E tu, compras o que é nosso?

Nós somos um espaço económico EUROPEU. A Economia é GLOBAL.

Existem produtos 100% Nacionais? Os carros produzidos na fábrica da AutoEuropa são portugueses? São alemães? De certeza que têm outros componentes vindos de outros países... se comprarmos milho português, mas que foi apanhado por máquinas agrícolas japonesas, o milho é 100% português? Se contratarmos um serviço de Design português, se calhar usam computadores Apple, uma marca americana que produz o hardware na China ou na Malásia... estão a ver onde quero chegar? Comprar produtos "pela sua origem" não só é tremendamente difícil como em muitos casos é inútil.

Se acham que faz sentido apenas consumirmos "o que é nosso", o que seria se cada país europeu fizesse o mesmo? Ninguém consumia produtos portugueses e as nossas exportações, motor do nosso desenvolvimento económico, seriam reduzidas a zero. Como eu não quero isso, compro os produtos com melhor relação preço/qualidade, e não estou interessado na origem dos produtos. Explico porquê:

Ao preferir a melhor relação preço/qualidade independentemente da origem dos produtos, o sinal que estou a dar aos produtos que pretiro (o contrário de preferir) é o seguinte: façam melhor para que me compense comprar, ou façam mais barato.

Este conceito tão simples chama-se concorrência. Desde que a concorrência seja LEAL, ela é a base do sistema capitalista que temos e que permite incentivar o mérito, proteger o consumidor e promover a inovação.

Se me dizem "ah e tal mas as sapatilhas à venda e que são feitas na China são feitas por crianças" eu digo o seguinte: se estão à venda legalmente, em lojas legais, e se os estados cobram IVA sobre esses produtos, eu como consumidor sou OBRIGADO a pressupor que a origem do produto respeita normas internacionais, afinal é para isso que servem as instituições europeias e as leis comunitárias. Ao preferir produtos nacionais apenas e só por serem nacionais, estou a desvirtuar este princípio e, na verdade, a PREJUDICAR a economia. Atenção que não me estou a referir a produtos à venda de forma ilegal, contrafeitos ou não, que chegaram cá por contrabando, etc.

Pensem nisto

Mas ninguém diz para consumir APENAS produtos nacionais (até porque isso não é possível, uma vez que há muito produtos que só existem ou são produzidos em determinados países)!

A ideia é consumir o máximo de produtos nacionais e, não tenhas dúvidas que nos países com melhor qualidade de vida, fazem exactamente isso!!
Vai à Suécia vender leite Agros ligeiramente mais barato que o concorrente lá do sitio e, vê se eles não compram mais depressa o deles, mesmo que mais caro......

Se, p.e., quero comprar maças e, se tenho hipótese de comprar portuguesas, porquê que vou comprar exactamente o mesmo tipo de maças importadas?!
Eu tenho isso em conta, quando vou às compras!!
 
Se me dizem "ah e tal mas as sapatilhas à venda e que são feitas na China são feitas por crianças" eu digo o seguinte: se estão à venda legalmente, em lojas legais, e se os estados cobram IVA sobre esses produtos, eu como consumidor sou OBRIGADO a pressupor que a origem do produto respeita normas internacionais, afinal é para isso que servem as instituições europeias e as leis comunitárias. Ao preferir produtos nacionais apenas e só por serem nacionais, estou a desvirtuar este princípio e, na verdade, a PREJUDICAR a economia. Atenção que não me estou a referir a produtos à venda de forma ilegal, contrafeitos ou não, que chegaram cá por contrabando, etc.

Pensem nisto

Isso é querer ter palas nos olhos.... Sabemos bem que não é assim que funciona!
 
O que mais me chateia, é quando faço um esforço para comprar Nacional, sou mal servido (ou nem sou servido de todo como aconteceu recentemente com duas compras grandinhas que tentei fazer, de cortinas e candeeiros), serviço lento, sem qualidade, etc.

Depois estas pequenas empresas queixam-se que os "grandes" estrangeiros lhes vêm roubar o mercado... [8b][8b][8b][8b]
 
Bom dia,

A minha escolha, como a da maioria dos portugueses, dependem principalmente de uma coisa, do nosso bolso.
Se tiver um bolso cheio, posso escolher os produtos que consumo independentemente do preço e aí posso ir para produtos de qualidade que sejam portugueses.
Se, por outro lado, tenho de contar os trocos para chegar ao fim do mês, não posso olhar para se é português ou de outra nacionalidade porque simplesmente não tenho opção de escolha.

A agricultura em Portugal, como membro periférico da UE, foi e é de desmantelamento. Pagar para abater barcos de pesca, atribuir cotas muitos inferiores comparativamente a países que têm uma costa menor...Lembrar-se-ão dos tratores do Ribatejo cheios de tomate para deitar fora porque tinha atingido a cota imposta pela UE, dos produtores de leite a darem leite na rua e a deitarem para a sargeta milhares de litros porque também aí as cotas tinham sido atingidas.
Isto explica uma boa parte de sermos um país que importa mais de 80% do que consome e de termos passado de auto-suficientes em muitos produtos para dependentes de outros países.
Não se trata de uma opção pessoal de cada cidadão, trata-se de medidas para desenvolver a agricultura, as pescas, como outros sectores que têm vindo a ser gravemente prejudicados em detrimento dos produtos vindos de fora.

Para os afincados defensores da escolha de produtos portugueses(que eu também prefiro comprar se tiver um preço identico a outro qualquer), faço a seguinte pergunta: O que me dizem das empresas nacionais que contratam estrangeiros em vez de contratar portugueses ? Como por exemplo uma empresa de alfaces(foi o único produto que vi numa reportagem) que tem um lucro de alguns milhões e que contrata mão de obra asiática.
 
Bom dia,

A minha escolha, como a da maioria dos portugueses, dependem principalmente de uma coisa, do nosso bolso.
Se tiver um bolso cheio, posso escolher os produtos que consumo independentemente do preço e aí posso ir para produtos de qualidade que sejam portugueses.
Se, por outro lado, tenho de contar os trocos para chegar ao fim do mês, não posso olhar para se é português ou de outra nacionalidade porque simplesmente não tenho opção de escolha.

A agricultura em Portugal, como membro periférico da UE, foi e é de desmantelamento. Pagar para abater barcos de pesca, atribuir cotas muitos inferiores comparativamente a países que têm uma costa menor...Lembrar-se-ão dos tratores do Ribatejo cheios de tomate para deitar fora porque tinha atingido a cota imposta pela UE, dos produtores de leite a darem leite na rua e a deitarem para a sargeta milhares de litros porque também aí as cotas tinham sido atingidas.
Isto explica uma boa parte de sermos um país que importa mais de 80% do que consome e de termos passado de auto-suficientes em muitos produtos para dependentes de outros países.
Não se trata de uma opção pessoal de cada cidadão, trata-se de medidas para desenvolver a agricultura, as pescas, como outros sectores que têm vindo a ser gravemente prejudicados em detrimento dos produtos vindos de fora.

Para os afincados defensores da escolha de produtos portugueses(que eu também prefiro comprar se tiver um preço identico a outro qualquer), faço a seguinte pergunta: O que me dizem das empresas nacionais que contratam estrangeiros em vez de contratar portugueses ? Como por exemplo uma empresa de alfaces(foi o único produto que vi numa reportagem) que tem um lucro de alguns milhões e que contrata mão de obra asiática.
Pelo que percebi, essa empresa tentou recrutar portugueses que recebiam o subsídio de desemprego e outros que recebiam o RSI, mas ao que parece essas pessoas recusavam esse trabalho, à semelhança do que acontece em algumas empresas têxteis do norte do país.
Quando compro roupa de marcas portuguesas (Lanidor, Salsa, etc...) reparo que há alguns artigos que são feitos na China ou então em países do Leste Europeu, mas por outro lado quando compro roupa na Zara ou na Pull and Bear sou capaz de encontar artigos feitos em Portugal.[;)]
 
Eu tento comprar produtos nacionais.
Ao Sabado gosto de ir ao mercado municipal comprar peixe e fruta. Evito de comprar esses produtos em hipermercados.
Em relação à roupa procuro sempre a etiqueta para ver onde é fabricado. Se estiver em duvida opto sempre pela que é fabricada em Portugal.
Por exemplo agora que ando a fazer o enxoval do meu bebe tenho comprado alguma da roupinha na feira e tenho reparado que são sempre roupas feitas em Portugal, enquanto vou a uma loja de "Marca", são feitos na China temos como exemplo a Chico.
Tenho optado por comprar na feira que é mais barato e Made in Potugal. Só compro nas lojas de puericultura produtos mais especificos. Nas lojas da Pré Natal reparo que os produtos são fabricados em Espanha e em Italia. Pelo menos são fabricados na União Europeia e não na China como a marioria das grandes marcas.
 
Isso dos produtos nacionais tem muito que se lhe diga...

Faz-me lembrar os produtos de enchidos tradicionais que apregoam que o produto é regional, tradicional e blá blá, mas comprar os porcos em Espanha... :sh)
 
Pelo que percebi, essa empresa tentou recrutar portugueses que recebiam o subsídio de desemprego e outros que recebiam o RSI, mas ao que parece essas pessoas recusavam esse trabalho, à semelhança do que acontece em algumas empresas têxteis do norte do país.

Como qualquer trabalho, há uma proposta do empregador e o trabalhador aceita, faz uma contra-proposta ou não aceita. O que o empregador disse na entrevista foi: Nós contratamos tailandeses. A jornalista returquio, e porque não contrata portugueses ?
Ele respondeu que os portugueses não queriam trabalhar !
Voltou a perguntar a jornalista: quanto paga ? O empregador disse que pagava o ordenado minimo, o subs. de almoço e todas as regalias !
Vejam só, paga o ordenado mínimo, almoço e todas as regalias(o que seriam ? sub. de férias e de natal?), sim porque as que disse eram todas obrigatórias por lei e eram o mínimo.
Se calhar os portugueses não aceitam porque é o salário mínimo que não dá para viver...e depois dizem que os portugueses não querem trabalhar, pudera a pagar o mínimo dos mínimos. Fiquei com uma pena do empregador...com os seus parcos milhões e as suas alfaces colhidas e plantadas por asiáticos porque os calões dos portugueses não querem trabalhar. Será que se lembrou de aumentar um pouco o salário a ver o que acontecia aos portugueses que "não queriam trabalhar" ?
Cada um tem um mínimo de dignidade, tem um mínimo de respeito, tem um mínimo para fazer frente à vida e depois também tem a hipóteses de escolha. Se passarmos por cima da nossa dignidade, se não lutarmos por algo que não seja o mínimo(já nem digo algo melhor !), não tardará muito e estaremos a agradecer por nos pagarem.

O exemplo desse empresário é o mau exemplo que Portugal tem de sobra, uma pessoa que construiu um negócio de sucesso(ainda bem), que retira um alto rendimento dele mas(e muito devido a) pagar aos seus funcionários o mínimo que a lei exige e mesmo assim já acha muito.
 
Como qualquer trabalho, há uma proposta do empregador e o trabalhador aceita, faz uma contra-proposta ou não aceita. O que o empregador disse na entrevista foi: Nós contratamos tailandeses. A jornalista returquio, e porque não contrata portugueses ?
Ele respondeu que os portugueses não queriam trabalhar !
Voltou a perguntar a jornalista: quanto paga ? O empregador disse que pagava o ordenado minimo, o subs. de almoço e todas as regalias !
Vejam só, paga o ordenado mínimo, almoço e todas as regalias(o que seriam ? sub. de férias e de natal?), sim porque as que disse eram todas obrigatórias por lei e eram o mínimo.
Se calhar os portugueses não aceitam porque é o salário mínimo que não dá para viver...e depois dizem que os portugueses não querem trabalhar, pudera a pagar o mínimo dos mínimos. Fiquei com uma pena do empregador...com os seus parcos milhões e as suas alfaces colhidas e plantadas por asiáticos porque os calões dos portugueses não querem trabalhar. Será que se lembrou de aumentar um pouco o salário a ver o que acontecia aos portugueses que "não queriam trabalhar" ?
Cada um tem um mínimo de dignidade, tem um mínimo de respeito, tem um mínimo para fazer frente à vida e depois também tem a hipóteses de escolha. Se passarmos por cima da nossa dignidade, se não lutarmos por algo que não seja o mínimo(já nem digo algo melhor !), não tardará muito e estaremos a agradecer por nos pagarem.

O exemplo desse empresário é o mau exemplo que Portugal tem de sobra, uma pessoa que construiu um negócio de sucesso(ainda bem), que retira um alto rendimento dele mas(e muito devido a) pagar aos seus funcionários o mínimo que a lei exige e mesmo assim já acha muito.
Só um off topic - Acho que é preferivel um beneficiário do RSI (Indíviduo com idade entre os 16 e os 50 anos com boa saúde, sem ocupação) ter este trabalho com estas condições (sim, porque há FP's que ganham o ordenado mínimo e também têm estas regalias) do que estar num café sem ter nada que fazer e estoirar o dinheiro do RSI em bebidas, tabaco, telemóveis, etc...
BTW, quando compro fruta prefiro a portuguesa, mesmo que seja mais cara.[;)]
 
Como qualquer trabalho, há uma proposta do empregador e o trabalhador aceita, faz uma contra-proposta ou não aceita. O que o empregador disse na entrevista foi: Nós contratamos tailandeses. A jornalista returquio, e porque não contrata portugueses ?
Ele respondeu que os portugueses não queriam trabalhar !
Voltou a perguntar a jornalista: quanto paga ? O empregador disse que pagava o ordenado minimo, o subs. de almoço e todas as regalias !
Vejam só, paga o ordenado mínimo, almoço e todas as regalias(o que seriam ? sub. de férias e de natal?), sim porque as que disse eram todas obrigatórias por lei e eram o mínimo.
Se calhar os portugueses não aceitam porque é o salário mínimo que não dá para viver...e depois dizem que os portugueses não querem trabalhar, pudera a pagar o mínimo dos mínimos. Fiquei com uma pena do empregador...com os seus parcos milhões e as suas alfaces colhidas e plantadas por asiáticos porque os calões dos portugueses não querem trabalhar. Será que se lembrou de aumentar um pouco o salário a ver o que acontecia aos portugueses que "não queriam trabalhar" ?
Cada um tem um mínimo de dignidade, tem um mínimo de respeito, tem um mínimo para fazer frente à vida e depois também tem a hipóteses de escolha. Se passarmos por cima da nossa dignidade, se não lutarmos por algo que não seja o mínimo(já nem digo algo melhor !), não tardará muito e estaremos a agradecer por nos pagarem.

O exemplo desse empresário é o mau exemplo que Portugal tem de sobra, uma pessoa que construiu um negócio de sucesso(ainda bem), que retira um alto rendimento dele mas(e muito devido a) pagar aos seus funcionários o mínimo que a lei exige e mesmo assim já acha muito.


De facto, é um dos problemas do estado social... é que se essas pessoas que "têm dignidade" não recebessem um RSI ou um subsídio de preguiça, lá teriam de meter a dignidade num certo sítio, e lá iam apanhar fruta ou alface ou raio a quatro. Mas como podem ficar em casa (ou no tasco da esquina) a coçar a micose enquanto outros trabalham para pagar os seus subsídios, está tudo bem!

Porque será que os Asiáticos não vêm falar de dignidade na altura de trabalharem? Será que é porque não têm subsídios de preguiça?
 
Como qualquer trabalho, há uma proposta do empregador e o trabalhador aceita, faz uma contra-proposta ou não aceita. O que o empregador disse na entrevista foi: Nós contratamos tailandeses. A jornalista returquio, e porque não contrata portugueses ?
Ele respondeu que os portugueses não queriam trabalhar !
Voltou a perguntar a jornalista: quanto paga ? O empregador disse que pagava o ordenado minimo, o subs. de almoço e todas as regalias !
Vejam só, paga o ordenado mínimo, almoço e todas as regalias(o que seriam ? sub. de férias e de natal?), sim porque as que disse eram todas obrigatórias por lei e eram o mínimo.
Se calhar os portugueses não aceitam porque é o salário mínimo que não dá para viver...e depois dizem que os portugueses não querem trabalhar, pudera a pagar o mínimo dos mínimos. Fiquei com uma pena do empregador...com os seus parcos milhões e as suas alfaces colhidas e plantadas por asiáticos porque os calões dos portugueses não querem trabalhar. Será que se lembrou de aumentar um pouco o salário a ver o que acontecia aos portugueses que "não queriam trabalhar" ?
Cada um tem um mínimo de dignidade, tem um mínimo de respeito, tem um mínimo para fazer frente à vida e depois também tem a hipóteses de escolha. Se passarmos por cima da nossa dignidade, se não lutarmos por algo que não seja o mínimo(já nem digo algo melhor !), não tardará muito e estaremos a agradecer por nos pagarem.


Antes o ordenado minimo do que viver á conta dos outros, certo?
 
Eu por acaso gosto de comprar coisas portuguesas.
Mas depende. Há marcas (principalmente roupa!) que não faço questão e até sou contra em alguns pontos.
Depois há outra questão. Se nós queremos comprar só o que é nosso, e se outros países fizerem o mesmo, então ficamos sem exportações... :sh)
 
Eu por acaso gosto de comprar coisas portuguesas.
Mas depende. Há marcas (principalmente roupa!) que não faço questão e até sou contra em alguns pontos.
Depois há outra questão. Se nós queremos comprar só o que é nosso, e se outros países fizerem o mesmo, então ficamos sem exportações... :sh)


Acho que não vou dizer nenhum disparate.
Mas se a procura de um produto aumentar a tendencia é aumentar a sua produção, havendo produto suficiente para o mercado interno e para o mercado externo.
Agora se um produtor não conseguir vender o seu produto a tendencia é baixar a produção para não ter prejuizo.
Nem todos os paises tem as mesmas condições climatéricas que o nosso e há produtos alimentares que podemos produzir para outros paises, em que estes não tem a mesma capacidade de produção.
Pelo menos é assim que eu vejo as coisas.
 
Última edição:
No outro dia comprei uns chouriços e salpicões num produtor nacional ... quando fui a comer aquilo era 20% carne 80% gordura ... foi tudo direitinho para o lixo. [:vm)][:vm)]
 
Só um off topic - Acho que é preferivel um beneficiário do RSI (Indíviduo com idade entre os 16 e os 50 anos com boa saúde, sem ocupação) ter este trabalho com estas condições (sim, porque há FP's que ganham o ordenado mínimo e também têm estas regalias)

Não percebi porque foi buscar um FP nem o que está a chamar de regalias.

Joana1984 disse:
do que estar num café sem ter nada que fazer e estoirar o dinheiro do RSI em bebidas, tabaco, telemóveis, etc...
BTW, quando compro fruta prefiro a portuguesa, mesmo que seja mais cara.[;)]

Gostava se saber, como é que uma pessoa sobrevive vivendo do RSI e ainda para mais a "estoirar o dinheiro do RSI em bebidas, tabaco, telemóveis, etc". Tirando algumas pessoas, vejo é miséria mas isso sou eu que não moro num "bairro bonito".
Falemos assim e qualquer dia caimos numa situação dificil e batemos com a cabeça na parede a pensar que afinal até dava jeito descontar para ter uns trocos quando é necessária a ajuda, mas isso é muito além e coisas sociais é fazer tábua rasa.

Em relação às frutas, em vez de me piscar o olho que já tenho idade de ser seu pai, diga isso a uma pessoa que recebe o RSI(daquelas que precisam mesmo, os tais 90%). A ver se ela agarra no dinheiro e vai comprar mais caro só porque é portuguesa.
 
Não percebi porque foi buscar um FP nem o que está a chamar de regalias.



Gostava se saber, como é que uma pessoa sobrevive vivendo do RSI e ainda para mais a "estoirar o dinheiro do RSI em bebidas, tabaco, telemóveis, etc". Tirando algumas pessoas, vejo é miséria mas isso sou eu que não moro num "bairro bonito".
Falemos assim e qualquer dia caimos numa situação dificil e batemos com a cabeça na parede a pensar que afinal até dava jeito descontar para ter uns trocos quando é necessária a ajuda, mas isso é muito além e coisas sociais é fazer tábua rasa.

Em relação às frutas, em vez de me piscar o olho que já tenho idade de ser seu pai, diga isso a uma pessoa que recebe o RSI(daquelas que precisam mesmo, os tais 90%). A ver se ela agarra no dinheiro e vai comprar mais caro só porque é portuguesa.
Dei o exemplo dos funcionários públicos porque há muitos que ganham o ordenado mínimo e as regalias são subsídio de férias, subsídio de transporte e subsídio de refeição.
Há muita gente que recebe o rsi e vai buscar cabazes alimentares à Cáritas e a outras instituições de solidariedade social, logo não têm grandes gastos nesta área.
Há muitos desses casos e já presenciei situações de pessoas que recebem o RSI a recusar trabalhos e no entanto têm bens materiais melhores do que os meus.
Prefere consumir fruta espanhola (de pior qualidade e mais barata) ou portuguesa (melhor qualidade e mais cara)?
 
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