Toyota Prius

Tanta conversa e ninguem disse o mais importante: as baterias do Prius sao usadas SÓ entre os 60 e os 80% da capacidade delas. Ou seja quando está vazia está a 60%, quando está cheia está a 80%.
 
Atenção ao pessoal do fórum que leia isto. Está errado!


As baterias, especialmente de lítio, degradam mais depressa se forem feitos ciclos de carga profundos.


A bateria nunca está na prática cheia ou vazia, ela possui uma voltagem que vai baixando à medida que descarrega, ou que sobe quando se carrega.

Os valores de 0% e 100% de carga correspondem a uma gama de voltagens, definida dentro do que é seguro e que não causa muito stress à bateria.

Quanto mais conservadora for essa gama de voltagens menos desgaste é provocado na bateria.

Ás vezes tenho pilhas com a voltagem normal e carga nem vê-la.
 
Ás vezes tenho pilhas com a voltagem normal e carga nem vê-la.

Que tipo de bateria e com que carga?

Numa bateria de lítio o que se tem normalmente é uma curva de descarga deste género:

UkodS.gif
 
Que tipo de bateria e com que carga?

Numa bateria de lítio o que se tem normalmente é uma curva de descarga deste género:

UkodS.gif
Nas pilhas das máquinas fotográficas Ni-MH

PS: vi agora o grafico e percebi porquê. A voltagem quase não varia com a carga. Tem um grande patamar.

AA-NiMH-composite.png
 
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Nesse caso será algo deste género:

kH3WA.png



Se aplicas uma corrente e a voltagem mantém-se normal, então "tens electricidade a sair" dessas baterias. [;)]

Não percebi o que quiseste explicar.

Isto de ver a carga das pilhas recarregaveis nimh através da voltagem é impraticável. Medi mesmo agora a voltagem de pilhas carregadas e descarregadas e verifiquei que a voltagem é igual até à centésima de volt. São pilhas com a mesma capacidade e do mesmo modelo.
 
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E esses 20% entre o máximo e o minimo equivale a quantos kwh?

A informação não está correta. A bateria é gerida no intervalo entre os 38 e os 82% de carga, com o sistema a tentar manter o valor de 60% como mais frequente. A capacidade total é de 1,3 kWh, pelo que a energia utilizável é cerca de metade.

Uma confusão usual das pessoas é a de pensarem nisto como se de um carro elétrico se tratasse e dizerem que é pena porque só dá para 2 ou 3 km. Ora a lógica de um híbrido não é essa e é inútil ter uma bateria de maior capacidade uma vez que não é para carregar na corrente e usar até acabar. Não, num híbrido a bateria é um armazém temporário de energia, que é adicionada a cada descida ou travagem e utilizada em aceleração ou até para manter velocidade em plano por algumas centenas de metros. Mas sempre a ganhar e a fornecer energia.

Por näo perceberem isto, muitos jornalistas acham que devem forçar o modo eléctrico até as baterias ficarem no mínimo, o que quando acontece em momento onde não há possibilidade de recarregar por travagem, leva o motor a ativar-se para restabelecer alguma carga - o resultado prático é um consumo médio mais elevado.

Um híbrido e um elétrico são mundos diferentes do ponto de vista de gestão da bateria, e não faz sequer sentido falar em autonomia elétrica no caso dos híbridos.
 
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É extremamente injusto acusarem o sem2006 de não explicar ou de não ajudar, deve ser o utilizador deste fórum que mais vezes explicou o funcionamento do sistema hibrido do Prius, e com mais detalhe.
É irritante que ao fim de ter tanto trabalho a explicar tudo, apareçam sempre novos users a trollar completamente e a não querer ler nem aprender nada. Repetem a mesma asneira mesmo depois de se lhes explicar que o que acabaram de dizer está errado.

É claro que errou e valia mais ter ignorado, mas não o acusem de coisas injustas.

Se percebi a lógica, quem não sabe como funciona é troll, é isso?

É que ainda não vi ninguém a explicar as dúvidas aqui, se há outros tópicos já não sei, aqui, dúvidas é igual a ignorante, dizer asneiras e trolls. Enfim....
 
Atenção ao pessoal do fórum que leia isto. Está errado!


As baterias, especialmente de lítio, degradam mais depressa se forem feitos ciclos de carga profundos.


A bateria nunca está na prática cheia ou vazia, ela possui uma voltagem que vai baixando à medida que descarrega, ou que sobe quando se carrega.

Os valores de 0% e 100% de carga correspondem a uma gama de voltagens, definida dentro do que é seguro e que não causa muito stress à bateria.

Quanto mais conservadora for essa gama de voltagens menos desgaste é provocado na bateria.
Boa, dizer o que já foi dito...

As baterias degradam menos mas têm degradação, ponto. Não há volta a dar.

Dizem que elas duram 1 milhão de km com milhares de carga e descarga mesmo que não descarregue e carregue na totalidade... Foi uma notícia dada pela Toyota, a imparcialidade...
 
A informação não está correta. A bateria é gerida no intervalo entre os 38 e os 82% de carga, com o sistema a tentar manter o valor de 60% como mais frequente. A capacidade total é de 1,3 kWh, pelo que a energia utilizável é cerca de metade.

Uma confusão usual das pessoas é a de pensarem nisto como se de um carro elétrico se tratasse e dizerem que é pena porque só dá para 2 ou 3 km. Ora a lógica de um híbrido não é essa e é inútil ter uma bateria de maior capacidade uma vez que não é para carregar na corrente e usar até acabar. Não, num híbrido a bateria é um armazém temporário de energia, que é adicionada a cada descida ou travagem e utilizada em aceleração ou até para manter velocidade em plano por algumas centenas de metros. Mas sempre a ganhar e a fornecer energia.

Por näo perceberem isto, muitos jornalistas acham que devem forçar o modo eléctrico até as baterias ficarem no mínimo, o que quando acontece em momento onde não há possibilidade de recarregar por travagem, leva o motor a ativar-se para restabelecer alguma carga - o resultado prático é um consumo médio mais elevado.

Um híbrido e um elétrico são mundos diferentes do ponto de vista de gestão da bateria, e não faz sequer sentido falar em autonomia elétrica no caso dos híbridos.
Ora aqui está algo útil, bem explicado, sem insultos. Assim não custa e ficamos todos a ganhar, diria eu.
 
Boa, dizer o que já foi dito...

As baterias degradam menos mas têm degradação, ponto. Não há volta a dar.

Dizem que elas duram 1 milhão de km com milhares de carga e descarga mesmo que não descarregue e carregue na totalidade... Foi uma notícia dada pela Toyota, a imparcialidade...

Claro que não há nada que não se estrague. A abordagem da Toyota nas baterias de NiMH foi a de conseguir que eles mantenham o essencial da carga útil durante a vida normal de uma viatura. Por esse facto a taxa de substituição é muito reduzida até aos 10-15 anos e algumas centenas de milhar de km. Claro que algumas vão chegar a 1 milhão de km, mas aqui se calhar já estamos a falar de uma minoria e não da maioria dos exemplares.

O custo reduzido e a excelente fiabilidade alcançada levaram a Toyota a optar por evoluir ainda mais as baterias NiMH e conseguir que elas aceitem e entreguem correntes mais elevadas na nova geração do Prius - aproximaram-se das de lítio, com custos menores. Mas já existe a opção por lítio em alguns mercados, será curioso no futuro ver qual das tecnologias suporta melhor o uso num híbrido.
 
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Se percebi a lógica, quem não sabe como funciona é troll, é isso?

É que ainda não vi ninguém a explicar as dúvidas aqui, se há outros tópicos já não sei, aqui, dúvidas é igual a ignorante, dizer asneiras e trolls. Enfim....

Não é quem não sabe como funciona, é quem não sabe e não quer saber. É quem debita repetidamente as mesmas asneiras e nem sequer lê o que os outros escrevem.
 
A informação não está correta. A bateria é gerida no intervalo entre os 38 e os 82% de carga, com o sistema a tentar manter o valor de 60% como mais frequente. A capacidade total é de 1,3 kWh, pelo que a energia utilizável é cerca de metade.

Uma confusão usual das pessoas é a de pensarem nisto como se de um carro elétrico se tratasse e dizerem que é pena porque só dá para 2 ou 3 km. Ora a lógica de um híbrido não é essa e é inútil ter uma bateria de maior capacidade uma vez que não é para carregar na corrente e usar até acabar. Não, num híbrido a bateria é um armazém temporário de energia, que é adicionada a cada descida ou travagem e utilizada em aceleração ou até para manter velocidade em plano por algumas centenas de metros. Mas sempre a ganhar e a fornecer energia.

Por näo perceberem isto, muitos jornalistas acham que devem forçar o modo eléctrico até as baterias ficarem no mínimo, o que quando acontece em momento onde não há possibilidade de recarregar por travagem, leva o motor a ativar-se para restabelecer alguma carga - o resultado prático é um consumo médio mais elevado.

Um híbrido e um elétrico são mundos diferentes do ponto de vista de gestão da bateria, e não faz sequer sentido falar em autonomia elétrica no caso dos híbridos.

Foi isso que eu tentei explicar há uns posts.

Muita gente não entende que o conceito inicial dos híbridos tipo Prius era reaproveitar a energia das travagens, enquanto o conceito dos eléctricos é andar em modo eléctrico.

A tendência será para os híbridos plugin, que são uma espécie de híbrido entre híbrido e eléctrico. [:D]
 
Não explico, porque para aturar garotos, já basta os meus... Não tenho de andar a aturar miúdos que os pais não sabem quando lhes devem cortar a ligação à net

Enviado do meu Nexus 5 através de Tapatalk

É os paizinhos a cortar a net e tu a cortares a assinatura da porra do tapatalk... cada um com as suas cruzes [:p]
 
Não percebi o que quiseste explicar.

Isto de ver a carga das pilhas recarregaveis nimh através da voltagem é impraticável. Medi mesmo agora a voltagem de pilhas carregadas e descarregadas e verifiquei que a voltagem é igual até à centésima de volt. São pilhas com a mesma capacidade e do mesmo modelo.

A 1 ampere tens que voltagem?
 
A 1 ampere tens que voltagem?

Não posso saber os amperes. Só posso saber a voltagem que meço tanto nas carregadas como descarregadas =1.38V.
As pilhas têm uma capacidade nominal de 2000 mAh com 1.2v. Não faco a minima ideia qual é na verdade a capacidade utilizável.
 
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