vivemos num matriarcado?

Ahahahah e ela muda os travões e o óleo dos carros nesse mês, certo?

Então? Não tem mãos como eu?

E pelo.que li neste topico até devia saber mais do.que eu ja que não percisa de aprender com ninguem nem ter orientação nenhuma, ao contrário de mim que tenho essa "grave deficiência "
 
Eta rapai, isso tá prai alguma coisa mal resolvida.


É alguma coisa mal resolvida claro.....

Será que se eu fizer uma mudança de sexo ganho esse vosso super-poder? De repente só para não ter que pedir conselhos e aprender com os mais velhos até me sinto ligeiramente tentado a ser mulher[:D]
 
Epá, ela não lida diretamente com eles. As vezes que vai é como cliente. Vai com o grupo atrás. Agora, no Douro, já chegámos a fazer o cruzeiro das pontes de borla.
Aii o caraças páaaaaa [:p]

Arranja-me lá um voucher para o cruzeiro para correr o douro todo no barchotel faxavor [:p] Até te pago € 5,00 [:cool:]
 
A mulher, a não ser que seja limitada a nivel cognitivo não precisa de orientação alguma.
Hoje, mais que nunca, há tanta literatura, clinicas com gente competente e especializada, onde a mulher se pode instruir para essa nova e desafiante fase.
Então mas se recorre à literatura e a clinicas é porque precisa de orientação [:p]
 
Então mas se recorre à literatura e a clinicas é porque precisa de orientação [:p]

Xiiiu, nada disso. Precisa nada...

Deixa andar que eu estou a adorar estes novos tempos em que posso pedir sem remorsos nem rejeição social a uma mulher que faça trabalhos pesados e menos limpos enquanto eu faço o delas. É o ceu na terraapr:)
 
A (?) Danone tem razão. Com esta sociedade de informação é bastante fácil chegar a estudos/publicações/teses sobre o comportamento infantil e todos se podem orientar por esses estudos. A minha sogra, que era professora de primeiro ciclo, faz muitas pesquisas on-line e tenta encontrar razões com bases científicas para o comportamento ou diretivas para a educação da neta. Dou este exemplo que acho bastante válido.

No entanto, acho que também acontece muito o "desabafo" com a mãe/amigas e consequentemente o aconselhamento.

a Danone não tem razão e eu nem respondi porque a resposta dela é tão descabida que achei que nem merecia resposta

o conhecimento pode estar disponível na net, assim como muita informação errada

os estudos mostram que não só as mães procuram o apoio das suas próprias mães como mostram que esse apoio das avós é muito benéfico para as crianças

quanto ao conhecimento na net e a procura desse conhecimento, a net é um local perigoso, tem muita informação excelente mas também muito disparate
e não basta a teoria, não basta a informação

informação não é a mesma coisa que conhecimento
 
agora parece-me que o aumento do poder da mulher dentro das relações e o aumento da instabilidade nos relacionamentos está a fazer com que os homens estejam a fugir mais de relacionamentos com compromisso
identificando-se ou não como mgtow

não sei até que ponto a fuga a compromissos e o aumento do poder da mulher estão relacionados, mas parece-me que estão

além disso parece há uma evolução na forma como os homens vêem as mulheres e não me parece que esteja a ser favorável para as mulheres

por baixo de uma versão oficial e politicamente correcta em que a mulher é vista como boa e vítima e o homem o seu oposto parecem estar a crescer versões da mulher do tipo red pill que apresentam a mulher com cores pouco recomendáveis
 
a Danone não tem razão e eu nem respondi porque a resposta dela é tão descabida que achei que nem merecia resposta

o conhecimento pode estar disponível na net, assim como muita informação errada

os estudos mostram que não só as mães procuram o apoio das suas próprias mães como mostram que esse apoio das avós é muito benéfico para as crianças

quanto ao conhecimento na net e a procura desse conhecimento, a net é um local perigoso, tem muita informação excelente mas também muito disparate
e não basta a teoria, não basta a informação

informação não é a mesma coisa que conhecimento
Ri-me com o primeiro parágrafo.


Se achas que o conhecimento de uma avó ou bisavó é superior ao de médicos e enfermeiros especialistas em obstetrícia e pediatria leva lá a bicicleta.
As tuas intervenções são hilariantes
 
Ri-me com o primeiro parágrafo.


Se achas que o conhecimento de uma avó ou bisavó é superior ao de médicos e enfermeiros especialistas em obstetrícia e pediatria leva lá a bicicleta.
As tuas intervenções são hilariantes

Ele não disse bem isso, mas sim que as mães procuram muito a ajuda das avós. Agora se essa ajuda é boa ou não...
Pode até ser muito benéfica em termos sociais para os filhos, mas em termos de conhecimentos, em geral deve ser muito fraquinha. E normalmente os avós só querem é fazer as vontadinhas aos netinhos, não são de grande ajuda a educar, nem têm que ser.
Mas também não se vai pedir conselhos como educar ou criar os filhos a médicos e enfermeiros. Se calhar deviam, mas não é muito normal. Eu conheço montes de mães, a começar pela minha mulher, que não têm a minima ideia como se educa uma criança, mas também não estão dispostas a aprender. [8b]
 
Ele não disse bem isso, mas sim que as mães procuram muito a ajuda das avós. Agora se essa ajuda é boa ou não...
Pode até ser muito benéfica em termos sociais para os filhos, mas em termos de conhecimentos, em geral deve ser muito fraquinha. E normalmente os avós só querem é fazer as vontadinhas aos netinhos, não são de grande ajuda a educar, nem têm que ser.
Mas também não se vai pedir conselhos como educar ou criar os filhos a médicos e enfermeiros. Se calhar deviam, mas não é muito normal. Eu conheço montes de mães, a começar pela minha mulher, que não têm a minima ideia como se educa uma criança, mas também não estão dispostas a aprender. [8b]

Pois, eu diria que uma boa parte das mulheres não tem jeito para educar.....elas próprias admitem.
 
porque existe a menopausa?

https://observador.pt/2015/03/06/o-que-tem-uma-mulher-e-uma-baleia-em-comum/

basicamente para as avós ajudarem a criar os netos

antigamente era assim e há estudos que mostram que ainda hoje a presença de uma avó ajuda bastante na educação/criação de um neto

podem fazer os discursos que quiserem, inventarem as hipoteses que quiserem, o que os dados indicam é que a ajuda de uma avó é bastante benefica para os netos
 
Os avós têm mais experiência de vida, sabem muita coisa, e conseguem ensinar muito aos netos.

É verdade que alguns os mimam demais mas fora isso são autênticas enciclopédias em tudo.

As pessoas com muitas rugas ensinam-nos muita coisa.....
 
[h=3]A ideologia da mulher branca privilegiada[/h]
​

Uma das facetas mais hilariantes do movimento feminista, para além de tudo o resto, é a sua incoerente adopção do discurso racial como forma de avançar com a sua agenda esquerdista totalitária. A elite feminista leva a cabo esta estratégia tentando de alguma forma fazer algum tipo de paralelo entre o sofrimento que algumas minorias étnicas tiveram que suportar (sofrimento esse muitas vezes infligido por outras pessoas dessa mesma etnia) com a suposta e historicalmente não-existente "opressão" que alegadamente se abateu sobre as mulheres durante a "maligna" era do "patriarcado".

Segundo algumas feministas (quase todas elas, brancas e bem na vida), não ter acesso a "aborto livre e gratuito" ou não ter o mesmo privilégio económico e social que 5%-10% dos homens têm (os chamados "machos-alfa"), é de, alguma forma estranha e desconhecida, análogo a ser acorrentado, ser chicoteado e ser forçado a trabalhar para outra pessoa sem qualquer tipo de remuneração condizente.

A natureza hilária desta forma de "pensar" não vem só do facto das feministas (mais uma vez) usarem a mentira como forma de avançar com o seu ódio, mas também do facto do feminismo não só ser um movimento exclusivamente financiado por homens brancos heterossexuais e de familias patriarcais (Rothschild, Rockefeller, George Soros, Ford Foundation, etc), como ser também um movimento promovido, planeado e executado quase exclusivamente por mulheres brancas da classe média/alta.
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Há algum tempo atrás falei dos limites do feminismo, mas hoje gostaria de explorar ainda mais esse tópico.

O feminismo, como um todo, não deixa de ter o seu apelo. Por exemplo, quase todas as mulheres do mundo facilmente se aliariam em favor da luta por "salário igual", e provavelmente muitas concordariam com os tópicos feministas em redor da violência doméstica e relacionados. No entanto, o cerne do feminismo de género (a variedade com a qual tu e eu mais lidamos no mundo ocidental actual) é um que está fundamentalmente conectado aos desejos das afluentes mulheres brancas ocidentais (acima dos desejos das outras mulheres) e um que dá prioridade às preocupações dessas mesmas mulheres brancas.

Nas linhas que se seguem, vou explicar isto de forma mais detalhada.

O Cerne

Para entender isto, é necessário mergulhar nas profundezas da história do feminismo.

O cerne do movimento feminista é a sua oposição aos "papéis de género tradicionais". O feminismo começou como um movimento construído por mulheres brancas ocidentais (muitas delas, restritas à sua vida doméstica) como forma de desafiar a noção de que o lugar da mulher era em casa e em mais lado nenhum. O movimento buscava, assim, demonstrar que as mulheres poderiam ser tão bem sucedidas como os homens fora de casa, para além de procurar demonstrar que as mulheres deveriam ter uma opinião em relação aos assuntos que eram discutidos fora das suas cozinhas (por exemplo, o direito ao voto).

O problema é que estes tópicos são, na sua maioria, tópicos que interessam especificamente às mulheres brancas ocidentais. Enquanto as mulheres brancas ocidentais lutavam para construir os tais papéis fora de casa (durante a primeira e segunda vaga do feminismo), há já muitos séculos que as mulheres Negras, Ameríndias e mesmo Asiáticas tinham já esses papéis dentro das suas respectivas culturas.

Diferença laboral

Há já muito tempo que as mulheres Africanas trabalhavam fora do ambiente doméstico. Enquanto que os papéis sexuais (ou papéis de género) europeus normalmente impediam as mulheres de executar actividades cruciais para a sustentabilidade da sociedade (por exemplo, trabalhar nos campos), as mulheres Africanas há já muito tempo que desempenhavam um papel crucial na sustentabilidade económica das suas sociedades, executando trabalho de campo extensivo e outras actividades pouco delicadas mas necessárias.

Isto é verdade mesmo séculos antes da escravatura, e é verdade nos dias de hoje. Elas, ao contrário das mulheres Europeias, exerciam uma influência directa na produção e transporte dos alimentos, e influência sobre outras formas de trabalho. Dentro da comunidade Africana existia já uma certa expectativa por parte dos homens das mulheres terem algum tipo de influência fora do ambiente doméstico.

As mulheres Americanas Nativas (Ameríndias e ancestrais da maioria dos Hispânicos actuais) faziam o mesmo. Era muito comum dentro das suas comunidades as mulheres Nativas Americanas executarem todo o tipo de de trabalho manual agrícula e outras formas de trabalho manual.

Quando se estudam as missões "civilizatórias" levadas a cabo pelos Anglo-Americanos sobre as sociedades Americanas Nativas durante o século 19, e se examinam os documentos tais como os "Journals" de Lewis e Clark Journals, veremos que este facto (o das mulheres Ameríndias trabalharem fora do ambiente doméstico) foi um ponto de discussão que levou os Anglo-Americanos a buscar soluções para o que eles chamavam de "problema" Índio.

O facto das mulheres Nativas Americanas executarem qualquer tipo de trabalho laboral era para os Anglo-Americanos uma evidência da sua barbárie. Meriwether Lewis qualificou de ridículo o facto das mulheres Nativas Americanas que ele encontrou terem sido vistas a executar actos de “labuta” que ele considerava impróprios para as mulheres, facto esse que ele tomou como evidência de que as culturas Nativas não respeitavam as mulheres. A maior parte das mulheres Europeias concordou com ele, e concordaram com ele durante muitos séculos após a sua visita a estas culturas.

Pode-se ver isto ressalvado nas politicas de "educação" levadas junto dos Ameríndios, onde os Nativos eram forçados para dentro de reservas ou internatos para serem "civilizados." Este processo de civilização fundamentava-se na noção de que eles adoptariam os tradicionais papéis de género Europeus - os seus homem parariam de caçar e começariam a trabalhar na agricultura, ao mesmo tempo que as mulheres parariam de trabalhar no campo e começariam a executar trabalhos de costura.

As mulheres Negras a viver nas Américas, tal como as Americanas Nativas antes delas, passaram séculos - durante e após a escravatura - a trabalhar fora do que os Europeus considerariam "papéis de género tradicionais." As mulheres Brancas ocidentais eram protegidas de trabalho sério, mantendo-se resguardadas em casa; curiosamente, estas mesmas mulheres Europeias seriam as mesmas que dariam início ao movimento feminista, e começariam a exigir mais responsabilidades fora do ambiente doméstico.

As mulheres Negras já tinham isto, tal como o tinham as mulheres Americanas Nativas bem como as mulheres Sul-Asiáticas. Do ponto de vista "feminista", as mulheres Europeias causaram um retrocesso às mulheres Nativas Americanas e às mulheres Africanas uma vez que elas já se encontram "livres" do restritivo culto da domesticidade - elas não precisavam das ricas mulheres brancas para lhes dizer como adquirir esta "liberdade."

Diferenças na Estrutura Familiar

Muitas mulheres Africanas viviam também em sociedades matrilineares. Enquanto que as mulheres Europeias viviam numa sociedade que via o seu casamento com um homem essencialmente como uma confiscação da sua independência económica e social, a mulher Africana podia manter larga parte disto devido à organização matrilinear que lhes conferia um controle maior sobre a família e sobre o futuro dos filhos.

O mesmo ocorria junto da mulher Americana Nativa. Em muitas sociedades Índias não era incomum a linhagem paterna ser de alguma forma inconsequente para o estatuto actual da criança, realidade muito longe das normas Europeias que conferiam o estatuto largamente com base no nome do pai a passar para a criança.

Diferenças na Dominação Masculina

O feminismo apelou também para o fim do patriarcado e do domínio masculino sobre a mulher, uma iniciativa que ainda anima o movimento feminista tal como ele se encontra hoje em dia. O problema, obviamente, é que o "patriarcado" referido por elas pura e simplesmente não persistia em todas as sociedades. Os homens Negros, por exemplo, há séculos que não têm um verdadeiro domínio sobre as suas mulheres. Em África, era comum o homem ser polígamo e certamente usufruir bastante autoridade, mas ele também tinha que lidar com organizações sociais matrilineares que limitavam o seu domínio e a sua influência sobre as mulheres e sobre os descendentes.

Durante os primeiros séculos da sua presença no novo mundo, o homem negro era, essencialmente, mais um cavalo da carroça. Ele não tinha qualquer tipo de verdadeiro poder para manter a família junta (e ela poderia ser fraccionada a qualquer momento, se o dono de escravos assim quisesse, muitas vezes, de propósito), e ele (o homem negro) tinha muito pouco poder para proteger a sexualidade da mulher negra. Em relação ao homem branco, ele não tinha qualquer tipo de estatuto ou influência, e o primeiro tinha domínio inquestionável sobre a capacidade sexual da mulher negra.

O homem branco mantinha as mulheres negras como amantes ou concubinas e frequentemente engravidava-as com muito pouco oposição por parte dos homens negros (que pouco ou nada poderiam fazer em relação a isto). O homem negro não tinha qualquer tipo de poder para impedir as esposas, as irmãs ou as filhas de serem usadas desta forma, ou serem vendidas de modo indiscriminado. O homem negro não tinha qualquer tipo de controle sobre a mobilidade ou sexualidade da mulher negra. Devido a isto, quando a mulher branca (sobre cuja sexualidade o homem branco mantinha algum controle) veio a público queixar-se de se libertar do controle "opressivo" que os homens brancos tinham sobre ela, tornou-se difícil para os negros interpretarem as coisas desta forma. Historicamente, os homens negros não têm controlado as mulheres negras dessa maneira.

Para além disso, os homens negros não impediram as mulheres negras de buscarem papéis e actividades fora do ambiente familiar, muito por culpa da realidade económica. Os homens negros, ao contrário dos seus pares brancos, não tinham capacidade financeira para financiar o estilo de vida "mãe doméstica" na qual se encontravam "oprimidas" muitas mulheres brancas durante grande parte do século 20 (até a explosão da segunda vaga do feminismo nos finais da década 60). Ao mesmo tempo que as mulheres brancas liam “The Feminine Mystique” e ruminavam sobre a natureza "opressiva" do seu papel social como donas de casa mimadas a viver nos subúrbios, as mulheres negras encontravam-se a trabalhar em condições que muitas vezes eram pouco ideiais.

Portanto, como é que a mulher negra pode adoptar a narrativa da mulher branca em torno do "patriarcado"? De forma clara, elas não podem. As Americanas Nativas, as Hispânicas e as Sul-Asiáticas também não podem. Esta narrativa chega-nos proveniente da perspectiva da mulher branca (normalmente, alguém muito bem na vida) e como tal, as outras mulheres pura e simplesmente não tiveram o mesmo tipo de experiência.

O Modelo da Europa do Leste

Antes que se pense que estou a adoptar uma visão "mulher branca vs mulher não-branca", tem que ser ressalvado que muitas mulheres brancas do Leste Europeu actual não podem adoptar o feminismo ocidental porque o comunismo também as "libertou" dos papéis sexuais tradicionais.

Ao mesmo tempo que as mulheres do Reino Unido e dos EUA se encontravam ocupadas a falar da opressiva restrição doméstica, e do seu desejo de fazer tudo o que os homens fazem, as mulheres Soviéticas encontravam-se nas linhas da frente a colocar balas nas cabeças Alemãs. Paralelamente, as mulheres do Leste Europeu entravam na esfera masculina da sociedade (servindo como pilotos de combate, tropas de combate, artilheiras de tanques e a trabalhar nas fábricas após a guerra) antes e em maiores números que as mulheres de qualquer outra parte do mundo. Até certo ponto, era o que também acontecia na China Comunista.

Portanto, pode-se imaginar o quão pouco apelativa foi para as mulheres do Leste da Europa a retórica das feministas brancas ocidentais em torno da necessidade da mulher se libertar dos "papéis sexuais tradicionais." Estas mulheres haviam já experimentado tal "emancipação" mais do que qualquer mulher branca ocidental até essa altura, e possivelmente até os dias de hoje (quantas mulheres se encontram na linha da frente das tropas americanas?). Elas pura e simplesmente não tinham qualquer tipo de necessidade desta narrativa, e muitas mulheres do Leste provavelmente aprenderam o suficiente da mesma através da experiência para saber que ela tem armadilhas sérias.

Para estas e outras mulheres (Africanas, Americanas Nativas e algumas Asiáticas) os papéis sexuais tradicionais podem até nem ter a aparência de serem prejudicais. Algumas podem até associar a menor incidência dos papéis sexuais tradicionais com a opressão e/ou racismo. As mulheres Negras, por exemplo, podem alegar que elas viram-se forçadas para fora de casa, e para longe dos papéis tradicionais Europeus, devido ao racismo envolvido na limitação do potencial económico dos homens negros; as mulheres Negras podem também afirmar que o estatuto de dona de casa das mulheres brancas . . . . era, na verdade, uma evidência do seu previlégio.

Para estas mulheres Negras, a perspectiva feminista das mulheres brancas ocidentais não é fácil de entender, e nem é algo que valha a pena lutar ou defender.

Conclusão:

O feminismo de género ocidental tal como o conhecemos, é um fenómeno da mulher branca ocidental da classe média-alta. O seu foco em minimizar o valor dos papéis sexuais tradicionais, bem como a promoção duma irrealista igualdade sexual, encontra-se fundamentada no estatuto que aquelas mulheres historicamente disfrutaram como a mulher mais protegida, mimada, adorada e privilegiada da história, e encontra-se construída para resolver problemas que ressoam com essa experiência. As outras mulheres têm outros "feminismos" para lidar com os problemas que elas enfrentam, mas esses "feminismos" são fundamentalmente distintos do tipo de feminismo nós vêmos com frequência no Ocidente.

* * * * * * *

Resumindo, o feminismo, para além de ser a mais bem sucedida obra de engenharia social alguma vez imaginada pela hostes demoníacas, é também um movimento que visa beneficiar/prioritizar os interesses das mulheres brancas da classe média-alta. Portanto, levantar oposição a este movimento, não é promover "ódio às mulheres", e muito menos é criticar a mulher branca como um todo; criticar o feminismo é criticar um movimento político singular, gerido e manipulado pelas mulheres brancas da classe média-alta, e financiado por homens brancos, heterossexuais e fortemente patriarcais.



Convém ressalvar que o texto de maneira nenhuma afirma que só uma mulher branca da classe média-alta fará parte do movimento feminista ocidental. Semelhantemente, o autor não diz que só existem mulheres brancas junto da elite feminista.

O que o texto diz é que o feminismo ocidental não têm em vista o apoio ou o suporte de mulher em si, mas sim a promoção e o avanço dos planos duma minoria ínfima de mulheres brancas que pertence à classe média-alta.





​
...
 
Eu tinha vergonha de partilhar um artigo desses. Claramente alguém com coisas mal resolvidas, e mania da perseguição.

Criticar a parte do feminismo idiota, que existe, partilhando um artigo que começa logo com "Uma das facetas mais hilariantes do movimento feminista, para além de tudo o resto"
Que mete no mesmo saco todo o feminismo, como se a parte idiota fosse a única que existe... enfim

Se eu me sentisse assim tão ameaçado como homem já me tinha mudado para um país claramente de patriarcado... há tantos ainda.

Sim há pseudo feminismo que é idiota. E?
Mas ninguém me convence que o possível mal que traz à sociedade, é ínfimo relativamente às desigualdades que ainda existem.
 
esperava essa reação da tua parte,

entretanto o texto tem várias informações interessantes

que desigualdades é que ainda existem?

E eu esperava essa reacção da tua parte, so what?!

Tem informações interessantes que validam a tua mania da perseguição, confere

Em Portugal - Podes começar pela violência doméstica e assédio sexual
No mundo - Nem vale a pena enumerar

O artigo cataloga todo o feminismo por igual, uma generalização grosseira.
 
o artigo tem várias informações interessantes sobre outras culturas

um dia terás irás compreender que a parte do assédio tem muito a ver com a natureza, pode dar-se educação, mas a natureza está lá sempre

também um dia me irás dar dados sólidos sobre a violência doméstica em portugal, se forem os relatórios da APAV estamos conversados, a violencia domestica em portugal seria um problema da ordem dos 1% da população

podes considerar que tenho uma mania da perseguição, és livre disso, de qualquer forma a minha opinião sobre as tuas opiniões é que elas têm muito pouco valor, tens dificuldade em compreender as coisas

de qualquer modo para eu colocar um artigo ou até para dar um gosto a um comentário aqui não preciso de concordar a 100% com ele, normalmente nem ligo muito às adjetivações, foco-me nos dados concretos
se achar que tem boa informação e relevante pode ser suficiente

a informação mais relevante, que já sabia de qualquer modo, é que quem estava fora do mercado de trabalho era a mulher das classes media-alta e alta, de resto a mulher sempre trabalhou, as das classes baixas não podiam dar-se ao luxo de permanecer em casa a cuidar do lar
e isto em todo o mundo
 
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