilo que tenho visto.

A quantidade de jovens, com 18 anos, a se recusarem a certas actividades e as proprias praxes, deitam por terra o que esta a bold. O teu problema é achares que o que estou a dizer é uma fantasia e nao acontece, lamento, mas o que nao falta sao jovens que se recusam e que se impoem, venham de la os estudos que quiseres, mas isto sao coisas que eu vi e nao me foram contadas.

Mas é sempre assim? Infelizmente nao, mas ha que sensibilizar os jovens a se imporem e a recusarem-se a fazer algo que nao acham correto, digno ou que meta em causa a sua integridade fisica. É como sensibilizar uma vitima de violencia domestica a fazer queixa da violencia que sofre e nao a tolerar. A tua postura é que sensibilizar a vitima de violencia domestica é um idealismo irrealista. Lamento, mas se eu tenho fanatismos perigoso, tambem nao ficas atras com os teus.

Agora, se uma vitima de abusos, nao os denunciar, esta a proceder bem? Logicamente que nao, o que nao invalida de ser ajudada, mas ha que sensibilizar as pessoas que se têm de impor e que nao podem tolerar abusos, seja das praxe, seja violencia domestica, sejam abusos de empregadores etc. E sim, a força de vontade e a intolerancia a absusos, tem haver com a personalidade de cada um, sem qualquer duvida.

Nada disto impede a denuncia dos abusos, antes pelo contrario, quando ha abusos os mesmos devem ser denunciados e os abusadores sancionados, seja a nivel universitario seja judicialmente se assim for o caso. O que disseste noutro post, em que na minha opiniao, quem sofre abusos ''que se lixe'', so demonstra que leste os meus posts na diagonal, ainda na pagina anterior faço referencia que os abusos devem ser denunciados, nem outra coisa podia ser defendida.
 
Última edição:
O mundo é maior que a tua "aldeia".
Na tua aldeia há muitos que se recusam porque a intimidação não é pesada, mas o que se verifica na maior parte dos casos é o contrário. O abuso é a regra e a intimidação pesada também.
Também há condutores que bebem alcool e nunca têm acidentes.
 
O mundo é maior que a tua "aldeia".
Na tua aldeia há muitos que se recusam porque a intimidação não é pesada, mas o que se verifica na maior parte dos casos é o contrário. O abuso é a regra e a intimidação pesada também.
Também há condutores que bebem alcool e nunca têm acidentes.

Maior parte dos casos? Tenho serias duvidas disso, apesar de ter maior contacto com pessoal na Lusofona, tenho varias amigos em outras universidades que dizem o mesmo, quem nao quer nao vai, e ja vi relatos aqui no forum disso mesmo.

Que ha casos de intimidaçao e abusos? Ha, que sao a maioria? Tenho duvidas (e agora termino o meu discuro ''a la'' Prof. Marcelo Rebelo de Sousa [:D]).
 
Sim, os exemplos que se vão ouvindo.

A "história" dos caloiros e crianças é verdadeira e não é "história". Acontece em Benfica. Se é única ou não, não sei, mas é um exemplo do que de engraçado e inofensivo se pode fazer nas praxes. Porque da mesma forma que tu tens as tuas experiências de praxe, eu tenho as minhas. Mas há uma diferença... eu sei que há praxes que nada têm de ofensivo, em que as pessoas se divertem, sejam veteranos, sejam caloiros. Mas também sei que outras há em que se excedem limites. Ao passo que tu tomas o todo pela parte e ainda tentas descredibilizar quem tem opinião diversa.

O teu vídeo apenas vem dar razão ao que eu disse... só se fala do que é mau. O que é bom, como não dá raia, passa ao largo dos olhos e ouvidos de muito boa gente. Se é preciso acabar com os exageros? Claro! Se é preciso que haja respeito por todos os alunos? Obviamente. Se para isso é preciso acabar com as praxes? De todo. Quantas universidades e politécnicos, públicos e privados, há por esse país fora? Achas mesmo que os casos de que se tem conhecimento representam a maioria destas instituições? Claro que não! Há muitos locais onde a praxe não é sinónimo de humilhação ou de excessos... é com esses locais que os outros, onde há egos inchados e desprovidos de cérebro, têm que aprender. São esses que têm que servir de exemplo, de bom exemplo.

Estás a falar da tua experiência de uma (1) escola em Benfica. Eu estou a falar do que costumo ver em dez (10) escolas no Porto, que são as que existem na zona da Asprela. Ok?

Como a minha "amostragem" foi feita no Porto, não tem validade, é isso? Já estou habituado a argumentos desses, noutros sítios.

Além do que vejo, há o que sei. Há dois anos houve pancadaria na Serenata com algumas "bestas" que em teoria são os que mandam nas "praxes" e o Orfeão Universitário. São os tipos do Orfeão que têm a culpa?
No ano passado quando morreu um estudante na Queima esta não parou, nem meia-hora. As "cervejolas" têm assim tanta prioridade?

Achas mesmo que "esses tipos" vão lá com uns exemplos?

Tentar "descredibilizar quem tem opinião diversa"? Se me disseres que hoje está um dia lindo de sol, eu vou olhar pela janela para confirmar ou não? Ou vou sair para a rua de calções, t-shirt e sandálias só porque tu o dizes?

Eu que sou contra, até já apresentei duas propostas para manter a "praxe". Coisa que nenhum dos seus defensores fez até agora. Nem sequer disseram que as minhas propostas não prestavam!

Mas, como na internet ninguém sabe quem "realmente está do outro lado", não se acreditem no que eu digo.

Por favor, usem os vossos olhos para ver, os vossos ouvidos para ouvir, os vossos miolos para pensar e as vossas palavras para dizer o que vocês pensam, não o que outros querem que vocês digam.
É isso que os "tipos da praxe" têm medo que aconteça.


Bye.
 
Última edição:
Estás a falar da tua experiência de uma (1) escola em Benfica. Eu estou a falar do que costumo ver em dez (10) escolas no Porto, que são as que existem na zona da Asprela. Ok?

Como a minha "amostragem" foi feita no Porto, não tem validade, é isso? Já estou habituado a argumentos desses, noutros sítios.

Além do que vejo, há o que sei. Há dois anos houve pancadaria na Serenata com algumas "bestas" que em teoria são os que mandam nas "praxes" e o Orfeão Universitário. São os tipos do Orfeão que têm a culpa?
No ano passado quando morreu um estudante na Queima esta não parou, nem meia-hora. As "cervejolas" têm assim tanta prioridade?

Achas mesmo que "esses tipos" vão lá com uns exemplos?

Tentar "descredibilizar quem tem opinião diversa"? Se me disseres que hoje está um dia lindo de sol, eu vou olhar pela janela para confirmar ou não? Ou vou sair para a rua de calções, t-shirt e sandálias só porque tu o dizes?

Eu que sou contra, até já apresentei duas propostas para manter a "praxe". Coisa que nenhum dos seus defensores fez até agora. Nem sequer disseram que as minhas propostas não prestavam!

Mas, como na internet ninguém sabe quem "realmente está do outro lado", não se acreditem no que eu digo.

Por favor, usem os vossos olhos para ver, os vossos ouvidos para ouvir, os vossos miolos para pensar e as vossas palavras para dizer o que vocês pensam, não o que outros querem que vocês digam.
É isso que os "tipos da praxe" têm medo que aconteça.


Bye.

Não... estou a dar o exemplo de um Politecnico, que engloba várias Escolas... mas estou a falar da minha experiência pessoal, que já conheceu várias escolas, várias realidades, ao longo de vários anos.

Toda a gente está contra as praxes violentas, sem sentido. A grande diferença está no facto de que há os fundamentalistas, que não aceitam que haja outras realidades e quando confrontados com elas as descredibilizam, tentando sempre arranjar argumentos por vezes desenquadrados, e há os que sabem que há os dois lados da moeda e que concordam com o fim das "más praxes" que acabam por minar as "boas praxes", mas que sabem também que aquelas não são a maioria, como muitos querem fazer crer.

Felizmente tenho boa idade para pensar por mim própria e não seguir carneirismos.
 
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