Tópico dos aviões

falou-se aqui do Aeroporto de Lisboa e a necessidade de encontrar alternativas

se o problema é a falta de espaço, porque é que não "roubam" terreno à segunda circular e à área envolvente da Alta de Lisboa ? essas avenidas podiam passar por túneis. O aeroporto Charles De Gaulle tem uma autoestrada a passar por baixo, julgo eu. Quando querem construir uma autoestrada expropria-se terrenos, porque é que não se faz aqui ?

Montijo vai ser perigoso e complicado por causa das aves migratórias e da área protegida

E dinheiro para isso?

Somos um pais de tesos, pah... [:D]:sh)
 
não sairia mais barato que um aeroporto novo, estudos e mais estudos, comboio na vasco da gama, etc...etc.. ???

talvez sim, deve haver outra razão

Comboio na Vasco da Gama não vai haver, quase de certeza...

Quanto à construção, parte já deve estar feita, visto que vão aproveitar as instalações militares...
 
Penso que o futuro do aeroporto de Lisboa não foi salvaguardado, ao terem permitido construção nas proximidades.

Se a zona da "Alta" não fosse povoada, o aeroporto poderia crescer...
 
Novo conceito de aeroporto: Pista circular

http://www.bbc.com/news/magazine-39284294

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Eu acho mesmo que o mais desafiante é no momento em que as rodas traseiras encostam na pista, que quando encostam, devem estar travadas...

Ora, rodas traseiras bloqueadas e pista curva... Se juntarmos a hipótese de mau tempo, temos a receita perfeita para o desastre... :sh):sh)


Digo eu, mero curioso nisto da aviação...
 
Eu acho mesmo que o mais desafiante é no momento em que as rodas traseiras encostam na pista, que quando encostam, devem estar travadas...

Ora, rodas traseiras bloqueadas e pista curva... Se juntarmos a hipótese de mau tempo, temos a receita perfeita para o desastre... :sh):sh)


Digo eu, mero curioso nisto da aviação...

As rodas no momento da aterragem não estão bloqueadas.
O fumo que deitam no momento em que tocam a pista e as marcas de "travagem" são do arrastamento da superfície do pneu que acelera dos 0 para os 200 e tal naquele momento.

Mesmo que por avaria as rodas estivessem bloqueadas, no momento da aterragem, devido à velocidade a direcção é controlada pelas superfícies de controlo.
Há montes de casos documentados e filmados de aviões a aterrar só com um trem traseiro e os pilotos têm de lutar para manter o avião em linha recta.

Nesse aspecto, uma pista curva é capaz de ser melhor em caso de haver uma falha no trem de aterragem.
 
Eu acho que isto nunca vai para a frente. Vejo aqui uma série de detalhes que impediriam esta pista de funcionar, como por exemplo as áreas de escape. Imaginem que um avião no momento de descolar rebenta um pneu ou tem um problema com um dos motores. E Quantos casos não existem de "runway overrun" todos os anos no mundo? Ora, esses "pequenos" casos que neste momento não significam nada seriam transformados em grandes tragédias num aeroporto com um design destes. Um "runway overrun" numa pista destas signifca cair para o lado de lá da pista... assim à primeira vista parece-me uma solução algo descabida
 
Última edição:
Acho que nem é por aí. A maioria das saídas de pista acontecem porque a pista acaba. Neste caso isso não acontece, a pista não acaba 😂

Mas quem não queria ser controlador desse espaço aéreo era eu... Acho que aí é que era capaz de ser o maior impedimento. E também o ILS, seriam precisos uns 24 (12 para cada lado) em redor da circunferência...
 
Acho que nem é por aí. A maioria das saídas de pista acontecem porque a pista acaba. Neste caso isso não acontece, a pista não acaba 


Disseste bem, a maioria. Mas nem todos. Há inúmeros casos de saídas pelas laterais da pista, seja por erro da tripulação ou por falha mecânica. Imagina uma saída pela lateral neste tipo de pista. Ou ia parar do lado de lá da parte superior ou pior ainda, podia ir parar ao terminal de passageiros!
Acho que é um argumento suficiente para uma pista dete género nunca avançar. A não ser que haja algo que eu não esteja a ver.
 
Bom, isto também acontece com as "convencionais".

Não me parece que uma coisa destas avance (pelo menos em breve), mas não será por aí.

Claro que acontece, mas tenta só imaginar uma saída pela lateral numa pista destas com inclinação. Imagina a catástrofe que seria. Não consegues controlar o aparelho, porque há desnível. Por muito segura que seja a área de escape, vai haver sempre desnível. Uma saída de pista implicaria sempre bater com uma das asas no chão. Numa pista convencional isso não acontece. Há inúmeros casos de aparelhos que saem pela lateral e vão parar à relva / areia, sem consequências de maior. Neste caso, uma pequena saída poderia significar um grande acidente.
 
Tal como esta tem desnível, o que não faltam são pistas convencionais elevadas com desníveis ainda maiores do que essa.

E, tal como actualmente existem pistas com desnível e sem desnível na lateral, num aeroporto com essa configuração também são possíveis os dois cenários.
 
Também acho que não era por aí, provavelmente o maior impedimento a este tipo de pistas é mesmo o ATC.

No vídeo mencionam que a Força Aérea Americana testou este conceito na pista de testes circular da GM com um diâmetro de 1.8km, com caças a jacto A-4 e aviões de carga C-54 a hélice:

https://www.google.com/maps/place/3...1s0x0:0x0!8m2!3d32.919818!4d-114.323366?hl=en

A conclusão a que chegaram é que é um conceito possível:

The Bureau of Naval Weapons originated a project to determine, within the realm of aircraft behavior, the feasibility of flight operations from a circular runway.Utilizing an existing circular track at the General Motors Proving Ground near Mesa, Arizona, tests were conducted with a T28, an A1-E, an A4-B, and a C54. It was determined that pilots readily adapt to operations from a circular runway, that aircraft lateral and directional stability is more positive than on a flat runway, that tangential approaches are no more difficult than approaches to a straight runway, and that low visibility approaches are much simpler than to a straight runway. Flight operations from a circular runway are feasible.

http://papers.sae.org/660283/

Claro que os testes foram com aviões mais pequenos e mais lentos mas o diâmetro da pista testada é metade e muito mais estreita da que estes tipos estão a tentar desenvolver e a testar em simulador. O que não falta por aí são vídeos de aviões a aterrar/descolar de estradas em curva com um raio muito inferior ao testado nos anos 60:

https://www.youtube.com/watch?v=eWKlhMy0NWw&list=PLB02165DD1665F36F&index=3

Esta no Congo é famosa:

https://www.youtube.com/watch?v=mEN_mwn_NaM
 
http://www.flylevel.com/

Dona da Iberia lança "low-cost" para ligar Europa e América

A nova companhia, cujo lançamento está previsto para Junho, deverá ligar Barcelona a destinos no continente americano, nos EUA, Argentina ou República Dominicana.
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O IAG (International Airlines Group), dono da British Airways e da Iberia, anunciou a intenção de lançar uma companhia aérea de voos de baixo custo ("low-cost") para ligar os continentes europeu e americano a partir de Barcelona.


A nova companhia, denominada Level, vai começar a operar em Junho e oferecerá preços a partir de 99 euros para voos a partir de Barcelona para destinos como Punta Cana (República Dominicana, começa a 10 de Junho com dois voos por semana), Buenos Aires (Argentina, três vezes por semana a partir de 17 de Junho), além dos Los Angeles (arranca a 1 de Junho, duas vezes por semana) e Oakland (perto de São Francisco, com três voos por semana a partir de 2 de Junho).

As aeronaves ao serviço da Level - dois Airbus A330, numa primeira fase - terão capacidade para 293 passageiros da classe económica e 21 lugares "premium", refere a empresa num comunicado. A Iberia fornecerá as tripulações e a nova companhia criará 250 postos de trabalho.


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Os passageiros em lugares "premium" terão direito, com o pagamento da passagem, ao transporte de bagagem em porão e uma peça em cabine, além das refeições, escolha de lugar e acesso a conteúdos recentes como filmes. A classe económica poderá escolher (e pagar) por entre os serviços que pretende ter.

O objectivo do IAG é também explorar sinergias com a operação da low-cost Vueling, que está baseada na cidade catalã e faz voos de baixo custo na Europa. Esta será a quinta marca do grupo IAG, juntando-se à Vueling, Iberia, British Airways, e Aer Lingus.

A Level vem juntar-se a companhias como a Norwegian, pioneira desde 2014 na operação no segmento "low-cost" nos voos entre os dois continentes. As passagens começam a ser vendidas esta sexta-feira, 17 de Março.

Nos últimos anos, a disponibilização de voos mais baratos no longo curso tem sido possível graças à queda dos preços do petróleo e a entrada no mercado de aeronaves energeticamente eficientes.

In: Negócios.
 
Não percebo muito bem o conceito de low-cost em viagens transatlânticas. Quem é que vai daqui ao Brasil ou USA sem uma mala de porão?

pode sempre haver quem vá, mas não devem ser muitos. Além disso, a ideia de passar 9 ou 10 horas dentro de um avião sem poder desfrutar de nada que não seja pago é um bocado assustadora. Além disso não estou a ver como isto possa ser lucrativo à empresa, a não ser que acabe por praticar preços similares aos das empresas regulares, o que iria afastar os potenciais clientes.
 
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