Como encaram o "downsizing"?

E não me venham com tretas de que um motor TSI não necessita de esforço para andar....é que para mim, um motor deste género é para se aproveitar ao máximo, não é para vir para aqui dizer que fiz 6 litros...
 
Quando eu quiser realmente poupar, ando de saxo 1.5D, clio 1.5 DCI, Híbridos, ou até mesmo elétricos daqui a uns anos.

Quando quiser andar de TSI ou seja o que for, não é para poupar !
 
Aquilo que eu prefiro não é aquilo que eu posso ter.

Agora, depois dos 300 mil KM é que vamos ver o quanto duram esses motores comparados com os atmosféricos.

não é ser céptico, mas não é á toa que os USA sempre tiveram carros de grandes cilindradas e poucos CV.....Dessa maneira conseguiam fazer os carros durar uma vida.

Ou achas que um TSI vai durar tanto como um 1.4 60cv da mesma marca ?

Ou achas que um 200cdi dura tanto como um 190D ?


Para mim o ideal é um equilíbrio, e como eu gosto de comprar carros usados com muitos KM a preços muito bons, quero um carro que dure muito, quanto mais não seja, as revisões sejam baratas....


Isto é tudo muito bonito agora, mas daqui a uns anos quando houver usados desses, estamos cá pa ver...

Epah é isso que não percebo. Porque raio um 1.4 TSI não há de durar mais que 1.4 60cv?

Por causa do turbo?

EU se quiser andar a 100km, faço mais esforço num 1.4 60cv que num 1.4 TSI
 
E não me venham com tretas de que um motor TSI não necessita de esforço para andar....é que para mim, um motor deste género é para se aproveitar ao máximo, não é para vir para aqui dizer que fiz 6 litros...

Puro mito, puro preconceito e puro sei lá mais o que.

Olha, eu quero comprar um 1.4 TSI, mas é raro passar das 2500 rpm (excepto em 5ª, ou neste caso em 6ª).

Achas que esse motor nas minhas mãos dura pouco tempo?

E agora perguntas: se eu raramente passo das 2500 rpm, para que quero um carro desses?

E eu respondo: porque quando piso o acelerador gosto de sentir o carro a responder de imediato, sem ter que recorrer á caixa, poupando assim também embraiagem e de vez em quando (muito raramente) gosto de puxar pelo carro para limpar o carvão (só faz é bem, o red line está lá para alguma razão).

Eu gosto de ter as coisas, mesmo sem as usar, por isso quero um 1.4 turbinado, para ter consumos de 1,4, mas saber que se precisar de um "2.0" tenho lá potência para isso.
É como o ar condicionado: quero ar condicionado bi-zona, mas nunca uso ar condicionado.

Conclusão: farei exactamente a mesma condução no 1.4 TSI que no meu actual atmosferico de 75cv, mas tendo binário logo disponivel, não esforço tanto o motor quando quiser atingir certa velocidade.
 
Vamos lá ver se encaixam isto de uma vez por todas: O Hidrogénio não é uma fonte de energia!!!



Eu nem disse que era fonte de energia! disse mudança de energia! Para a próxima convinha ler antes de pedir para encaixar seja o que for... :sh)


Energy carrier, eu sei!! Mas e que diferença faz se simplesmente seria usado de igual forma para por os carros em movimento?? A ideia ecológica subjacente á utilização do hidrogénio está em que a sua produção não está dependente de fontes de energia que sejam poluentes (pelo menos não tão poluentes), caso contrário a ecologia deixa de ter fundamento!
 
(...) consumos (...) Isto no banco de ensaio é muito bonito mas depois na pratica é que são elas.
Algumas das opções de downsizing são simplesmente ridiculas.

Só consigo concordar e em modo parcial com a questão dos consumos anunciados [:D], de resto a acção da industria automóvel ultrapassou e irá a continuar a ultrapassar todas as barreiras, a publicidade automóvel é uma arma de elevado potencial para alcançar os mais distraídos dos consumidores, :o:rolleyes:

Recupero este tópico, porque actualmente já existem inúmeras possibilidades reais no mercado a justificarem o investimento feito pela marcas automóveis.
 
Downsizing basicamente implica repensar o automóvel, redefenindo todo o packaging, arquitectura, etc...

A fórmula é redifinir as partes constituintes do carro, sem prejudicar habitabilidade, conforto ou segurança, tendo como objectivo componentes mais compactos, leves e eficientes.

Em teoria, poderá levar a que os carros percam tamanho e peso, aproximando-se da dimensão de alguns dos seus antecessores.

Os motores é a parte mais visivel do fenómeno do downsizing.
(cilindrada mais baixa, menos cilindros, sobrealimentação).
Os TSI da VW são um óptimo exemplo. O futuro bicilindrico da Fiat leva a questão de downsizing uns degraus acima (metade dos cilindros e 20-30% menos peso, com melhores consumos)

Mas existe um monte de componentes (sistemas de ar condicionado, por exemplo) que estão a ser redefenidos e que também obedecem ao downsizing.
Basta ver o que a Toyota criou com o iQ.
Ou seguir com mais atenção o trabalho da Lotus.
Ou então ver os masters nipónicos a trabalhar a questão do packaging, como o mitsubishi i e o honda jazz.
Ou então ver a genialidade do interior do citroen c-cactus.

A filosofia de adicionar pra resolver um problema, está a ser contra-atacada com com uma nova abordagem ao problema: se em vez de adicionarmos, será que não podemos reformular?

O grau de possibilidade actual de se reciclar e reaproveitar uma série de componentes automóveis, exemplifica tal coisa.
 
(...) (no que toca a combustíveis, pois em termos de aquisição duvido devido ao manancial tecnológico).(...)

A esmagadora maioria dos consumidores ainda não assimilou na totalidade a importância desse ponto agora e no futuro que já é actual também pois a oferta é concentrada nestas tecnologias, a questão do preço final é relativa pois depende do quadro fiscal de cada país mas ao nível de utilização e manutenção vai exigir um esforço financeiro para se obter o máximo de retorno das motorizações.
 
Downsizing de cilindrada verifica-se em países com downsizing na carteira no que a combustíveis diz respeito.
Claro que também começa a pesar muito o factor das emissões de CO2 como justificação para o downsizing.

Se eu podia viver com isto:

car_photo_232341_5.jpg


Poder podia, mas é um suplicio quando comparado com isto:

sucs_1046_13_o+40th_anniversary_of_the_1970_chevy_chevelle+572_big_block.jpg



Mas lá está, quando o downsizing da carteira a isso obrigado temos mesmo de ficar-nos pela primeira alternativa.
 
mesmo no lado americano assistimos à escolha cada vez maior de motores mais pequenos sobrealimentados em deterimento de motores grandes atmosféricos.
A Ford F150 que é o veículo mais vendido nos EUA, desde que foi introduzido o V6 Ecoboost, tornou-se já na motorização mais vendida da gama, acabando com o reinado que pertencia ao V8.
A BMW começou a introduzir motores de 4 cilindros sobrealimentados em vez dos típicos 6 cilindros. Já há muito tempo que a BMW não tinha um 4 cilindros à venda nos EUA.
O 2.0l turbo de 4 cilindros que a GM anda a espalhar um pouco por toda a sua gama de marcas e modelos está a tornar-se um sucesso comercial.
E são os 4 cilindros, na generalidade, que estão a vingar.

Nos EUA, é o motor de 4 cilindros que mais mercado tem conquistado nos últimos tempos.
E está a roubar cota de mercado sobretudo ao V6, com a introdução dos 4 cilindros sobrealimentados.
Curiosamente, o V8, apesar de as vendas terem decaído, pode-se caracterizar como um pequeno tropeção do que uma queda.
Exceptuando pick-ups, como esta arquitectura vem normalmente associada a carros desportivos ou de luxo, ninguém prescinde de um motor "à homem" nesse tipo de carros.[:D]

O v8, depois de tantas mortes anunciadas, deverá manter uma carreira digna, não só nos EUA, como no resto do mundo.
CUriosamente, são os 6 cilindros que mais parecem condenados a uma existência marginal.
 
a mim nao me toca, para mim quanto mais pequenos forem os carros, melhor.
so acho que o downsizing está a ser feito de modo errado
meter motores cada vez mais pequenos em carros cada vez maiores para mim é de atrasado mental.
para mim downsizing é meter motores maiores em carros cada vez mais pequenos. os consumos descem por causa da falta de peso e e o desempenho sobe.
tive um uno 45s. 1000cc, 45cv, perto de 800kg, 160 vmax
hoje chamam downsizing a meter um motor 1000cc de 60cv num carro com 1200kg
se tivessem poupado nos ares condicionados e nas entradas para ipod, escusavam de ter gasto balurdios em desenvolvimento de motores.
é isto que vejo por ai, metem peso desnecessario num carro com a porcaria dos extras que nao interessam a ninguem, e depois dizem que teem de reduzir consumos e metem um motor mais pequeno.
nao é uma questao de conjuntura economica nem de crise de petroleo.
a culpa disto é dos clientes e dos produtores, que insistem em ter mais trampa num carro.
é como os tlms. touch,camera,internet,gps...é tudo muita lindo, mas um mes depois de o ter comprado,a unica coisa que faço com ele é mandar sms e fazer chamadas. as vezes olho para ele e quase me questiono para que serve a segunda camera lol
"ah e tal segurança"
segurança o tanas. eu nao compro carros para ter acidentes com eles. se quero brincar, brinco quando estou sozinho na estrada.se nao fazem o mesmo, bem dito acidente. mas a questao aqui nem sao os 3 aibags extra,ou os reforços estruturais. é a porcaria dos espelhos eletricos e aquecidos, é os bancos que massajam o escroto, é o porta luvas refrigerado, sao as 35 colunas de som, o ar condicionado porque abrir uma janela custa muito, ou o abs esp e direcçao assistida porque nao aprenderam a conduzir nas aulas de conduçao
 
Eu simplesmente ODEIO o downsizing, por todas as rasões lógicas e emocionais eu detesto motores com muitos cavalos e pouco tamanho. Sou da opinião de que os 1,6 ficam bem com 110cv, 2.0l não deviam ecxeder os 140cv, os 2.4 com 170, os 3.0l deviam ficar-se pelos 210, os 4.6 com 320, 5.0l pelos 350cv, 5.5 com 380 cv, 6000 com 420 e 7000 com 500cv e ainda assim penso que deveria haver alguns modelos com menor grau de compressão ainda, tipo para táxis, como 2.0 para 120cv.
Eu perferia ter um 2.0 com 140cv do que um 3.5 com 400cv, mesmo desprezando os consumos.
Quanto ao resto do conceito, como a diminuição das dimensões dos própios carros também repudio com todas as forças.
Quanto aos extras tecnológicos, especialmente os referentes á segurnaça são muito importantes e indispensáveis. Penso que o user que escreveu que os considera fúteis não deve ter pensado bem antes de expressar a sua opinião, pois os avanços tecnológicos na área da segurança salvam vidas que não tem preço e como tal são muito louváveis.
 
Eu simplesmente ODEIO o downsizing, por todas as rasões lógicas e emocionais eu detesto motores com muitos cavalos e pouco tamanho. Sou da opinião de que os 1,6 ficam bem com 110cv, 2.0l não deviam ecxeder os 140cv, os 2.4 com 170, os 3.0l deviam ficar-se pelos 210, os 4.6 com 320, 5.0l pelos 350cv, 5.5 com 380 cv, 6000 com 420 e 7000 com 500cv e ainda assim penso que deveria haver alguns modelos com menor grau de compressão ainda, tipo para táxis, como 2.0 para 120cv.
Eu perferia ter um 2.0 com 140cv do que um 3.5 com 400cv, mesmo desprezando os consumos.
Quanto ao resto do conceito, como a diminuição das dimensões dos própios carros também repudio com todas as forças.
Quanto aos extras tecnológicos, especialmente os referentes á segurnaça são muito importantes e indispensáveis. Penso que o user que escreveu que os considera fúteis não deve ter pensado bem antes de expressar a sua opinião, pois os avanços tecnológicos na área da segurança salvam vidas que não tem preço e como tal são muito louváveis.

Essa opinião tem de ser melhor fundamentada, porque de momento é como dizer que gostas do azul porque sim e o resto é treta. E esses valores a que chegas, entre cilindrada e potência, existe algum fundamento técnico por trás? Tou curioso.

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Apesar deste tópico já ter uns anos, passando os olhos pelo que foi dito, muitas das coisas ditas estão a acontecer e já são norma.
Os motores ainda são o fenómeno mais visivel, e felizmente, apesar dos carros ainda continuarem a crescer em tamanho, mesmo não sendo necessário, de forma algo tímida temos assistido a uma perca de peso generalizada nas últimas novidades apresentadas, que a meu ver ainda é mais importante do que sacar da cartola um mini-motor.

A perca de peso é essencial. O verdadeiro downsizing não deverá focar apenas em recorrer a um motor mais pequeno para fazer o papel de um grande.
Com a perca expressiva de peso, podemos efectivamente cortar não só no tamanho do tijolo, mas também nos valores obtidos, obtendo niveis semelhantes de performances. E isso significa real economia de combustivel, algo que a geração de pequenos motores sobrealimentados promete, mas ainda não consegue totalmente cumprir.

Entretanto temos uma série de novidades tecnológicas que vêm dar novo rumo à indústria. Foco sobretudo na introdução da industrialização desse material maravilha, a fibra de carbono. A meio da década será possivel ter custos equiparáveis entre o aluminio e a fibra de carbono, pelo que acredito que veremos uma maior disseminação deste material pela indústria.
Não tou à espera de projectos de raíz, como a gama i da BMW, mas, tal como tem vindo a acontecer, poderemos ver alguns componentes estruturais ou elementos do chassis a abandonar as ligas metálicas e a adoptar a fibra de carbono ou materiais plásticos (como já acontece).

Tendo em conta os planos das marcas no capítulo dos materiais, assistiremos cada vez mais a uma "orgia" destes na concepção de qualquer automóvel, com aços de alta resistência, aluminio, plásticos e agora fibra de carbono a serem aplicados a nivel estrutural onde necessários. Não veremos um carro feito maioritariamente com um material, mas uma panóplia deles.

Isto levará a percas mais expressivas de peso, e é de esperar a médio prazo, criaturas da dimensão de um classe S a apresentar pesos ao nivel de um classe C actual.

Relativamente à dimensão dos automóveis, esperemos que exemplos como o novo 208 sirvam de bitola.
O objectivo será o de conseguir melhor aproveitamento interno espacial. Um bom packaging será sempre marca de boa concepção.
E é por isso que os carros devem parar de crescer. Ter carros gigantes com pouco aproveitamento interior, é apenas um enorme desperdício de hardware e que acaba por penalisar ganhos noutras áreas.
E desperdício é imperativo exterminá-lo.
 
Toda a gente fala dos benefícios da radução de peso, como consumos, segurança, performançes, mas uma grande redução de peso também tem consequências negativas como penalizações no conforto.
 
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