SilverArrow
Moderador
Não percebo muito bem o conceito de low-cost em viagens transatlânticas. Quem é que vai daqui ao Brasil ou USA sem uma mala de porão?
pode sempre haver quem vá, mas não devem ser muitos. Além disso, a ideia de passar 9 ou 10 horas dentro de um avião sem poder desfrutar de nada que não seja pago é um bocado assustadora. Além disso não estou a ver como isto possa ser lucrativo à empresa, a não ser que acabe por praticar preços similares aos das empresas regulares, o que iria afastar os potenciais clientes.
Por acaso em relação a isto tenho mixed feelings.
Vamos imaginar por exemplo um voo que custa 500€ que tem mala de porão, refeição e In Flight Entertainment.
Se pudermos ter um voo que custa 400€ em que a mala custe 50€ , a refeição 50€ e o IFE 50€. Poderia ser uma boa opção para muita gente. Há malta que dorme o voo todo e nem liga ao IFE, se esta opção fosse apenas a pagar para quem quer, é capaz de ser boa opção. A refeição idem, não vale a pena pagar uma refeição completa com vinho e tudo se alguém quiser apenas uma sandes e água.
Claro que o que sabemos é que a viagem passa a custar 500€ sem nada e depois é tudo extra. [
Mas eu no último voo que fiz, tive direito a um sumo e uma sandes manhosa. Preferia ter acesso a uma lista tipo low cost e comprar umas bolachas ou umas batatas. Mas não tenho...