TheMoBsTeR
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Eu sou utente e confesso que é preciso ser-se um bocado zarolho e desatento para levar com o metro em cima... calhou ser com o metro, até podia ser com um carro, também há atropelamentos dos "normais" nessa zona.
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Quantos já adaptaram a sua circulação na via pública com a instalação do MTS?
Os peões deixam muito a desejar no que toca a segurança rodoviária... []

Não conheço o sitio mas muitas vezes a falta de sinalização ou de avisos é potenciadora de continuar a haver acidentes.
Tal como as estradas, elas não se mexem mas a forma como são construídas, a má manutenção e a falta de sinalização provoca imensos acidentes, por vezes com vitimas mortais.
E na maioria dos casos são coisas tão simples e fáceis de resolver. [s)]
Será assim tão dificil pintar o pavimento onde rola o metro de uma outra cor ?
Colocar umas sebes de 50cm ?
Será tão difícil perceber que onde existem carris passa o metro? A sério, só um completo imbecil é que não se apercebe das zonas onde o metro passa. Porra, qq dia temos que fazer como os americanos, pôr 100 avisos para evitar que pessoas estupidas façam imbecilidades "cuidado ao fechar a porta" "não espete um garfo na torradeira" "não enfie a língua na tomada".
Sendo utente do metro em questão, já n seria a 1º nem a 100ª vez que vejo pessoas a arriscarem-se a levar uma traulitada do metro por pura estupidez, há gente que ao atravessar a linha (na maior parte das vezes fora das zonas próprias diga-se de passagem) nem olha para ver se vem lá o dito cujo!
E qual a diferença do metro para as estradas onde passam carros? Vamos pôr um sinal a cada 50m a avisar "perigo, não seja estupido e não atravesse a estrada sem precaução"?
Claro que é culpa dela o metro tem prioridade em relação aos peões, logo o metro nao se pode responsabilizar de quem se atira para a linha.Se fosse um autocarro com terroristas a explodir, coitados podiam ser inocentes... Uma mulher colhida pelo metro quando entregava crianças aos pais, no teu país, já é culpa dela que não sabe atravessar a linha:sh)
Olha que por vezes se confunde com o ambiente ao seu redor. Com o trânsito de carros nos dois sentidos ao lado da linha (em grande parte do circuito), a "variação" com os prédios, passeios "logo ali ao lado", misturado com o silêncio de circulação das composições do eléctrico (sim, eles apitam quando se aproximam de cruzamentos, paragens, passagens), às vezes até pode dar-se uma situação destas.
Continuo a achar que ser de superfície, não é a melhor situação. Poderia haver locais, que pelo seu desnível, pudesse ser de superfície, mas outros é notória que seria melhor por baixo de terra.
Mas fizeram assim.
Olha que por vezes se confunde com o ambiente ao seu redor. Com o trânsito de carros nos dois sentidos ao lado da linha (em grande parte do circuito), a "variação" com os prédios, passeios "logo ali ao lado", misturado com o silêncio de circulação das composições do eléctrico (sim, eles apitam quando se aproximam de cruzamentos, paragens, passagens), às vezes até pode dar-se uma situação destas.
Continuo a achar que ser de superfície, não é a melhor situação. Poderia haver locais, que pelo seu desnível, pudesse ser de superfície, mas outros é notória que seria melhor por baixo de terra.
Mas fizeram assim.
Seria melhor em que aspecto?
Tens noção do custo que fica fazer um metro debaixo da terra e do que isso envolve? impensável.
Em Lisboa é sempre debaixo de terra , mesmo com a expansão das linhas.
Impensável não é talvez exista é má vontade .
Se fosse um autocarro com terroristas a explodir, coitados podiam ser inocentes... Uma mulher colhida pelo metro quando entregava crianças aos pais, no teu país, já é culpa dela que não sabe atravessar a linha:sh)
Ou o Ministério da Administração Interna toma medidas (como essa, que não me parece nada má, desde que seja com meios suficientes), ou as operadoras de transportes públicos terão de começar a pagar agentes gratificados da PSP, mas aí quase de certeza com aumento dos bilhetes e passes.Roubos e agressões assustam utentes do Metro Sul do Tejo. Talvez seja altura de criar uma policia exclusivamente para os transportes publicos. Algo semelhante ao que existe em Londres com a British Transport Police.
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Há muitas queixas de assaltos, frequentemente cometidos em plena luz do dia. Estudantes universitários são vítimas
Os assaltos e agressões, sobretudo ao cair da noite, de que têm sido vítimas os utentes do Metro Sul do Tejo (MST) na zona do Monte de Caparica, levaram a que alunos e professores da Universidade Nova de Lisboa, que funciona naquela freguesia de Almada, tenham juntado a sua voz à população que há mais de um ano reclama reforço policial na zona.
Alegam que os estudantes são os principais alvos dos grupos de jovens, entre os 14 e os 18 anos, que lançam o terror na zona.
A GNR já regista várias queixas de assaltos, tendo mesmo procedido a algumas detenções, sendo os moradores dos problemáticos bairros limítrofes, como Pica Pau Amarelo e bairro do Asilo - onde na noite de segunda-feira a GNR foi recebida à pedrada -, os principais suspeitos, havendo mesmo jovens em prisão preventiva, como acontece com o grupo de três, capturado em Dezembro de 2009, após realizarem vários roubos com recurso às armas de fogo.
A estratégia dos assaltantes raramente visa o ataque a pessoas no interior das carruagens, mas fonte policial revela que quem pratica este tipo de crime aproveita a viagem no metro para "estudar" possíveis vítimas, sendo que só no momento em que os passageiros descem do transporte são confrontados com os ladrões, que além de dinheiro procuram computadores e telemóveis.
João Lemos, um dos vários estudantes assaltados, foi um dos casos mais mediáticos quando deixou o metro, na estação da Universidade, à luz do dia e com mais pessoas na rua, e se preparava para fazer o caminho a pé (cerca de 200 metros) até à faculdade. Não chegou a andar 20 metros, porque dois homens, de cara descoberta, o agarraram e encostaram-lhe uma faca à barriga, para lhe roubarem a carteira com 20 euros e o telemóvel.
"Depois assaltaram mais gente, mas acho que só eu é que apresentei queixa", disse na altura ao DN, admitindo que já em Fevereiro logrou fugir à frente de dois jovens encapuzados, que lhe exigiam o computador portátil, também ao cair da noite, quando se preparava para entrar numa composição do metro.
Também no interior dos autocarros dos Transportes Sul do Tejo (TST) se têm verificado vários problemas do mesmo género.
Fonte DN
Tem a ver com dinheiro...Olha que por vezes se confunde com o ambiente ao seu redor. Com o trânsito de carros nos dois sentidos ao lado da linha (em grande parte do circuito), a "variação" com os prédios, passeios "logo ali ao lado", misturado com o silêncio de circulação das composições do eléctrico (sim, eles apitam quando se aproximam de cruzamentos, paragens, passagens), às vezes até pode dar-se uma situação destas.
Continuo a achar que ser de superfície, não é a melhor situação. Poderia haver locais, que pelo seu desnível, pudesse ser de superfície, mas outros é notória que seria melhor por baixo de terra.
Mas fizeram assim.