Fim das Praxes?

Há praxes e praxes, naquilo que vejo, pertenço e pratico, posso dizer que nunca houve problemas, tirando um excesso ou outro momentâneo que é automaticamente reprimido por quem lidera.

O objetivo é a integração e o convívio e de todos a resposta à pergunta de se preferem ser caloiros ou praxar a resposta é unânime: todos gostavam de ser caloiros de novo!

Mas é como digo, há praxes e praxes e essencialmente pessoas, tudo depende delas!

Durante esta tarde houve praxe, consistiu em fazerem 2 músicas, declarações de "amor", uma peça de teatro e a primeira e principal que foi ter dito a um caloiro para me arranjar estacionamento

Há pessoas estúpidas por todo o lado e, por conseguinte, essas mesmas, por vezes, comentem excessos.

Não se deve meter tudo no mesmo saco, há quem realmente faça isto com bom espírito e há quem use praxe para outras coisas e isso deve ser reprimido e não tolerado!


Direito, UC, Coimbra.
 
A tua irmã conta-te tudo??

A praxe é uma forma de integração, o problema é que a maioria das acções é feita por pessoal com pouca responsabilidade, alguns com bastante álcool à mistura e algumas vezes dá asneira...outras não, a malta até gosta.

Outros há que sofrem do "sindrome de Estocolmo"... foram praxados fortemente, calaram-se e comeram e depois mais tarde quando se vêem na posição superior praxam, por vezes, mais agressivamente do que foram praxados e depois olha queixas crime suspensões e o restante.

Ahh e essa de no 2º ano já poder praxar os outros deve ser pós-Bolonha... por causa das licenciaturas de 3 anos... porque a integrar deveriam ser só finalistas...e não todos...

Por isso, é que alguns reitores proibem praxes nos Campus...batatinha quente que queima quando as coisas correm mal não aptece a ninguém.
Lol tas a insinuar que a minha irmã sofre de síndrome de Estocolmo ?
ela desde o primeiro dia que foi a uma praxe que nunca me falou mal, diz que só fazem actividades absolutamente normais e nada de estupidezes...neste caso serviu para integrar e não humilhar como fazem muitas...
alias eu lembro-me de ela ter dito que os veteranos até lhes diziam que se não quisessem fazer alguma coisa que não tivessem vergonha de dizer e etc
 
As praxes deviam acabar e ontem já era tarde, não serve para nada, a não ser dar os 5 min de fama, aqui fama é mandar, acharam se superiores, a meio de dúzia de cromos que muitos deles não são nada nesta vida e só servem para andar a chatear quem esta bem, tenho um primo que andou no mínimo 8 anos na Universidade e era perito nisso, hoje em dia:sh), zero, tirou um curso daquelas que tem lugar direitinho para casa e demorou 100 anos a concluir, quando chegou ao mercado de trabalho já era velho [:D] e como ele muitos outros[8b], esta é a minha opinião, para mim tanto faz como se fez, não passei por lá, mas as notícias que tem vindo a público e as que não saiem cá para fora é revoltante, por isso, ontem já era tarde.

Cumps
 
O meu mais velho esmifrou-se a estudar para entrar num curso XPTO, numa universidade pública, com uma média estratosférica.

Pensava eu que estaria imune a estas parvoíces.

Agora anda-me o gajo com este calor, vestido de urubu, a alinhar nestas merd@s.

Quer dizer, tentei dar-lhe uma educação cuidada e fazer dele uma pessoa íntegra e vertical. E agora vejo-o sujeitar-se a ser humilhado por uns bard@merd@s quaisquer.

Porra, não foi para isto que o eduquei. Só me apetece bater-lhe. [8b]
 
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O meu mais velho esmifrou-se a estudar para entrar num curso XPTO, numa universidade pública, com uma média estratosférica.

Pensava eu que estaria imune a estas parvoíces.

Agora anda-me o gajo com este calor, vestido de urubu, a alinhar nestas merd@s.

Quer dizer, tentei dar-lhe uma educação cuidada e fazer dele uma pessoa íntegra e vertical. E agora vejo-o sujeitar-se a ser humilhado por uns bard@merd@s quaisquer.

Porra, não foi para isto que o eduquei. Só me apetece bater-lhe. [8b]

Já experimentaste perguntar-lhe como é que ele se sentiu ao vestir-se de urubu?

E se não gostou, porque é que não disse "Não"?

Se gostou, deixa-o andar. Antes nisso do que nas drogas.[:D]
 
O meu mais velho esmifrou-se a estudar para entrar num curso XPTO, numa universidade pública, com uma média estratosférica.

Pensava eu que estaria imune a estas parvoíces.

Agora anda-me o gajo com este calor, vestido de urubu, a alinhar nestas merd@s.

Quer dizer, tentei dar-lhe uma educação cuidada e fazer dele uma pessoa íntegra e vertical. E agora vejo-o sujeitar-se a ser humilhado por uns bard@merd@s quaisquer.

Porra, não foi para isto que o eduquei. Só me apetece bater-lhe. [8b]
Que exagero,és exigente demais com o teu filho
eu também acho que é perda de tempo a minha irmã andar com essas coisas da praxe(sim também fico parva quando ela tem de andar de traje com 30 e tal graus lá fora) mas vai tudo do feitio da pessoa de querer entrar na moda como já disseram....não está mesmo no meu feitio perder tempo com a praxe, andar toda trajadinha e mandar nos outros e mandar fazê-los brincadeiras como se andassem no infantário [:D][:D]
 
O meu mais velho esmifrou-se a estudar para entrar num curso XPTO, numa universidade pública, com uma média estratosférica.

Pensava eu que estaria imune a estas parvoíces.

Agora anda-me o gajo com este calor, vestido de urubu, a alinhar nestas merd@s.

Quer dizer, tentei dar-lhe uma educação cuidada e fazer dele uma pessoa íntegra e vertical. E agora vejo-o sujeitar-se a ser humilhado por uns bard@merd@s quaisquer.

Porra, não foi para isto que o eduquei. Só me apetece bater-lhe.
[8b]

Deste-lhe uma péssima educação e agora achas que porrada vai resolver a situação [:D]
 
O meu mais velho esmifrou-se a estudar para entrar num curso XPTO, numa universidade pública, com uma média estratosférica.

Pensava eu que estaria imune a estas parvoíces.

Agora anda-me o gajo com este calor, vestido de urubu, a alinhar nestas merd@s.

Quer dizer, tentei dar-lhe uma educação cuidada e fazer dele uma pessoa íntegra e vertical. E agora vejo-o sujeitar-se a ser humilhado por uns bard@merd@s quaisquer.

Porra, não foi para isto que o eduquei. Só me apetece bater-lhe. [8b]

Nem mais, eu fui mais longe com o meu, nunca foi à escola sequer para não se misturar com este gente
 
O meu mais velho esmifrou-se a estudar para entrar num curso XPTO, numa universidade pública, com uma média estratosférica.

Pensava eu que estaria imune a estas parvoíces.

Agora anda-me o gajo com este calor, vestido de urubu, a alinhar nestas merd@s.

Quer dizer, tentei dar-lhe uma educação cuidada e fazer dele uma pessoa íntegra e vertical. E agora vejo-o sujeitar-se a ser humilhado por uns bard@merd@s quaisquer.

Porra, não foi para isto que o eduquei. Só me apetece bater-lhe. [8b]

Dá-lhe com uma pá no lombo!
 
Tanto quanto sei, e segundo o meu filho que entrou este ano (pela 2ª vez [:D]) só vai à praxe quem quer. Quem não quiser não vai. Qual é mesmo o problema?
 
O problema é que hoje em dia para alguns já não é suficiente ter o direito de ser contra e não participar. Há uma minoria que quer ter o direito de exigir a todos que estejam contra e que pensem como eles
 
As pessoas deviam deixar de ser parvas e tentar forçar as suas opiniões. A praxe não é obrigatória, por isso vai quem quer.
É verdade que por vezes há cenas menos felizes mas, mais uma vez, só lá está quem quer. Ninguém é coagido.
Especialmente quando a ideia de "violência" para os media e para os cromos do BE é o que se vê. E, mais uma vez, só lá está quem quer.

Quantas vezes não cheguei a casa com as costas das mãos todas esfoladas, com joelhos esfolados, etc, de andar a rastejar e a colocar-me em posições parvas em praxe? Toda a gente se queixava, mas toda a gente também tinha noção que podia desistir a qualquer momento e não seria por isso que iria ser ostracizada.


Os infortúnios podem acontecer em ambiente de praxe, como acontecem em qualquer outra circunstância, mas isso não relega automaticamente a responsabilidade à praxe em si. À excepção quando existe intento criminoso por parte da comissão de praxe. Aí sim, alguém tem de ser responsabilizado. E por intento criminoso, refiro-me a explicitamente pôr a vida em perigo. Não necessariamente à "violência," porque há que relembrar que ofensas corporais ou ataques à integridade física podem ser permitidos perante a lei, caso a "vítima" anua (e.g.: BDSM, etc.)
 
Última edição:
Tambem não fui praxado. Apenas disse que não tinha tempo estava com pressa e se podia ser mais logo e afastaram-se na boa

Agora sei e fala-se de pessoal que é afiliado/simpatizante com determinado partido que aceita propositadamente ser praxado para depois disso se vir queixar
 
As pessoas deviam deixar de ser parvas e tentar forçar as suas opiniões. A praxe não é obrigatória, por isso vai quem quer.
É verdade que por vezes há cenas menos felizes mas, mais uma vez, só lá está quem quer. Ninguém é coagido.
Especialmente quando a ideia de "violência" para os media e para os cromos do BE é o que se vê. E, mais uma vez, só lá está quem quer.

Quantas vezes não cheguei a casa com as costas das mãos todas esfoladas, com joelhos esfolados, etc, de andar a rastejar e a colocar-me em posições parvas em praxe? Toda a gente se queixava, mas toda a gente também tinha noção que podia desistir a qualquer momento e não seria por isso que iria ser ostracizada.


Os infortúnios podem acontecer em ambiente de praxe, como acontecem em qualquer outra circunstância, mas isso não relega automaticamente a responsabilidade à praxe em si. À excepção quando existe intento criminoso por parte da comissão de praxe. Aí sim, alguém tem de ser responsabilizado. E por intento criminoso, refiro-me a explicitamente pôr a vida em perigo. Não necessariamente à "violência," porque há que relembrar que ofensas corporais ou ataques à integridade física podem ser permitidos perante a lei, caso a "vítima" anua (e.g.: BDSM, etc.)
Uma boa dose de tangas!
 
Pontos a esclarecer:

Em certos sítios há "praxe" todos os dias.

Em certos sítios os alunos que vão às escolas secundárias fazer "publicidade" do ensino superior falam da praxe, da praxe e da praxe.

Em todas as instituições de ensino superior há o Conselho Pedagógico onde metade dos seus membros são os alunos.
Em certos sítios é normal nessas eleições a percentagem de alunos votantes não chegar aos 4%.
Em certos sítios as "praxes" são toleradas, porque sem os "carneirinhos" que as "praxes" criam não há depois os votos, os "comunicados" das Associações de Estudantes e outros "golpes baixos" em alturas de eleições.

Se querem saber mesmo o que se passa nas praxes, perguntem a uma funcionária de limpeza ou a um funcionário da segurança, ou a alguém que trabalhe nas urgências de um hospital, porque a maior parte dos casos graves é abafada.

E é claro que quem mais ganha com as praxes é quem muito raramente lá aparece, mas passado uns anos tem um alto "tacho" em paga dos "favores eleitorais".
 
Eu adoro a praxe, é uma das grandes selecções que facilita as entrevistas de emprego, retirando alguns casos excepcionais, é um excelente critério para escolher quem fica ou não. Abençoados Doutores [:D]
 
Gente que diz mal das praxes é geralmente aquela que nunca esteve no ensino superior ou declarou-se anti praxe e não foi praxado, passando o resto da vida a justificar uma fase da vida perdida com o argumento das praxes serem uma imbecialidade.

A verdade é que as praxes são voluntárias. Só é praxado quem quer, quem não quer prescinde do direito à praxe, podendo na mesma trajar e participar em cerimónias não exclusivas de praxistas.

Contudo, isto não descarta que possam existir problemas quando trajados imbecis se combinam com caloiros demasiado ingénuos...mas está longe de ser a regra [;)]
 
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