Alfa Romeo Giulia 2015

Entrar e saír da viatura. Meter e tirar a criancinha lá dentro na cadeirinha. Coisas que se fazem mais facilmente num carro alto.

Mais fácil ainda que num SUV é num destes:

Ford-TourneoConnect_12_0.jpg

renault-kangoo-limited-02.jpg
 
Mas por que é que achas que as mulheres são tão fãs de 'jipinhos'?
Estacionar em cima do passeio para umas comprinhas rápidas é o sonho do sexo feminino!

Estacionar em cima do passeio e compensa o facto de serem baixinhas na vida real. Além de que se dão toques, não fica tão mal no jipinho...
Mas pronto, está na moda. Para mim uma boa carrinha ou mesmo shooting-brakes têm mil vezes mais interesse.
O comportamento dinâmico é quase igual ao dos carros e muito mais funcionais. E em muitas casos até têm traseiras estéticamente mais bem conseguidos (exemplo paradigmático disto é o novo S/V90).
 
Estacionar em cima do passeio e compensa o facto de serem baixinhas na vida real. Além de que se dão toques, não fica tão mal no jipinho...
Mas pronto, está na moda. Para mim uma boa carrinha ou mesmo shooting-brakes têm mil vezes mais interesse.
O comportamento dinâmico é quase igual ao dos carros e muito mais funcionais. E em muitas casos até têm traseiras estéticamente mais bem conseguidos (exemplo paradigmático disto é o novo S/V90).


tudo dito...
 
A questão da moda ficou lá atrás.
As propostas não param de aparecer e estão a retirar vendas a todas as outras tipologias.
A continuar assim, crossovers serão a tipologia standard em praticamente todos os segmentos antes da década acabar.
 
A questão da moda ficou lá atrás.
As propostas não param de aparecer e estão a retirar vendas a todas as outras tipologias.
A continuar assim, crossovers serão a tipologia standard em praticamente todos os segmentos antes da década acabar.

E assim pode ser mas como já demonstrei as carrinhas neste segmento não sofreram com a chegada dos crossovers e representam a principal fatia das vendas das marcas premium alemãs e sueca nas berlinas de segmento D em todos os principais mercados europeus e não apenas em Portugal. Por isso não faz sentido fazer uma versão coupé do Giulia antes de uma versão carrinha se o objectivo é garantir vendas.
Ou então vão conseguir um volume tão grande de vendas como a Jaguar e a Lexus que não oferecem carrinhas neste segmento (e a Lexus nem oferece diesel) neste segmento e depois as vendas são o que são. Se a Alfa se estivesse só a focar no mercado americano nem sequer haviam versões diesel. No entanto, estas existem porque se aposta que pelo menos 50% das vendas terão origem na Europa.
 
Última edição:
Achas mesmo? A sério? Porque razão será mais confortável?

Sim, principalmente o X6, ou o GLC coupe...

Percepção 1.
Acto ou efeito de perceber.

Será que querias dizer "sensação"?
Ás vezes as sensações enganam...

Depende do modelo... alguns não...

Como a maior parte dos carros.

Ironic mode on:

Ahhh, agora já percebi, é para poder estacionar em cima dos passeios... finalmente percebi pra que serve um SUV...

Ironic mode off:

Mas por que é que achas que as mulheres são tão fãs de 'jipinhos'?
Estacionar em cima do passeio para umas comprinhas rápidas é o sonho do sexo feminino!

E não só...também serve para imporem a sua prioridade nas rotundas e afins!

Em pleno 2016 ainda este nível de preconceitos ..... [:D]

Não é que não aconteça num veículo mais alto, mas nunca rasparam uma jante, um pára-choques, nunca rasparam um carro por baixo ? eu carros baixinhos só mesmo se valerem a pena, ou seja se forem carros realmente interessantes do ponto de vista desportivo.

Carros familiares a gasóleo duros como tudo, sem curso nenhum de suspensão e cheias de apêndices aerodinâmicos, tipo "lips" etc. acho uma contradição.

De resto na generalidade do Mundo as carrinhas não têm a penetração que têm na Europa.

A mim parece-me bem a diversidade.
 
E assim pode ser mas como já demonstrei as carrinhas neste segmento não sofreram com a chegada dos crossovers e representam a principal fatia das vendas das marcas premium alemãs e sueca nas berlinas de segmento D em todos os principais mercados europeus e não apenas em Portugal. Por isso não faz sentido fazer uma versão coupé do Giulia antes de uma versão carrinha se o objectivo é garantir vendas.
Ou então vão conseguir um volume tão grande de vendas como a Jaguar e a Lexus que não oferecem carrinhas neste segmento (e a Lexus nem oferece diesel) neste segmento e depois as vendas são o que são. Se a Alfa se estivesse só a focar no mercado americano nem sequer haviam versões diesel. No entanto, estas existem porque se aposta que pelo menos 50% das vendas terão origem na Europa.

Voltando à velha discussão...

Não descurando a importância das carrinhas no segmento, mas aqui trata-se de uma questão de custos e simples aritmética.
Até 2020, 5 milhares de milhões de euros, 8 modelos, e um objectivo de 400 mil unidades por ano. Segundo os analistas, 400 mil unidades por ano é demasiado optimista, apontado na generalidade para algo próximo das 300 mil unidades anuais, após o lançamento de todos os modelos.

Consideremos os 400 mil ano.
Vai corresponder a 90-100 mil Giulias por ano globalmente.
Desses, imaginemos... 50 mil na Europa.
Acrescentemos ao cenário uma carrinha. Daria o quê? 20-25 mil por ano e a ter de suportar concorrência do crossover?

Um exemplo extraído do BMW série 3 e90.
Claro que os volumes são outros, mas permite extrapolar uma proporção e aplicar ao Giulia.
Ao longo da carreira do anterior série 3 foram produzidos:
E90 sedan - 1 341 739
E91 wagon - 412 723

Ou seja, a nível global, a carrinha do série 3 da geração anterior vendeu menos de 1/3 do sedan.
Se formos procurar o classe C, essa proporção é ainda mais absurda, com a carrinha a vender aproximadamente 1/5.

Aplicando o melhor cenário possível, dos 100 mil Giulias, corresponderia a 30 mil carrinhas. Usando os números do classe C, e a coisa ficar-se-ia por menos de 20 mil unidades /ano.

Considerando o plano, no mínimo, ambicioso que têm de aplicar, e a situação precária em que se encontram, achas mesmo que deveriam investir na coisa?

O plano deles é fácil de interpretar.
Todos os modelos a serem lançados têm potencial comercial global.
A única aposta regional é mesmo o sucessor directo do Giulietta para a Europa.

Os dois "specialty models" a serem lançados, serão vendidos em todo o lado.
Podem não ter o potencial comercial de uma carrinha na Europa, mas existe aqui outra questão.
Mesmo que vendam apenas 20-30 mil unidades/ano no planeta todo dos previstos coupé e spider, as margens deverão ser bastante mais apetecíveis do que ter uma carrinha com o mesmo volume de vendas a atacar o mercado de frotas...

E o mesmo para o Stelvio.
Não só deverá tornar-se no modelo mais vendido da Alfa, da mesma forma que a Jaguar prevê para o seu F-Pace, como será vendido vários milhares de euros acima do Giulia, garantindo melhores margens para o construtor. É a razão pela qual os construtores gostam tanto deles.
O business case da carrinha vai ficando mais tremido.

Se este plano mirabolante correr bem, talvez a Alfa ganhe a robustez financeira e comercial necessária para se expandir para outras tipologias.
Armando-me em vidente, não acho que apareça uma carrinha nesta geração. Se o plano dos 8 modelos só acaba em 2020, o Giulia terá 4 anos, já com mais de metade do seu ciclo de vida.
E espero que não sejam estúpidos a pensar que têm outro Fiat 500 em mãos que é um fenómeno contra-natura e prolonguem a coisa por década e meia [:D].
Com o ritmo constante de renovação do seg. D imposto pelos alemães, é bom que em 2020 já esteja em desenvolvimento o sucessor do actual Giulia.
 
Voltando à velha discussão...

Não descurando a importância das carrinhas no segmento, mas aqui trata-se de uma questão de custos e simples aritmética.
Até 2020, 5 milhares de milhões de euros, 8 modelos, e um objectivo de 400 mil unidades por ano. Segundo os analistas, 400 mil unidades por ano é demasiado optimista, apontado na generalidade para algo próximo das 300 mil unidades anuais, após o lançamento de todos os modelos.

Consideremos os 400 mil ano.
Vai corresponder a 90-100 mil Giulias por ano globalmente.
Desses, imaginemos... 50 mil na Europa.
Acrescentemos ao cenário uma carrinha. Daria o quê? 20-25 mil por ano e a ter de suportar concorrência do crossover?

Se a tipologia carrinha vende conta sempre como mais de 50% das vendas de um modelo na Europa, se não comercializas uma tipologia carrinha estás a cortar o teu potencial comercial para metade porque não vais ter pessoas que procuram carrinhas a olhar para o Giulia e a optar pelo sedan só porque não há carrinhas. Vão procurar o que querem noutras marcas.
Se estão a planear vender 50.000 unidades de Giulias sedan na Europa basta perceber que venderias pelo menos mais 50.000 unidades com tipologia carrinha na Europa - faziam as 100.000 unidades previstas só na Europa. E isto com um custo de desenvolvimento mínimo porque as modificações necessárias para fazer uma carrinha são mínimas.
E também porque os principais mercados onde o Giulia será vendido - italiano (porque é o mercado doméstico) e alemão - dão forte preferência á tipologia carrinha. Sedans são impopulares nestes países.
E nada os impede de introduzir a carrinha nos EUA também. A Volvo vai fazê-lo e vamos ver se vão ter sucesso ou não.

Um exemplo extraído do BMW série 3 e90.
Claro que os volumes são outros, mas permite extrapolar uma proporção e aplicar ao Giulia.
Ao longo da carreira do anterior série 3 foram produzidos:
E90 sedan - 1 341 739
E91 wagon - 412 723

Ou seja, a nível global, a carrinha do série 3 da geração anterior vendeu menos de 1/3 do sedan.
Se formos procurar o classe C, essa proporção é ainda mais absurda, com a carrinha a vender aproximadamente 1/5.

Compara esses números a nível europeu. E se falas no exemplo Classe C fala no exemplo Audi A4 e Volvo S/V60 que são o oposto do Classe C.

Aplicando o melhor cenário possível, dos 100 mil Giulias, corresponderia a 30 mil carrinhas. Usando os números do classe C, e a coisa ficar-se-ia por menos de 20 mil unidades /ano.

Aplicando o melhor cenário possível - é que aumentavas o número de unidades vendias por ano e não ficavas cingido ás 100.000 unidades ano previstas apenas com a tipologia sedan. Acrescentavas antes 50.000 unidades de uma tipologia diferente.
Esse teu melhor cenário possível é o melhor cenário possível que se ajusta ao teu argumento.

Considerando o plano, no mínimo, ambicioso que têm de aplicar, e a situação precária em que se encontram, achas mesmo que deveriam investir na coisa?

Quando o sucesso deste plano é complicado e com uma tipologia carrinha podem aumentar o número de vendas (algo que convenientemente tu ignoras) sim acho que deviam investir na coisa.
Especialmente porque o nível de investimento seria mais baixo do que desenvolver outros modelos novos de raiz.

O plano deles é fácil de interpretar.
Todos os modelos a serem lançados têm potencial comercial global.
A única aposta regional é mesmo o sucessor directo do Giulietta para a Europa.

O facto de ser fácil de interpretar não quer dizer que seja o mais correcto. Só quer dizer que é mais fácil de perceber onde corre o risco de falhar.


Os dois "specialty models" a serem lançados, serão vendidos em todo o lado.
Podem não ter o potencial comercial de uma carrinha na Europa, mas existe aqui outra questão.
Mesmo que vendam apenas 20-30 mil unidades/ano no planeta todo dos previstos coupé e spider, as margens deverão ser bastante mais apetecíveis do que ter uma carrinha com o mesmo volume de vendas a atacar o mercado de frotas...

Quem é que te garante que as margens serão mais apetecíveis? Basta ver o exemplo da Maserati que adiou o Alfieri para depois de 2018. Se trouxesse assim tanto dinheiro já estava aí quase a sair.
 
Se a tipologia carrinha vende conta sempre como mais de 50% das vendas de um modelo na Europa

Leste o post dele com atenção ? ele explicou a coisa a nível global onde as carrinhas valem cerca de 1/4 das vendas ou menos.

Normalmente quem compra carrinha busca versatilidade em vez da elegância e distinção da berlina, ora sob o pressuposto da versatilidade há outros formatos mais interessantes que as carrinhas, como os SUV e crossovers.

A Europa está longe de ser dos mercados mais interessantes ou prósperos actualmente.
 
Em pleno 2016 ainda este nível de preconceitos ..... [:D]

Não é que não aconteça num veículo mais alto, mas nunca rasparam uma jante, um pára-choques, nunca rasparam um carro por baixo ? eu carros baixinhos só mesmo se valerem a pena, ou seja se forem carros realmente interessantes do ponto de vista desportivo.

Carros familiares a gasóleo duros como tudo, sem curso nenhum de suspensão e cheias de apêndices aerodinâmicos, tipo "lips" etc. acho uma contradição.

De resto na generalidade do Mundo as carrinhas não têm a penetração que têm na Europa.

A mim parece-me bem a diversidade.

Não precisas de sobe-passeios por causa disso, um carro "normal" só o raspas por baixo se não tiveres mesmo cuidado nenhum onde metes as rodas.
 
Não precisas de sobe-passeios por causa disso, um carro "normal" só o raspas por baixo se não tiveres mesmo cuidado nenhum onde metes as rodas.

O que são sobe-passeios :confused:

Eu já tive quase todo o tipo de carros, desde roadsters a TTs, acho que sei quais são as condicionantes de cada. Para carros práticos, quero carros práticos, não compraria um BMW com kit M a não ser que fosse acompanhado por um motor que realmente valesse a pena.
 
Se a tipologia carrinha vende conta sempre como mais de 50% das vendas de um modelo na Europa, se não comercializas uma tipologia carrinha estás a cortar o teu potencial comercial para metade porque não vais ter pessoas que procuram carrinhas a olhar para o Giulia e a optar pelo sedan só porque não há carrinhas. Vão procurar o que querem noutras marcas.
Se estão a planear vender 50.000 unidades de Giulias sedan na Europa basta perceber que venderias pelo menos mais 50.000 unidades com tipologia carrinha na Europa - faziam as 100.000 unidades previstas só na Europa. E isto com um custo de desenvolvimento mínimo porque as modificações necessárias para fazer uma carrinha são mínimas.





Se estão a planear vender 50.000 unidades de Giulias sedan na Europa basta perceber que venderias pelo menos mais 50.000 unidades com tipologia carrinha na Europa - faziam as 100.000 unidades previstas só na Europa...

Aplicando o melhor cenário possível - é que aumentavas o número de unidades vendias por ano e não ficavas cingido ás 100.000 unidades ano previstas apenas com a tipologia sedan. Acrescentavas antes 50.000 unidades de uma tipologia diferente.
Esse teu melhor cenário possível é o melhor cenário possível que se ajusta ao teu argumento.

Essa é a ilusão.
O limite de unidades vendidas não é pela tipologia. É mesmo pelo modelo. Estamos a falar de uma marca que tem andado mais morta que viva, italiana, e a querer entrar em feudo alemão.
A adicionar uma carrinha não irias duplicar unidades vendidas ao sedan. A carrinha apenas ia buscar vendas ao sedan, em mercados onde as carrinhas dominam.
O volume total final não deveria diferir muito daquele que já está projectado.

Usando a tua proporção de 50% de vendas de carrinhas no segmento na Europa:

Europa - Janeiro 2016
Série 3 - 9092 - 50% = 4500 sedans
A4 - 9935 - 50% = 5000 sedans
C Class - 12319 - 50% = 6150 sedans
XE - 2286 sedans.

Se o XE adicionar uma carrinha poderá haver um aumento de vendas, indiscutivelmente, mas certamente não duplicará as vendas. O XE e o Giulia serão sempre alternativas num segmento germânico.
Mas mesmo a Jaguar decidiu avançar com um F-Pace... porque o potencial é bem maior.
Convencer o mercado a sair de propostas estáveis e seguras para arriscar em ingleses e italianos, será sempre o desafio, não a tipologia com que se apresentam.


E também porque os principais mercados onde o Giulia será vendido - italiano (porque é o mercado doméstico) e alemão - dão forte preferência á tipologia carrinha. Sedans são impopulares nestes países. E nada os impede de introduzir a carrinha nos EUA também. A Volvo vai fazê-lo e vamos ver se vão ter sucesso ou não.

Vendas de carrinhas nos EUA são ridículas.
E apesar da boa vontade da Volvo, os americanos já compram "carrinhas", só que lhes chamam de crossovers.[:D]
Mas a Volvo é um bom exemplo para o argumento de que o crossover Stelvio é o melhor substituto para uma hipotética carrinha do Giulia.
Na Europa, 2015:

Volvo V60 - 45 298
Volvo XC60 - 77 197

O pormenor importante aqui nem são as mais de 20 mil unidades de diferença, mas sim isto:

Volvo V60 D3 150 Kinetic - preço base sem impostos: 27 300€
Volvo XC60 D3 150 Kinetic - preço base sem impostos: 31 650€

Diferenças que se reflectem em todas as versões directamente comparáveis.
Será que o XC60 custa mesmo mais quase 4000€ a construir que um V60? Não me parece.
É por isso que eles, os construtores, gostam tanto deles. Podem pedir alguns milhares de euros extra por um carro em que o seu custo de produção não deve diferir em mais que umas centenas de euros.

É por isso que vamos ter um Stelvio e não uma Giulia carrinha. O business case é muito mais sólido e com muito mais potencial comercial.
A rentabilidade será mais importante que o volume total de vendas, e mesmo assim, a tua fórmula de 50 mil sedans Giulia, que se transformariam em 100 mil Giulias com o adicionar da carrinha, terá muito mais hipótese de sucesso se alterarmos a receita para 50 mil Giulias + 50 mil Stelvios.


Quem é que te garante que as margens serão mais apetecíveis? Basta ver o exemplo da Maserati que adiou o Alfieri para depois de 2018. Se trouxesse assim tanto dinheiro já estava aí quase a sair.

Considerando as alterações constantes dos planos da FCA, não sei se será o melhor exemplo para contrapor a estratégia de ter 2 modelos de nicho por parte da Alfa, até porque os objectivos são distintos.
O que sabemos do Alfieri? Qual a base que servirá a este? Será uma derivada da Giorgio ou do Ghibli? Ninguém sabe nada sobre o carro, excepto que virá equipado com os V6.
No entanto, decidiram avançar primeiro com o lançamento dos mais caros e exclusivos sucessores do GranTurismo e provavelmente GranCabrio. Porquê? Melhor hipótese de retorno? Menor investimento? Maior rentabilidade?
E a Maserati, porque não lança uma carrinha com base no Ghibli? Porque é que decidiu fazer um Levante?

Relativamente aos nichos da Alfa.
Que tipo de coupé será o modelo derivado do Giulia? Um série 4 italiano ou algo mais específico como um TT, Cayman ou F-Type?
Apenas sabemos que toda a gama Alfa será derivada da mesma plataforma.
Se for um série 4 italiano, que até acredito ser o mais provável, até para não correr o risco de, no futuro, andar a morder os calcanhares ao Alfieri.
E normalmente, por coupés e roadsters pede-se mais dinheiro do que por sedans e carrinhas.

Não sou contra carrinhas e se não olharmos para os não premium são fundamentais para vingarem num segmento que continua a decair na Europa.
Só que o Giulia não é um Passat, e nem sequer vai conseguir aproximar-se dos volumes deste.

Dado a limitação das escolhas, considerando o investimento e mercados que pretendem atacar, continuo a achar que fizeram a aposta certa e que garantirá o melhor retorno: o Stelvio.
 
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