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Estou curioso por ver o inicio do próximo ano lectivo.
Acho que ninguem vai ter coragem de fazer praxes fora da universidade.
Se aparecerem grupos de trajados a passear os caloiros pela baixa vão ouvir tantas bocas do povo que a praxe acaba logo ali.
Não é preciso esperar pelo próximo ano lectivo. Hoje, nem sei bem porquê (segundo semestre??) já andava malta a praxar e ser praxada no Campo Grande e relvado em frente a Letras e Direito.
De notar que não vi ninguém no chão, e a malta no relvado estava a jogar a um jogo qualquer infantil, que tem que ficar parado no sítio com os braços a 90 graus.... [][
] Deixem passar a euforia e os media arranjarem outra coisa com que se entreter, a ver se as praxes não voltam "puras e duras"... Estarei cá para ver (assim o espero).
Não é preciso esperar pelo próximo ano lectivo. Hoje, nem sei bem porquê (segundo semestre??) já andava malta a praxar e ser praxada no Campo Grande e relvado em frente a Letras e Direito.
De notar que não vi ninguém no chão, e a malta no relvado estava a jogar a um jogo qualquer infantil, que tem que ficar parado no sítio com os braços a 90 graus.... [][
] Deixem passar a euforia e os media arranjarem outra coisa com que se entreter, a ver se as praxes não voltam "puras e duras"... Estarei cá para ver (assim o espero).
Futebol humano, grande clássico na preparatória. []
Alguém sabe por que hoje, dia 18/02, há caloiros e praxes em Lisboa?

No entanto não é isso que se verifica. A não ser, como já li insinuações dessas, que todos os estudantes do superior, imbuídos de espirito de vingança, e após lavagem cerebral aquando das praxes que sofreram, queiram perpetuar esse ciclo.
As praxes académicas, como entidade jurídica não existem. Se não existem, estas não podem ser proibidas.
O enquadramento legal das "praxes", quaisquer que sejam ( académicas, policiais/militares, empresariais, etc...) é feito pela lei geral.
Ou seja: Ou o que o os participantes estão a fazer é crime publico e podem ser imediatamente detidos, ou só por denuncia de quem se considere estar a ser vitima algo é que pode haver intervenção.
E assim legalmente é que está correto: Desde que o que se esteja a fazer não viole nem as leis nem os direitos liberdades e garantias na opinião de quem nelas participa, os intervenientes tem todo o direito e a liberdade de as fazer.
As praxes académicas ou outras são actos voluntários. São, desde que no cumprimento da lei, a expressão da liberdade individual. E se as pessoas a ser praxadas entendem que não estão a ser coagidas e/ou violentadas nos seus direitos, não são pessoas terceiras que deverão interceder ou proibir esta expressão da liberdade individual.
No fundo, lá porque existem pessoas que entendem que o que estão a ver são actos violentos e/ou degradantes, se a pessoas que os está a fazer assim não o entende, este não deverá ser proibido de os fazer.
As praxes, nas mais diversas formas, existem há séculos. As praxes académicas são apenas uma das muitas existentes, simplesmente são as mais visíveis dado o numero de participantes, bem como os locais onde se realizam.
Destaco novamente o numero de participantes: Se as praxes fossem uma má experiência para quem nelas participa, nos anos seguintes quem nelas participou e não gostou, não participaria mais e por conseguinte a praxe diminuiria quase ao ponto da extinção.
No entanto não é isso que se verifica. A não ser, como já li insinuações dessas, que todos os estudantes do superior, imbuídos de espirito de vingança, e após lavagem cerebral aquando das praxes que sofreram, queiram perpetuar esse ciclo.
E só treta do principio do texto ate ao fim [:vm)]. mas esta e só minha mera opinião []
Terei todo o gosto em argumentar qualquer parte do meu texto indicada por ti e que não corresponda à verdade.
Até lá, o teu comentário é uma verdadeira treta.[]
demasiado muito cru você não faz a mínima ideia do que descreveu e essa é a minha opinião recomendo que leia uns livros e estude mais.