F1 - 2013

Eu entendo o que dizes, mas não aceito a 100%.

Uma coisa é ver-se que a Ferrari mandou o piloto X ou Y abrandar, ou sair da frente.

Outra coisa é uma situação pontual no meio da corrida que pode ou não ter influência. Pode ter sido o Alonso que disse à equipa, "quero entrar porque estou a perder tempo." e o massa n ter dito nada... E o Massa se tem ficado mais 2 voltas em pista a apertar, tinha ganho tempo e tb teria passado o Vettel.

E então, outro caso "semelhante". Nos treinos a McLaren mete o Perez e o Button com pneus de seco. Depois o button muda para pneus intermédios e safa-se, já o perez fica com os de seco e lixa-se. Será que foi a McLaren a tentar lixar o Perez? Ou será que o Button viu que n se ia safar e resolveu mudar? No final a equipa até pede desculpa ao Button pela escolha de pneus, e ele diz que n faz mal, que tinham de tentar.

Mais uma vez atentem: a Ferrari se preterir um dos pilotos é o que for na frente.
Sempre assim foi.

Repito: até o Barão Vermelho. Até ele, Schumacher, teve que trabalhar para Irvine.

Kimi já teve que o fazer para Massa, que não foi campeão na última volta.

Agora como Schumacher foi melhor do que os companheiros de equipa 99% das vezes e Alonso é melhor do que Massa 90% das vezes, quase sempre acontece que um piloto tem que trabalhar para o outro.

Não aconteceu por causa dos acidentes (um deles mortal) em 1982 entre Gilles, Pironi e Tambay.

Pironi mesmo sem correr o último terço (5 em 16) desse ano, seria Campeão com pontuação moderna.


Para ver e babar:


Até porque o 126C2 é fantástico.

15 dias depois acabaria a vida de Gilles na Bélgica.

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Volta após volta de lutas e ultrapassagens, hoje em dia só mesmo com o efeito artificial do DRS!!!
Nessa altura as ordens de equipa na Ferrari não existiam, ou então os pilotos com o carácter forte como Villeneuve e Pironi simplesmente as ignoravam. Se calhar devido aos acontecimentos desse ano, a Ferrari passou a utilizar com mais frequência essas ordens.
O 126C2 é um carro espectacular e um dos Ferraris que gosto mais, simples e brutal.
 
Curiosidades sobre o GP da Australia de 2013

- A grelha de partida mais jovem da História da F1, com uma idade média de 27 anos, 2 meses e 20 dias, superando em mais de 2 meses o anterior registo que vinha do GP de França de 1997.
- A primeira temporada desde 1978 que começa só com um brasileiro na grelha.
- O primeiro GP com 4 pilotos franceses desde 1995.
- 5 pilotos estrearam-se neste GP, e os 5 terminaram a corrida.
- A vitória de Kimi Räikkönen em Albert Park é a 20ª da sua carreira igualando-o a Mika Häkkinen como o finlandês com mais vitórias em GP. Apenas 15 pilotos na história alcançaram esse número de vitórias, mas Raikkonen precisou de mais 16 corridas para chegar a esse número que Häkkinen.
- Kimi Raikkonen lidera o mundial pela primeira vez desde o GP da Turquia de 2008, e é a primeira vez que a equipa de Enstone está no topo da classificação desde o Grande Prémio do Brasil de 2006, onde Fernando Alonso conquistou seu segundo título mundial.
- Se estivéssemos a falar de Lotus como a equipe fundada por Colin Chapman, esta é a primeira vez que um dos seus pilotos lidera um campeonato desde Ayrton Senna após o Grande Prémio da Inglaterra de 1987.
- É a primeira vez que a Ferrari lidera o campeonato de construtores desde o GP da Malásia de 2010.
- A vitória de Kimi significa que esta é a primeira vez que um piloto consegue ganhar em Albert Park partindo da terceira fila da grelha, e a segunda vez que isso acontece num Grande Prémio da Austrália, quando em 1990 Nelson Piquet também partiu de sétimo em Adelaide.
- Com este podio, Alonso está 11 temporadas consecutivas no pódio desde 2003. Só Gerhard Berger (12), Nigel Mansell (13) e Michael Schumacher (15) podem-se orgulhar de ter mais temporadas consecutivas no pódio.
- Sete líderes de corrida diferentes, quase recorde em Albert Park, representando o segundo maior número de líderes na mesma corrida na história da F1. Só no Grande Prémio da Itália de 1971, houve mais de sete líderes diferentes, num total de oito, numa corrida que também detém o recorde da chegada mais renhida.
- Nico Hulkenberg não pode participar na corrida por causa de um problema com o sistema de combustível da sua Sauber, o que que alonga a sua maldição em Albert Park, onde, em suas três presenças como piloto ainda tem que completar uma única volta, depois de dois acidentes no início das corridas em 2010 e 2012.
 
Última edição:
Volta após volta de lutas e ultrapassagens, hoje em dia só mesmo com o efeito artificial do DRS!!!
Nessa altura as ordens de equipa na Ferrari não existiam, ou então os pilotos com o carácter forte como Villeneuve e Pironi simplesmente as ignoravam. Se calhar devido aos acontecimentos desse ano, a Ferrari passou a utilizar com mais frequência essas ordens.
O 126C2 é um carro espectacular e um dos Ferraris que gosto mais, simples e brutal.

Havia e estava definido que quem fosse na frente era para manter.
O Pironi não respeitou isso e também o Gilles não contava na última volta ser passado de surpresa.
 
- Sete líderes de corrida diferentes, quase recorde em Albert Park, representando o segundo maior número de líderes na mesma corrida na história da F1. Só no Grande Prémio da Itália de 1971, houve mais de sete líderes diferentes, num total de oito, numa corrida que também detém o recorde da chegada mais renhida.

Incrível, 5 todos juntos.
Duvido que se repita, nem com SC. [:D]

 
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