que no meio publico os homens dominem o topo da piramide depende das condições naturais, estudos feitos mostram que no 1% de pessoas mais inteligentes 75% são homens, logo é natural que dominemos.
Além disso quem lida com grupos sabe que um grupo de homens colabora melhor que um grupo de mulheres, elas conflituam muito mais.
além disso há a questão da resistencia fisica, que se acentua com a idade. Já dizia o ex-reitor de Harvard que dificilmente uma mulher era investigadora de topo porque para isso era preciso trabalhar 80 ou 90 horas por semana e os homens são mais resistentes que as mulheres (para além das mulheres terem uma tendencial natural para valorizarem mais a vida familiar e o tempo não estica). Foi demitido por dizer uma verdade politicamente incorreta.
Mas o que vejo diariamente é que dentro de casa as mulheres, na maioria dos casos, mandam mais que os homens. A minha tem a distinta lata de se queixar que a mãe dela manda no pai dela, a minha mãe manda no meu pai, mas ela não consegue mandar em mim. E é o que vejo em muitos dos meus amigos e familiares, nem todos, mas a maioria é assim.
É assunto também estudo por sociologos, li recentemente uma entrevista a um sociologo francês, bastante conceituado mas agora não me lembro do nome, que dizia o mesmissimo que eu digo aqui, dentro de portas normalmente a mulher domina. Também li recentemente uma entrevista com com presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego, Sandra Ribeiro:
http://www.noticiasaominuto.com/pais/185449/mulheres-fora-das-chefias-por-medo-de-partilhar-poder-em-casa
Mãe de um filho de cinco anos, Sandra Ribeiro, a presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego, considera em entrevista ao semanário Expresso que a mudança de mentalidades para que homens e mulheres tenham direitos iguais passa pela “educação” e também por “uma questão de poder”.
“Elas não estão a conseguir chegar aos cargos de chefia porque ainda não conseguem partilhar o poder em casa. Talvez tenham medo de partilhar esse poder [com os companheiros] e não ganhar o outro, acabando por ficar sem nenhum”, refere Sandra Ribeiro.
“As mulheres conseguem progredir até certa altura mas por volta dos 30 anos há como que um eclipse porque elas próprias decidem que é tempo da família e diminuem o empenho no trabalho. Outras optam por não ter filhos ou por tê-los o mais tarde possível para não serem prejudicadas. É uma escolha muito dura que”, sublinha, “não é colocada aos homens. Eles têm como que uma via verde no trabalho: podem trabalhar muito e ter filhos que as mulheres hão-de cuidar deles”.
Acontece que aliado a este fator está também a “culpa” que as mulheres sentem porque acham que “deviam estar a tomar conta do filho” mesmo que, ao contrário do que acontece em muitos países da Europa, trabalharem a tempo inteiro” e “ainda fazerem mais três horas de trabalho doméstico do que os homens”.
Além disso, ainda são “elas que faltam ao trabalho para tomar conta dos filhos quando estes adoecem”. Por tudo isto, defende a presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego, é saudável que as mulheres partilhem o poder das tarefas domésticas com os companheiros. Um conselho deixado no semanário Expresso pela responsável no Dia Internacional da Mulher.