A igreja tem futuro?

A igreja tem futuro?

  • Sim, tenho.

    Votos: 37 33,9%
  • Não, sou ateu.

    Votos: 72 66,1%

  • Total de eleitores
    109
Começar assim o tópico...[8b][8b]

Mas para responder, só me resta dizer que quem vê um conflito Religião Vs Ciência não percebe muito nem de um tema, nem de outro...é uma pena.

Alguém bem mais importante que Stephen Hawking disse, já nos seus últimos anos de vida, que quanto mais avançava na sua investigação mais acreditava que existia um Deus. Esse alguém até tinha inicialmente inclinações agnósticas (até como socialista que era! [:D]) que foi revendo...estou a falar de Albert Einstein.

Nisto tudo, só uma coisa me faz confusão...como e que ainda há gente que se sente revoltado com as crenças dos outros? Que falta de compreensão...mentalidades de há 600 ou 700 anos atrás...bolas...

Não sou o único a pensar assim...

Outro dos mais inteligentes que existem, e mais importantes astrofísicos, também falam sobre Deus:

YouTube - Michio Kaku on God
 
Não tenho “nuvens” na minha frente a desviar a minha atenção.

Sou um dissidente e ignoro ser um joguete nas mãos de interesses. A minha cas é o chão que piso e o meu mundo está muito para além da vista, nas estrelas para onde partiu a minha imaginação.
Religiões, fanatismos, multidões atrás de seres sobrenaturais, rituais e muito mais, estão longe dos meus sonhos e da minha vista, pois são tão pequenos aos meus olhos que já não os vejo.

O meu sonho é grande e o meu universo muito vasto, e nele cabem muitos mundos que me fazem compreender a minha insignificância e a da igrejinha ao fundo da rua que preenche o universo de tantos que se recusam a ver além dela.

Sou um espírito livre porque tenho uma mente nómada e indomável que não está presa a nenhum credo inventado pelos homens.

Será que ainda não se questionaram do motivo pelo qual se apregoa haver um só deus e existirem tantas religiões, ceitas e doutrinas a dizerem coisas tão diferentes?

Façam um favor a vocês mesmos: vençam o medo da morte que vos aprisiona, parem de pensar nele, comecem a viver mais a vida e a tentar compreender as maravilhas do mundo.
E para isso, não é preciso ninguém vos ensinar, basta contemplar sem “nuvens” na frente do olhar.
 
Porque é que sempre que se fala de religião as pessoas não sabem ouvir, respeitar e calar? o que cada um pensa não é para ser julgado!

Quem acredita, óptimo, quem não acredita óptimo também!

porque é que as pessoas tentam mudar os outros? não se sentem bem como são e precisam de companhia para não se sentirem sozinhos?
[8b]
 
Eu acredito nessa ciência que aos poucos vai trazendo o mundo inexplicável da esfera sobrenatural para a realidade compreensível, tornando-a natural aos nossos olhos. É esta ciência, que me faz compreender os complexos mecanismos deste lugar misterioso, que me deixa cada vez mais maravilhado. Prefiro-a à religião que se me afigura como castradora do pensamento livre remetendo para deus a explicação de tudo aquilo que desconhece.
Apenas me tenho limitado a tirar os véus da minha frente e ousar ver através dos meus próprios olhos.

A religião é uma crença baseada na fé enquanto a ciência é uma convicção baseada em factos. Ambas maravilham-se com o cosmos, só que, enquanto a primeira o venera tendo encontrado na crença uma explicação para ele, a segunda admira-o encontrando as explicações nos factos.

Quanto mais magnífica a natureza nos é revelada pela ciência, mais insignificantes e humildes nos sentimos. Quanto mais magnificentes e únicos somos revelados perante Deus à luz da religião, mais importantes e pretensiosos nos tornamos.

Aqui reside a verdadeira diferença entre a religião e a ciência que tem atraído tanta gente para a religiosidade. É que esta não precisa de provas para nos dizer aquilo que queremos ouvir. Essa é a verdadeira paz existencial que procuramos em troca de fecharmos os olhos.
Como eu não me considero especial fruto de uma criação divina, acho ridículo o rótulo que a religião criou para humanizar o mundo à vontade do homem que assim se pode considerar como especial.

Perdoem-me a comparação, mas faz-me lembrar as nossas brincadeiras de criança quando um de nós se autoproclamava de polícia e todos os outros eram ladrões; nós éramos os bons, os escolhidos; os outros, os maus, os preteridos. Assim nos situámos nós no mundo à luz de um Deus que convenientemente nos criou à sua imagem e perfeição colocando-nos acima de tudo quanto existe.
Perdoem-me o meu pecado de não conseguir aceitar que Deus e as religiões tenham as respostas convincentes para me dar. De acreditar que um Deus vigilante, condescendente e castigador é a maior de todas as inverdades em que acreditam os teístas.

Espero, mesmo assim, não ser considerado má pessoa.[;)]
 
Os religiosos dizem que os ateístas não têm valores, não acreditam em nada e que são materialistas.
Uma grande inverdade, pois os não-crentes têm algo a dizer e têm um valor que defendem – a “Carta Universal dos Direitos Humanos”.

Estes respeitam todos e tudo por igual, enquanto as religiões não o fazem. A maior prova disso é o facto de não aceitarem as vozes contrárias, sejam elas quais foram.
 
Os religiosos dizem que os ateístas não têm valores, não acreditam em nada e que são materialistas.
Uma grande inverdade, pois os não-crentes têm algo a dizer e têm um valor que defendem – a “Carta Universal dos Direitos Humanos”.

Estes respeitam todos e tudo por igual, enquanto as religiões não o fazem. A maior prova disso é o facto de não aceitarem as vozes contrárias, sejam elas quais foram.

Por acaso tenho azar.
Acontece-me frequentemente o contrário ... às vezes ouço, ouço ... e não me consigo fazer ouvir. Defeito meu claramente! [;)]
 
Os religiosos dizem que os ateístas não têm valores, não acreditam em nada e que são materialistas.
Uma grande inverdade, pois os não-crentes têm algo a dizer e têm um valor que defendem – a “Carta Universal dos Direitos Humanos”.

Estes respeitam todos e tudo por igual, enquanto as religiões não o fazem. A maior prova disso é o facto de não aceitarem as vozes contrárias, sejam elas quais foram.

Nem parece teu... tão ponderado nas opiniões e participações, e agora sais com uma
destas?!

É o que eu digo... os extremos tocam-se. Fazem exactamente aquilo que criticam nos
outros. Uns generalizam de um modo, os outros de outro... sempre para servirem os
seus propósitos.

Há ateus que são o oposto disso. Tal como há católicos. E judeus. E muçulmanos. E...
E também há católicos, judeus, etc. que são exactamente como esses ateus que dizes.
Mais, e dentro de cada grupo as percentagens de cada um são iguais.
É que nada disso tem a ver com a fé. Seja essa fé a da existência de algo, como a fé
de que não existe algo.
 
Eu acredito nessa ciência que aos poucos vai trazendo o mundo inexplicável da esfera sobrenatural para a realidade compreensível, tornando-a natural aos nossos olhos. É esta ciência, que me faz compreender os complexos mecanismos deste lugar misterioso, que me deixa cada vez mais maravilhado. Prefiro-a à religião que se me afigura como castradora do pensamento livre remetendo para deus a explicação de tudo aquilo que desconhece.
Apenas me tenho limitado a tirar os véus da minha frente e ousar ver através dos meus próprios olhos.

A religião é uma crença baseada na fé enquanto a ciência é uma convicção baseada em factos. Ambas maravilham-se com o cosmos, só que, enquanto a primeira o venera tendo encontrado na crença uma explicação para ele, a segunda admira-o encontrando as explicações nos factos.

Quanto mais magnífica a natureza nos é revelada pela ciência, mais insignificantes e humildes nos sentimos. Quanto mais magnificentes e únicos somos revelados perante Deus à luz da religião, mais importantes e pretensiosos nos tornamos.

Aqui reside a verdadeira diferença entre a religião e a ciência que tem atraído tanta gente para a religiosidade. É que esta não precisa de provas para nos dizer aquilo que queremos ouvir. Essa é a verdadeira paz existencial que procuramos em troca de fecharmos os olhos.
Como eu não me considero especial fruto de uma criação divina, acho ridículo o rótulo que a religião criou para humanizar o mundo à vontade do homem que assim se pode considerar como especial.

Perdoem-me a comparação, mas faz-me lembrar as nossas brincadeiras de criança quando um de nós se autoproclamava de polícia e todos os outros eram ladrões; nós éramos os bons, os escolhidos; os outros, os maus, os preteridos. Assim nos situámos nós no mundo à luz de um Deus que convenientemente nos criou à sua imagem e perfeição colocando-nos acima de tudo quanto existe.
Perdoem-me o meu pecado de não conseguir aceitar que Deus e as religiões tenham as respostas convincentes para me dar. De acreditar que um Deus vigilante, condescendente e castigador é a maior de todas as inverdades em que acreditam os teístas.

Espero, mesmo assim, não ser considerado má pessoa.[;)]

A religião e ciência devem ser o mesmo.

Quando isso não acontece, temos uma aldrabice, porque religião não é fé nem crença no seu significado verdadeiro.
 
As religiões existem e vão ser necessárias enquanto a evolução da humanidade assim o ditar. Como seria o mundo se a maior parte das pessoas não tivesse um momento que seja para meditar? Para pensarem no bem e no mal?

Quando elas rezam, quando "falam" com Deus talvez seja os poucos momentos em que se isolam do dia-a-dia, do corriqueiro da "sobrevivência", da mesquinhez...

Alguns ateus são tão ou mais ortodoxos nas suas convicções do que os fanáticos religiosos. São os ateus die hard.

Está mais próximos intelectualmente o individuo religioso e tolerante e o livre-pensador -que respeita as crenças dos outros- do que os radicais, sejam eles ateus ou crentes. Diz um não-religioso, se é que interessa o rótulo.
 
Última edição:
As religiões existem e vão ser necessárias enquanto a evolução da humidade assim o ditar. Como seria o mundo se a maior parte das pessoas não tivesse um momento que seja para meditar? Para pensarem no bem e no mal?

Quando elas rezam, quando "falam" com Deus talvez seja os poucos momentos em que se isolam do dia-a-dia, do corriqueiro da "sobrevivência", da mesquinhez...

Alguns ateus são tão ou mais ortodoxos nas suas convicções do que os fanáticos religiosos. São os ateus die hard.

Está mais próximos intelectualmente o individuo religioso e tolerante e o livre-pensador -que respeita as crenças dos outros- do que os radicais, sejam eles ateus ou crentes. Diz um não-religioso, se é que interessa o rótulo.

Vou comprar um higrómetro :)
 
As religiões existem e vão ser necessárias enquanto a evolução da humanidade assim o ditar. Como seria o mundo se a maior parte das pessoas não tivesse um momento que seja para meditar? Para pensarem no bem e no mal?

Quando elas rezam, quando "falam" com Deus talvez seja os poucos momentos em que se isolam do dia-a-dia, do corriqueiro da "sobrevivência", da mesquinhez...

Alguns ateus são tão ou mais ortodoxos nas suas convicções do que os fanáticos religiosos. São os ateus die hard.

Está mais próximos intelectualmente o individuo religioso e tolerante e o livre-pensador -que respeita as crenças dos outros- do que os radicais, sejam eles ateus ou crentes. Diz um não-religioso, se é que interessa o rótulo.

Os ateus são o fenómeno simétrico dos fanáticos religiosos.

De ambos lados falta acutilância para descobrir a resposta.

Num povo que não conhece a engenharia, a queda de pontes rudimentares não nega a existência de leis que podem vir a ser descobertas e estabelecidas como nós conhecemos actualmente neste caso especifico, se a analogia é valida.

Aleatório é tudo aquilo que ainda não entendemos.

De que falta ciência de vida, falta. É isso que leva a "religião".
 
Vou por aqui uma passagem da Bíblia que até acho que já referi noutro tópico, mas que é muito reveladora (é engraçado que na Catequese nunca lemos isto)

"Those enemies of mine who did not want me to be king over them
Bring them here and kill them in front of me"
[Jesus, (Luke 19:27)]


Depois são os ateus que são fanáticos [:D]
 
Vou por aqui uma passagem da Bíblia que até acho que já referi noutro tópico, mas que é muito reveladora (é engraçado que na Catequese nunca lemos isto)

"Those enemies of mine who did not want me to be king over them
Bring them here and kill them in front of me"
[Jesus, (Luke 19:27)]


Depois são os ateus que são fanáticos [:D]

eh... a Bíblia e as suas famosas traduções... vá-se lá saber o que foi acrescentado ou tirado.
 
Vou por aqui uma passagem da Bíblia que até acho que já referi noutro tópico, mas que é muito reveladora (é engraçado que na Catequese nunca lemos isto)

"Those enemies of mine who did not want me to be king over them
Bring them here and kill them in front of me"
[Jesus, (Luke 19:27)]


Depois são os ateus que são fanáticos [:D]

E este teu post revela o quê? Sensatez?
[:)]
 
eh... a Bíblia e as suas famosas traduções... vá-se lá saber o que foi acrescentado ou tirado.

O necessário para manter as massas na ignorância [:D]

Deixo uma frase de um antigo sábio:

"Religious people are those who believe that if milk is boiled and sugar is added and drunk, it will be tasty. Spiritual people are those who boil milk, add sugar, drink it and experience the taste. Those who believe are Religious people while those who have experienced are spiritual people."
 
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