Citroen (E3) Cactus (substitui o C4)

Gosto bastante do resultado final, em termos de pormenores, mas acho que a traseira perdeu imenso com a reconfiguração dos farolins, a perda do efeito tridimensional e o facto de serem mais quadrados estragou-lhe um bocado a performance visual.

E espero que venha a haver uma versão com os faróis dianteiros full led, pois os faróis vistos mais de perto parecem um bocado antiquados na forma futurista e clean da dianteira. Mas no geral é muito "simpático", tem um óptimo aspecto.
 
Gosto do que vejo.
Apenas não acho que este modelo seja para substituir o C4.
O C4 tem u objetivo mais global, de agradar a toda a gente sem apaixonar ninguém.
Este modelo é mais "ama-me ou odeia-me".
 
Não sei se já foi falado, mas isto vai pesar menos de 1000kgs...
Já está qualquer coisa aí para trás. Mas, já agora:
The Cactus’s downsized engines are also part of the weight-saving programme, the 980kg applying to the base 81bhp VTi 1.0, three-cylinder, turbo petrol motor. Other engines include an e-THP 108bhp, a 91bhp eHDI and a 99 bhp BlueHDI, which scores 82g/km of CO2.
- See more at: http://forum.autohoje.com/forum-ger...us-substitui-o-c4-3.html#sthash.ZVc8ibvJ.dpuf

Citroën says it has also trimmed overall running costs, which are said to be 15per cent less than those of competing C-segment models. The Cactus is likely to be offered with a mobile phone-style contract, with the user paying a monthly rental plus servicing and insurance to allow accurate budgeting.The Cactus is based on PSA’s Platform 1, which is also used by the Citroën C3 and Peugeot 208, rather than the older platform used under today’s C4 and DS4 models. Even though the Cactus is smaller than most of its rivals (it’s about 10cm shorter than a Golf, and only fractionally larger than Fiat’s 500L) it weighs 215kg less than the Ford Focus EcoBoost triple, 150kg less than the three-cylinder, 1.2-litre, VW Golf.

The use of high-strength steels and an aluminium bonnet and crash beams help reduce weight. Further weight-shaving measures include a one-piece rear seat, which saves 6kg. Weight-paring has also banished the blind from the optional panoramic roof, instead its surface is coated with heat-resistant materials, and dropping electric motors for the hinged rear side windows saved 11kg.
However, perhaps the biggest contribution to that spectacularly low 980kg base weight is the unique configuration of Cactus’s platform. It has been engineered for a vehicle series that will have a top speed of 118mph. This matters because the platform, suspension and braking systems – and even the cooling systems – can be ‘rightsized’.
- See more at: http://forum.autohoje.com/forum-ger...us-substitui-o-c4-3.html#sthash.ZVc8ibvJ.dpuf

Claro que eles não são parvos e só anunciaram o peso mínimo (abaixo da "barreira psicológica" da tonelada). [:D]
Pelo menos, com os HDI, deve passar os 1000 kg. Peso esse que não deixa de ser um bom valor.
 
Última edição:
Não deixam de ser pesos de utilitário.
O novo Mini é mais pesado, por exemplo. Não traz nenhuma versão abaixo da tonelada. E é bastante mais curto e baixo.

Só falta confirmar se o peso já inclui os 75kg para condutor+bagagem obrigatórios na norma CE
 
Não deixam de ser pesos de utilitário.
O novo Mini é mais pesado, por exemplo. Não traz nenhuma versão abaixo da tonelada. E é bastante mais curto e baixo.

Só falta confirmar se o peso já inclui os 75kg para condutor+bagagem obrigatórios na norma CE
Sim, é um bom valor. Aliás, assumindo-o como concorrente do segmento C, é um excelente valor, deve estar, em média, 200+ kg abaixo da concorrência.

Por termo de comparação, utilizando os modelos referidos no post que citei anteriormente, tal como o Cactus, o 500L também tem cerca de 10 cm a menos que o Golf. O valor de peso que vi para o Fiat foi de 1200+ kg.

Já agora, pegando no 4C (nada a ver na tipologia) que é um carro mais pequeno, que utiliza carbono, vi para este um peso "pronto a conduzir" de 920 kg. Caso seja um peso também "pronto a conduzir", os 980 kg do Cactus 1.0 VTi são realmente um excelente valor, tendo em conta que é um carro maior, com mais lugares, que não faz uso do "exótico" carbono. Claro que nesta comparação, o Alfa tem "contra" si o peso a mais que um motor maior e caixa automática representam.
 
Última edição:
Sim, é um bom valor. Aliás, assumindo-o como concorrente do segmento C, é um excelente valor, deve estar, em média, 200+ kg abaixo da concorrência.

Por termo de comparação, utilizando os modelos referidos no post que citei anteriormente, tal como o Cactus, o 500L também tem cerca de 10 cm a menos que o Golf. O valor de peso que vi para o Fiat foi de 1200+ kg.

Já agora, pegando no 4C (nada a ver na tipologia) que é um carro mais pequeno, que utiliza carbono, vi para este um peso "pronto a conduzir" de 920 kg. Caso seja um peso também "pronto a conduzir", os 980 kg do Cactus 1.0 VTi são realmente um excelente valor, tendo em conta que é um carro maior, com mais lugares, que não faz uso do "exótico" carbono. Claro que nesta comparação, o Alfa tem "contra" si o peso a mais que um motor maior e caixa automática representam.

Sim, no 4C se trocasses a TCT por uma manual, poderias poupar umas boas 5 dezenas de quilos automaticamente.[:p]

O que é certo, com um pouco de austeridade e soluções alternativas, chassis dimensionado apenas para potências modestas, juntando a plataforma já de si leve do 208 e 2008, o resultado é mesmo muito bom, considerando que não está longe das dimensões de um típico segmento C. E consegue ser mais leve que a maioria do seg. B e derivados.

As outras motorizações deverão acrescentar lastro, mas mesmo assim, adivinha-se que fique tudo abaixo dos 1100kg (acho que o peso anunciado é sem os tais 75kg extra da norma CE). Mesmo comparando com o irmão 2008, que apresenta dimensões semelhantes, baixa o peso uns 100-130kg, e isso é notável
 
A Citroën conseguir pesos pluma não é novidade. Basta olhar para o passado dos anos 80;, AX e BX são paradigmáticos.

Agora, a questão é como esse peso pluma é atingido. Será que voltamos às portas de "folhas de papel"? Teremos um retrocesso na qualidade percebida depois da Citroën ter passado os últimos 15 anos num esforço tremendo de alteração da perpcepção que o consumidor tinha a seu respeito?

Outra questão deste C4 Cactus é o posicionamento. É inquestionável que quando se anda há anos a tentar enquadrar um produto num segmento clássico e a fórmula não resulta, mudar de estratégia e criar um subformato pode ser a solução. Veja-se como a Nissan resolveu o problema Almera com o Qashqai.

E o C4 não tem resultado. Nem na sua primeira versão vanguardista, nem na sua actual versão convencional.

Agora, o consumidor do C4 Cactus será o mesmo? Não é.

E a Citroën dá-se ao luxo de abandonar a oferta no maior segmento do mercado europeu (não renovando o C4 como já foi dito na imprensa)?

Na minha opinião a renovação terá que passar por renovar...o DS4. Basta retirar-lhe as limitações (vidros fixos e habitabilidade traseira reduzida) e a oferta clássica de segmento C pode perfeitamente ser representada por ele. De preferência com outras variantes, nomeadamente uma break.
 
Última edição:
A Citroën conseguir pesos pluma não é novidade. Basta olhar para o passado dos anos 80;, AX e BX são paradigmáticos.

Agora, a questão é como esse peso pluma é atingido. Será que voltamos às portas de "folhas de papel"? Teremos um retrocesso na qualidade percebida depois da Citroën ter passado os últimos 15 anos num esforço tremendo de alteração da perpcepção que o consumidor tinha a seu respeito?

Outra questão deste C4 Cactus é o posicionamento. É inquestionável que quando se anda há anos a tentar enquadrar um produto num segmento clássico e a fórmula não resulta, mudar de estratégia e criar um subformato pode ser a solução. Veja-se como a Nissan resolveu o problema Almera com o Qashqai.

E o C4 não tem resultado. Nem na sua primeira versão vanguardista, nem na sua actual versão convencional.

Agora, o consumidor do C4 Cactus será o mesmo? Não é.

E a Citroën dá-se ao luxo de abandonar a oferta no maior segmento do mercado europeu (não renovando o C4 como já foi dito na imprensa)?

Na minha opinião a renovação terá que passar por renovar...o DS4. Basta retirar-lhe as limitações (vidros em compasso e habitabilidade traseira reduzida) e a oferta clássica de segmento C pode perfeitamente ser representada por ele. De preferência com outras variantes, nomeadamente uma break.

O novo C4 vai usar a plataforma do actual Peugeot 308, a EMP2, é um facto.
Este Cactus é estritamente um concorrente de modelos como o Nissan Juke, Renault Captur, Peugeot 2008, Opel Mokka, etc, não vem substituir nenhuma posição de mercado da Citroën.

A Nissan não resolveu o problema do Almera com o Qashqai, tanto que vai relançar-se nas berlinas do segmento C em breve.
Por muito que um crossover venda, na Europa o "rei" das vendas e preferências dos consumidores ainda é o segmento C tradicional.

Agora acerca deste Cactus.
Gosto bastante do design do carro, acho-o uma pedrada no charco, como tem mesmo de ser.
Só fico de pé atrás com a qualidade de construção, exemplificada nesse vídeo do km77. Há muito plástico duro, muitos ruídos parasitas e um ranger aqui e acolá.
Também a ergonomia e desenho de diversos componentes do interior me parecem muito mal estudados.
Porventura consciente disso mesmo, a marca aposta no consumidor que valoriza a imagem exterior e não o essencial de um automóvel.
Não é preciso relembrar que isto essencialmente partilha a plataforma e órgãos mecânicos com o "low-cost" C-Elysée...

Tudo isto porque a futura plataforma EMP1, para os segmentos mais baixos, foi adiada por causa dos problemas financeiros da PSA.
 
Última edição:
A Citroën conseguir pesos pluma não é novidade. Basta olhar para o passado dos anos 80;, AX e BX são paradigmáticos.

Agora, a questão é como esse peso pluma é atingido. Será que voltamos às portas de "folhas de papel"? Teremos um retrocesso na qualidade percebida depois da Citroën ter passado os últimos 15 anos num esforço tremendo de alteração da perpcepção que o consumidor tinha a seu respeito?

Outra questão deste C4 Cactus é o posicionamento. É inquestionável que quando se anda há anos a tentar enquadrar um produto num segmento clássico e a fórmula não resulta, mudar de estratégia e criar um subformato pode ser a solução. Veja-se como a Nissan resolveu o problema Almera com o Qashqai.

E o C4 não tem resultado. Nem na sua primeira versão vanguardista, nem na sua actual versão convencional.

Agora, o consumidor do C4 Cactus será o mesmo? Não é.

E a Citroën dá-se ao luxo de abandonar a oferta no maior segmento do mercado europeu (não renovando o C4 como já foi dito na imprensa)?

Na minha opinião a renovação terá que passar por renovar...o DS4. Basta retirar-lhe as limitações (vidros em compasso e habitabilidade traseira reduzida) e a oferta clássica de segmento C pode perfeitamente ser representada por ele. De preferência com outras variantes, nomeadamente uma break.

A PSA com a EMP2 tem retirado mais de 100kg de peso relativamente ao antecessor directo, como o Picasso e o 308 demonstram. E ambos não se têm revelado propriamente frágeis ou com qualidade percebida inferior.

A mesma história para o 208 e derivados que apresentam pesos inferiores relativamente às gerações que os precederam. Some-se isso à austeridade extra do Cactus, como por exemplo, recorrer a 2 écrans para instrumentos, redução do nº de peças em que o interior é constituido, etc, e não me parece que tenhamos esse tipo de problemas.

Relativo ao posicionamento, não acredito que abandonem o seg. C na sua totalidade.
O C4 continuará em funções pelo menos mais 2 anos, mas ainda não há confirmação do que acontecerá a seguir. Mas para já, a PSA tem o 308 como representante clássico do seg.C.

E também estou curioso para ver o que acontece com o DS4, pois se este se transformar na proposta clássica da Citroen no segmento, terá de realmente sofrer umas alterações como referes.
 
Ruídos parasitas? É uma apresentação estática.
Os ruídos que se houvem podem ser da câmara, etc.... Isso é algo a ver num ensaio.

Não creio que aqueles ruídos se devam unicamente ao microfone de má qualidade.
As tolerâncias entre os painéis plásticos têm um aspecto "manhoso", à falta de melhor termo de momento.
Ele opera os comandos, fechos, botões, etc, logo aí não augura nada de bom em rolamento, ao fim de uns anos de uso.

Foi algo que percebi logo ao conduzir o novo Peugeot 308, a evolução maior em relação ao antecessor foi mesmo nesse aspecto.
O 308 é de outro nível de preços e anseia por vôos mais altos em termos de imagem de marca/qualidade, algo que não noto neste Cactus, honestamente.
 
[...]
Na minha opinião a renovação terá que passar por renovar...o DS4. Basta retirar-lhe as limitações (vidros em compasso e habitabilidade traseira reduzida) e a oferta clássica de segmento C pode perfeitamente ser representada por ele. De preferência com outras variantes, nomeadamente uma break.

Concordo. Com a morte do C4 acredito que o próximo DS4 deverá oferecer uma verdadeira carroçaria de 4 portas para atrair aqueles queiram um seg. C mais convencional que o C4 Cactus. Entretanto uma break ficaria perigosamente próxima ao DS5.
 
Última edição:
Este Cactus é estritamente um concorrente de modelos como o Nissan Juke, Renault Captur, Peugeot 2008, Opel Mokka, etc, não vem substituir nenhuma posição de mercado da Citroën.
É o que me parece. A gama de motores e o preço de entrada (em França, segundo uma publicação local) serão decalcadas do primo 2008.
O 2cv dos tempos modernos?
Algo entre um 2cv e um Mehari.

O facto de os vidros traseiros abrirem em compasso não choca se se vier de um carro de 3 portas em que não abrem de todo. O conta-rotações também não é essencial num carro que não tem vocação desportiva. Também me parece que 358 litros são o normal para a bagageira de um B-SUV. Agora o banco traseiro é que às vezes me dá jeito rebater só uma parte, caraças. Para poupar 6 kgs?!
 
É o que me parece. A gama de motores e o preço de entrada (em França, segundo uma publicação local) serão decalcadas do primo 2008.
Algo entre um 2cv e um Mehari.

O facto de os vidros traseiros abrirem em compasso não choca se se vier de um carro de 3 portas em que não abrem de todo. O conta-rotações também não é essencial num carro que não tem vocação desportiva. Também me parece que 358 litros são o normal para a bagageira de um B-SUV. Agora o banco traseiro é que às vezes me dá jeito rebater só uma parte, caraças. Para poupar 6 kgs?!

Eu até prefiro que não abram. Detesto quando alguém vai no meu carro e abre o vidro atrás....
 
Voltar
Superior