[Sociedade] Topico do Metro Sul do Tejo

Eu sou utente e confesso que é preciso ser-se um bocado zarolho e desatento para levar com o metro em cima... calhou ser com o metro, até podia ser com um carro, também há atropelamentos dos "normais" nessa zona.
 
O RODAS disse algo que ilustra como o MTS foi mal feito, a linha confunde-se de forma inacreditavel com o passeio e com a estrada, principalmente em Corroios e Almada.

Foi mal feito e vai continuar mal feito. Cuidados redobrados naquela zona para quem lá anda.
 
Os bombeiros e a PSP culpam os pedestres e afirmam que os cidadãos ainda não estão habituados à presença do metro, vejam aqui:

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Zona pedonal e linha do metro são de difícil distinção
Metro Sul do Tejo: Bombeiro e PSP de Almada defendem sensibilização para evitar acidentes


09.04.2009 - 10:46 Por Lusa
Os Bombeiros Voluntários e a PSP de Almada afirmam que os cidadãos ainda não estão habituados à presença do metro e que é preciso apostar na sensibilização para evitar acidentes.
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Pedro Cunha (arquivo)
263623
Metro Sul do Tejo




"Repare-se que o metro não pára na passadeira. As pessoas é que têm que parar. Os maquinistas apitam para alertar os peões, mas não param", exemplifica José Calado, comandante da esquadra de Trânsito da PSP de Almada.

"Que formação foi dada às crianças e aos idosos? Hão-de habituar-se, mas enquanto não se habituam, vão sendo atropelados", constata, recordando o incidente de segunda-feira, perto da Praça S. João Baptista, em que o metro não travou a tempo de evitar tocar numa mulher de 74 anos.

Fonte do Metro Sul do Tejo explicou à Lusa que a vítima circulava, a pé, na área dos carris do metro, e não ouviu o maquinista apitar: "o condutor não conseguiu travar a tempo e deu-lhe um pequeno toque no ombro. A senhora desequilibrou-se, caiu e magoou-se no braço, mas não foi nada de grave", garantiu.

"Grande parte das pessoas que socorremos em situações deste tipo têm mais de 60 anos", afirma Mário Santos, segundo comandante dos Bombeiros Voluntários de Almada.

"Almada tem agora uma considerável área pedonal, mas que é atravessada pelo metro", acrescenta, sublinhando que, em prol da segurança, "a população precisa de ser alertada".

"Todos temos momentos de distracção, e o tempo de reacção de um idoso é muito reduzido. Quando se apercebem, muitas vezes já é tarde", admite.

O comandante da esquadra de Trânsito da PSP de Almada considera que se trata de uma situação "um pouco insegura". "É difícil, em algumas áreas do traçado, perceber o que é zona pedonal e o que é linha do metro. Os idosos têm muita dificuldade e as crianças são distraídas e impulsivas", conclui.

É preciso, afirmam ambos, uma acção de sensibilização para garantir a segurança dos transeuntes.

Sem precisar números, apesar da insistência, fonte do Metro Sul do Tejo afirmou à Lusa que "o registo de acidentes envolvendo o metro não é elevado".

A empresa afirmou ainda que desenvolveu acções de sensibilização antes da inauguração de cada troço do metro, não tendo, depois disso, desenvolvido mais trabalho nesse sentido, e acrescentou que considera que "a presença do metro é a maior sensibilização".

Os Bombeiros Voluntários de Almada fizeram, desde 2008, cinco intervenções em acidentes envolvendo peões, e duas envolvendo viaturas.

O departamento de trânsito da Polícia de Segurança Pública registou, desde Janeiro deste ano, um acidente com peões e três com veículos.

A pedonalização do eixo central de Almada, prevista no Plano de Mobilidade - Acessibilidades 21 tem sido ponto de discórdia.

No início deste ano, em declarações à Lusa, o responsável da concelhia do PS, António Mendonça Mendes, chamou a atenção para o facto de "os espaços para peões serem disputados por autocarros e outras viaturas", acusando a autarquia comunista de "não ser capaz de garantir uma zona pedonal" à cidade.

O último troço do Metro Sul Tejo, que ligou a Cova da Piedade a Cacilhas, passando pelo centro de Almada, foi inaugurado a 26 de Novembro de 2008.
 
Não conheço o sitio mas muitas vezes a falta de sinalização ou de avisos é potenciadora de continuar a haver acidentes.
Tal como as estradas, elas não se mexem mas a forma como são construídas, a má manutenção e a falta de sinalização provoca imensos acidentes, por vezes com vitimas mortais.
E na maioria dos casos são coisas tão simples e fáceis de resolver. [s)]

Por acaso ando sempre na zona do metro e noto que os motoristas se fartam de "buzinar" sempre que se aproximam de zonas com mais pessoas.

Verifico é que as pessoas de facto não alteram os seus comportamentos. Vejo imensos a andar de bicicleta no meio da linha, pessoas de idade a andar no meio da linha.

Claro que este caso a situação é diferente, que a senhora com o pánico do miúdo a fugir pode nem ter dado pelo metro.
 
Será assim tão dificil pintar o pavimento onde rola o metro de uma outra cor ?
Colocar umas sebes de 50cm ?

Será tão difícil perceber que onde existem carris passa o metro? A sério, só um completo imbecil é que não se apercebe das zonas onde o metro passa. Porra, qq dia temos que fazer como os americanos, pôr 100 avisos para evitar que pessoas estupidas façam imbecilidades "cuidado ao fechar a porta" "não espete um garfo na torradeira" "não enfie a língua na tomada".

Sendo utente do metro em questão, já n seria a 1º nem a 100ª vez que vejo pessoas a arriscarem-se a levar uma traulitada do metro por pura estupidez, há gente que ao atravessar a linha (na maior parte das vezes fora das zonas próprias diga-se de passagem) nem olha para ver se vem lá o dito cujo!

E qual a diferença do metro para as estradas onde passam carros? Vamos pôr um sinal a cada 50m a avisar "perigo, não seja estupido e não atravesse a estrada sem precaução"?
 
Será tão difícil perceber que onde existem carris passa o metro? A sério, só um completo imbecil é que não se apercebe das zonas onde o metro passa. Porra, qq dia temos que fazer como os americanos, pôr 100 avisos para evitar que pessoas estupidas façam imbecilidades "cuidado ao fechar a porta" "não espete um garfo na torradeira" "não enfie a língua na tomada".

Sendo utente do metro em questão, já n seria a 1º nem a 100ª vez que vejo pessoas a arriscarem-se a levar uma traulitada do metro por pura estupidez, há gente que ao atravessar a linha (na maior parte das vezes fora das zonas próprias diga-se de passagem) nem olha para ver se vem lá o dito cujo!

E qual a diferença do metro para as estradas onde passam carros? Vamos pôr um sinal a cada 50m a avisar "perigo, não seja estupido e não atravesse a estrada sem precaução"?

Nem mais.
 
Se fosse um autocarro com terroristas a explodir, coitados podiam ser inocentes... Uma mulher colhida pelo metro quando entregava crianças aos pais, no teu país, já é culpa dela que não sabe atravessar a linha:sh)
Claro que é culpa dela o metro tem prioridade em relação aos peões, logo o metro nao se pode responsabilizar de quem se atira para a linha.
Uma pessoas com crianças deve ser a atenção redrobrada [;)]
 
Olha que por vezes se confunde com o ambiente ao seu redor. Com o trânsito de carros nos dois sentidos ao lado da linha (em grande parte do circuito), a "variação" com os prédios, passeios "logo ali ao lado", misturado com o silêncio de circulação das composições do eléctrico (sim, eles apitam quando se aproximam de cruzamentos, paragens, passagens), às vezes até pode dar-se uma situação destas.

Continuo a achar que ser de superfície, não é a melhor situação. Poderia haver locais, que pelo seu desnível, pudesse ser de superfície, mas outros é notória que seria melhor por baixo de terra.
Mas fizeram assim.

Pontos interessantes da questão.
 
Olha que por vezes se confunde com o ambiente ao seu redor. Com o trânsito de carros nos dois sentidos ao lado da linha (em grande parte do circuito), a "variação" com os prédios, passeios "logo ali ao lado", misturado com o silêncio de circulação das composições do eléctrico (sim, eles apitam quando se aproximam de cruzamentos, paragens, passagens), às vezes até pode dar-se uma situação destas.

Continuo a achar que ser de superfície, não é a melhor situação. Poderia haver locais, que pelo seu desnível, pudesse ser de superfície, mas outros é notória que seria melhor por baixo de terra.
Mas fizeram assim.

Seria melhor em que aspecto?

Tens noção do custo que fica fazer um metro debaixo da terra e do que isso envolve? impensável.
 
Roubos e agressões assustam utentes do Metro Sul do Tejo. Talvez seja altura de criar uma policia exclusivamente para os transportes publicos. Algo semelhante ao que existe em Londres com a British Transport Police.

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Há muitas queixas de assaltos, frequentemente cometidos em plena luz do dia. Estudantes universitários são vítimas
Os assaltos e agressões, sobretudo ao cair da noite, de que têm sido vítimas os utentes do Metro Sul do Tejo (MST) na zona do Monte de Caparica, levaram a que alunos e professores da Universidade Nova de Lisboa, que funciona naquela freguesia de Almada, tenham juntado a sua voz à população que há mais de um ano reclama reforço policial na zona.
Alegam que os estudantes são os principais alvos dos grupos de jovens, entre os 14 e os 18 anos, que lançam o terror na zona.
A GNR já regista várias queixas de assaltos, tendo mesmo procedido a algumas detenções, sendo os moradores dos problemáticos bairros limítrofes, como Pica Pau Amarelo e bairro do Asilo - onde na noite de segunda-feira a GNR foi recebida à pedrada -, os principais suspeitos, havendo mesmo jovens em prisão preventiva, como acontece com o grupo de três, capturado em Dezembro de 2009, após realizarem vários roubos com recurso às armas de fogo.
A estratégia dos assaltantes raramente visa o ataque a pessoas no interior das carruagens, mas fonte policial revela que quem pratica este tipo de crime aproveita a viagem no metro para "estudar" possíveis vítimas, sendo que só no momento em que os passageiros descem do transporte são confrontados com os ladrões, que além de dinheiro procuram computadores e telemóveis.
João Lemos, um dos vários estudantes assaltados, foi um dos casos mais mediáticos quando deixou o metro, na estação da Universidade, à luz do dia e com mais pessoas na rua, e se preparava para fazer o caminho a pé (cerca de 200 metros) até à faculdade. Não chegou a andar 20 metros, porque dois homens, de cara descoberta, o agarraram e encostaram-lhe uma faca à barriga, para lhe roubarem a carteira com 20 euros e o telemóvel.
"Depois assaltaram mais gente, mas acho que só eu é que apresentei queixa", disse na altura ao DN, admitindo que já em Fevereiro logrou fugir à frente de dois jovens encapuzados, que lhe exigiam o computador portátil, também ao cair da noite, quando se preparava para entrar numa composição do metro.
Também no interior dos autocarros dos Transportes Sul do Tejo (TST) se têm verificado vários problemas do mesmo género.

Fonte DN
 
Curiosamente os assaltos sao praticamente todos na mesma linha. O que para quem conhece o concelho nem é de estranhar tendo em contra o total desleixo da parte do governo de todos os bairros sociais sejam estes sejam os outros a norte de lisboa.
 
Em Lisboa é sempre debaixo de terra , mesmo com a expansão das linhas.
Impensável não é talvez exista é má vontade .

Mas tens noção da diferença abismal de preço que custa fazer 1 metro debaixo da terra em relação com ser á superficie?
Nao é má vontade é mesmo falta de dinheiro[;)]
 
Roubos e agressões assustam utentes do Metro Sul do Tejo. Talvez seja altura de criar uma policia exclusivamente para os transportes publicos. Algo semelhante ao que existe em Londres com a British Transport Police.

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Há muitas queixas de assaltos, frequentemente cometidos em plena luz do dia. Estudantes universitários são vítimas
Os assaltos e agressões, sobretudo ao cair da noite, de que têm sido vítimas os utentes do Metro Sul do Tejo (MST) na zona do Monte de Caparica, levaram a que alunos e professores da Universidade Nova de Lisboa, que funciona naquela freguesia de Almada, tenham juntado a sua voz à população que há mais de um ano reclama reforço policial na zona.
Alegam que os estudantes são os principais alvos dos grupos de jovens, entre os 14 e os 18 anos, que lançam o terror na zona.
A GNR já regista várias queixas de assaltos, tendo mesmo procedido a algumas detenções, sendo os moradores dos problemáticos bairros limítrofes, como Pica Pau Amarelo e bairro do Asilo - onde na noite de segunda-feira a GNR foi recebida à pedrada -, os principais suspeitos, havendo mesmo jovens em prisão preventiva, como acontece com o grupo de três, capturado em Dezembro de 2009, após realizarem vários roubos com recurso às armas de fogo.
A estratégia dos assaltantes raramente visa o ataque a pessoas no interior das carruagens, mas fonte policial revela que quem pratica este tipo de crime aproveita a viagem no metro para "estudar" possíveis vítimas, sendo que só no momento em que os passageiros descem do transporte são confrontados com os ladrões, que além de dinheiro procuram computadores e telemóveis.
João Lemos, um dos vários estudantes assaltados, foi um dos casos mais mediáticos quando deixou o metro, na estação da Universidade, à luz do dia e com mais pessoas na rua, e se preparava para fazer o caminho a pé (cerca de 200 metros) até à faculdade. Não chegou a andar 20 metros, porque dois homens, de cara descoberta, o agarraram e encostaram-lhe uma faca à barriga, para lhe roubarem a carteira com 20 euros e o telemóvel.
"Depois assaltaram mais gente, mas acho que só eu é que apresentei queixa", disse na altura ao DN, admitindo que já em Fevereiro logrou fugir à frente de dois jovens encapuzados, que lhe exigiam o computador portátil, também ao cair da noite, quando se preparava para entrar numa composição do metro.
Também no interior dos autocarros dos Transportes Sul do Tejo (TST) se têm verificado vários problemas do mesmo género.

Fonte DN
Ou o Ministério da Administração Interna toma medidas (como essa, que não me parece nada má, desde que seja com meios suficientes), ou as operadoras de transportes públicos terão de começar a pagar agentes gratificados da PSP, mas aí quase de certeza com aumento dos bilhetes e passes.

Bairro do Asilo, esse bairro calmo, segundo constou.
 
Olha que por vezes se confunde com o ambiente ao seu redor. Com o trânsito de carros nos dois sentidos ao lado da linha (em grande parte do circuito), a "variação" com os prédios, passeios "logo ali ao lado", misturado com o silêncio de circulação das composições do eléctrico (sim, eles apitam quando se aproximam de cruzamentos, paragens, passagens), às vezes até pode dar-se uma situação destas.

Continuo a achar que ser de superfície, não é a melhor situação. Poderia haver locais, que pelo seu desnível, pudesse ser de superfície, mas outros é notória que seria melhor por baixo de terra.
Mas fizeram assim.
Tem a ver com dinheiro...
 
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