Fim das Praxes?

Estou curioso por ver o inicio do próximo ano lectivo.
Acho que ninguem vai ter coragem de fazer praxes fora da universidade.
Se aparecerem grupos de trajados a passear os caloiros pela baixa vão ouvir tantas bocas do povo que a praxe acaba logo ali.
 
Já agora, MrsX e companhia, gostaria de saber qual a vossa definição de abuso.

No meu entender, tudo o que engloba andar de 4, com meia dúzia de frustrados em tom arrogante e ofensivo, a berrar aos tímpanos, como se achassem donos de uma sapiência e omnipotência capazes de me puxarem o vómito, já é praxe abusiva.

E para vós? É que, de facto, estou curioso...:sh)
 
Estou curioso por ver o inicio do próximo ano lectivo.
Acho que ninguem vai ter coragem de fazer praxes fora da universidade.
Se aparecerem grupos de trajados a passear os caloiros pela baixa vão ouvir tantas bocas do povo que a praxe acaba logo ali.

Não é preciso esperar pelo próximo ano lectivo. Hoje, nem sei bem porquê (segundo semestre??) já andava malta a praxar e ser praxada no Campo Grande e relvado em frente a Letras e Direito.
De notar que não vi ninguém no chão, e a malta no relvado estava a jogar a um jogo qualquer infantil, que tem que ficar parado no sítio com os braços a 90 graus.... [:D][:D] Deixem passar a euforia e os media arranjarem outra coisa com que se entreter, a ver se as praxes não voltam "puras e duras"... Estarei cá para ver (assim o espero).
 
Não é preciso esperar pelo próximo ano lectivo. Hoje, nem sei bem porquê (segundo semestre??) já andava malta a praxar e ser praxada no Campo Grande e relvado em frente a Letras e Direito.
De notar que não vi ninguém no chão, e a malta no relvado estava a jogar a um jogo qualquer infantil, que tem que ficar parado no sítio com os braços a 90 graus.... [:D][:D] Deixem passar a euforia e os media arranjarem outra coisa com que se entreter, a ver se as praxes não voltam "puras e duras"... Estarei cá para ver (assim o espero).

Esta é que é a verdade nua e crua.
Quando a poeira assentar, as praxes voltam ao que eram, "puras e duras", é isto que é importante retirar de toda a discussão.
É por isso que, neste momento já não acredito em legislar, controlar, etc, a mim parece-me mais lógico acabar.
 
Não é preciso esperar pelo próximo ano lectivo. Hoje, nem sei bem porquê (segundo semestre??) já andava malta a praxar e ser praxada no Campo Grande e relvado em frente a Letras e Direito.
De notar que não vi ninguém no chão, e a malta no relvado estava a jogar a um jogo qualquer infantil, que tem que ficar parado no sítio com os braços a 90 graus.... [:D][:D] Deixem passar a euforia e os media arranjarem outra coisa com que se entreter, a ver se as praxes não voltam "puras e duras"... Estarei cá para ver (assim o espero).

Futebol humano, grande clássico na preparatória. [:cool:]
 
Futebol humano, grande clássico na preparatória. [:cool:]

Não... futebol humano também joguei... não era aquilo. Mas enfim, seja ou não, gostei de ver... [:D] nada de gritarias, ninguém a rebolar no chão... assim também não tem graça [:D] HMartinho, não venhas já por-me na cruz, que eu rebolei na relva e gritei e não morri nem me senti humilhada por isso.

Umas orelhas de burro aqui, uns jogos infantis ali... vamos ver em setembro...
 
Já vi praxes engraçadas, mas essencialmente vejo gajos aos berros a mandar os caloiros cumprirem tarefas humilhantes.

O problema é que se tem tendência a separar as praxes boas das praxes más, o problema não é esse.

O problema, é que quem organiza ou tem o poder hierárquico, não tem formação para aquele tipo de actividades, não tem capacidade para lidar com eventuais problemas que surjam: v.g. silêncio e total falta de respeito pelos familiares dos seus falecidos companheiros de praxe, que o dux da lusófona tem.
O maior problema é que ninguém regula ou fiscaliza estas praxes, como actividade de risco para direitos dos cidadãos ( uma simples ordem para o caloiro se ajoelhar, quando contra a sua vontade, constitui violação de Direitos).


E estou farto da treta que quando há porcaria, esses tipo não estavam a praxar, e são uma vergonha para a praxe, etc.
A verdade, é que tinham poder para o fazer, e foram "eleitos" da mesma forma que os outros que são "bonzinhos", ou seja, é uma total ROLETA RUSSA, uma vez que não se controla minimamente os perfis nem as acções de quem tem esta árdua (mas sempre acompanhada de cerveja e galhofa) tarefa de integrar e dar as boas vindas aos alunos.
 
Quando a coisa acalmar, as praxes voltarão a ser o que eram [:D][:D][:D]

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As praxes académicas, como entidade jurídica não existem. Se não existem, estas não podem ser proibidas.


O enquadramento legal das "praxes", quaisquer que sejam ( académicas, policiais/militares, empresariais, etc...) é feito pela lei geral.


Ou seja: Ou o que o os participantes estão a fazer é crime publico e podem ser imediatamente detidos, ou só por denuncia de quem se considere estar a ser vitima algo é que pode haver intervenção.


E assim legalmente é que está correto: Desde que o que se esteja a fazer não viole nem as leis nem os direitos liberdades e garantias na opinião de quem nelas participa, os intervenientes tem todo o direito e a liberdade de as fazer.


As praxes académicas ou outras são actos voluntários. São, desde que no cumprimento da lei, a expressão da liberdade individual. E se as pessoas a ser praxadas entendem que não estão a ser coagidas e/ou violentadas nos seus direitos, não são pessoas terceiras que deverão interceder ou proibir esta expressão da liberdade individual.


No fundo, lá porque existem pessoas que entendem que o que estão a ver são actos violentos e/ou degradantes, se a pessoas que os está a fazer assim não o entende, este não deverá ser proibido de os fazer.


As praxes, nas mais diversas formas, existem há séculos. As praxes académicas são apenas uma das muitas existentes, simplesmente são as mais visíveis dado o numero de participantes, bem como os locais onde se realizam.


Destaco novamente o numero de participantes: Se as praxes fossem uma má experiência para quem nelas participa, nos anos seguintes quem nelas participou e não gostou, não participaria mais e por conseguinte a praxe diminuiria quase ao ponto da extinção.


No entanto não é isso que se verifica. A não ser, como já li insinuações dessas, que todos os estudantes do superior, imbuídos de espirito de vingança, e após lavagem cerebral aquando das praxes que sofreram, queiram perpetuar esse ciclo:rolleyes:.
 
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É feito por lei geral, mas devido à coação existente muitos países perceberam que era necessário criar leis especificas. Em muitos países tem sido proibidas devido aos abusos.
É preciso atender às particularidades da dinâmica de grupos, uma minoria com tendências sádicas, quer perpetuar a praxe e os outros vão por arrasto.
Quanto ao "existe há séculos", pois existe, o sadismo e a prepotência existem há séculos.

Segundo li um antigo corsário tinha por hábito organizar grupos de prisioneiros em circulo e mandar o primeiro dar uma paulada no 2º, este no 3º e por aí adiante até voltar ao 1º. Quase sempre acabavam por dar pauladas cada vez maiores uns nos outros até ficarem inconscientes.
 
No entanto não é isso que se verifica. A não ser, como já li insinuações dessas, que todos os estudantes do superior, imbuídos de espirito de vingança, e após lavagem cerebral aquando das praxes que sofreram, queiram perpetuar esse ciclo:rolleyes:.

Quer-me parecer pelo que leio aqui e noutros foruns, que os jovens quando entram num campus de um faculdade tornam-se zombies do Walking Dead, so seguindo multidões porque sim e so reagindo a intuitos básicos a bebidas alcoólicas. Li hoje um post num blog que indirectamente, era isto que dizia.

Sem duvida um case study do que se passa nas faculdades.
 
As praxes académicas, como entidade jurídica não existem. Se não existem, estas não podem ser proibidas.


O enquadramento legal das "praxes", quaisquer que sejam ( académicas, policiais/militares, empresariais, etc...) é feito pela lei geral.


Ou seja: Ou o que o os participantes estão a fazer é crime publico e podem ser imediatamente detidos, ou só por denuncia de quem se considere estar a ser vitima algo é que pode haver intervenção.


E assim legalmente é que está correto: Desde que o que se esteja a fazer não viole nem as leis nem os direitos liberdades e garantias na opinião de quem nelas participa, os intervenientes tem todo o direito e a liberdade de as fazer.


As praxes académicas ou outras são actos voluntários. São, desde que no cumprimento da lei, a expressão da liberdade individual. E se as pessoas a ser praxadas entendem que não estão a ser coagidas e/ou violentadas nos seus direitos, não são pessoas terceiras que deverão interceder ou proibir esta expressão da liberdade individual.


No fundo, lá porque existem pessoas que entendem que o que estão a ver são actos violentos e/ou degradantes, se a pessoas que os está a fazer assim não o entende, este não deverá ser proibido de os fazer.


As praxes, nas mais diversas formas, existem há séculos. As praxes académicas são apenas uma das muitas existentes, simplesmente são as mais visíveis dado o numero de participantes, bem como os locais onde se realizam.


Destaco novamente o numero de participantes: Se as praxes fossem uma má experiência para quem nelas participa, nos anos seguintes quem nelas participou e não gostou, não participaria mais e por conseguinte a praxe diminuiria quase ao ponto da extinção.


No entanto não é isso que se verifica. A não ser, como já li insinuações dessas, que todos os estudantes do superior, imbuídos de espirito de vingança, e após lavagem cerebral aquando das praxes que sofreram, queiram perpetuar esse ciclo:rolleyes:.


E só treta do principio do texto ate ao fim [:vm)]. mas esta e só minha mera opinião [:D]
 
Terei todo o gosto em argumentar qualquer parte do meu texto indicada por ti e que não corresponda à verdade.
Até lá, o teu comentário é uma verdadeira treta.[:p]

demasiado muito cru você não faz a mínima ideia do que descreveu e essa é a minha opinião recomendo que leia uns livros e estude mais.
 
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