Alfa Romeo Giulia 2015

Creio que estes numeros serão fidedignos :

http://www.statista.com/statistics/200005/international-car-sales-by-region-since-1990/

Ora então em 2015 temos (em milhões de unidades vendidas):

America do Norte -- 20,64

America do Sul ------ 3,50

Europa ocidental --- 12,95

Europa de Leste ----- 3,03

Asia --------------- 32,29

A Europa é bastante menos importante do que nós tendemos a achar [;)]

A Toyota é a marca que mais vende no Mundo e por cá pela Europa tem pouca expressão.
 
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Creio que estes numeros serão fidedignos :

http://www.statista.com/statistics/200005/international-car-sales-by-region-since-1990/

Ora então em 2015 temos (em milhões de unidades vendidas):

America do Norte -- 20,64

America do Sul ------ 3,50

Europa ocidental --- 12,95

Europa de Leste ----- 3,03

Asia --------------- 32,29

A Europa é bastante menos importante do que nós tendemos a achar [;)]

A Toyota é a marca que mais vende no Mundo e por cá pela Europa tem pouca expressão.

Obrigado pela partilha, é bom termos esta ideia.
 
E em resposta, disse que a Alfa Romeo pretende "tapar" esse buraco com o SUV. Em cima dizes que deveriam produzir 50 000 de cada, imagina se a Volvo decidia fazer o mesmo, as vendas que não perdiam com o XC60 [;)].

Nós insistimos com o SUV, porque foi a própria marca a dizer isso se não estou em erro, que não pretendiam fazer um SW e sim um SUV. E em parte, percebo a política deles. A escolher entre um SUV e o SW, o SUV teoricamente vai vender mais.

Relativamente ao Coupé, já é oficial? Vão mesmo produzir um? Ou estás a discutir mais um render?

Epá, se desde o início não perceberam que estava a dizer que em termos de variações de carroçaria é preferível lançar uma SW em vez de um coupé o problema é vosso.
A Volvo não é por ter a V60 que perdeu vendas do crossover. Nem é por ter a V90 que vai perder vendas do XC90. Senão nem tinha lançado essas variações de carroçaria.

Quanto ao que a marca diz ou a estratégia delineada, também podemos muito bem discutir e pôr em causa certas opções ou raciocínios usados para a delinear. Se pretendem "tapar" o buraco carrinha com o SUV, essa estratégia está errada porque existe uma clara distinção entre as duas carroçarias e os consumidores que procuram um e outro.
 
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Creio que estes numeros serão fidedignos :

http://www.statista.com/statistics/200005/international-car-sales-by-region-since-1990/

Ora então em 2015 temos (em milhões de unidades vendidas):

America do Norte -- 20,64

America do Sul ------ 3,50

Europa ocidental --- 12,95

Europa de Leste ----- 3,03

Asia --------------- 32,29

A Europa é bastante menos importante do que nós tendemos a achar [;)]

A Toyota é a marca que mais vende no Mundo e por cá pela Europa tem pouca expressão.

O que não mostras com esses números é que o mercado norte-americano já está perto do pico, nunca vendeu tantas unidades mesmo antes da crise de 2008. Ou seja o potencial de crescimento deste mercado é limitado.
Na China, a desaceleração económica levou a uma estagnação na venda de automóveis. Além de que a AR não tem presença física lá.
Na Europa, os números de venda automóvel estão ainda muito abaixo dos valores pré-crise e está-se neste momento a observar a uma maior taxa de crescimento do que nos outros dois grandes mercados. Além de que existe um maior potencial de crescimento.

E seguindo a tua lógica então nem fazia sentido nenhuma criar carros para o mercado europeu. No entanto, todos os fabricantes o fazem.

Curiosamente, a Alfa Romeo está mais fortemente implantada na Europa e este é o mercado com melhores projecções de crescimento para os próximos anos. Logo faz sentido mudar o plano para aproveitar esta subida que foi o que já disseram que iam fazer.
 
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Versões mais baixas a gasolina sem opção de caixa manual?
O mesmo para o Mjet de 210cv?
:(
 
O que não mostras com esses números é que o mercado norte-americano já está perto do pico, nunca vendeu tantas unidades mesmo antes da crise de 2008. Ou seja o potencial de crescimento deste mercado é limitado.
Na China, a desaceleração económica levou a uma estagnação na venda de automóveis. Além de que a AR não tem presença física lá.
Na Europa, os números de venda automóvel estão ainda muito abaixo dos valores pré-crise e está-se neste momento a observar a uma maior taxa de crescimento do que nos outros dois grandes mercados. Além de que existe um maior potencial de crescimento.

E seguindo a tua lógica então nem fazia sentido nenhuma criar carros para o mercado europeu. No entanto, todos os fabricantes o fazem.

Curiosamente, a Alfa Romeo está mais fortemente implantada na Europa e este é o mercado com melhores projecções de crescimento para os próximos anos. Logo faz sentido mudar o plano para aproveitar esta subida que foi o que já disseram que iam fazer.

Como é que consegues deturpar as palavras dele e chegar esta conclusão sem nexo absolutamente nenhum?

Independentemente da taxa de crescimento, os valores de vendas são estes. No presente, foi isto que se vendeu em 2015.

Depois, fazes constantemente uma comparação directa entre as SW da Volvo e as da Alfa Romeo. No meu entender não são directamente comparáveis pois a tradição da Volvo nelas é claramente superior. Ou seja, essa tipologia de carroçaria é mais importante para a Volvo do que para a Alfa Romeo.

Não digo que estejam a fazer bem em não lançar a versão SW, até podes ter razão. O que eu digo é que percebo a estratégia deles e nesta altura do campeonato dizer claramente que estão errados como tu dizes é um erro no meu entender.
 
Como é que consegues deturpar as palavras dele e chegar esta conclusão sem nexo absolutamente nenhum?

Independentemente da taxa de crescimento, os valores de vendas são estes. No presente, foi isto que se vendeu em 2015.

Depois, fazes constantemente uma comparação directa entre as SW da Volvo e as da Alfa Romeo. No meu entender não são directamente comparáveis pois a tradição da Volvo nelas é claramente superior. Ou seja, essa tipologia de carroçaria é mais importante para a Volvo do que para a Alfa Romeo.

Não digo que estejam a fazer bem em não lançar a versão SW, até podes ter razão. O que eu digo é que percebo a estratégia deles e nesta altura do campeonato dizer claramente que estão errados como tu dizes é um erro no meu entender.

Pelo amor de Deus... Não estou a deturpar nada.
Desculpa lá mas ele também usou um argumento falacioso. Cada marca tem um mercado onde consegue o grosso das vendas. E muitas conseguem isso na Europa logo lançam produtos direccionados para esse merado e isso inclui carrinhas. Nesse exemplo estou a levar a lógica da batata que ele usou ao extremo. No extremo nenhum fabricante fazia carrinhas porque só vendem na Europa e a Europa é um mercado mais pequeno que o asiático e americano

Eu também percebo a estratégia deles. Mas se é para desviarem do plano lançando variações de carroçaria do Giulia então que lancem uma carrinha antes de um coupé. Percebes ou queres que te faça um desenho?

Até te faço um resumo simples:

Lançar Giulia e Stelvio. Concordo.
Lançar variações do Giulia. Carrinha sim, coupé não.

Queres que resuma mais?

Se não concordas, olha azar. Já expliquei e fundamentei o meu raciocínio atrás e não estou para aturar picardias.
 
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Rosmano tu estás a olhar para isto essencialmente do ponto de vista das vendas.

Mas há uma imagem para gerir, imagem essa que beneficia mais com o lançamento de um coupé do que de uma carrinha [;)]

Aliás muitos aqui querem é motores pequeninos e carrinhas, para a probabilidade de virem a comprar um aumentar, mas se olharmos para isto com distanciamento interessa e muito reconstruir uma imagem.
 
Ou seja, a versão coupé é um luxo, que a AR não se pode permitir.

Tanto por imagem como por razões praticas e economicistas, isto deve avançar. Mas antes do facelift, já agora ! [:D]

 


- Nunca disse que deviam lançar uma carrinha em vez do Stelvio por isso todos os argumentos que estás a fazer de comparação entre carrinhas e SUVs para não dizem nada sobre fazrem um coupé em vez de uma carrinha porque eu sei muito bem que as margens dos SUVs vs carrinhas são mais elevadas. Só me estás a dar informação que eu já sei e que falha totalmente o ponto sobre o que eu estou a dizer. Mas como pelos vistos não viste o link que te coloquei o decréscimo de vendas do segmento D deve-se a compradores de sedans mudarem-se para SUVs e não compradores de carrinhas. Essa tua comparação é irrelevante.
- O que eu estou a dizer é que em vez de lançarem um coupé baseado no Giulia devem lançar uma carrinha.

O que eu acho ridículo é que se há dinheiro para fazer variações de carroçaria do Giulia, a primeira que têm que fazer é uma carrinha e não um coupé.
Ainda para mais quando o mercado automóvel europeu é o que está previsto que vai ter maior crescimento nos próximos anos, agora que o americano está perto do pico e o chinês está estagnado por causa da crise por lá.

Como não me convences que é melhor fazer um coupé do que uma carrinha e te focas em comparações que eu nunca fiz acho que mais vale a pena seguir em frente.
Dás argumentos sobre crossovers vs carrinhas quando eu nunca pus em causa a construção do Stelvio - até acho que chega dez anos atrasado. Coupés fazem sempre vendas marginais, logo lançar um coupé em vez de uma carrinha mesmo que garanta uma margem de lucro marginalmente acima de uma carrinha pode não chegar para compensar a diferença de unidades vendidas.

Acho esta discussão inútil quando insistes em comparar uma versão carrinha com o Stelvio quando eu estou a falar que devem dar prioridade a uma carrinha e não a um coupé.

Fazendo um apanhado da coisa.

Estás a partir do pressuposto que haverá um coupé Giulia.
O que existe apenas, é o possível lançamento de dois modelos de nicho, os tais "specialty models". O mais certo, é que, tal como aconteceu o ano passado, lá para final de 2017 e início de 2018, o Marchionne antes de sair da FCA, faça mais uns ajustes ao plano, tendo já dados sólidos da performance comercial do Giulia e do Stelvio.

E mesmo a sair um coupé, não significa que seja um Giulia Coupé. Estás a especular tanto como eu.

A Alfa pode retomar a opção de ter uma criatura distinta, como fez com o GTV/Spider ou Brera/Brera Spider.
Se pretendem ter mais aceitação, com uma criatura mais consensual, um concorrente directo do série 4/A5/C Coupé seria a escolha mais provável. Mas na FCA do Marchionne nada é escrito na pedra.
E como para já vão focar-se nas carroçarias familiares (hatch, sedans e crossovers), o mais certo é esses modelos pipis serem os últimos a aparecer, ou seja, lá para 2020.
Considerando o tempo de desenvolvimento de um modelo, o mais certo é ainda estarem a discutir o formato da coisa.

Caso estivesse à frente da Alfa, onde apenas pudesse colocar 8 ovos no cesto nesta primeira fase, considerando que isto é um processo de ressurreição de uma marca negligenciada à demasiado tempo, e projectá-la globalmente, e tivesse de decidir entre coupé ou station Giulia, venha de lá o coupé.
Significa menos 10-20mil unidades? Paciência.
Para fazer os volumes expectáveis, com margens nham-nham, nem será o Giulia o porta-estandarte.
Serão mesmo os 3 crossover planeados.
Vendas são importantes, mas não sabemos nada acerca do break-even, ou margens previstas neste plano épico.

6 dos 8 modelos já são carroçarias para as famílias e executivos.
Onde está o "cuore" Alfa? Nos 3 crossovers contra-natura? Acho que não. Seria sempre necessário uma criatura que melhor fizesse a ligação entre a Alfa histórica e esta nova Alfa.
O 4C está num extremo, pelo que estes novos modelos de nicho encaixariam melhor na história de modelos da marca: Duetto, Spider, GTV, etc...

Independentemente se haverá coupé Giulia ou não, seria expectável que a escolha recaísse apenas num sucessor do Spider, até pelo valor simbólico deste na marca. Finalmente, terá a arquitectura certa ao contrário das duas fracas tentativas anteriores.
Agora há outro. Bem... venham de lá os visionários photoshops.

Considerando um coupé para se juntar ao Spider, tem vantagens sobre a carrinha e até poderá contribuir mais para o bottom-line.
O apelo do carro é global, é mais desejável, e, ao contrário da carrinha, pode ser vendido em todos os mercados onde a Alfa estiver disponível.
E como chamariz, certamente terá mais exposição mediática em mais meios de diversos continentes que uma carrinha poderá ter.
Poderá ter um efeito halo superior, e, não nos esqueçamos, eles querem que a Alfa seja uma marca com pretensões globais.
 
crash... e entretanto sai um powerpoint e tudo muda[:)]

As probabilidades são elevadas.[:D]
O Marchionne não se contém. Ainda deve mandar umas bolas curvas nos 2-3 anos que faltam até à sua retirada.

Este é o tipo que vai exterminar dois sedans, com vendas combinadas aproximadas de 300 mil unidades anuais, porque não são rentáveis.
As expectativas são altas para as próximas declarações ou os infames powerpoint[:D]
 
crash... e entretanto sai um powerpoint e tudo muda[:)]

Nem digas nada. O tipo bebe um copo de água e muda de opinião.
E matar o 200 e o Dart com aquelas declarações totalmente estapafúrdias... Um CEO não pode "matar" um produto das suas marcas assim na opinião pública.

Se o 200 vende pouco, eles que modificassem a grelha do mesmo como Lancia e o lançassem na Europa. É um modelo muito mais adequado para isso do que o 300 alguma vez foi.
 
Fazendo um apanhado da coisa.

Estás a partir do pressuposto que haverá um coupé Giulia.
O que existe apenas, é o possível lançamento de dois modelos de nicho, os tais "specialty models". O mais certo, é que, tal como aconteceu o ano passado, lá para final de 2017 e início de 2018, o Marchionne antes de sair da FCA, faça mais uns ajustes ao plano, tendo já dados sólidos da performance comercial do Giulia e do Stelvio.

E mesmo a sair um coupé, não significa que seja um Giulia Coupé. Estás a especular tanto como eu.

A Alfa pode retomar a opção de ter uma criatura distinta, como fez com o GTV/Spider ou Brera/Brera Spider.
Se pretendem ter mais aceitação, com uma criatura mais consensual, um concorrente directo do série 4/A5/C Coupé seria a escolha mais provável. Mas na FCA do Marchionne nada é escrito na pedra.
E como para já vão focar-se nas carroçarias familiares (hatch, sedans e crossovers), o mais certo é esses modelos pipis serem os últimos a aparecer, ou seja, lá para 2020.
Considerando o tempo de desenvolvimento de um modelo, o mais certo é ainda estarem a discutir o formato da coisa.

Caso estivesse à frente da Alfa, onde apenas pudesse colocar 8 ovos no cesto nesta primeira fase, considerando que isto é um processo de ressurreição de uma marca negligenciada à demasiado tempo, e projectá-la globalmente, e tivesse de decidir entre coupé ou station Giulia, venha de lá o coupé.
Significa menos 10-20mil unidades? Paciência.
Para fazer os volumes expectáveis, com margens nham-nham, nem será o Giulia o porta-estandarte.
Serão mesmo os 3 crossover planeados.
Vendas são importantes, mas não sabemos nada acerca do break-even, ou margens previstas neste plano épico.

6 dos 8 modelos já são carroçarias para as famílias e executivos.
Onde está o "cuore" Alfa? Nos 3 crossovers contra-natura? Acho que não. Seria sempre necessário uma criatura que melhor fizesse a ligação entre a Alfa histórica e esta nova Alfa.
O 4C está num extremo, pelo que estes novos modelos de nicho encaixariam melhor na história de modelos da marca: Duetto, Spider, GTV, etc...

Independentemente se haverá coupé Giulia ou não, seria expectável que a escolha recaísse apenas num sucessor do Spider, até pelo valor simbólico deste na marca. Finalmente, terá a arquitectura certa ao contrário das duas fracas tentativas anteriores.
Agora há outro. Bem... venham de lá os visionários photoshops.

Considerando um coupé para se juntar ao Spider, tem vantagens sobre a carrinha e até poderá contribuir mais para o bottom-line.
O apelo do carro é global, é mais desejável, e, ao contrário da carrinha, pode ser vendido em todos os mercados onde a Alfa estiver disponível.
E como chamariz, certamente terá mais exposição mediática em mais meios de diversos continentes que uma carrinha poderá ter.
Poderá ter um efeito halo superior, e, não nos esqueçamos, eles querem que a Alfa seja uma marca com pretensões globais.


Se quiserem vender um coupé e darem-lhe um nome diferente de Giulia que o façam. Acho que fazerem uma versão carrinha dependerá das vendas e do feedback que vão ouvir dos potenciais compradores. Como uma carrinha é uma versão de carroçaria do giulia pode ser que apareça sem sequer estar discriminada no plano.

Quanto ao posicionamento da marca, eu acho que eles não querem que seja somente uma marca desportiva. Mas sim uma marca premium com ambições globais e isso implica aproximarem-se das necessidades das famílias.
 
Eu acho a SW importante, pode ser que façam como no 156, em 1997 apareceu o sedan e em 2000 a SW!
Outra coisa que não percebo é o motivo de o 2.0 JTDm (motor relativamente recente) ser substituído pelo novo 2.2! Alguém sabe o motivo?
 
Eu acho a SW importante, pode ser que façam como no 156, em 1997 apareceu o sedan e em 2000 a SW!
Outra coisa que não percebo é o motivo de o 2.0 JTDm (motor relativamente recente) ser substituído pelo novo 2.2! Alguém sabe o motivo?

Não sei os limites d potência do motor, mas a oferta atual estava nos 140 e 170cv....assim com o 2.2 têm três níveis de potência com o mesmo motor (com pequenas alterações a nível de injetores e gestão do motor)...que terá emissões mais baixas e consumos a condizer.
 
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