Fiat Tipo 2016

Sim, o 1.4 de 120cv dava basatnte jeito cá. Então se viesse com a versão a GPL era perfeito.

Lá dentro, bastam umas costuras vermelhas no volante e alavanca da cx com um logozito "TIPO-S" encima do porta luvas e estava a feita a festa.


Ui, isso aumentava o custo de produção logo para aí 2€. Não pode ser, que os merceeiros da FCA não deixam.
 
Se de um lado temos o espalhafato da Honda nos adereços estéticos na suas versões mais vitaminadas (ou com look mais desportivo) dos Civics, no lado da Fiat Temos um Tipo S-Design que passa completamente despercebido [:D]
 
Sim, o 1.4 de 120cv dava basatnte jeito cá. Então se viesse com a versão a GPL era perfeito.



Ui, isso aumentava o custo de produção logo para aí 2€. Não pode ser, que os merceeiros da FCA não deixam.
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Pois ! enfim, restrutura-se a coisa só para costura na alavanca da cx e o logo fica só com o "S" sem "TIPO"
 
Se de um lado temos o espalhafato da Honda nos adereços estéticos na suas versões mais vitaminadas (ou com look mais desportivo) dos Civics, no lado da Fiat Temos um Tipo S-Design que passa completamente despercebido [:D]

É pá, na Honda o espalhafato já vem de serie nas versões base [:D][;)]
 
Sim, o 1.4 de 120cv dava basatnte jeito cá. Então se viesse com a versão a GPL era perfeito.



Ui, isso aumentava o custo de produção logo para aí 2€. Não pode ser, que os merceeiros da FCA não deixam.
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Parece brincadeira, mas algo que aumente o custo 2€ é uma enormidade de dinheiro. Basta multiplicar esses 2€ por 20-30 mil unidades produzidas e de repente os teus custos já aumentaram 40-60 mil euros.
Das histórias da história automóvel há imensas sobre as batalhas por cêntimos, quanto mais números inteiros...
O Bob Lutz tem um livro que retrata algumas dessas novelas enquanto esteve na GM.

Às vezes são guerras entre engenheiros, designers e o pessoal das finanças, que caem no ridículo. Mas é o dia a dia... Cada um querer levar a sua avante. Até em que haja um compromisso que deixe todos razoavelmente contentes.

Este artigo da Jalopnik dá alguma luz sobre os bastidores da indústria
http://jalopnik.com/a-design-engineer-explains-exactly-why-your-car-is-so-b-1795485696
.
 
Parece brincadeira, mas algo que aumente o custo 2€ é uma enormidade de dinheiro. Basta multiplicar esses 2€ por 20-30 mil unidades produzidas e de repente os teus custos já aumentaram 40-60 mil euros.
Das histórias da história automóvel há imensas sobre as batalhas por cêntimos, quanto mais números inteiros...
O Bob Lutz tem um livro que retrata algumas dessas novelas enquanto esteve na GM.

Às vezes são guerras entre engenheiros, designers e o pessoal das finanças, que caem no ridículo. Mas é o dia a dia... Cada um querer levar a sua avante. Até em que haja um compromisso que deixe todos razoavelmente contentes.

Este artigo da Jalopnik dá alguma luz sobre os bastidores da indústria
http://jalopnik.com/a-design-engineer-explains-exactly-why-your-car-is-so-b-1795485696
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Mas a ideia destas versões especiais éjustamente juntar 2 negócios.

1- O cliente vai pagar mais do que custa o material a implementar, tal como acontece com os packs de acessórios.

2- vender mais carros por esta via

De resto, compreendo que pretendam um look sporty mais para o discreto, mas exageraram pq tirando as jantes, tão só eliminaram os cromados, assemelhando-se por mais á versão base. :confused:

Obvio que numa versão look sport, tem que meter material do género: spoiler traseiro um pouco maior, umas saias que rebaixem visualmente o carro, ponteira de escape sport, entradas de ar mais generosas no para-choques dianteiro. Tudo isto pago pelo cliente, com algum lucro para o fabricante, claro está.

Enfim, tal como acontece na concorrência com estas versões.
 
Percebo isso tudo.
E se eles acharem que há um business case que funcione para isso tudo o que dizes, certamente o farão.
Mas a única coisa que não estás a calcular é o nível de complexidade que isso pode trazer à linha de produção que eles possuem ou que projectaram. E qualquer variação acarreta custos.
E as vendas projectadas podem não dar para cobrir os custos de implementação, mesmo cobrando mais ao cliente.
Daquilo que referes já tens de criar pelo menos 4 moldes novos para as peças em plástico: um pára-choques dianteiro novo, duas saias (esq. e dir.) e um spoiler.
Imaginando que essa versão mais sport corresponda a 10% do total, pode não ser o suficiente para a complexidade adicional necessário a nível industrial

Até os premium alemães, que são especialistas nisso, andam com dores de cabeça para arranjar soluções eficazes.
A Mercedes decidiu regredir na automatização de algumas linhas de produção e adicionar pessoas para conseguir a flexibilidade necessária para fazer face às necessidades crescentes de personalização.
Mas também pode-se dar ao luxo disso, dado os preços que pratica em alguns dos seus modelos.

No caso do Tipo e do Cactus, a grande "cena" por detrás da concepção foi mesmo simplificar e reduzir.
Outro exemplo: Volkswagen com os custos do Dieselgate decidiu reduzir custos. E claro, a começar na linha de produção, reduzindo, para já, combinações possíveis de motores com transmissões.
Na linha de produção, quanto menos variação, menores serão os custos.
E em carros em que o tópico preço é de vital importância, como o Tipo, não se vão meter com aventuras.
O plano da Fiat para o Tipo é vender 700 mil unidades até 2023 entre as três carroçarias e parece que está tudo a correr como planeado. Não é preciso inventar muito mais do que já estão a fazer.

Mas nesta coisa do produto, claro que depende de que tipo de produto falamos.
No caso do Fiat Tipo, que é uma abordagem ao segmento C pelo lado mais acessível da questão, toma-se este tipo de decisões que permitam manter os custos reduzidos.
Se falarmos num Fiat 500, todo o business case do carro gira à volta da personalização.
Logo, tomam-se decisões distintas durante a concepção e desenvolvimento para que ambos sucedam nos objectivos propostos.
E depois vemos os preços praticados por um e por outro.

O cenário pode mudar. A impressão 3D, quando for totalmente implementada na linha de produção, fará com que algumas destas questões deixem simplesmente de existir.
Mas até lá...
 
Mas lá está, se o caso é reduzir custos ao máximo, o melhor é nem fazer o carro pq pode não vender que pague o investimento. [:D]

Neste caso, o problema é que a noção com que o cliente fica é que estão a dar tanga. Uma edição " especial" sport design, qnd a única coisa nova são as jantes ? pq para tirar os cromados já temos a versão base.

Obvio que, como referi, em tudo há risco mas ou fazem a edição com os apetrechos necessários ou deixam estar e juntam as novas jantes ao catalogo de opções.

Poderá requerer alguma complexidade de produção, mas porra, ou se faz bem ou se está quieto, caso queiram fazer uma coisa o mais simplificada possível e não correndo qualquer risco. E nem é o caso de shooting brakes e afins nem versões em que mexem com mt mais que 3 peças de plástico.
 
Mas lá está, se o caso é reduzir custos ao máximo, o melhor é nem fazer o carro pq pode não vender que pague o investimento. [:D]

Olha que a FCA com o Marchionne e Altavilla é perita nisso. Uma geração de carros da FCA normalmente tem-se aguentado no mercado sensivelmente o mesmo que duas gerações de produtos da concorrência.
Basta veres nos EUA o estado a que está a chegar a Chrysler e Dodge. O tempo que demoraram a substituir Compass e Patriot. Ou mesmo cá na Europa, basta ver o Punto e agora o Panda e 500 que já são modelos super antiquados.
E onde andam os motores de nova geração? Vão aguentando os 1.0 e 1.2 Fire e demoram eternidades a trazer os novos 1.0 e 1.3 (e verdade seja dita que modelos têm para usar estes novos motores?).

Neste caso, o problema é que a noção com que o cliente fica é que estão a dar tanga. Uma edição " especial" sport design, qnd a única coisa nova são as jantes ? pq para tirar os cromados já temos a versão base.

Obvio que, como referi, em tudo há risco mas ou fazem a edição com os apetrechos necessários ou deixam estar e juntam as novas jantes ao catalogo de opções.

Poderá requerer alguma complexidade de produção, mas porra, ou se faz bem ou se está quieto, caso queiram fazer uma coisa o mais simplificada possível e não correndo qualquer risco. E nem é o caso de shooting brakes e afins nem versões em que mexem com mt mais que 3 peças de plástico.

Eu também gostava de ver umas versões mais apimentadas do Tipo, mas a sua entrada no mercado americano como Chrysler ou Dodge foi cancelada após ter sido estudada. Por isso torna-se evidente que não estão dispostos a fazer grandes investimentos no Tipo.
 
Olha que a FCA com o Marchionne e Altavilla é perita nisso. Uma geração de carros da FCA normalmente tem-se aguentado no mercado sensivelmente o mesmo que duas gerações de produtos da concorrência.
Basta veres nos EUA o estado a que está a chegar a Chrysler e Dodge. O tempo que demoraram a substituir Compass e Patriot. Ou mesmo cá na Europa, basta ver o Punto e agora o Panda e 500 que já são modelos super antiquados.
E onde andam os motores de nova geração? Vão aguentando os 1.0 e 1.2 Fire e demoram eternidades a trazer os novos 1.0 e 1.3 (e verdade seja dita que modelos têm para usar estes novos motores?).



Eu também gostava de ver umas versões mais apimentadas do Tipo, mas a sua entrada no mercado americano como Chrysler ou Dodge foi cancelada após ter sido estudada. Por isso torna-se evidente que não estão dispostos a fazer grandes investimentos no Tipo.

Mas o certo é que arriscaram e fizeram o TIPO, mesmo sendo um segm que não tem corrido lá mt bem nas ultimas décadas para a FIAT e ainda fizeram 3 versões, 2 europeias com o hatch e SW e uma global com o sedam ( coisa que nem pensar com o Giulia nas versões SW e Giulietta :confused: )

Mas o que se está a discutir aqui é a questão de apresentarem uma versão look desportivo sem qualquer apêndice aerodinâmico que os carateriza e tão só eliminando cromados e metendo uma jantes novas. Não achas curto para tal ?

E aqui nem falamos de um Abarth ou uma versão hard core do TIPO, é só mesmo uma S-line, que são 3 plásticos novos a produzir que serão pagos pelo cliente final e ainda com lucro. Se fazem contas á vida e vem que para este carro ninguém vai aderir a esta decoração, então não a apresentam, pq em ultima analise, tal como está, é uma tangazita e o pessoal não é tanso, penso eu de que [:D]

Por outras, é absurdamente curto o que fizeram com esta versão para a diferenciar do que já existe.

Quanto ao 500, por razões de fator X e o PANDA por razões económicas, tem esticado a corda bastante bem, de facto mas isso já é outra historia.

Aliás se formos a ver, o PANDA até que teve direito a varias versões onde houve muita peça de fora, sobretudo na 4x4. E no 500, houve um bom investimento em decorações varias que ao que parece tem dado bom lucro.

Não sei quanto pedirão por esta versão sport do TIPO mas a coisa não deve ficar visualmente mt diferente do base com as jantes novas.
 
Última edição:
Olha que a FCA com o Marchionne e Altavilla é perita nisso. Uma geração de carros da FCA normalmente tem-se aguentado no mercado sensivelmente o mesmo que duas gerações de produtos da concorrência.
Basta veres nos EUA o estado a que está a chegar a Chrysler e Dodge. O tempo que demoraram a substituir Compass e Patriot. Ou mesmo cá na Europa, basta ver o Punto e agora o Panda e 500 que já são modelos super antiquados.

Isso sem falar no Mito que já deve estar contra a terceira geração de alguns modelos
 
Isso sem falar no Mito que já deve estar contra a terceira geração de alguns modelos

Nada mau para um velhote de 9 anitos

[TABLE="class: model-table, align: center"]
[TR]
[TD="align: center"][h=5]Alfa Romeo[/h][h=5]MiTo[/h][/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]2016[/TD]
[TD="align: right"]12.944[/TD]
[/TR]
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[TD]2015[/TD]
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[TD]2013[/TD]
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[TD]2012[/TD]
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[TD]2011[/TD]
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[TD]2010[/TD]
[TD="align: right"]51.994[/TD]
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[TD]2009[/TD]
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Nada mau para um velhote de 9 anitos

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MiTo
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Isso é só para a Europa? Estive no Chile recentemente e vi muitos Mitos. Gostava de achar o número de vendas da marca naquele país.
 
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