Alfa Romeo Giulia 2015

A bold.
No final dos anos 60 um Alfa 2000 já tinha 150cv. Um 1750 já tinha 130cv...um 1300 tinha 90cv em 1965...não venham com exemplos de Rover´s e Hondas quando falamos de Alfa Romeo.[;)] Não borrem a pintura. [;)]
Sim, nos anos 60 também vimos casos de potência específica que só voltaram a ser reproduzidos, por exemplo, pela Honda com o S2000, ainda que não estejamos a falar de carros de produção ;)
 
Sim, estava a falar dos Twin Spark. Os boxer catalisados levaram uma porrada na potência.
Nos boxer não catalisados (especialmente nos que tinham carburadores), as potências alinhavam pelo topo da tabela. Mas em usabilidade eram imbatíveis. Aquilo em 5a às mil rotações era só pisar e lá ia ele, todo lambão até às 8 mil :)

Mas mesmo esses casos foram mais a excepção do que a norma, sim.


Sim, julgo que o unico motor que viu a potência aumentada foi mesmo o 1.4, que passou de 88 para 90cvs, mas sem a força bruta da versão com carburador. Mas era um sistema de injecção que, para a época já era bastante avançado. Injecção multiponto, sensor de detonação, etc.
 
Sim, estava a falar dos Twin Spark. Os boxer catalisados levaram uma porrada na potência.
Nos boxer não catalisados (especialmente nos que tinham carburadores), as potências alinhavam pelo topo da tabela. Mas em usabilidade eram imbatíveis. Aquilo em 5a às mil rotações era só pisar e lá ia ele, todo lambão até às 8 mil :)

Mas mesmo esses casos foram mais a excepção do que a norma, sim.

Literalmente, ao que bebiam [:D]
 
Eu também gosto de fóruns ! vamos ver quantos desses potenciais compradores o vão ser efectivamente .... .
Tb concordo que entre alguém afirmar que é potencial comprador e efectivar a compra (ou sê-lo efectivamente) vai uma grande distância… Mas não deixa de ser interessante que quem mais critica a questão dos motores seja quem se assume como não comprador (no segmento, julgo que serás mais comprador das derivações SUV).*

Resumindo e baralhando dizes que tudo é muito relativo !?
Digo apenas que os conceitos não são verdades absolutas. É que nem todos os players do mercado seguem as mesmas directrizes de gestão.
Aliás, de todos os factores que poderão ditar o sucesso ou insucesso do Giulia, acho que o delay de 6 meses no lançamento da gama complementar de motorizações será o factor que terá menor relevância no sucesso do modelo ou na imagem que irá transparecer para o mercado.

O planeamento de marketing, as apreciações das revistas da especialidade, o mouth-to-mouth, o desempenho dinâmico, a qualidade percebida, a abordagem às frotas/descontos, a fiabilidade, entre outros, terão bastante mais relevância.

Por tudo isto, acho que o assunto das motorizações (tecla na qual insistes em “bater”) é um não-assunto (quer pela relevância das motorizações no mercado, quer pela garantia que existirão outras, havendo já algumas specs das mesmas).


Quanto a questionar as decisões, com o percurso atabalhoado que têm tido é natural, que tal aconteça, estão longe de serem um exemplo de como se faz, infelizmente.
Quanto aos exemplo do “como se faz” o mercado está cheio de exemplos de “como não se deve fazer” em questões que vão desde o processo de venda ao após-venda… e nem por isso algumas marcas perdem o estatuto que têm no mercado ou perdem volumes de vendas.

Ainda quanto à “desnatação”, deram o exemplo do Série 5…
Em Maio de 2015, a BMW renovou o Série 3. Eis um excerto de um artigo sobre o lançamento do facelift:

“… Na fase de lançamento estarão apenas disponíveis quatro motorizações Diesel, todos 2 litros. São eles o 316d de 116cv, o 318d de 150cv, o 320d ED de 163cv e o 320d de 190cv.
…
A oferta Diesel será, posteriormente, reforçada com os mais potentes 325d de 218cv, 330d de 258cv e o 335d xDrive de 313cv.
…
Também numa segunda fase serão lançadas as versões a gasolina…”
In novo-bmw-serie-3

Terá a BMW perdido clientes por não ter lançado as versões mais potentes (nem as versões otto) primeiro?
Será a BMW menos desportiva por ter optado por lançar primeiro os diesel de base de gama?
Terá perdido imagem de desportividade?
Houve alguma manifestação de desagrado?
Houve alguma necessidade de criticar o planeamento da marca?
 
Em Maio de 2015, a BMW renovou o Série 3. Eis um excerto de um artigo sobre o lançamento do facelift:

“… Na fase de lançamento estarão apenas disponíveis quatro motorizações Diesel, todos 2 litros. São eles o 316d de 116cv, o 318d de 150cv, o 320d ED de 163cv e o 320d de 190cv.
…
A oferta Diesel será, posteriormente, reforçada com os mais potentes 325d de 218cv, 330d de 258cv e o 335d xDrive de 313cv.
…
Também numa segunda fase serão lançadas as versões a gasolina…”
In novo-bmw-serie-3

Terá a BMW perdido clientes por não ter lançado as versões mais potentes (nem as versões otto) primeiro?
Será a BMW menos desportiva por ter optado por lançar primeiro os diesel de base de gama?
Terá perdido imagem de desportividade?
Houve alguma manifestação de desagrado?
Houve alguma necessidade de criticar o planeamento da marca?

A BMW está noutra "fase" da sua existência, tem muita expressão na Europa, EUA e até na Asia. Uma gama muito completa, é referência como fabricante de motores a gasolina e diesel.

De qualquer forma tenho dúvidas que seja como dizes, porque tenho ideia de que os primeiros testes que vi terem sido com 335i nos EUA !?

Mas eu acho que isto se torna interessante se formos dando as nossas opiniões, não te parece ? se não isto serve para o quê ? só para ver fotografias ?

Se a decisão fosse tua (e partindo do principio que qualquer motorização das que se falam já estaria disponível) farias como eles estão a fazer ?

Qual achas que será o Alfa Giulia (motorização) que mais vai vender a nível global ?
 
A BMW está noutra "fase" da sua existência, tem muita expressão na Europa, EUA e até na Asia. Uma gama muito completa, é referência como fabricante de motores a gasolina e diesel.
Sem dúvida e já o referi acima. Mesmo a administração do grupo não tem qualquer pudor em afirmar que a concorrência germânica, principalmente a BMW, foram o benchmark do projecto.

De qualquer forma tenho dúvidas que seja como dizes, porque tenho ideia de que os primeiros testes que vi terem sido com 335i nos EUA !?


Não sou eu que o digo, fiz quote de um artigo que encontrei numa pesquisa de segundos. Não seria a primeira vez que estariam errados, mas não são palavras minhas (o link está no post). Pesquisei agora mas não encontrei mais informação sobre datas de lançamento das motorizações, pelo que vou tomar como verdadeira a informação daquele artigo.

Mas eu acho que isto se torna interessante se formos dando as nossas opiniões, não te parece ? se não isto serve para o quê ? só para ver fotografias ?


Claro que sim! Só acho que a questão das motorizações se tornou “implicância” por (para já) não haver mais nada por onde pegar, para além das questões estéticas… Não a considero assim tão relevante quanto isso, mas aceito o teu ponto de vista.

Se a decisão fosse tua (e partindo do principio que qualquer motorização das que se falam já estaria disponível) farias como eles estão a fazer ?


Já escrevi antes: não será o cenário perfeito mas, perante tudo o que conhecemos (vários projectos a serem desenvolvidos em simultâneo, toda uma gama de motores nova, orçamento limitado, etc.) não me parece que seja um escândalo. Se não houvesse garantia de uma gama de motores mais abrangente, aí tb seria um crítico.
Por todas essas condicionantes conhecidas, provavelmente tomaria a mesma decisão: lançar o Q(V) para aumentar o brand awareness e chamar atenção dos mercados (principalmente dos que esteve ausente durante décadas) e a seguir lançar os modelos que garantirão mais vendas, completando a gama assim que as restantes motorizações estivessem devidamente testadas.
Se o Q(V) será o statement que garantirá a imagem de desportividade da marca, os motores agora apresentados, provavelmente, serão os líderes de venda do modelo.

Qual achas que será o Alfa Giulia (motorização) que mais vai vender a nível global ?

Antes de mais, acho que, infelizmente, o Giulia não será um sucesso tão retumbante em termos de vendas como a Alfa e os Alfistas esperam que seja. Os mercados estão cada vez mais formatados para comprar a “marca” em detrimento do “produto”, pelo que será muito difícil combater as premuim já estabelecidas – o potencial comprador andará entre o saudosista/amante da marca e o que se quer diferenciar da manada (quem segue as modas continuará a comprar mais do mesmo, e os cliente fidelizados pelo trio germânico dificilmente abdicarão da escolha segura para comprar um Alfa).

Julgo que nos EUA a motorização mais vendida será o otto 250cv / 300cv e o Quadrifoglio (dependendo do posicionamento em termos de preço, e neste mercado seria preferível haver mais motorizações V6, pois os 4C ainda são “olhados de lado”), na Europa serão seguramente os diesel 150cv e 180cv.
Como sou dos que não se importa de fazer +20k km/ano num otto, a minha escolha recairia, provavelmente no 2.0 TB de 280 cv (acho que deverá ser o sweet spot da gama)
 
Última edição:
Julgo que nos EUA a motorização mais vendida será o otto 250cv / 300cv e o Quadrifoglio (dependendo do posicionamento em termos de preço, e neste mercado seria preferível haver mais motorizações V6, pois os 4C ainda são “olhados de lado”), na Europa serão seguramente os diesel 150cv e 180cv.
Como sou dos que não se importa de fazer +20k km/ano num otto, a minha escolha recairia, provavelmente no 2.0 TB de 280 cv (acho que deverá ser o sweet spot da gama)

A versão base do Giulia no mercado Americano será o 2.0 280cv.

All-new Alfa Romeo-specific turbocharged four-cylinder engine and available all-wheel drive

Also arriving next summer, an all-new 2.0-liter direct-injection all-aluminum turbo engine, designed specifically for Alfa Romeo, will deliver a class-leading 276 horsepower and world-class levels of performance, efficiency and refinement on other Giulia models. This innovative engine will also feature a MultiAir2 system that simultaneously controls both intake valve opening and closing events to more effectively manage combustion quality. This electro-hydraulic fully variable-valve lift technology ensures the appropriate and effective compression ratio, plus efficient internal exhaust-gas recirculation (EGR) for improved fuel economy.

All-wheel drive will also join the four-cylinder turbocharged Alfa Romeo Giulia lineup in 2016, providing maximum traction on any road surface

Fonte: http://livestream.com/FCALive/AlfaRomeoLAAutoShow2015 (a partir dos 13:25)
 
Última edição:
A sigla / versão GTA desapareceu da Alfa?

Não sou conhecedor a fundo dos modelos, mas atè ao 147 / 156 pelo menos, houveram as versões de topo GTA. Foi uma substituicão temporària da versão QV, ou algo em paralelo? Não voltaram a utilizar?
 
A sigla / versão GTA desapareceu da Alfa?

Não sou conhecedor a fundo dos modelos, mas atè ao 147 / 156 pelo menos, houveram as versões de topo GTA. Foi uma substituicão temporària da versão QV, ou algo em paralelo? Não voltaram a utilizar?

No meu ponto de vista, deveriam ter chamado aquelas versões de QV e não GTA. Os GTA dos anos 60 seriam muito mais radicais que os 147/156 eram. Eram praticamente uma versão de corrida homologada para estrada. Desde motores, chassis, paineis em alumínio, etc. Ora bem, os 147/156 GTA eram tudo menos isso. Tinham um grande motor, mas de resto, não havia grande coisa que os diferenciasse dos restantes.
 
DrZoidberg,

Gostei da resposta e genericamente concordo. Aliás na prática não difere muito do que tenho vindo a expressar.

O 2,0 280 cv também me parece poder ser globalmente o porta-estandarte da Alfa, a gasolina, bom rendimento, se saísse hoje ficava estratégicamente acima do 330i em termos de potência, parece-me um bom "média-gama". Tenho presente o bom andamento que o 2,0 de 280 cv permite imprimir no Seat Leon, provavelmente o Giulia não será muito diferente em peso. Falamos de um andamento bastante digno no panorama actual.

No especifico mercado europeu, dependerá do posicionamento comercial (condicionado pelas emissões) mas acredito que possa ser o 2,2 de 180 cv.
 
Harald Wester fala à TG em Genebra:

[h=2]Why the Alfa Giulia was delayed[/h]Alfa Romeo originally intended, when it announced the Giulia, that some Cloverleafs would be in buyers’ hands by the end of last year. Three months after that, it’s only just coming off the production line. Good news is, so is the rest of the range.


Harald Wester, Alfa CEO, says that the delay was needed to make sure all systems on the car “had the necessary maturity”.


We ask him about a report in a well-sourced industry newspaper that the car was delayed because it failed crash tests. He looks TG dead in the eye and calmly raises a single finger in the air.


So we ask him for a quote. “Nothing of this is true. Absolutely nothing. When it [the story] was written, we had homologation in the US and Europe and we had five stars. The only thing we were working on was the very difficult small-overlap test.” He explains they were trying to get a common structure that would work both for the Giulia and the next new Alfa, a heavier crossover. And they succeeded.


A crossover is on course for launch at the turn of the year. During 2017 there will be a bigger saloon, and a bigger crossover by 2018. Alfa now plans to launch four more cars by 2020 (two more SUVs and a likely a coupe and convertible).


Last year the plan called for a rollout of all eight of those cars by 2018, but the dealers said they couldn’t cope. “They were complaining it would be difficult for them to manage a new product every five to six months. We need to give them time.”
[;)]


http://www.topgear.com/car-news/concept/all-gossip-geneva-motor-show#1
 
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La prima Giulia Quadrifoglio Verde è stata costruita e immatricolata venerdì.

Un evento importantissimo per Fca e per lo stabilimento di Piedimonte San Germano, dove la super car viene prodotta.

La Giulia numero uno non è destinata alla vendita ma ad essere trasferita a Torino per essere guidata dall’Amministratore delegato Sergio Marchionne.

Dal prossimo 15 aprile gli alfisti potranno ordinare la Giulia nelle concessionarie: oggi infatti gli operai della Fiat di Cassino hanno iniziato ufficialmente la produzione. La salita della produttività sarà progressiva. Da maggio inoltre, cioè alla scadenza della cassa integrazione straordinaria, è prevista la riassunzione a tempo pieno di circa 1000 lavoratori mentre per fine anno potrebbero arrivare nuove assunzioni, in concomitanza con l’avvio della produzione del Suv Alfa.


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Alfa Romeo Giulia to be backed by upgraded aftersales service

Alfa Romeo will work hard to get customers to experience the new Giulia for themselves after its September launch


The Alfa Romeo Giulia launch this autumn will be backed up by a series of new initiatives to boost dealer service, according to Fabrizio Curci, the head of Alfa Romeo.

The Giulia, a BMW 3 Series rival, is critical to Alfa’s £3bn investment plan to sell 400,000 cars a year, a six-fold increase on last year’s levels, but Curci says that the initiative will only work if the car is backed by good dealer support.

“We are putting a heavy reliance on the sales processes and aftersales,” said Curci. “The sales process will be different, from how the car is explained, to how we get buyers in the dealerships to touch and drive it. Once they are there, they will experience first -class service, from the way they are dealt with through to free valets for (range-topping) Giulia Quadrifoglio customers.”

Curci added that he viewed it as critical to get buyers into showrooms, as the key selling point of the Giulia is how it drives. “Others in this segment claim to offer the best driving experience, but we offer something new, something more exciting in my view,” he said. “If you like driving, you will like this car. The technology that supports that experience is unsurpassed, from the electronic braking system to the steering response to the different driving settings.

“I am not being arrogant and saying our car is better, but I am saying that we have done a different job to what is already out there.”

In Geneva, Alfa revealed the standard versions of the Giulia, which will sit below the previously revealed high-performance V6-powered Quadrifoglio model. These will be powered by a 197bhp turbocharged 2.0-litre petrol or a choice of two 2.2-litre diesels, with 178bhp and 148bhp.

All models will be rear-wheel drive as standard, but all-wheel drive will be available on some models
 
Isso é para deixar os americanos maluquinhos.
Agora é acender umas velinhas para que o carro tenha bons índices de fiabilidade senão a marca lá está lixada.
 
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